Quem Nao da Audiencia Abre Concorrencia
Não há tolo como o pecador, que prefere os brinquedos da terra à felicidade do céu, que é escravizado pelos costumes tolos desse mundo e tem mais medo do sussurro do homem do que da ira de Deus.
Quando maus hábitos do passado se repetem,
e não nos competem...
Já passou da hora de partir!
Uma vida fluída é transparente!
Seguir é merecer o melhor !
Superar não se trata apenas de recuperar-se, dando a volta por cima, mas, a de continuar sendo você mesmo que tenha que recomeçar de novo.
Porque não é ninguém que te trará felicidade, sim, você mesmo quando já se sente feliz e pode encontrar em outra pessoa, sentimentos verdadeiros e reciprocidade em cada gestos por mais simples que sejam.
Aquele que não sonha acaba por viver preso às ilusões alheias. No entanto, o dilema entre acordar ou dormir revela a escolha entre enfrentar a realidade desperto ou permanecer na ilusão do sono. O problema nunca foi sonhar, mas permanecer fugindo.
"É bom mesmo! Na minha cabeça tudo isso seria muito bom.. Mais infelizmente não é à minha realidade! Eu queria sim, amar todos os dias, eu queria tocar a pessoa amada todos os dias, eu queria fazer amor TODOS OS DIAS, eu queria beijar todos os dias, eu queria ri e brincar todos os dias, eu queria ser feliz todos os dias, eu queria esquecer de todos os problemas todos os dias, eu queria caminhar de mãos dadas todos os dias! Mais não é a realidade que vivemos todos os dias...."
Não há necessidade de estudos científicos para confirmar os efeitos danosos causados por essa doença devastadora, corrosiva. Os estudos farmacológicos são desesperançosos. A luz foi embora; a escuridão atrapalha enxergar uma direção segura. Na claridade, entrementes, os sintomas são conhecidos, as consequências nefastas todo mundo conhece, a história se repete com muita frequência. Coração arrebentado, milhões de neurônios destruídos, portanto, a saúde delimitada, não existe vacina, a ciência não consegue estancar a sua hemorragia; na educação um flagelo, não existe fórmula milagrosa para equacionar o problema; na segurança pública e no sistema de justiça, uma guerra declarada; mas os atores do movimento beligerante estão desarmados, combatendo os malfeitores com flores nas mãos, todos perdidos sem armas e sem munições. Uma luta sem fim, ferida que não cicatriza; algo imundo, nojento, que avilta, causa dor, sofrimento, provoca fome, destruição em massa. Compromete o desenvolvimento sustentável, enfraquece as instituições e os valores da democracia, da ética e da justiça. Uma expressão muita conhecida desde os tempos remotos; são nove letras que destroem a esperança de um país, fuzilam covardemente o povo brasileiro. Provoca um massacre imperdoável, um processo de deterioração sistêmica do país, fruto de uma anarquia clara evidenciada por meio de uma anomia social. O nome dessa enfermidade gravíssima e incruenta é corrupção.
Agitando o Terceiro Mundo como uma maré que ameaçasse submergir toda a Europa não se logrará dividir as forças progressistas que pretendem conduzir a humanidade rumo à felicidade. O Terceiro Mundo não pretende organizar uma imensa cruzada da fome contra toda a Europa. O que espera daqueles que o mantiveram durante séculos na escravidão é que o ajudem a reabilitar o homem, a fazer triunfar o homem por toda parte, de uma vez por todas.
É claro, porém, que não somos ingênuos a ponto de acreditar que isto se fará com a cooperação e a boa vontade dos governos europeus. Esse trabalho colossal que consiste em reintroduzir o homem no mundo, o homem total, há de ser feito com o auxílio decisivo das massas europeias que, como elas mesmas precisam reconhecer, muitas vezes se alinharam às posições de nossos senhores comuns em relação aos problemas coloniais. Para isso, é preciso primeiro que as massas europeias decidam despertar, sacudir o cérebro e parar de tomar parte no jogo irresponsável da Bela Adormecida.
Um dia não haverá mais necessidade de leis protegendo os direitos das mulheres. Os seus direitos serão respeitados naturalmente. Nesse dia, os corações baterão de profunda alegria, lágrimas cairão dos olhos, aviões farão sobrevoos rasos jogando flores vermelhas, pétalas brancas cairão nas cabeças dos homens, cartazes anunciarão o fim da violência, ouvirão chilreios de pássaros, escutarão melodias de amor, no alto das montanhas formarão lindos arrebóis, crianças correndo nos bosques, alto-falantes anunciarão mensagens de motivação, de amor profundo.
Quando estou na frente da tela me sinto conectado, mas não com pessoas, e sim pelo brilho e luzes que da forma, fazendo assim que eu escape dos muros que cercam meu corpo.
Bom, fazia um tempo que eu não escrevia e eu já nem sei mas se consigo fazer isso novamente, expressar meus sentimentos por aqui. mas vamos lá acho que as coisas tem mudado muito, só que estou começando a achar que sou eu o problema, sou muito complexa, tanto comigo mesma e com pessoas e isso tem me tornado uma jovem senhora chata e as vezes falsa, o lado bom disso tudo e que eu reconheço, mas infelizmente eu não consigo mudar.
Eu não caibo em mim, meus pensamentos e sentimentos, minhas dores, meus ódios, meus traumas, meu orgulho, meu desprezo e meu amor transbordam, é tudo tão intenso aqui dentro...
Se não for tocar o coração, de nada vale suas súplicas. Disseram que o amor era ilusão, lá eu me encontrava enquanto buscava uma direção. Não sei se certo estava, só conseguia pensar na sensação. Paz interior que me permitia admirar a flor da paixão.
Os serviços secretos colonialistas, que não depuseram as armas depois da independência, fomentam o descontentamento e chegam inclusive a criar graves dificuldades aos jovens governos.
O colonizado deve se persuadir de que o colonialismo não lhe dá nada de graça. O que o colonizado obtém por meio da luta política ou da luta armada não é o resultado da boa vontade ou do bom coração do colono, e sim traduz a impossibilidade de se protelar as concessões. Mais do que isso, o colonizado precisa saber que não é o colonialismo que faz essas concessões, mas ele próprio. Quando o governo britânico decide outorgar à população africana alguns assentos a mais na Assembleia do Quênia, é preciso muito cinismo ou ignorância para presumir que o governo britânico fez concessões. Ninguém vê que é o povo queniano quem faz concessões? É preciso que os povos colonizados, que os povos que foram espoliados abandonem a mentalidade que os caracterizou até agora. O colonizado pode no máximo aceitar um compromisso com o colonialismo, mas nunca um comprometimento.
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