Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
Tenho guardado em mim todos os desejos e sonhos de alguém que ama intensamente. Covardemente também, confesso. Afinal, o que poderia eu fazer? Não posso enfeitiçar seu coração, não posso lhe roubar um beijo destes lindos lábios, não posso bater à sua porta implorando teu calor. Não posso fazer nada senão sonhar.
Só lhe peço uma coisa: não me odeie nunca! Nunca se irrite com a forma covarde com a qual eu te amo. Nunca se canse de ler as besteiras que eu mando. Nunca rejeite meu sentimento. Nunca se canse do meu estranho amor.
"As minhas dúvidas que tenho sobre a bíblia parte do pressuposto que, todos aqueles que a escreveram, interpretaram e traduziram-na, eram homens de muita fé."
Entregue seu destino ao abundante amor de Deus e tenho um descanso em harmonia. “Tu, Senhor, guardarás em perfeita paz aquele cujo propósito está firme, porque em ti confia.” Is 26:3
Temos distinções que nortearão o modo de vidas. Ou escolheremos viver pela fé e confiar na presença de Deus e no poder dEle; ou podemos contar com nossos próprios recursos. Salientando que a riqueza, a saúde e o status são vulneráveis à supressões ou aniquilamento. Somente um recurso está sempre disponível para nós, e sabemos que podemos contar com ele, “... porque Deus mesmo disse: "Nunca o deixarei, nunca o abandonarei" Hb 13:5
Estimado com Deus no controle das nossas vidas, jamais ficaremos à deriva. Ele não nos abandona; embora, muitas vezes, o cansaço das lutas nos faça questionar onde Ele está. Novamente a palavra do Senhor nos assegura: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.” Mt 11:28
Atente a convocação do Senhor “Venham a mim” “Eu estou aqui cuidando de você, garantindo a sua vitória. Apenas descanse e creia em Mim”.
Um sábado de rica bênção e um descanso sobre o carinho do Senhor
Tenho paixão pelo novo, pela descoberta.
Me seduzo pelo prazer de imaginar novas barreiras sendo rompidas, pela ideia de materializar o até então 'impossível'.
O tempo nos permite descobrir o nosso caminho, o tempo é o caminho.
Quando se abre os olhos e se conecta ao tempo, ao seu caminho. Você percebe que o que para muitos é impossível, para você é apenas: A sua missão.
“Tenho a esperança que um dia fecharemos a fonte da corrupção que quase sempre começa com os governantes corrompendo os seus princípios”
Maggie e Trudie
Devo dizer, antes de tudo, que não tenho uma relação estável com cachorro algum. Não posso me responsabilizar por dar comida a um cão, oferecer-lhe um lugar para dormir, cuidar dele, encontrar um canil para deixá-lo quando for viajar, catar suas pulgas ou providenciar que algum de seus órgãos internos seja extirpado quando a presença dele começar a me incomodar. Não sou, em suma, dono de um cachorro.
Por outro lado, tenho uma espécie de relação furtiva e ilícita com uma cadela, ou melhor, com duas cadelas. E, consequentemente, acho que sei um pouco como é ser amante de alguém.
Elas não são minhas vizinhas de porta. Não vivem sequer na mesma… bem, eu ia dizer rua para provocar um pouco você, mas vamos deixar de enrolação. Elas vivem em Santa Fé, no Novo México, que é um excelente lugar para um cachorro, ou para qualquer pessoa, viver. Se você nunca visitou ou passou algum tempo lá, deixe-me dizer o seguinte: você é um completo idiota. Eu próprio era um completo idiota até cerca de um ano atrás, quando uma combinação de circunstâncias que não quero explicar agora me levou a ficar hospedado na casa de um amigo nos confins do deserto ao norte de Santa Fé para escrever um roteiro. Para você ter uma ideia do tipo de lugar sobre o qual estou falando, eu poderia citar à exaustão o deserto, a altitude, a luminosidade e as joias de prata e turquesa, mas o melhor que posso fazer é simplesmente mencionar uma placa de trânsito na autoestrada de Albuquerque. Ela diz, em letras garrafais, VENTOS FORTES e, em letras menores, PODEM OCORRER.
