Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
"Toda as vezes em que eu me pus a sonhar, fui violentamente transportado a minha realidade. Se eu encarar a minha realidade, serei transportado para meus sonhos?"
Senhor!
Cuida dos meus pensamentos e da minha língua, para que assim, a ninguém eu venha magoar, ofender ou difamar!
Cuide para que eu me mantenha humilde, assim, não me sentirei melhor que nenhum semelhante.
Ajuda-me a ter forças contra qualquer hábito que venha me diminuir como ser humano, também que eu não seja vitima do veneno que possa me transformar em um ser humano pior.
Durante muito tempo, dúvidas persistiam em minha cabeça e entre elas havia uma em que eu particurlarmente me recusava a despi-la e anunciá-la como certeza. Eis a incógnita: teria de um ser humano se desvirtuar de viver intensamente guardando seus mistérios consigo pela talvez fuga eminente de alguém próximo a si pelas descobertas sobre seu ser? No entanto, agora eu entendo o que é o mistério verdadeiramente. Está nas entrelinhas, submerso nos pequenos gestos, nos olhares trocados a mercê do brilho intenso proveniente da alma, que lhe permitiria saber o que se passa com uma simples troca de olhares, ou até está nos sorrisos, as janelas para a plenitude. Seja onde for, seu mistério é a sua essência, a qual alguns irião dizer vê-la, mas poucos realmente a enxergarão. E este é o ponto, onde apenas uma percela pequena, que arrisco dizer, mínima, irá permanecer ao seu lado. E não será porque não viu o seu mistério, mas porque o enxergou e conseguiu compreende-lo sem medo algum, o que naturalmente acarreta um laço composto do mais imenso prazer de ter a sua companhia. E por mais incrível, inalcançável e insano que isso pareça... Irá bastar.
►Beijos Fantasmas
Junto a minha tia eu fui a capela, por que ela queria
Talvez fora o destino, mas de longe vi uma menina
Linda, a pele branca como as nuvens do dia
Estava distante, estava sozinha
Eu fiquei fascinado pela sua beleza
Deixei minha companhia e parti,
Ao encontro da pequena sereia
Ela me disse que morava nas redondezas
Perguntei se não tinha medo do cemitério,
Ela respondeu dizendo que era bobeira,
Muitos de seus parentes descansavam lá
Quando percebi, o tempo havia passado,
Eu acabei por ficar enfeitiçado pelo seu charme
Minha tia já estava terminando,
E por aquela garota eu estava me apaixonando
Ao término, perguntei se poderia vê-la novamente
Eu conhecia aquela rua, e em concordar, fui embora contente.
No dia seguinte, lá estava ela, no mesmo lugar
Comecei a pensar que ela talvez gostasse mesmo de rezar
Eu não iria critica-la, cada vez mais eu estava a me maravilhar
Conversávamos sobre tudo, sobre as flores, sobre o mundo
Me lembro que ela me perguntou uma vez,
Se eu sabia quantos túmulos havia depois do muro
Eu não fazia ideia, ainda disse que sentia muito.
Nossos encontros se tornaram diários
Meus professores da escola se espantavam,
Com a rapidez que eu entregava os trabalhos
Apenas para subir aquela rua de pedra,
E me encontrar com a linda donzela.
Depois de algum tempo, sobre o olhar da Lua,
Nossos lábios finalmente se encontraram
Me senti como se pudesse iluminar aquela noite escura
Eu a segurava em meus braços,
Sentia toda a sua ternura,
E tentava aquecê-la, pois era fria a sua pele
Os beijos seguintes foram leves, mas nada breves
E estavam carregados com sentimentos esbeltos
Eu queria que aquele momento fosse eterno,
Mas para sempre ele estará vivo, escrito neste caderno.
Ao nascer do dia seguinte, não a vi
A capela ainda permanecia, mas ela não estava mais ali
Eu voltei nos dias futuros,
Meu coração começará a ficar inseguro, sentia sua falta,
E eu sempre chorava quando voltava para casa
Eu sentia uma grande saudade
Ela havia criado em mim uma fragilidade.
