Que Saudade dos meus 15 anos
11-Paciente Conquista
Chorei com sorrisos para não entregar meus sentimentos
Vivi na esperança para que não morresse na sua indiferença
Caminhei calado ao seu lado para não enlouquecer na minha solidão
Tratei minhas feridas de desilusões para continuar vivo, te amando.
Noites mal dormidas consumido pelo meu pranto
Já se tornaram uma forma de terapia aos meus conflitos
Tenho me privado de meus desejos para atender aos seus,
De forma inconseqüente e cega
Mas sigo firme me fortalecendo no seu brilho.
Aguardo você, não como uma promessa, mas como conquista.
Serei paciente no caminho que leve você a enxergar minha paixão
Estou doente de amor e não quero me curar
Quero apenas um cantinho no seu coração.
O espetáculo verossímil estava a pouco instantes distante de cumular meus olhos e minha alma. Era previsível a mim saber o momento que ela apareceria e como apareceria. Sucedeu-se do mesmo modo ontem e antes de ontem e todos os outros dias que antecenderam esta noite. Ela viria logo depois do número final do mágico onde ele fatia a sua cobaia. (É assim que chamo todas as assistentes de mágicos quaisquer.) Ele estara a fazer exatamente o que ela fazia com meu coração, cortando-o em partes, dilacerando-o como o senhor de cartola negra o faz com a loira de sorriso malicioso e convidativo. A criatura de curvas gritantes e o dono da magia ilusória se despedem daqueles que fazem o seu sustento embalados por centenas de aplausos ruidosos. E eis que ela surge por entre os firmamentos da enorme lona de cores vibrantes cortando a brisa da noite com suas longas pernas revestidas de brilhantes que me fazem confundir com o resplendor de seu olhos. Senti tudo o que me rodeava parar ao vê-la esvoaçar pendurada a um trapézio que mesmo com toda confiança que demonstrava em estar empregnado lá no alto provocava-me um temor assustador. A tensão tornava-se alívio só mesmo ao firma-la os olhos e tocando a tranquilidade que desaguava de seu semblante. Acostumada a milhões de olhares atenuosos em sua direção, ela jamais perceberia o meu por entre tantos outros dali e de fato eu não queria que o fizesse. Ela, acredito eu, parecia fitar alguém como uma águia firma os olhos em sua preza. E eu contentava-me apenas em vê-la no alto, como um sonhador centenário ainda almeja seu sonho, como uma criança deseja tocar uma estrela.
Eu com meus botões
Primeiros dias do ano. Recomeço, reviravoltas, estreias. É o que se pensa. Mas não o que se passa comigo.
Especialmente nesse começo, por que razão eu não sei, estou me sentindo triste. Nem sei se posso chamar a isso de tristeza. Sinto-me estancada, com pouco ou nenhum movimento.
Estou meio intolerante, sem paciência pra conversa sem sentido, e fugindo das pessoas, principalmente para evitar os diálogos em que minhas respostas são secas, porque não sei dissimular.
Confessei a uma amiga que a minha vontade era de me isolar num canto, ficar quieta, sem ter que ouvir ninguém. É porque às vezes até sorrir me parece difícil. Não sei mascarar meus sentimentos.
Se quando estou bem já passo a impressão de antipática, imagine assim, como agora. Até tentei me olhar no espelho, mas quase nada foi o que vi. Talvez pelo medo de me enxergar por inteiro.
Sem explicação para tanto, apenas me distancio para não ser desagradável com ninguém. Sou do bem. Sei amar, amo muito, mas é que tem dias que não dá. Aos que me conhecem, isso acaba sendo compreensível. O importante é que, por incrível que pareça, muitos gostam de mim, o que me faz rir, encerrando este texto.
Graças a Deus isso passa. Afinal, o que é a vida, senão viver!
Senhor obrigado por nos meus momentos de angústia me ensinar o que é o amor, pelos meus momentos de raiva por poder me mostrar o que é o perdão.
Tão mais simples é a vida quando ainda somos apenas crianças.
Há uma nostalgia de quando os meus sonhos não eram bobagens.
Quando um beijo de mãe curava qualquer ferida.
Ao contrário de me condenarem pelo que eu queria ser, todos diziam que eu podia ser o que quisesse.
Eu tinha pressa pra crescer. Minha mãe dizia que eu me arrependeria. Adivinhem? Ela – como sempre – tinha razão.
Bem-vindo à zona de perigo.