Nunca conheci meus vizinhos. Eles viviam a cerca de um quilômetro, no topo da duna seguinte, mas assim que comecei a sair para minha corrida/jogging/leve caminhada matinal conheci suas cadelas, que ficaram tão instantânea e delirantemente felizes em me ver que me perguntei se já não teríamos nos conhecido em vidas passadas. (Shirley MacLaine também morava lá perto e elas talvez tivessem assimilado essas ideias esquisitas só por conta da proximidade.)
Elas se chamavam Maggie e Trudie. Trudie tinha uma aparência estúpida, era um poodle francês grande e preto que se movia como se tivesse sido desenhado por Walt Disney: saltitando de uma maneira que era enfatizada por suas orelhas enormes e caídas e seu rabo curto que parecia uma planta ornamental. Sua pelagem consistia em uma manta de cachos pretos compactos, que aumentavam ainda mais o efeito Disney por darem a impressão de que ela era totalmente desprovida de qualquer tipo de perversidade. Sua maneira de mostrar, todas as manhãs, que estava delirantemente feliz em me ver era fazer algo que sempre achei que se chamasse “firula”, quando na verdade se chama “festinha”. (Somente há pouco descobri o meu engano, e terei que repassar em minha mente cenas inteiras da minha vida para ver que confusões posso ter causado ou que gafes posso ter cometido.) “Fazer festinha” significa pular para cima com as quatro patas ao mesmo tempo. Um conselho: não morra antes de ver um grande poodle preto fazendo isso na neve.
Maggie, por sua vez, tinha outra maneira de transmitir, todas as manhãs, que estava delirantemente feliz em me ver: ela mordia o pescoço de Trudie. Essa também era sua maneira de transmitir que estava delirantemente feliz com a perspectiva de sair para passear e de mostrar que estava adorando o passeio. Era sua maneira de transmitir que queria entrar em casa e que queria sair de casa. Morder o pescoço de forma contínua e brincalhona era, em suma, o que Trudie fazia da vida.
Maggie era uma cadela bonita. Não era um poodle, mas sim de uma raça que estava sempre na ponta da minha língua. Não sou muito bom com raças de cães, mas Maggie era uma daquelas mais clássicas e óbvias: de pelo liso, preto e castanho, mais para cão de caça, tipo um beagle grande. Como se chama mesmo? Labrador? Spaniel? Elkhound? Samoieda? Decidi perguntar ao meu amigo Michael, produtor de cinema, assim que achei que já o conhecia bem o suficiente para admitir que não conseguia descobrir qual era a raça de Maggie, por mais óbvia que fosse.
– Maggie – disse ele, com seu sotaque texano arrastado e sério – é uma vira-lata.
Então, todas as manhãs nós três saíamos juntos: eu, o escritor inglês grandalhão; Trudie, a poodle; e Maggie, a vira-lata. Eu saía para minha corrida/jogging/leve caminhada pela ampla trilha de terra batida que atravessava as dunas vermelhas e secas; Trudy saltitava alegremente pelo caminho, pra lá e pra cá, batendo as orelhas; e Maggie a seguia de perto, mordendo o pescoço dela. Era incrível como Trudie levava isso na esportiva e com toda a resignação, mas de vez em quando, sem o menor aviso, ficava monumentalmente farta. Nessas horas, executava uma repentina pirueta no ar e aterrissava com as quatro patas no chão, encarando Maggie com um olhar fulminante. Maggie então se sentava na mesma hora e começava a mordiscar a própria pata traseira direita, como se já estivesse de saco cheio de Trudie.
Então começavam tudo de novo e saíam correndo, rolando e dando cambalhotas, perseguindo e mordendo uma à outra pelas dunas afora, pela grama e pelos arbustos rasteiros. De vez em quando paravam de forma inexplicável, como se as duas tivessem ficado ao mesmo tempo sem saber o que fazer. Em seguida, olhavam para algum ponto indefinido por alguns instantes, constrangidas, antes de recomeçar a brincadeira.
