Quem se Apaixona por Si Mesmo Nao tem Rivais
A vida é um jogo, e é você quem decide o quanto apostar. Pense em suas apostas mas não se acovarde, jogue.
Não desconto minha raiva na violência, demonstro ela em boas ações, para que você saiba quem eu sou.
O passado não pode ser mudado. Daí a importância de se olhar para trás com os olhos de quem quer seguir em frente.
Quando tudo se vai, quando não há a quem recorrer, quando os limites se tornarem distantes, lembre-se antes de qualquer coisa que as impossibilidades são para quem desiste da luta. Permita-se lutar. Permita-se levantar a cada tombo. Permita-se vencer. Por que a vitória não é aquela em que o cavaleiro destrói os seus oponentes com sua espada e sim quando ele usa da sabedoria para vencê-los sem mesmo erguê-la.
Quem nasce cedo
Aprende que a vida não é um mar de rosas não
Quem nasce cedo
Cedo colhe aquilo que plantou
Quem queima os dedos
Logo aprende a não brincar com fogo não
Quem lambe os dedos
Morde os beiços de admiração.
Só ultrapassa as barreiras das dificuldades quem é forte. Para esses lutadores que não desistem da vida, Deus reserva um caminho especial de recuperação.
Conversar com quem não te entende? Haja paciência! Mas a paciência pode render bons frutos,para com os corretamente dispostos a ouvir o que tens a dizer!
'Amar é arriscar não ser amado em retorno. Ter esperança é arriscar conhecer a dor. Confiar é quem sabe se decepcionar. Tentar é arriscar falhar, mas riscos devem ser tomados, pois o maior perigo na vida é não arriscar nada'
O que veste minhas ideias
Quem me conhece, seja a fio ou a primeira vista, confirma que não abro mão de um certo acessório. É de se estranhar me ver na rua sem algo cobrindo minha cabeça, prendendo minhas ideias.
O apego as toucas talvez tenha vindo do frio do interior de São Paulo. Confesso que não sei ao certo quando surgiu minha afeição por bonés, , mas sei precisar quando surgiu a paixão por chapéus. Na falta de possibilidade do uso do boné e da touca. Passei a usar chapéu quando o boné ou a touca eram marginalizados, censurados, proibidos. Usava boné com roupas casuais, toucas com roupas de frio e chapéu para a formalidade do esporte fino. Me recordo, saudoso, do primeiro boné e do primeiro chapéu. O boné amarelo me dava personalidade. O chapéu que ganhei de um amigo no dia de meu aniversário de vinte e quatro anos me deixava mais velho (adora parecer mais velho quando usava ele com a barba grande).
Era bem fácil causar espanto entre os que me conheciam quando aparecia sem um dos acessórios amigos. Por vezes me deparei com a expressão “que milagre tu sem boné” ou ainda “cadê o chapéu?”. De fato, não gostava de sair á rua com minhas ideias “nuas”. Os adereços vestiam meus pensamentos e os continha presos e comportados enquanto praticava meu direito de ir e vir.
Algumas vezes ousava, saía com meus sentimentos pelados, com minhas ideias e pensamentos despidos. Mas não demorava muito já estava eu os privando de novo.
Lugar de deixar ideia desprovida de vestimenta é em casa. A praia de nudismo dos meus pensamentos, ideias e sentimentos é no litoral sul do meu quarto.
Nas ruas me protejo de mim mesmo. Nada saí de minha cabeça. Os acessórios são os vigilantes, as grades, o porteiro de escola infantil que não deixa ninguém sair sem autorização formal do pai. Nas ruas só deixo entrar em minha cuca o que quero. Uma vez guardado, processo, educo, alfabetizo. Para que, quando me deite para dormir, possa mergulhar junto com eles no fundo do meu quarto.
E eu vou logo avisando que eu não sei fazer amizade com quem precisa de elogio a cada 5 minutos. Com gente que precisa ser bajulada o tempo todo. Eu odeio esses cinismos. Meu jeito de admirar é no secreto. É simples e puro. Saiba reconhecer. Não sei ser elogiada. Não gosto de elogiar. E ponto.
Nas lágrimas podem habitar o desespero de uma criança, o luto de quem partiu, a saudade de quem não se tem mais e até mesmo o vazio do que chorar, mas nas lágrimas também podem conter a esperança de quem faz o homem despertar ao amanhecer e vibrar as alegrias das quais de tão insuportáveis chegam a transbordar pelos olhos a felicidade que a vida nos pode dá.
Engana-se, quem acha que eu não tenho coração...
E que não sei amar..
Logo eu, que sempre fui tão singular, me vi plural.
Menina, você lê livros como quem procurasse uma resposta nas entrelinhas. Diz não acreditar em contos de fadas, mas quando fecha os olhos imagina como seria bonito se um dia o príncipe aparece na sua vida. Esse mundo de imaginação se tornou o seu mundo. Não por medo do que há lá fora, por pura distração, a realidade é tão chata eu sei. Nenhum grande amor para te tirar da rotina, coração vazio, sempre foi assim. Cria histórias querendo que todas elas fossem suas, vê a vida passando todas as manhãs pela sua janela e não corre atrás dela. Ainda tão criança, mal sabe que o 1º passo quem tem que dar é ela.
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