Quem sabe um dia eu Volto a te Encontrar
Desculpas o meu mal tempo , as minhas tempestades. As vezes eu só preciso nublar , preciso chover para esvaziar, esvaziar nuvens pesadas que quando esvaziam ficam tão brancas que tenho a impressão que elas jamais vão ficar pesadas de novo, depois de vazias elas ficam iguais algodão ,algodão macio capaz de passar sobre a pele sem machucar , mas quando acha que vai ficar pra sempre brancas, elas voltam a se encher de novo, encher ate ter que esvaziar de novo.
eu queria afastar pessoas que eu jamais viveria sem só pelo fato delas me partirem aquilo que eu ainda chamo de coração, mas definitivamente na vida nos viramos dor pra que não vire fim.
todas as vezes que eu olho dentro daqueles olhos , eu fico com a certeza que eles sempre estiveram ao meu alcance , de que sempre esteve ao meu controle,isso é coisa de outro mundo , um mundo que eu viveria bem melhor lá.
ninguém é capaz de sentir minha falta, é eu não sou do tipo que sentem falta, sou do tipo chata que leva pancada e sofre injurias , talvez muitas das verdadeiras, talvez o mundo seja a verdade e eu seja a mentira.
Preconceito de cor ou qualquer outro São para pessoas sem cultura, desculpe eu quis dizer pessoas que cresceram em uma cultura ruim.
Inocências Feridas
O meu olhar,
A minha voz
O meu grito mudo de dor.
O meu eu aflito
A minha inquietude
A minha prece
Vão hoje para as crianças.
Que padecem
Por conta do maltrato,
Dos adultos perversos.
Crianças vítimas das guerras
Das pestes
Da fome
Da exclusão social que extermina seus sonhos
Suas cirandas.
Suas esperanças
Filhas de uma sociedade egoísta
Que nem as migalhas da sua mesa é capaz de repartir.
Dos governos soberbos e tiranos
Desumanos
Que se autodenominam salvadores
Enquanto roubam e mentem,
E se enriquecem
Enquanto apodrecem
Nas ruas e nos lixões
Crianças indefesas.
Que salivam atrás de uma vitrine
E expelem vermes
Enquanto se espremem
Em cubículos ínfimos
Do tamanho das consciências dos governantes.
Nas favelas.
Expostas às dores
Maiores que suas almas.
Enormemente maiores que a nossa bondade.
Amor Imenso
Assim que entrei no teu radar
Eu soube
Que nem precisaria te olhar
Pra descobrir a nossa comunhão
De almas.
No entanto, mirei teus olhos
E me surpreendi com a magnitude
Do teu amor.
Compreendi que eu poderia
Raspar minha cabeça
Arrancar todos os meus dentes.
Perder toda a carne de meu corpo
Apresentando-me em pele e osso.
Descalça com os pés rachados e encardidos.
Roupa rota
Dessa maneira eu ainda caberia dentro do teu
Propósito de amor.
Então celebrei
E meu coração não parou mais de dançar.
EU SONHADOR
Olho pelo retrovisor da minha alma
E revisito com estranha calma
Meus momentos saboreados
Quando ainda, eu cheirava
A tinta fresca da vida.
Tinha, então, apurado o senso da alegria
E meus dias transbordavam de ternura
Entornava meus sons de amor por onde percorria
Da própria aventura
De ser gente.
Minhas noites eram carregadas de magia
Postada à porta uma imagem luzidia
Talvez fosse meu Anjo,
E me servia.
De espelho ali na minha frente.
Indecifrável e inteligente.
Que me guardava de mim mesma.
Onde está agora aquele ser
Quando mais dele preciso?
Por onde anda, por que não está mais comigo?
Não volta mesmo que eu implore de joelhos
Morreu?
Creio que não, apenas desistiu dos risos.
E perambula por ai tonto à espera.
De um final senão feliz, ao menos
De um sofrer menor.
Quem era?
Era o meu outro Eu, o sonhador.
SOU EU
Fiquei perdida entre as tuas coisas
Magníficas ou pequenas. Por pouco
Achavas o meu riso solto ou embrulhado
No papel que escrevias os teus versos.
De amor não pude tecer nosso namoro
Debruçada na janela da tua alma embebida
Nas paixões que entornaste toda a tua vida.
No trovejar da voz que soltas quando atinges
O ápice do amor. Então, navego por telepatia
Na mesma magia.
