Quem Ja Passou por essa Vida e Nao Viveu

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NÓS:

O “homem” essa nau à deriva não possui porto.
E o tempo que lhe aporta, aborta!
Não possui margem.
Flui como a água corre ao mar!
Deserta como a razão sobre o ditar...
Ele é veloz e nós passamos.

Inserida por NICOLAVITAL

PRELÚDIO
Sou essa paranoia pensar seria o tempo
Que não verga, envelhece ou fenece.
Mas é pura ilusão...
Resume-se apenas em instantes.
Esse instante de mim
É movimento
Noutro instante
Estático, desalento.
Um instante de mim
É teoria
Noutro instante
Prática em demasia.
Um instante de mim
Sou integro sou razão
Noutro apenas
Solidão.
Um instante de mim
Eu permaneço
Noutro instante
Desato me arrefeço.
Um instante de mim
É toda sorte
Em outro instante
Desvaneço.
- O ser cessante mundo sem sorte.
Um instante de mim
Junto os pedaços
Noutro
Recorto me desfaço.
Um instante de mim
É alegria
Noutro instante
Se encontra devaneios
- Juntando um instante a outro instante
Seja seu sonho sem recorte
Essa face de mim
Resume num só instante
Vida em Morte.
Será ilusão ou será norte?⁠

Inserida por NICOLAVITAL

⁠GRÃO
Essa vidinha que a gente vive e não é da gente, transcende.
Hora é folha seca que se quebra em contato com a fina brisa
Noutra se deixa fluir ao sopro da ventania que sempre vai
Passar sobre nossos rostos quão brisa mansa ou vendaval.
Em outro instante, fria como o corpo físico inerte.
E essas dores que sentimos apenas prelúdios são.
Assim como o pensamento logo passamos aos corpos sãos...
E quem não é o que é, naquilo que é se perde.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠Sinto vontade de te ver chegar.
Essa busca não consigo acertar
Estás por onde eu não posso estar
Procuro-te onde não vou te encontrar.

Inserida por NICOLAVITAL

"DESEJO DE SUMIR. ESSA VONTADE CANSADA DE TODOS OS DIAS."
"Eles não verão nem ouvirão meus segredos bobos."
Ninguém acorda para mais um dia. Apenas se põe de pé dentro dele, como quem aceita um fardo antigo sem discutir. Não sabemos quem passa por quem. Se somos nós que cruzamos as vidas ou se são elas que nos atravessam, deixando resíduos invisíveis que se acumulam até o cansaço.
O desejo de sumir não nasce do espetáculo. Nasce da repetição. Da fadiga de existir todos os dias sem interrupção. Não é morte o que se quer. É intervalo. É silêncio prolongado. É não precisar sustentar o peso de si mesmo por algumas horas que nunca vêm.
No silêncio inaugural o deserto não boceja. Ele estremece. As notas de piano não caem. Elas sangram num tempo lento, espesso, difícil de atravessar. O contrabaixo pesa como um peito saturado de dias iguais, marcando o passo de quem caminha não porque acredita, mas porque ainda não caiu. O sol não nasce. Ele apenas tolera o mundo. A esperança não é linha no horizonte. É cicatriz que insiste em não fechar.
A melodia cresce como cresce o trauma cotidiano que ninguém percebe. As teclas pretas e brancas não dançam. Elas se enfrentam. O drama não se costura. Ele se rasga em acordes de tensão contínua. Não há repouso nas pausas. A pausa ameaça revelar o vazio. A poeira guarda a história como quem guarda um segredo vergonhoso. O herói e o vilão dividem o mesmo corpo cansado. Ambos querem sumir. Um chama isso de covardia. O outro chama de descanso.
Seguimos de pé por entre o dia. Não o dominamos. O dia nos atravessa com suas exigências mudas. Cada encontro é um choque entre cansaços que não se confessam. Cada rosto esconde um pedido de trégua. Não sabemos quem carrega quem. Apenas seguimos, tropeçando em nós mesmos.
A cadência final não consola. Ela esgota. O último grave não vibra. Ele cai. O movimento não se transforma em silêncio. Transforma-se em suspensão. Não é morte. Não é alívio pleno. É a permanência de uma vontade que não se resolve. A música termina onde a dor aprende a morar sem escândalo. O Oeste adormece porque até o vento se cansa de insistir.
E ainda assim alguém se levanta amanhã. Não por esperança exuberante. Mas porque permanecer, mesmo desejando sumir, é um gesto severo de lucidez. E seguir, cansado e consciente, é a forma mais silenciosa e profunda de coragem.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Essa distância
Que insiste em limitar
Como pode
Não prender
Mas tão solto Incomodar

