Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
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Ias como a seca em busca da chuva,
E antes eras como a pura
E límpida água do mundo;
Não cansavas, nem por um segundo,
A banhar a vida cruel e bruta!
Ias como a beleza enraizada,
Não havia outro alguém,
E outro alguém cantava
A delicadeza que só tu tens!
Cantavas e cantavas e choravas,
Quando esse alguém sumia;
Havia outro alguém,
E outro alguém havia,
Onde o teu olhar nem sonhava!
Vi-te fraquejar – num pulo! –,
As cores todas se esvaindo...
Fostes só, e só sumindo
Envolta num pálido casulo!
Perdi-te, então, à vista...
E a névoa espessa te envolveu.
Em um fino invólucro
De estabanado artista:
Tudo, tudo em mim morreu.
Sinto que deve ter havido uma época em que havia mais no mundo. Entende? Algum tipo de mistério ou algo. Agora visitamos um lugar, como este, e é lindo… e você tira uma foto e nota que todos tiraram a mesma foto... do mesmo ponto… e você só criou mais conteúdo redundante para o Instagram. Não podemos nem nos perder mais, porque existe o Google Maps.
Como aprender?
“Consciência é a capacidade de sentir e compreender, de alguma forma, o mundo que nos cerca. Enfim, a
existência.”.
Arkdyws
Será que haveria alguma diferença no mundo se a mentira fosse um décimo terceiro mandamento ou se tipificada como um crime, ela faria mais sentido e efeitos na sociedade como um todo?
Não sejas um ser mega hiperbólico, afinal querer aprovação de todo mundo,
não é só um exagero mas, também algo de âmbito egoístico.
Esse é o mundo onde as pessoas só aceitam o que lhes convêm, mas querem que a gente aceite tudo, até o que para nós não convém...
Ser intenso em um mundo de amores vazios é uma verdadeira obra de arte. Amar com a alma e ser amado de verdade é um privilégio que poucos têm coragem de viver. O amor real não se esconde, ele se revela.
Naquele olhar,
o mundo descansa terno,
feliz e esperançoso,
acreditando que o amanhã ensolarado é constante e pleno.
A íris dança em direção ao luar
adornada com as estrelas
pontilhadas no céu azul.
No bater dos cílios,
na piscada atrevida,
a vida se enche de certeza
e se alumia de amor.
Existem dois tipos de pessoas neste mundo: aquelas que usam e aquelas que são usadas. Em outras palavras, os insubstituíveis e os facilmente descartáveis.
(Masato Arakawa)
Amigo, o mundo nunca é justo, todos trazem as coisas para si mesmos, a justiça tem que ser feita por alguem que vê o todo e dai puxa para todos a igualdade igual ao que trouxe para si.
O amor moderno é um jogo de orgulho e medo. Todo mundo sente, mas ninguém demonstra. Todo mundo deseja, mas finge que não se importa. No fim, vencem os que menos sentem… Ou os que melhor fingem.
Dia 23
Cartas num mundo digital...
Pode soar brega,
Coisa e tal,
Na dúvida faço os dois,
E na postagem,
Tem até foto, imagem,
Imaginacão é o que me faz ir em frente,
Sonho da construção consistente,
Me permita à conhecer-te melhor,
Numa nova fase,
Embora a diferença de nossas idades,
Isso não é base,
Quando se decide ao amor,
O corpo não se divide,
Assim como a mente,
Coracões cantando em coro,
A canção dos amantes,
Amados,
Mais ricos...
Esse amor sincero,
O que quero,
Te dou o mais bonito,
É assim que sou por isso existo,
Não insisto,
No meu olho caiu um cisco,
Parece lágrima,
Mas é só uma gota que respinga das cataratas da minha alma,
Hora com calma,
Hora anseia por ti à chegar...
Todo mundo carrega algo que ninguém vê. O sorriso pode disfarçar, as palavras podem enganar, mas a mente sempre sente o peso daquilo que tentamos esconder. Cuidar dela não é luxo, é sobrevivência.
**Melancolia Silente**
Há dias em que o mundo parece parar,
Como se o tempo fosse feito de sombra.
A luz do sol não consegue clarear,
E a alma se perde na noite que assombra.
O peso invisível nos prende ao chão,
Passos lentos, quase sem direção.
Lembranças vêm como ondas do mar,
Tragando o agora, deixando escuridão.
No silêncio, ouvimos o eco da dor,
Uma melodia triste, mas tão nossa.
Não há quem possa explicar esse amor,
Que carregamos, mesmo quando nos assopra.
Mas nessa tristeza também há beleza,
Um convite ao fundo de quem se é.
Pois quem conhece a melancolia e a reza,
Descobre que a vida é mais do que se vê.
A lágrima cai, mas também faz brotar,
Uma flor singela, um novo olhar.
1.
Ela tinha olhos que carregavam o peso do mundo,
como se o sofrimento alheio fosse seu destino.
Falava baixo, mas sua voz perfurava,
cada palavra parecia confessar um crime invisível.
