Quem sabe um dia eu Volto a te Encontrar
Bom dia, minha querida paixão,
Que a fé ilumine o seu coração.
Que cada passo seu seja guiado pela luz divina.
E que o amor que compartilhamos seja o nosso guia constante.
Minha amada e fiel confidente,
Neste dia especial, quero que saibas que estás sempre em meus pensamentos. A tua felicidade e bem-estar são o que mais prezo, e cada momento que passo contigo é um tesouro que guardo no coração.
Que este dia te traga a mesma paz e alegria que sinto quando penso em ti. Estou aqui para ti, hoje e sempre, para compartilhar sonhos e construir uma vida repleta de amor e cuidado mútuo.
Com todo o meu amor,
Duerre.
“Nevoa da noite”
Vai o dia vem à noite ela se encontro em passo lento...
Caminha lado a lado com você como a nevoa da noite.
Caminhando sem destino sem saber aonde vais...
Perde-se nos caminhos sem saber o que fazer.
Olhando o infinito...
O tempo quebrado invade o canonizado lugar e ao amor deixa-se viver...
Somente o murmurar das ondas do mar... T
Talvez desta reflexiva via, meditação do seu coração.
Os mesmos fantasmas se cruzam pela praia, nos paradoxos repetidos entre a cobiça e o cego desejo...
Do seu coração.
Mas retorna devagarzinho pelas ruas vagarosas...
Caminhado sempre com os braços abertos para o mar, brancos e amarelos filigranados de tempo e sal, uma lentura durando no ar.
Segue o caminho do Norte...
A sua Ilha, os sinais e as sedas que ali se trocaram...
Nessa beleza buscam-se entregar na linguagem do amor.
Para ela alguns percursos mais, alguma linguagem submarina a impulsiona, buscando-te por entre negras enroladas sem suas cabeleiras arrepiadas...
Altas, magras, frágeis e belas como as miçangas...
O ver te pelos seus grandes olhos azuis.
Então diz no seu intimo:
Viajo meu amor, para tocar-esses búzios, esses peixes vulneráveis que são as tuas mãos...
É também como me sonho...
Coberta de turbantes e filigranas e uma navalha que arredondada já não mata...
É minhas oferendas de Java ouros e frutos incensos e volúpia.
Avivou-me a lembrança desse local e, pela meditação...
Buscou esconjurar «os fantasmas e paradoxos» do nosso passado, «de cobiça» que ultrajaram o chão insular...
Adepto o caminho do amor e dos sonhos, alçando o vôos através das asas da poesia
Nas poesias busca reencontrar «as raízes do afeto» e o mistério da sua própria vida.
" Ao pé do leito"Poema
O dia que acordares num quarto novo e não sentires a minha presença...
Então saberei que o amor que juraste para mim
chegou ao fim.
Mas enquanto de mim te lembrares...
Saberei que o nosso amor ainda vive dentro de ti.
Mesmo que não saiba como foste parar lá dentro do meu coração...
Eu saberei te dizer o quanto ele vive dentro de mim.
E as nossas vestes caídas ao pé do leito...
Serão as marcas de um grande amor.
O nosso amor que agora parece estranho...
De tão estranhas te farão pasmar.
A janela abrirá, devagarzinho...
Fará nevoeiro e tu nada verás…
Há de tocar o medo que existe no seu coração...
Há de tocar a campainha que abre a porta do teu silencio...
E a silenciosa porta se abrirá e o nosso amor então penetrará a alma.
E um ser, que nunca viste, em um sorriso,
ressurgirá te abraçando com maior carinho.
E há de dizer-te para o teu assombro...
Não te assustes de mim, que sofro tanto...
Quero chorar apenas no teu ombro...
E devorar teu olhar...
Com todo meu amor.
“Nevoa da noite” Poema
Vai o dia vem à noite ela se encontro em passo lento...
Caminha lado a lado com você como a nevoa da noite.
Caminhando sem destino sem saber aonde vais...
Perde-se nos caminhos sem saber o que fazer.
Olhando o infinito...
O tempo quebrado invade o canonizado lugar e ao amor deixa-se viver...
Somente o murmurar das ondas do mar... T
Talvez desta reflexiva via, meditação do seu coração.
Os mesmos fantasmas se cruzam pela praia, nos paradoxos repetidos entre a cobiça e o cego desejo...
Do seu coração.
Mas retorna devagarzinho pelas ruas vagarosas...
Caminnhado sempre com os braços abertos para o mar, brancos e amarelos filigranados de tempo e sal, uma lentura durando no ar.
Segue o caminho do Norte...
A sua Ilha, os sinais e as sedas que ali se trocaram...
Nessa beleza buscam-se entregar na linguagem do amor.
Para ela alguns percursos mais, alguma linguagem submarina a impulsiona, buscando-te por entre negras enroladas sem suas cabeleiras arrepiadas...