Não é comigo, mas atinjo, também, grande ironia
O auge de ser troca, ser o outro, ser um só.
E quando sentes o arrepio de uma alma que te busca e
Beija-te até secar todo o desejo.
Afaga-te tanto que desemboca noutro lampejo
De mais querer. E tudo se repete.
Infinitamente,
Em pensamento apenas, lamento.
Ai sou eu. Apenas eu.
COISAS DA LUA
Chego à janela e fito a Lua
Então ela me pede pra ser sua namorada;
Eu respondo
— Não pode ser. Talvez eu namore o Sol.
Por que ele é masculino, você é feminina e sou mulher.
Ela retruca indignada e meio sem jeito.
— Xô preconceito!
Eu sou forte ja mostei isso de varias formas para muitas pessoas e elas poderao ver oque eu sou de verdade nao caio sò simplesmente levanto e digo graxas a deus.
se tratando de você eu prefiro ficar , não importa como e onde eu só prefiro ficar, nem que seja de longe , mas eu prefiro ficar.
Se eu não puder ser o seu sol, serei então seu guarda chuva para te proteger das tempestades!
Sergio Fornasari
Eis que eu passeio na terra todos os dias,
sou luz, bondade e Justiça,eu bato na porta da sua casa, do seu trabalho, do seu coração, visito seus amigos e familiares, mas não sou todos que me aceitam, fingem não me ver até mesmo no pão de cada dia que eu mesmo lhe dou condições de conquistar, reclama do trabalho, da casa, dos pais, dos filhos e vive me perguntando seu eu o amo, sim eu o amo, mas fico tão triste quando você desfaz de mim,não gosta de falar do meu nome, tem vergonha do meu nome, eu queria tanto, enxugar seu pranto mas cada diz que passa eu preciso e devo voltar pra cumprir a promessa de meu pai, sim eu enxugo seu pranto, se você meu irmão me der espaço em sua vida, me aceita, me louve, adore o nome do Senhor! Eu fico muito, mais muito feliz com isso.
SAUDADES...
Oh! Saudades do ontem que
Eu tive teus olhos pedintes voltados para os meus
Lábios e seios.
Até pareceu-me ser amada
E sonhei sentindo uma dolorida agudez
De desejos quase realizados.
Não pude alcançá-lo, pois no instante seguinte
Partias. Nunca mais deixaste a poesia
Dos teus olhos derramar esperanças
Pros meus tristonhos.
Sepultei nossos abraços suspensos no
Meu pensamento febril
Beijos lúdicos ficaram espremidos na minha
Boca ressecada de tristezas.
E a saudade se ajeitou no meu peito
E nunca mais quis existir sem mim.
Lágrimas vãs
Fui eu que chorei o Pacífico
Quando enxerguei as muralhas erigidas
Com toda aquela riqueza lá dentro.
Enquanto crianças de ruas cheiravam cola.
Fui que verti em lágrimas o rio Nilo
Quando soube que mentiriam
Para angariarem muito dinheiro.
Espoliando os pobres e desinformados.
E mal-intencionados
Inventariam sistemas financeiros.
Cruéis e excludentes.
A fatia seria dividida desigualmente
Muitos sem nada
Poucos com muito.
Gente comeria lixo,
Viraria nada.
Na desabalada
Carreira individualista,
Egoísta.
O mundo chegaria ao caos.
Então,
Minha aflição foi tanta.
Que chorei todos os outros mares e oceanos
E rios, e lagos e lagoas
E riachos perenes e temporários.
E no auge da minha dor,
Quando não me restava mais lágrimas.
Suguei as águas do chão,
Sequei a terra
Do deserto do Saara.
Quando entendi que o homem
Trocaria por dinheiro a sua alma.
Hoje quando eu acordei , a primeira coisa que pensei foi em você, e a unica coisa que consegui foi pegar meu celular de baixo do travesseiro e ver se tinha alguma mensagem tua.Mas não tinha, não tinha nada nem ao menos um bom dia, sinto falta de quando me acordava , quando meu celular vibrava de baixo do travesseiro e eu via que era você, e você me dizia na mensagem: bom dia a primeira coisa que eu pensei hoje foi em você. Hoje não tenho mais essa felicidade , hoje talvez eu seja a pessoa que essa tal pessoa nem pense , nem lembre.Doí relembrar desses dias e saber que NUNCA voltaram a ser como antes, então mesmo necessitando de uma atenção absurda dessa tal pessoa, eu sorrio como se pudesse ser feliz sozinha.
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