É claro que não mudo de opinião com a volubilidade típica dos adolescentes, mas tenho a flexibilidade lapidada pela maturidade. E não tenho compromisso com o erro.
Lembro da nossa data favorita, tenho nossas fotos, lembro dos nossos planos, até daquele "Te amo". Ainda dá pra recomeçar...
Então para aqueles que um dia venha me procura, saiba que estou bem e que não tenho nada para oferecer a ninguém. E provavelmente vou está passando e vivendo por mais de 100 dias, em lugares nos quais vocês morreriam em apenas 4 dias. Sou um selvagem por natureza, extremante forte, resistente e atlético. E um vagabundo intelectual, um artista sem nada a perder, além da própria vida. Não quero ser procurado e muito menos encontrado a não ser por Deus e pela mãe natureza. Te amo tanto mãe, que você não faz ideia do quanto, eu te amo.
Tenho andado dias sem saber que horas são, sem saber que dia é, se é fim-de-semana, se é o aniversário de alguém. Dias em que nem troco de roupa, dias em que troco de roupa mais do que o necessário só para sentir que o tempo passa. As horas passam bem mais devagar quando não se tem ninguém para falar. Coisas como tomar banho e pentear o cabelo são descartadas, eu quero ter-te aqui, nada mais importa. Eu quero ir embora, apenas isso; e já passaram semanas desde a última vez que pude respirar fundo e rir livremente sem a imagem do teu sorriso na parte mais funda da minha mente. Todos os aparelhos que tenho dizem-me horas diferentes e eu pergunto-me há quanto tempo estou neste semi estado de ser, neste quase respirar profundamente mas nunca o conseguir porque o peito dói, bem na zona do coração, e é físico. Então respiro de forma suave, superficial, lutando por ar rarefeito quando o meu corpo se resigna que o oxigénio não me fará bem algum. Respirar para quê? Eu quero conseguir viver. Tenho passado horas a encarar o teto do quarto, tenho acordado sobressaltada, de lençóis molhados por um suor sem razão e eu não lembro mas tenho acordado tão cansada que a maioria das vezes apenas volto a dormir mesmo empapada em suor. As horas passam bem mais depressa quando tenho os olhos fechados e uma garrafa ao lado da cama. Tem dias que não levanto, tem dias que abro a janela, mudo de roupa, de lençóis, de tudo e tem dias que apenas estou ali, num ato entre levantar, viver ou permanecer enterrada entre cobertas quentes de mais para o calor que faz. E está frio mesmo no verão porque eu não sei mais o que fazer, está frio pelo simples facto de eu não conseguir colocar uma pedra sobre certas coisas, ou esquecer, ou superar. Nada.
Tem dias em que não saio da cama, tem dias em que a “cama”, áspera e quente e perigosamente confortável, não sai de mim. E eu, ainda, não sei qual o pior.
Sinto me sozinho(a) no mundo.A cada dia que passa,fica mais difícil de suportar.Não tenho mais lágrimas,pois formei um rio com elas.Saio para andar,fico de cabeça baixa,e sem rumo,com um único pensamento:Acabar com esse sofrimento,acabar com esse rancor!
Sou sim, ou não...
(Nilo Ribeiro)
Sou feliz pela imperfeição,
porque tenho boa intenção,
porque tenho bom coração,
porque mudo de opinião
sou legítimo, ou imitação,
cordeiro, ou leão,
empregado, ou patrão,
sério, ou brincalhão
esta não é a questão,
sou sim, ou não,
sou luz, ou escuridão,
sou real, ou ilusão
sou lógico, ou intuição,
coerente, ou percepção,
sou autêntico, ou invenção,
cobrador, ou doação
sou anjo, ou bicho papão,
sou único, ou camaleão,
sou vida, ou ficção,
vivo por essa razão,
pois sou paixão, ou paixão...
Não tenho mil motivos para sorrir mas tenho quatro que são: fé, família, amigos e um espaço que trago no peito para amar.
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