Quem Mexe com Ferro com Ferro Sai Ferido
Aquela imagem não me sai da cabeça
Ela, tão linda, tão única, tão complexa
Se tornava irresistível
Quase impossível
Não querer
Não beijar
Não tocar
Tem que ser muito forte pra aguentar
Ficar ao lado dela,
Fingir que não afeta.
Cocota
De manhã muito cedinho
Lá vou eu para o meu banho de mar
Visto o short, sai correndo
No caminho é só dizendo
Praia boa é Cocotá
Pulo pra lá e pra cá
Não me canso
Sou forte que nem Sansão
Tenho que ser véio macho
Dá pra caça, é muito baixo
Sou caboclo do sertão }bis
Chego na beira da praia
Com Helena meu amor
Dou mais de vinte mergulho, opa!
Véio macho! Sim senhor!
Reumatismo foi embora
Alergia se acabou
Para um banho medicina
Praia boa é Cocotá
Ilha do Governador } bis
Quem ler faz uma viagem
Com muitos em seu caminho
E sempre sai na vantagem!
Nunca irá ficar sozinho.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
18/03/2024
QUEM SOU EU NA FILA DO PÃO?
Eu sou a que sai para ganhar o pão.
Na fila do pão converso com aqueles que ali estão para também comprar o pão.
Na fila do pão observo pessoas que só tem aquele pão e outras que compram pão de sobra para dar a quem não tem pão.
Na fila do pão dou bom dia aquela que me vende o pão.
Ao de trazer o pão para casa arrumo a mesa para servir o pão.
Depois limpo os farelos de pão que ficou a mesa.
Quem sou eu na fila do pão? Sou a que olha a vitrine com seus VARIOS tipos de pães, pão francês, pão doce etc...e graças dou pois posso comprar pão que hoje está tão caro e na fila do pão oro por aqueles que sofrem sem pão crendo que tudo vai melhorar.
Quem sou eu na fila do pão?
Sou aquela que crê que nem só de pão viverá o homem mas de toda palavra que sai da boca de Deus.
Creio que o justo não mendigara seu pão nem qdo for velho pois o Pão da Presença, o Pão vivo que é JESUS não falta na mesa do justo.
Momento inspiração Pr Rosa.
O dinheiro fácil saí da mesma forma como o que entrou, por isso prefiro lutar pelo dinheiro honesto!
O homem ainda continua nômade, só que de uma forma diferente. Ele agora sai por aí em busca de seus sonhos, necessidades carnais e espirituais, mas sempre ao encontro de sua felicidade.
Sequestro da fé da própria razão
Não cruza os caminhos do seu coração
Das matas saí
Nas matas entrei
Nas matas me encontro
Com o guardião rei
Por que vives a falar de amor?
Porque o amor nunca sai de moda...
Porque o amor nunca nada nem ninguém incomoda...
Porque o amor dá vontade de repartir...
Porque o amor só te sabe fazer sorrir.
Porque no amor há o apoio, a solidariedade...
Porque no amor há o aconchego do lar...
Porque no amor há a humanidade
cumprindo a sua mais sublime missão: a de sequenciar.
Porque o amor é a soma de tudo...
Porque o amor respeita a individualidade...
Porque no amor não existe 'contudo'...
Porque do amor surgiu a humanidade.
Então, não achas tu, que devo viver a falar de amor...
em vez de falar de dor? 😉
Vida e morte
morte e vida
uma não existe sem a outra
outra não existe sem uma...
ninguém sai da vida senão pela morte
ninguém passa pela morte sem ter entrado na vida...
vida... e morte bem à frente
entrada saída
começo fim
dois lados da mesma viagem
luz e treva, e trevas
...na vida
somos entregues à morte continuamente
vida... e morte finalmente.
E ainda assim você se importa.
Saí, batendo a porta...
dando murros no ar,
gritando aos quatro ventos
que pra você não ia voltar.
