Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
Sou competente e não bajulo ninguém para conseguir o que quero. Tenho um brilho que vem de Deus, e não dos outros.
Não tenho Empresa de asfalto, nem sou dono de Posto de Gasolina, não sou filho de Politico Sujo e não sou comerciante rico. Nunca comprei voto e nunca comprarei; tenho minhas convicções politicas e não aceito a corrupção ...nada posso oferecer a meus irmãos cunhenses a não ser a minha vontade de construir sonhos de uma vida melhor para todos, com honestidade e respeito pelo meu povo... O Homem pode ter suas necessidades, mas deve respeitar a igualdade, a honestidade e Deus acima de tudo...
Tenho saudade dos bons tempos
De pessoas que fui conhecendo
Lembranças que fui esquecendo
"Amigos" que acabei perdendo
Mas continuo vivendo e aprendendo
Aprendendo que quanto mais eu sei
Muito tenho a aprender
Descobrindo que nessa vida quando imaginamos saber de tudo
A vida nos surpreende mudando
Mudando todas as regras e abrindo um novo leque em nosso aprendizado.
Nunca seremos perfeitos, porque fomos criados a sermos infinitos
Nunca conseguiremos nos dar por satisfeito;
Porque o homem é um ser incontrolável
É egoísta, soberbo, individual e invejoso
Somos a ruína de tudo aquilo que é notável e perfeito
Porque querermos mudar as regras do criador...
Nenê Policia
Meu coração
Não tenho palavras. Ou talvez as tenha, mas elas se perderam em algum abismo silencioso. Não tenho sentimentos. Ou será que os enterrei tão fundo que já não os reconheço? Não consigo me expressar, não consigo me mover. Estou paralisado, preso em um limbo onde o tempo não flui, mas se despedaça.
Estou em uma viagem psicodélica interminável, onde o futuro me puxa para frente enquanto o passado me arrasta para trás. Sou um viajante sem destino, flutuando entre memórias que doem e sonhos que nunca se realizam. Me falta fôlego, me falta ar. Me faltam sentimentos para olhar para ti, para enxergar a beleza do mundo que insiste em brilhar, mesmo quando tudo dentro de mim é escuridão.
Estou perdido em um mar de pensamentos, um oceano turbulento onde cada onda carrega dúvidas, medos e angústias. E nessas águas, estou me afogando. Sem rumo, sem bússola, sou engolido pela correnteza dos meus próprios devaneios. Aos poucos, sou arrastado para o fundo, para um lugar onde já não me reconheço, onde já não existo.
O que faço para parar? Como encontro paz em meio a essa tempestade que habita minha mente? Como silenciar os ecos do passado e os sussurros do futuro?
Estou e estarei pronto ''pro que der e vier'' ...
... Tenho certeza que no fim tudo dará certo! Afinal, tenho recursos internos próprios para lidar com qualquer situação!
Tenho tanto para escrever,
que a mente,
às vezes, embaralha
de tanto pensar...
aí me derramo em palavras!
Tenho dois lados:
o silencioso,
com meus segredos,
reflexões e sonhos;
o falante,
com minhas conjecturas e emoções.
Um é terra e o outro é mar agitado...
aclives, declives, maremotos e ondas altas...
Ambos são importantes,
porque se complementam,
equilibram o meu ser
e me fazem ver
os dois lados da moeda.
Tenho tantas coisas
guardadas em mim!
Às vezes sufoco
e, de repente,
olho para os lados
e acho um ponto de fuga:
A ESCRITA.
AS BOLAS
Quem gosta de bola
Quem gosta de bola
Tenho duas aqui
Tenho duas aqui
Quem gosta de bola
Quem gosta de bola
Tenho duas aqui
Tenho duas aqui
Você vai gostar Você vai gemer sorrir.
Você vai pegar você vai pegar
Você vai pegar E não vai largar
As minhas bolas
Então pega as bolas
E ganha banana de presente
Então pega as bolas
E ganha banana de presente
Quando quiser liga pra gente
E Tomé banana de presente
Quando quiser liga pra gente
E Tomé banana de presente.
Quem gosta de bola
Quem gosta de bola
Tenho duas aqui
Quem gosta de bola
Quem gosta de bola
Tenho duas aqui
Tenho duas aqui
Você vai gostar Você vai gemer sorrir.
Poeta Antonio Luís
ME BEIJA
Chega de brigar chega de falar
Você não tem certeza
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija
Saio do serviço
Vou tomar uma gelada
Eu gosto de beber
Quem não gosta é minha amada
Derepente o telefone toca
É o meu bem na linha
Ela pergunta onde estou
Se estou com outra galinha
Quando chego em casa
A mulher vem brigar
Eu vi achando graça
E calado vou ficar
Chega de brigar chega de falar
Você não tem certeza
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija. Me beija.
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija. Me beija
Poeta Antonio Luís
20/06/2015
Sempre penso, inquieto (...) tenho tão pouco! Não sou feliz, quiçá sadio ou belo, restaram poucas migalhas do prazer à mesa. Raramente acabo afeiçoado, ora vira-lata, ora não, mas, por quê? Qual a graça em tornar meus dias, já infernais, em uma convulsão ininterrupta? Seriam apenas histerias de uma vida qualquer ou realmente, desejo de fé?
Sendo crítico de arte, tenho plena convicção de que Carlos Borsa reinventou a Inteligência Artificial (IA) nas Artes Visuais.
Tenho plantado árvores
Tenho plantado árvores
sem saber o nome das mudas.
Algumas nascem tortas,
outras largam o caule no meio da tarde,
como quem desiste do dia
antes que a manhã termine.
Não escrevo placas,
não celebro datas.
Apenas volto, às vezes,
com um copo d’água e um silêncio,
como se ambos fossem sementes.
Plantar me parece um jeito
de conversar com o que virá depois de mim:
alimentar com frutos e sombra,
como quem deixa recados
em folhas verdes,
numa língua que ainda será inventada.
Às vezes, passo semanas sem voltar.
E, quando volto, há silêncio também nas raízes.
Outras vezes, encontro uma folha nova
que não me esperou para nascer.
As crio em pequenos vasos,
pensando protegê-las do mundo.
Mas elas anseiam pelo chão —
há raízes que não suportam cerâmica,
há vontades que só entendem o barro.
Tenho aprendido que a terra escuta melhor
quando não a interrompemos.
E que há gestos que não florescem
para nós.
Tenho plantado árvores
como quem aceita não entender tudo,
mas ainda assim insiste.
Como quem planta uma pergunta
e colhe, com sorte,
a sombra de uma resposta.
“Já tenho algumas décadas e sei, tenho muito a caminhar. Desejo ainda ser lido mesmo depois quando enfim for encontrar minhas origens. Espero até lá parecer mais sábio aos olhos dos que me descobrirem. Não sou propriedade da minha propriedade. Tudo que tenho e fiz só faz sentido se puder ser, de alguma forma apropriado por outros. Sou poeta e a poesia não tem dono cada um que a ressignifica se torna co-autor. Essa é a a forma que encontrei de me tornar eterno a cada vez em que eu for recontado.”
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