Alguns meses depois fui, junto a minha tia, ao cemitério
Era o aniversário de minha vó
Eu estava um pouco imerso, com pensamentos no deserto
Enquanto nos retirávamos, eu notei, lá de longe,
Um senhor de idade, ajoelhado, diante de um túmulo belo
Ao nos aproximar,
Indaguei aos meus olhos se eles estavam cegos
Não aguentei e simplesmente despenquei
Aquela a quem me beijará, jaz a mais de uma década naquele túmulo
O meu amor fora ou não real? Eu ainda era puro?
O tempo me obrigou a superar
Às vezes eu acordava e me lembrava
E com ela eu sonhava, nunca consegui acreditar
Até que a velhice veio me falar,
Que meu tempo haveria de chegar.
Me apaixonei por outra pessoa,
E junto a ela, tive uma vida duradoura
Nossos filhos deram, aos filhos, os nossos nomes
Eu sempre amei minha esposa,
Mas nunca quis esquecer daquela minha juventude,
Da garota especial, de quando estávamos juntos
Nunca se foi da lembrança seu beijo, apesar de tudo
Sessenta anos se apoiaram em meus ombros
E, lá no fundo, continuei amando ela, talvez esperando,
O dia em que eu fosse encontra-la, assim como antes.
Eu voltei a ser aquele mesmo rapaz,
Quando Deus finalmente me deu a eterna paz,
Fui descansar no fim da rua de pedras
Quando abri meus olhos, eu vi ela
Permanecia a mesma, e eu perdi uns setenta anos
Éramos novamente dois jovens se abraçando.
Ela esticou sua mão para mim, e partimos
Pelas ruas caminhávamos sorrindo
Me despedi pela última vez de minha esposa e filhos,
E subi, em direção aos céus, com aquela mesma garota,
Que conheci na capela, e que hoje comigo voa.
Reflexos da crise: no sábado passado minha mulher e eu recebemos um convite para uma feijoada incompleta.
Minha inteligência subestima o inconsciente, dos ignorantes e metaforicamente eu vejo a verdade sem poder vivenciá-las.
Eu sei quando as tempestade se aproxima, o problema é que quero fazer parte delas em vez de evitar grandes trovões.
Ainda que o inimigo seja forte, eu não me preocuparei, pois a minha Fé é muito maior do que ele possa conseguir imaginar.
Se é fechamento então vou brindar
Deixar saudade depois de morrer
Antes eu já fiz minha mãe chorar
Foi bem antes do meu velho morrer
As minhas dores eu mandei pro ar
Deixa eu viver, para poder sorrir
Eu mando grana e minha mãe de lá
Me manda forças para eu estar aqui
Eu não quero nada de ninguém! Mas eu quero que respeite a minha dor. Não estou pedindo um tempo, estou apenas me reservando no direito que a mim pertence. Estou cansado de ser apontado, violado, destemido. Então respeite a minha dor. Mas não por doer mais que a de alguém, ou por doer menos. Eu só quero que respeite o meu calar. Esse silêncio que de mim ecoa, essa dor que me destrói. Quero que respeite a minha dor pelo fato de só saber o quanto dói, aquele que caminha no fogo. Aquele que se parte em mil pedaços. Aquele que perde quem ama e não se pode fazer mais nada. Eu quero gritar, eu quero calar, eu quero correr, eu quero esquecer. Eu quero o que eu quiser, é meu direito. Mas o que eu peço é que respeite a minha dor.
Hj eu mergulhei lá no fundo da minha alma
Pra me trazer de volta pra uma realidade que eu prego e nao vivo
Então vamos viver
Na pratica
Com toda a dor do mundo !!!
Deus me sustentará
Nasci pra evoluir e quebrar tabus .
E que nós cada dia podemos ser melhor versão de nos mesmo .