O poeta que melhor exprimiu as minhas angústias, meus sonhos e meus pensamentos talvez tenha escrito em outras tantas linguas existentes...
Noturno
Quando as nuvens se carregam,
Desencantam meus olhos
O dia se apronfunda de lagrimas
afogando meus sentimentos
Num instante ressurgem gritos
no silêncio entristecido
Minha alma se carrega de horror
Pensamentos sem sentidos se hospedam
nos meus contínuos soluços
No planger da noite adormece meu corpo
Acalmando meu ser pendente.
Mas você tem.. Tem meu coração, meu sorriso, meus braços, meu olhar, minha voz, meu corpo. Me tem todo e completamente.. Me tem, somente.
Sabes minha pequena, eu abri meus olhos para o mundo. Talvez eu só tenha crescido, um pouco mais. O “crescimento” de que falo, é pelo modo de observar, modo de ser. Como tudo requer mudança, têm lá suas vantagens e desvantagens não é? Todos nós sofremos, por algo que se perdeu, algo que não se teve, e se perdeu ao ganhar…
Quero, quero sim não vou negar que ao lhe ver meu coração dispara, minhas pernas tremes e meus estômago formiga, então me abrace, me beije, e me ame, por que o que sinto é amor
Um dia eu acordei e era você do meu lado. Era uma visão boa, poética, gostosa. Se meus olhos tirassem foto, seria daquele cenário. Aquele quarto com cheiro de cozinha. Aquela cama cheia de lençóis embolados. Aquelas malas com quase uma casa dentro, para apenas um final de semana. Éramos só você e eu, os problemas ficavam da porta para fora. E eu não lembro, exatamente, quando foi o dia que dormimos juntos pela primeira vez. Mas lembro bem o que eu senti antes de pegar no sono. Fixei no teto e mergulhei na dúvida sobre a sua intenção. Questionei a minha postura. Tive medo. Fiquei desconfiada por alguns segundos. Até que olhei pro lado e você já estava no décimo terceiro sonho. Tão vulnerável. Inofensivo. E, olhando pra você, já não consegui sentir outra coisa além de uma vontade enorme de te acordar e dizer que você era o cara mais especial que eu havia conhecido naqueles últimos dias. Que era por você que eu sempre perguntava. Que era você que eu procurava sempre que eu tinha um descanso. E era você comigo àquela noite. Naquela cama. Então tive uma sensação de nostalgia que me contaminou dos pés à cabeça. Mas era saudade de um futuro. De algo que me tirasse do chão e me fizesse seguir um caminho diferente. Que me quebrasse e me deixasse sem palavras. Então, você apareceu na minha vida. A visão que meus olhos não cansam de ter. A paisagem que eu preciso para poder ter um bom dia. Ah, se meus olhos tirassem foto...
Tentei escrever uma msg para enviar a vc, espresando meus sentimentos.poderia ter criado várias e não consegui,mas saiba que em meio a tantas letras elas te deixaria a seguinte informação:EU TE AMO!!!.(dedicado a george salomão)
“Oi amor. É, era assim que eu queria te chamar todos os dias, e que você sussurrasse nos meus ouvidos ”eu te amo minha pequena ” e me fizesse perceber que sempre estava ali ao meu lado, é seria tão perfeito. Eu sou uma idiota mesmo, pois depois de todos os cortes,de todos os sofrimentos, eu ainda te amo, mas é isso que o amor faz com a gente né ? Nos deixa besta, e voando o tempo todo. Mas tudo vale a pena, pra te ter 24 horas na minha cabeça, tudo isso por que eu te amo“
Meu mundo para quando eu te vejo, meus olhos parecem encontrar um brilho intenso que eles possuíam e até eu pensava que havia se perdido no caminho, meu coração bate forte como jamais bateu por alguém, só por você. Só que há uma diferença entre nós, somos como a chuva e o sol, o visível e o invisível, o oposto um do outro… mas, como todos dizem, não se pode montar um quebra-cabeça com peças iguais, e por isso é que eu ainda tenho esperança de te ter ao meu lado, meu amor.
- Relacionados
- Poemas sobre saudade para transformar ausência em palavra
- Frases de Saudade
- Textos de Saudade
- Frases de saudades de quem morreu para manter viva a sua memória
- Aniversário de 18 anos
- 20 anos de casados: mensagens que celebram duas décadas de união
- Poemas de saudade que traduzem memórias em versos
