Que o Vento te Leve
O vento sussurrava ao meu ouvido
E eu tive uma leve lembrança tua
Lembranças quando dizia que me amava
E quando eu era totalmente sua
Quando me chamava eu sempre o correspondi
Dia após dia, você nunca esteve aqui.
Eu chorava e ouvia o teu nome
Mesmo estando tão longe
Esse amor foi tão cego
Que nunca cheguei a vê
Você só cometia erros
Eu sempre boba com você
Você estará eternamente nos meus olhos
Mesmo que não possa vê
Lembro-me de quando chegou
Logo meu coração disparou
Ai que pude perceber
Você é o único que pode me ter
Tão calmo como a chuva
Tão leve como o vento
Eu caminho pela rua
Na intensidade do momento
Do outro lado da cidade
Depois do muro
Tem mais alguém a procura de felicidade
Que caminha no escuro
E o vento sopra sem rumo e nasce do nada, a vida é simples e leve apra se compreender que é preciso caminhar em busca de dias melhores!
Leve como o vento,
Assim são os meus sentimentos,
Metade é amor,
E outra libertação...
De tanto pensar e rabiscar,
Hoje posso dizer o que me faz sonhar,
Uma brisa no mar,
Rede para balançar,
Sonhos e sentimentos,
Tudo no mesmo lugar.
Vão se acalmando meus pensamentos
Com a doce calma do vento
Meu corpo fica leve
Mas não consigo me mexer
O sol esta forte
Mas está tudo a escurecer
Minhas pálpebras estão pesadas
Mais que o fardo de minhas falhas
O lado bom disso
É que a paz vai dominando meu coração
No rádio uma simples canção
Até parece que está em paz a minha nação
Na tela do computador tem um sorriso
Que sempre me faz lembrar o paraíso
Tudo vai sumindo de vagar
Me sinto tão leve quanto o ar
A dor de um corpo cansado
Que vive correndo atrás da liberdade
Acaba sendo escravizado
Some e me deixa uma mensagem:
“Continue atrás do amor
Não escute as injurias da dor”
Assim eu dormi
Com encanto de Morpheu
O maldito se aproveitou
E roubou um poema meu
Justou o que ia dar aquela moça
Que tirou um suspiro meu
Leve como o ar
Doce como mel
Parece como o céu
Molhado como a Água
Frio como o vento, e
Quente como Sol
Um pedacinho de vel.
Sussurrar como brisa
Mata quando não tens
Melhoras quando acha...
Viaja sem sair do lugar
Alucina sem cair
Flutua sem voar
E o Beijo que eu vou te dar...
Vida passageira
Leve encanto lisonjeira
suave brisa do vento
vive sempre o momento
... guardado em pensamento
Pobre viajante
a estrada o leva distante
nao tem data pra voltar
agora lhe resta sonhar
A vida deixara pra tras
ambulante contumaz
pegadas nunca deixou
o vento sempre apagou
Perdera o ultimo trem
chegara fora de hora
partiu pela vida afora
para nunca mais voltar
Marejados os seus olhos
esqueceu seu coraçao
deixara-o na estaçao
disse adeus a emoçao
Tardes de Outono
Nestes dias mais amenos
De outono, vejo vir
Leve o vento na janela
E as folhas a cair
Nesta época tão bela
Frescos sonhos de ilusão
Me deparo com você
Dentro do meu coração
Nestas tardes tão cinzentas
Fazes colorir meus sentimentos
Tua presença diante a mim
Deteriora todo o tormento
Quero sempre ter a ti
Nestas tardes de outono
Acalentando meu coração
Emoldurando meus sonhos
Peço-te
Não! Por clemência
Não abandone-me por favor
Continue no outono, acalentando o nosso amor.
Flutuante nas asas leve do vento
Uma saudade que me aperta e paralisa
Suplanta os sonhos o respirar o pensamento
Ataca os nervos olhos choram hipnotiza
Liberdade nada minha
Leve vida
Livre vida
Sempre a voar
Asas de vento
Não há pesos
Não há medidas
Não há correntes
Um pássaro
Dois pássaros
Intocáveis são
Desumanas vidas
É minha
Humanas vidas está sempre a voar...
Sou como o vento, seguindo o caminho sem obstáculos, leve e livre, percorrendo o mundo sem amarras. Minha essência é a liberdade, e meu destino é onde quer que eu deseje estar. Não me prendo, não me limito. Fluo entre as montanhas, acaricio as folhas das árvores e danço com as ondas do mar.
Carrego em mim a força de quem não conhece barreiras. Mesmo quando me tentam conter, encontro uma forma de passar, porque sou invisível, mas poderoso. Posso ser uma brisa suave que acalma o espírito ou uma tempestade intensa que anuncia mudanças. Sou versátil, adaptável, e sempre em movimento.
Há uma beleza em minha imprevisibilidade. Posso ser o vento que sussurra segredos entre as flores ou aquele que carrega tempestades no horizonte. Trago renovação onde passo, varrendo o velho para abrir espaço para o novo. Levo comigo os sonhos, os perfumes e até mesmo as dores, espalhando tudo pelo mundo como uma lição de que nada é permanente.
Sou mensageiro do tempo, trazendo as mudanças das estações. No verão, refresco e alivio o calor. No inverno, açoito a face e convido ao abrigo. E na primavera, sou aquele que espalha as sementes da vida, garantindo que tudo continue a florescer.
Mas também sou silencioso. Muitas vezes, não me veem, apenas sentem minha presença. Uma leve brisa que toca o rosto, um assobio que passa pelas janelas, um movimento sutil nas cortinas. E mesmo assim, minha presença é inegável, como uma força constante que ninguém pode ignorar.
Não sigo regras; sigo meu próprio caminho. Posso cruzar mares e desertos, escalar montanhas ou me perder em vales. Onde há espaço, lá estou. Onde há limites, eu os atravesso. Porque sou o vento, e minha essência é a liberdade.
Assim como o vento, sou imparável. Mesmo diante dos maiores obstáculos, encontro formas de seguir em frente. Quando me tentam bloquear, eu me fortaleço. Quando me enfrentam, mostro minha força. Mas nunca perco minha leveza, porque é ela que me permite ir tão longe.
Carrego em mim o poder de transformar. Posso mover as folhas caídas de um outono melancólico ou carregar as nuvens para anunciar a chuva que a terra tanto precisa. E, ao fazer isso, deixo minha marca, mesmo que intangível, no coração do mundo.
Sou como o vento, que não se prende ao passado nem se preocupa com o futuro. Vivo o agora, o momento, a jornada. Porque para mim, o destino não importa tanto quanto o movimento. É no fluxo, no sentir, no tocar que encontro meu propósito.
Livre, forte e incessante. Sou como o vento, sempre seguindo, sempre sendo.
As folhas caem, o vento sopra e o mundo gira...
Mas por que esse sentimento continua?
Uma leve tristeza de se sentir incompreendido, uma pequena esperança de mudança...
E então, as folhas caem, o vento sopra e o mundo gira.
O vento nos cabelos, olhos fechados, Transporta-nos a um lugar de paz, Onde a alma dança, leve e desatada, E o mundo se aquieta, enfim em paz.
Para a exaltação dos seus dias, leve contigo, a certeza da beleza da flor, a complexidade do vento, a vontade de amar e a leveza do entardecer!!!!!!