Gritei, briguei, chorei
mil lágrimas derramadas,
de você não quero mais nada...
com você não quero mais nada.
E ainda assim você se importa...
está, agora, toc-toc na minha porta.
Na Diálise da Vida o Sangue sai do coração, passa por todo o corpo, atravessa a Cadeia Montanhosa de Emoções, Rega a Plantação de Desejos e depois retorna para a próxima Pulsação.
Nem sempre fortalecido e nutrido, por vezes até diminuído e enfraquecido, o que inevitavelmente, de gota em gota, nos leva ao Final da História.
Por isso Viver é Respirar, é o Fôlego Sagrado, em Nós, empreendido para que a alegria de ser humano seja percebida ao máximo, pois a Vida é sim o maior presente Divino e o Tempo a nossa maior Riqueza.
*A propaganda é a arma do negócio, mas se você não ter alvo certo, o tiro sai pela culatra*.
Natalirdes Botelho.
DOMINGO DE PROVA
Eu saí de casa tão cedo e apressado, vendo e revendo cada bolso da mochila e da calça jeans se eu não estava esquecendo de nada. Pobre de mim se houvesse esquecido algo importante para entrar no local de prova. As canetas pretas eram quatro, que formavam um batalhão de lanças transparentes, como diziam meus avós, estude porque a caneta é mais leve que a pá. Eu como sempre escrevia forte no papel, as canetas pareciam falar comigo o tempo todo em que eu abria a minha mochila para ver elas.
Cheguei muito cedo no local de prova que resolvi ir me sentar na cadeira dentro de um barzinho, lanchar um pastel de carne moída com o meu suco de acerola, o preferido no estabelecimento, propriedade de um casal de idosos que havia na frente da universidade. Coloquei duas barras de chocolate na mochila para prova. Resolvi então estudar com os livros na mesa onde a sombra de um jambeiro me cobria por cima. Havia ali um rádio, onde a música de fundo do local era os bons tempos da Jovem Guarda na rádio Guarani FM, melhor coisa que já pude ouvir num domingo de manhã cedo e após ter descido de um ônibus tumultuado. Aquilo parecia tão calmo e tranquilo, mergulhar no fundo dos anos 1960, que meu nervosismo e ansiedade foi embora me dando calma para estudar. Me embalei tão freneticamente naquele ritmo, que a vontade era sair dançado pelas ruas, no meio da fumaça sorrateira e voraz que encobria as ruas de Santarém.
Dentro daquele rádio, vinha uma bruma, talvez um nevoeiro repleto do que eu estava estudando para fazer a prova de linguagens, vinha funções emotivas causadas pelo eu-lírico de homens extremamente apaixonados e cheios de subjetividade, que se atirariam no rio, para ter o amor da sua amada e desejada mulher, funções fáticas repletas de arrependimento de mocinhas rebeldes pedindo para o juiz parar o casamento. O amor realmente para quem ama de verdade é uma síndrome conotativa repleta da hipérbole mais linda que se chama exagero.
Mais um...
Mais um pôr-do-Sol sai de cena, levando os meus pensamentos de saudade,
Nem sempre uma necessidade pode ser atendida,
No entanto, uma respiração pode ser pausada, profunda ou paralisada,
Em cada pôr-do-Sol, a insistência deve valer o esforço,
Dá para ouvir o clamor do coração pedindo para se abrigar naquele mesmo lugar aonde o cobertor é o amor.
"Todos os dias, quando acordo, Deus me diz: "Sai da cama e vai se achar bonita, que eu não te criei estrela pra se achar bagulho!
Aí eu vou, né?..."
Nem sempre transbordamos o que nasceu em nosso interior, pois algumas vezes o que sai de nós é aquilo que nos injetaram.
Ninguém sai da vida de ninguém porque quer.
Simplesmente vai embora porque ali, ela não está mais fazendo a diferença.