Ela amava como quem expia uma culpa,
e odiava com a mesma intensidade.
Nos gestos, havia uma busca constante,
uma sede que o tempo jamais saciaria.
Ela não era santa nem demônio,
mas algo entre os dois:
uma alma queimada pela própria luz,
vagando entre as sombras.
2.
A mulher sentada no canto da sala
era um labirinto sem saída.
Cada ruga no rosto era uma estrada,
cada sorriso, uma armadilha.
Ela me olhava como se soubesse
todas as verdades que eu queria esconder.
E, mesmo assim, seu olhar não era de julgamento,
mas de piedade.
“Você não entende,” disse ela,
“as mulheres carregam o fardo da humanidade.
Enquanto vocês se perdem na glória ou na desgraça,
nós suportamos o silêncio.”
3.
Ela rezava todas as noites,
mas suas preces não eram de fé.
Eram súplicas desesperadas,
gritos abafados de uma alma cansada.
Os ícones na parede testemunhavam sua luta,
mas nunca respondiam.
Ela era Maria e Eva ao mesmo tempo:
mãe da dor, cúmplice do pecado.
E, no fundo, sabia que a redenção
nunca chegaria para almas como a dela.
Ainda assim, rezava.
Porque o silêncio seria pior.
4.
Ela era a personificação do dilema,
uma luta constante entre a virtude e o desejo.
A fragilidade do corpo contrastava
com a força do espírito.
Em suas mãos, a bondade parecia cruel,
e o amor era sempre um fardo.
“Não há alegria sem dor,” disse ela,
“e talvez nem a dor seja verdadeira.”
Eu tentei amá-la, mas era inútil.
Ela pertencia a um mundo
onde o amor era sempre uma tragédia,
nunca uma bênção.
5.
Havia algo de eterno nela,
como se seu rosto fosse uma lembrança
de todos os sonhos que nunca realizei.
Mas o eterno, percebi, também cansa.
Ela falava em enigmas,
como quem carrega a sabedoria
de vidas que nunca viveu.
Mas seu riso era uma mentira.
No fundo, ela queria ser mortal,
queria sentir o peso das escolhas comuns.
Mas o destino nunca foi justo com mulheres como ela.
Então, ela continuava sorrindo.
É melhor viver em paz consigo mesmo do que viver em conflito com todo o mundo. O amor é fonte de energia positiva e construtiva, o ódio é fonte de energia negativa e destrutiva.
**O Monstro que Rouba a Infância: O Celular**
Em um mundo cada vez mais conectado, um monstro silencioso e sedutor tem invadido os lares e roubado algo precioso: a infância das crianças. Esse monstro não tem garras afiadas nem dentes pontiagudos, mas carrega consigo uma tela brilhante e um poder hipnotizante. Ele se disfarça de entretenimento, de companhia, de ferramenta indispensável, mas, na verdade, é um ladrão de tempo, de criatividade e de experiências genuínas.
O celular, esse monstro moderno, promete mundos infinitos ao alcance dos dedos, mas, em troca, exige um preço alto. Ele rouba as risadas despreocupadas das brincadeiras ao ar livre, substituindo-as por horas de isolamento em frente a uma tela. Ele sequestra a imaginação fértil das crianças, que antes criavam castelos com caixas de papelão e histórias com bonecos, e as prende em mundos virtuais pré-fabricados, onde a criatividade é limitada pelos algoritmos.
Enquanto o monstro celular avança, as crianças perdem a capacidade de se maravilhar com o simples. O contato com a natureza, o cheiro da grama molhada, o sabor de uma fruta colhida direto do pé, tudo isso vai sendo substituído por likes, notificações e vídeos curtos que passam rápido demais para deixar qualquer marca significativa. A infância, que deveria ser um tempo de descobertas, de erros e acertos, de aprendizado através do tato e da experiência, está sendo engolida por uma realidade virtual que não permite erros, mas também não permite crescer.
E o pior é que esse monstro não age sozinho. Muitas vezes, somos nós, adultos, que o entregamos de mãos beijadas às crianças, por comodidade, por cansaço, ou até por uma falsa sensação de segurança. Achamos que, com o celular, elas estão entretidas e seguras, mas não percebemos que estamos as deixando à mercê de um ladrão de sonhos.
É preciso reagir. É preciso resgatar a infância das garras desse monstro. Como? Oferecendo alternativas reais, incentivando brincadeiras que estimulem a criatividade, o convívio social e o contato com o mundo ao redor. É preciso ensinar às crianças que a vida não se resume a uma tela, que há um universo inteiro esperando para ser explorado, cheio de cores, texturas, sons e emoções que nenhum celular será capaz de reproduzir.
A infância é um tesouro que não pode ser roubado. E o celular, esse monstro sedutor, precisa ser domado antes que seja tarde demais.
"Na quietude do silêncio, as respostas mais profundas nos sussurram verdades que o mundo muitas vezes ignora."
Para alcançar o que é verdadeiramente seu, é preciso silenciar o mundo, ignorar os outros e mergulhar de cabeça na jornada que só você tem a coragem de viver.
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