Altas, magras, frágeis e belas como as miçangas...
O ver te pelos seus grandes olhos azuis.
Então diz no seu intimo:
Viajo meu amor, para tocar-esses búzios, esses peixes vulneráveis que são as tuas mãos...
É também como me sonho...
Coberta de turbantes e filigranas e uma navalha que arredondada já não mata...
É minhas oferendas de Java ouros e frutos incensos e volúpia.
Avivou-me a lembrança desse local e, pela meditação...
Buscou esconjurar «os fantasmas e paradoxos» do nosso passado, «de cobiça» que ultrajaram o chão insular...
Adepto o caminho do amor e dos sonhos, alçando o vôos através das asas da poesia
Nas poesias busca reencontrar «as raízes do afeto» e o mistério da sua própria vida.
E quando penso num dia frio e violento..
Então chega você aquecendo meu corpo assim,com teu olhar ...Deslumbrante!
"A Vida não tem roteiro e o que fazemos todos os dia é improvisar.
Somos autores e atores da nossa própria história.
Despida de medos,preconceitos e mágoas serei Protagonista dos próximos capítulos...
Te garanto.
E o final deixo para o Mestre Maior Ele entende e sabe do que preciso."
Quando estás comigo minha noite se faz dia..
Tem sol,de uma claridade imensa..
Iluminando caminhos só com o brilho do teu sorriso.
A Sophia de Mello Breyner
Aquela madrugada que irrompeu em nós
*“dia inicial e primeiro”,
esses ventos anunciando germinação
aquela madrugada em que das cinzas renascemos
Sophia,
repousa-me na garganta em estilhaços.
Aquele hino que ao colo do meu Pai
há décadas ansiado
sorrindo cantarolei.
Aqueles belos cravos vermelhos
a transbordar sangue fervilhante
de mim
hoje são farpas rasgando-me as entranhas
toda a quimera que inventei.
Aquela madrugada algures já perdida
é como um denso nevoeiro
onde ouço o grito da fome
do meu Irmão
a sussurrar clemência pelo chão.
Passa por ele tanto capitalista
mas nenhum lhe estende a mão.
Cegueira instalada e brutal
desdém!
Pobreza mais miserável que a própria fome
é a condenação à mesma!
Tal qual uma manta de retalhos
velha e dolorida.
Fomos vendidos
hipotecaram nossas vestes
cobrindo-nos de maldição e vergonha.
Vertem lágrimas
os craveiros vermelhos que gritaram
no peito daquela madrugada
repousa tu aí sabedoria eleita,
teu leito de Liberdade.
Eu permaneço pela enseada
nas asas de uma gaivota
cantarolando como se ainda estivesse
ao colo do meu Pai.
(*Sophia de Mello Breyner)
© Célia Moura (2015)
Viva o hoje, amanhã outro dia, viva o agora, amanhã ainda não tem hora, não perca mais tempo dentro deste lamento, que não a trará de volta.
Você, só irá conseguir conhecer o seu limite, quando precisar se superar, talvez hoje seja este dia.
Os dias maus em nossas vidas são inevitáveis, nunca estaremos totalmente preparados para “estes dias”. Mas, que possamos sempre pedir forças a Deus para enfrenta-los, e que estejamos prontos para auxiliar uns aos outros quando estes dias vierem.
A cada dia, me refaço com delicadeza e coragem; aprendo a ser melhor nos afetos, nos sonhos, no amor que ofereço e também naquilo que, enfim, aprendi a guardar para mim.
Já me cansei dos caminhos
que me deixam distante me fazendo errante.
É cada dia mais sufocante soletrar poemas que me fazem chorar.
ordnael skelsi
" Chegara o dia que o poeta solitário deixara de existir.
Deixara de fugir de fazer poesias triste no anoitecer
no seu quarto isolado, completamente trancado vivendo da solidão
o unico sentimento que guarda no coração. "
Ordnael Skelsi
Poeta Solitário
Vida real 'e aquela vivida sob balizas dia após dia, enquanto que vida utópica 'e aquela vivida sem manuais de instrução.
DEVIR {soneto}
Alvorecendo o dia, percebo a vida diferente...
Vou ate' a janela, descortinada com o ventejar.
O rebolar das flores se despindo do usual, a notar.
Flores murcham, animais morrem, igual a gente...
O som dos pássaros, o balançar das arvores...
Olhando pra fora, percebi o clarão de um recomeço.
Tudo parecia numa conspiração só, um rebuliço.
Vida desprovida, despertei-me destes horrores...
Em nada o existir, tudo num habilita-desabilita.
Não há garantias, nem estabilidade, tudo passa.
Ineficaz e' o existir, um sopro de vida que irrita.
Abraça pra sorrir, aperta pra doer, magoa pra sofrer.
Que gosto tem uma lagrima? Antes era congelada?
Agora pode chorar, a lagrima não e' nada! E' viver.
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