Quem Corre Cança
"O homem que corre atrás do vento se esquece: o vento não se alcança — sopra do alto, passa por cima, e vai."
Não perca tempo com pessoas que não merecem nem um segundo do seu tempo, o tempo corre mais e a vida é ainda mais veloz, o que pode vencer o inimigo, é saber como ele ataca para poder se defender.
Não espere recompensa de quem você ajudou, porque corre o risco de perder a principal recompensa - aquela que você dá a si mesmo.
Na maturidade nós paramos. O mundo desinbesta, corre, compete, compara, julga. Você descobre que a sua vida não pertence aos outros. Ela é a sua pessoal e personalizada dádiva.(Walter Sasso)
"Ao longe vejo uma vaca, apressada!
Um cão corre-lhe atrás...
A vaca parou...
O cão parou...
E nada aconteceu!"
Acabou a poesia...
☆Haredita Angel
"O sapo que troca o lago cheio de pererecas para ser um príncipe, corre o risco de ir para o brejo se não manter o luxo do castelo."
“Uma criança, mesmo sem vento, atinge seu objetivo empinando pipa enquanto corre, mas há quem espere o vento.”
Honrar, sim — mas não de forma cega. Quem honra sem refletir a quem, por quê e para quê, corre o risco de cair no abismo da decepção.
Quem corre atrás de um homem adúltero, adúltera também é; e da mesma forma, quem corre atrás de uma mulher adúltera, adúltero também é.
Corre o mundo, e se repleta ao reencontrar-me. Não tem mais jeito, o caminho é não devolver-me. Completude até em soletrar-me.
Escrever para um amor de verdade,
um amor correspondido,
Se o amor assim não o foi,
é porque era tudo menos amor.
As estrelas moram nos teus olhos, As ternuras saltam dos teus zelos, As verdades entre nós viram segredos - ledos.
Ideias de revolução plantadas na cabeça podem não mais sair do coração.
Eu posso revirar a tua alma, Com a calma de uma lavanda fresca, Eu posso revirar a tua vida, Para que jamais me esqueça.
Vejo as nuvens se arrumando no firmamento, Elas se organizando como flores de algodão - um só sentimento.
Amanhece em mim meu terno sol, Entardece cor de coral, Cintila poesia de cor sem igual - celestial.
O azul hortênsia do céu cumprimenta a tarde, É a maior expressão de felicidade, Estou feliz por te pertencer...
Eu não sei me conter, Eu só sei te dizer: - Eu quero você, Pecado é ocultar, Esse carinho que tenho para te dar...
Eu tenho a chama poética que não se apaga, A poesia é o meu broquel e escudo, Com ela nos protejo do mundo.
As nuvens fazem desenhos jasmineiros no firmamento, O mar de jade revela o encantamento, Vivo um mar de amor, doce sentimento.
Eu preciso de você, sempre aqui comigo, És o meu divino solo, o meu pão místico e o meu paraíso.
Não importa, Sê um, mas que seja inteiro, Se inteiro, mas que seja poesia, E traga em cada verbo, o sabor perfeito.
O azulado celeste perene, O mar brinda solene, O amor perfuma ainda mais o ambiente, Ele trouxe você - o meu maior presente.
O frio foi dissipado mansamente, A tardinha despontou docemente, Os dois nascidos do teu beijo dado calorosamente...
Quando se
comportam
como um
esquadrão
intimidando
a opinião de
uma Nação
se corre o
risco de
censura
e de se
abandonar
um povo
inteiro a
sorte do
mercado,
e nos braços
do destino.
Falo o quê
deve ser
falado,
por mais
que seja
doloroso,
o quê dói
sempre deve
ser dito.
O mercado
dá o preço
dele e não
o seu preço,
e tudo pode
sair muito
mais caro
do que
se pensa.
O mercado
emprega
o povo,
mas o povo
deve preceder
o mercado,
porque sem
povo não
há mercado.
A vida deveria ser em primeiro lugar...
Sem freio e sem receio
como um infante
que corre sem
medo de cair,
Assim flui o meu
sangue para onde
o meu peito quer ir,
onde vive o meu
veludo celeste que
em ondeamento
provocou um mundo
todo de desejos
que não saem mais
nem por um instante
dos meus pensamentos.
"Não tente ser o que você nao é; você corre o risco de perder sua identidade. Deus te fez exatamente assim. Não tente mudar por fora, sem antes entender o que se deve mudar por dentro."
—By Coelhinha
Não consigo
tergiversar,
Quando há
autoritarismo,
É recorrente
a lembrança
Do que corre
nas veias,
não vou virar
este capítulo.
Da semente
da rosa nômade:
Eis-me o espinho!
Falo de flores
no calabouço,
Tropas diluídas
e do sequestro
De um povo.
Como letra
do deserto,
Não calo
o verso
da estepe,
Sou poesia
florestal,
Não oferto
vida fácil
para quem
não merece.
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