Essa chuva que vem daí
Caminhando pela estrada
Passeando pelo ar
De uma noite tão calada
Fazendo além do não ver
Escondendo o luar
Que eu já quero enxergar
Sua água escorrer

Chuva de corpos anuviados
Cada roupa é uma nuvem
Caem as gotas
Nas bocas
Nos gestos
Em fios que ligam
Duas certezas
O sofá
E a cama
Alagam
E o restante queima
Em curtos circuitos
Sem sono
Com longos calores
Do frio do outono

Inserida por donn_william_krause

⁠Parem com essa mania feia de chamar escritores e poetas de amadores. Não amamos dores. Nos respeitem. Somos escritores e poetas, e ponto final.

Inserida por anna_flavia_schmitt

“Não posso dormir enquanto não encontrar o sonho perfeito para essa noite.”

Inserida por DAmico

“Não vou dizer que essa discussão é inútil, mas não vou ficar para escutar o final.”

Inserida por DAmico

“Se não temos o mesmo QI, essa discussão vai virar confusão.”

Inserida por DAmico

“Com essa crise não consigo viajar na imaginação.”

Inserida por DAmico

Amar é;
"Amar é intender, amar não é só sofrer.
Amar é dar chance, amar é se entregar
a essa paixão, amar é se reinventar.
Amar é enxergar que não a limites
para amar. Hoje você me disse; -Você me
ama meu amor?- E eu indaguei, falar é
fácil, nem todas as pessoas exprime
em seu coração o que realmente sente.
Tais sentimento é bom não misturar.
Amar é diferente de paixão, estar apaixonado
talvez passe rápido, já o amor floresce em minhas
veias, me incendeia , demora dias ou talvez anos
para esquecer, como este amor me faz enlouquecer".

Inserida por Boysdontcry

Deus não precisa dar paz á essa criatura e sim um coração novo, pois este esta coberto de ódio e amargura!!!

Inserida por Boysdontcry

Me conquiste com suas atitudes e jeito de ser e não com essa aparência adorável de cupido sonhador, a beleza superficial só conquista a pessoas fúteis, meus olhos enxerga a inteligência, simpatia, muito além de um mero rostinho bonitinho".......

Inserida por Boysdontcry

essa é pra quando você voltar.

eu não sei definir o que sinto.
eu só sei que dói.
dói a cada segundo que passa
dói a cada vez que respiro fundo.
dói toda vez que lembro de tudo que senti
toda felicidade
todo amor
que agora
acabou.
eu não quero mais pensar em você
não sei definir o que sinto.
raiva.
saudade.
que injusto!
...
não me render a saudade
não me render a saudade
não me render a saudade
não me render a saudade
não me render a saudade
não me render a saudade
não me render a saudade
não me render a saudade
não me render a saudade
não me render a saudade
não me render a...
oi, como vai você?

não! não! não!
eu não vou chamar!

devo saber definir as pessoas que merecem que eu largue o orgulho de lado.
ps. você não é uma dessas pessoas.

psiu..
hey, você.
tá tudo bem.
você tá indo bem

opa,
um texto...
lembrou dela.
não chamou?
voce tá indo super bem.
opa,
uma música
lembrou dela de novo
uma lágrima rolou
enchuga!
rápido! rápido!
ninguém pode ver.
isso.. você tá indo muito bem.
vai ficar tudo bem.
você tá bem.
isso vai passar.
isso tudo sempre passa
se ela voltar, não volte
se voltar
ela vai continuar passeando por aí
e pisoteando no teu coração.
Mais amor (próprio), por favor!

Inserida por yngridsmachado

⁠Eu, como os cães, sinto a necessidade do infinito...Não posso, não posso satisfazer essa necessidade! Sou filho do homem e da mulher, ao que me dizem. Isso me espanta...acreditava ser mais! De resto, que me importa de onde venho? Se dependesse da minha vontade, teria preferido ser antes o filho da fêmea do tubarão, cuja fome é amiga das tempestades, e do tigre, cuja crueldade é reconhecida: eu não seria tão mau.

Isidore Lautréamont
Os Cantos de Maldoror: Poesias, cartas. São Paulo: Iluminuras, 2018.
Inserida por usuario1026328

Ano Novo...
Há que saber expurgar o luto,do desgosto
E...
Jamais ficar preso ao passado…
A mente esvazia-se e novos
Horizontes se abrem…

Por favor... A conta deste amor!