O dia em que eu for perseguido por causa da minha teoria,á de saber que o meus pensamentos estão contrariando os deles.
A felicidade realmente existe?
Eu diria que não! Ou será que sim? Não sei... Talvez!
Na minha humilde opinião, o conceito de "felicidade" é apenas um mito que a sociedade criou para que as pessoas simplesmente se sintam "infelizes"... Achou confuso?
Então, vejamos a felicidade como um "rótulo" que define sensações de bem-estar, quais geralmente estão vinculadas há momentos, objetos, posicionamento, beleza e estética, bens materiais ou até mesmo companhias, quais a grande maioria das pessoas não têm acesso, e por não ter acesso à tudo isso, as pessoas acabam por se sentirem infelizes.
Agora, sabendo que a felicidade nada mais é que um simples "rótulo" para alguns momentos de bem-estar, podemos então, desobedecer todas essas regras e padrões que a sociedade estabeleceu, e passar a "rotular" como felicidade todos os nossos momentos de bem-estar, por mais simples que tais momentos sejam.
Agindo dessa forma, será que a felicidade deixaria de ser apenas um mito e passaria a ser realidade na vida de todos nós? Assim a felicidade passaria a existir? Ou o correto é afirmar que assim seria possível ser feliz?
Enquanto alguns dizem que a felicidade é possível ser feliz, outros afirmam que o mundo não pode ser feliz.
E agora? Quem está certo?
Eu prefiro não concordar, nem mesmo discordar. Muito pelo contrário... Eu acho que o importante é o principal, o resto é secundário.
Na minha humilde opinião, o principal é simplesmente ser feliz!
- Abri meu projeto ao homem que eu imaginava ser um grande amigo, devido a minha falta de atitude ele confundiu as coisas para o lado ruim, e tive que abandona-lo pelo caminho.
Sobrevivendo!
Eu e meus questionamentos, que só os amigos mais íntimos irão entender a minha alma com meus segredos, não tão segredos assim...
E fico me perguntado por que quando o coração dói, todo o corpo dói?
Por que permitimos que as pessoas entrem assim tão dentro da gente a ponto de saírem carregando um pedaço de nós quando partem?
Por que não se contentam em levar só o que sentimos, mas amputam uma parte física da gente?
Por que nos damos tanto?
Nos entregamos tanto?
Nos deixamos tanto em mãos não tão cuidadosas dos nossos sentimentos?
Como eu queria aprender a ficar na margem, olhando de longe a paisagem calma e me satisfazer com essa visão, como quem se fascina com uma miragem.
Mas não me satisfaz só olhar.
Humana que sou, preciso absolutamente sentir ao risco de me afogar... E mergulho inteiramente.
E, vida afora, vou mergulhando em possibilidades de amor eterno, felicidade infinita e mar de rosas...
Na esperança que essa busca de mim mesma um dia acabe...
Não me questiono sobre probabilidades de perdas e decepções, pois só de pensar já é doloroso.
Dói... dói... dói e dói!...
Mas isso não vai me impede de continuar, não vai me impede de viver.
Pedaços de mim são ainda partes de mim e ninguém disse que preciso chegar à velhice inteira e sem marcas.
Isso é vida! Não vou desistir, vou manter-me de pé, doendo, mas de pé, cabeça erguida na direção do desconhecido e peito cheio de esperança que a próxima vez será diferente.
Afinal, grandes artistas obtiveram o melhor das suas obras nos grandes momentos de aflição e dor.
Vou fazer o mesmo:
Vou mostrar o que de grande há em mim tirando partido das minhas decepções!
Vou me reconstruir!
Vou ter em mente que não é a pessoa que não foi digno daquele amor, mas aquele amor que não foi digno daquela pessoa.
E se faz parte da vida caminhar entre flores e espinhos, não vou me esquivar do caminho.
Vou caminhar!!!
Amanhã talvez seja diferente.
E talvez não.
Mas entre as subidas e descidas, vou ter sobrevivido.
E vou ter, sobretudo, VIVIDO!
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