Quem se Apaixona por Si Mesmo Nao tem Rivais
Sabe aquele lance de propaganda enganosa? Não foi no seu caso. Quem pode me culpar pelo que aconteceu? Você é irresistível demais meu amigo. Desculpa as certinhas de plantão... Mas só vive intensamente quem não tem medo, quem topa o errado, porque muitas vezes o errado nem é bom, o errado é OTIMO!
Quem não reconhece o presente, acaba dando valor ao passado, fazendo ele virar presente. Não posso ajudar quem não quer a minha ajuda, mas posso acabar encontrando quem queira ajuda; e se precisarem de mim, avise que já é tarde demais, e que estou ajudando quem realmente precisava de mim.
A vida é um jogo, e é você quem decide o quanto apostar. Pense em suas apostas mas não se acovarde, jogue.
Não desconto minha raiva na violência, demonstro ela em boas ações, para que você saiba quem eu sou.
O passado não pode ser mudado. Daí a importância de se olhar para trás com os olhos de quem quer seguir em frente.
Quando tudo se vai, quando não há a quem recorrer, quando os limites se tornarem distantes, lembre-se antes de qualquer coisa que as impossibilidades são para quem desiste da luta. Permita-se lutar. Permita-se levantar a cada tombo. Permita-se vencer. Por que a vitória não é aquela em que o cavaleiro destrói os seus oponentes com sua espada e sim quando ele usa da sabedoria para vencê-los sem mesmo erguê-la.
Quem nasce cedo
Aprende que a vida não é um mar de rosas não
Quem nasce cedo
Cedo colhe aquilo que plantou
Quem queima os dedos
Logo aprende a não brincar com fogo não
Quem lambe os dedos
Morde os beiços de admiração.
'Amar é arriscar não ser amado em retorno. Ter esperança é arriscar conhecer a dor. Confiar é quem sabe se decepcionar. Tentar é arriscar falhar, mas riscos devem ser tomados, pois o maior perigo na vida é não arriscar nada'
O que veste minhas ideias
Quem me conhece, seja a fio ou a primeira vista, confirma que não abro mão de um certo acessório. É de se estranhar me ver na rua sem algo cobrindo minha cabeça, prendendo minhas ideias.
O apego as toucas talvez tenha vindo do frio do interior de São Paulo. Confesso que não sei ao certo quando surgiu minha afeição por bonés, , mas sei precisar quando surgiu a paixão por chapéus. Na falta de possibilidade do uso do boné e da touca. Passei a usar chapéu quando o boné ou a touca eram marginalizados, censurados, proibidos. Usava boné com roupas casuais, toucas com roupas de frio e chapéu para a formalidade do esporte fino. Me recordo, saudoso, do primeiro boné e do primeiro chapéu. O boné amarelo me dava personalidade. O chapéu que ganhei de um amigo no dia de meu aniversário de vinte e quatro anos me deixava mais velho (adora parecer mais velho quando usava ele com a barba grande).
Era bem fácil causar espanto entre os que me conheciam quando aparecia sem um dos acessórios amigos. Por vezes me deparei com a expressão “que milagre tu sem boné” ou ainda “cadê o chapéu?”. De fato, não gostava de sair á rua com minhas ideias “nuas”. Os adereços vestiam meus pensamentos e os continha presos e comportados enquanto praticava meu direito de ir e vir.
Algumas vezes ousava, saía com meus sentimentos pelados, com minhas ideias e pensamentos despidos. Mas não demorava muito já estava eu os privando de novo.
Lugar de deixar ideia desprovida de vestimenta é em casa. A praia de nudismo dos meus pensamentos, ideias e sentimentos é no litoral sul do meu quarto.
Nas ruas me protejo de mim mesmo. Nada saí de minha cabeça. Os acessórios são os vigilantes, as grades, o porteiro de escola infantil que não deixa ninguém sair sem autorização formal do pai. Nas ruas só deixo entrar em minha cuca o que quero. Uma vez guardado, processo, educo, alfabetizo. Para que, quando me deite para dormir, possa mergulhar junto com eles no fundo do meu quarto.
E eu vou logo avisando que eu não sei fazer amizade com quem precisa de elogio a cada 5 minutos. Com gente que precisa ser bajulada o tempo todo. Eu odeio esses cinismos. Meu jeito de admirar é no secreto. É simples e puro. Saiba reconhecer. Não sei ser elogiada. Não gosto de elogiar. E ponto.
Nas lágrimas podem habitar o desespero de uma criança, o luto de quem partiu, a saudade de quem não se tem mais e até mesmo o vazio do que chorar, mas nas lágrimas também podem conter a esperança de quem faz o homem despertar ao amanhecer e vibrar as alegrias das quais de tão insuportáveis chegam a transbordar pelos olhos a felicidade que a vida nos pode dá.
Engana-se, quem acha que eu não tenho coração...
E que não sei amar..
Logo eu, que sempre fui tão singular, me vi plural.
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