Este som é meu ritmo...
Sim... Letras com teu nome!
A linguagem que entendo,
O número que ligo na fome.

Entrega meus pedidos,
Sacia-me... Fecha porta!
Fica comigo...
Este pedido não se anota.

Retira a minha roupa...
Com teu olhar me rendo!
Incendeia meu corpo,
Deixa teus vestígios...

Quero de tudo um pouco,
Teu amor, mimos e perigos...
E do mundo me desligar.

Vou roubar tua paz!
Aprisiona-me no teu peito,
Como feitiço que não se desfaz...

Deixa-me de amor tonta!
Saciada de amor, tudo aceito...
Inclusive, no fim de tudo... A conta.

Inserida por Denisevalentim

No livro Silent Strength for My life (Força tranqüila para a minha vida), Loyde John Ogilvie conta a história de um menino que conheceu numa viagem. Ele reparou no menino sozinho na sala de espera do aeroporto aguardando seu vôo.
Quando o embarque começou, ele foi colocado na frente da fila para entrar e encontrar seu assento antes dos adultos. Quando Ogilvie entrou no avião, viu que o menino estava sentado ao lado de sua poltrona.

O menino foi cortês quando Ogilvie puxou conversa com ele e, em seguida, começou a passar tempo colorindo um livro. Ele não demonstrava ansiedade ou preocupação com o vôo enquanto as preparações para a decolagem estava sendo
feitas.

Durante o vôo, o avião entrou numa tempestade ,muito forte, o que fez que ele balançasse como uma pena ao vento. A turbulência e as sacudidas bruscas assustaram alguns dos passageiros, mas o menino parecia encarar tudo com a
maior naturalidade. Uma das passageiras, sentada do outro lado do corredor do menino, ficou preocupada com aquilo tudo, e perguntou ao menino: _Você não está com medo, menino? _Não senhora, ele respondeu, levantando os olhos rapidamente de seu livro de colorir.

_Meu pai é o piloto.

Existem situações em nossa vida que lembram um avião passando por uma forte tempestade. Por mais que tentemos, não conseguimos nos sentir em terra firme.
Temos a sensação de que estamos pendurados no ar sem nada a nos sustentar, a nos segurar, em que nos apoiar-mos, e que nos sirva de socorro. No meio da tempestade, podemos nos lembrar de que nosso Pai é o piloto.
Apesar das circunstâncias, nossa vida está nas mãos do Deus que criou o céu e a terra.
Ele está no controle, por isso não há o que temer. Se um medo incontrolável tomar hoje conta do seu ser, diga:
"MEU PAI É O PILOTO, NÃO TEMEREI MAL ALGUM!"

⁠Uma Reflexão para cada Mês, Goianésia, 01 de agosto de 2020
Finalizamos julho com muitas expectativas; agora vamos encarar o mês de agosto. Diante de alguns meses que estamos passando por essa pandemia, paro e penso se adiantou alguma coisa este tempo todo dentro de casa com a nossa família ou até longe de quem a gente ama.
Será que depois disso vamos mudar a nossa forma de viver? Será que a saudade que estamos sentindo seja tanta que daremos mais valor às pessoas? Será que vamos aproveitar mais os momentos com quem amamos? Ha algum tempo atrás, eu li uma frase que dizia assim "É necessário que, ao menos uma vez na vida, você duvide, tanto quanto possível, de todas as coisas“ o autor era René Descartes. Me lembro muito bem de quando li o texto e encaixa muito bem ao momento que estamos vivenciando pois temos que duvidar da saudade que dizemos estar sentindo, temos que parar e pensar. E depois que tudo isso acabar como vai ser?
Hoje vemos que muitos casais estão se separando pois não suportam um ao outro; algumas pessoas estão em depressão ou já tiveram; muitos estão a passar fome pois não tem como trabalhar para o alimento levar para sua família. Será que quando a pandemia passar tudo vai voltar a ser como antes? No meu pensar as coisas não vão voltar ao normal de uma vez: tudo vai se tranquilizar aos poucos, como muitos estão a sofrer pela perda de entes queridos que não estarão ali mais quando tudo normalizar, somente a saudade vai restar que possamos reaprender a magia de ser feliz, saber aproveitar as alegrias que a vida tem a proporcionar.
Encerro essa pequena reflexão deste mês dizendo que tudo vai se normalizar. Basta acreditar e voltar a sonhar pois o possível e o impossível dependem de você para acontecer.

Inserida por poeta_douglaspereira