Que meus Pes me Levem
Um poeta um dia me disse que meus pensamentos eram movidos por esperanças...
que seja desde que em meus pensamentos tenha você
(...) E ela era a coisa mais linda que meus olhos já teriam visto. O perfume dela era um deleite para minh'alma, e aquele sorriso era o paraíso na terra
Reflete em meus olhos a imagem da desgraça
A desgraça de um dia eu ter olhado para seu rosto
A desgraça que me lembro bem o nome que me levou até tal estado
A desgraça que hoje me faz degenerar meus pulmões e meus neurônios
A desgraça que a todo custo eu busco o esquecimento.
Alguma vez coisa parecida aconteceu com você?
A sombra de mãos entrelaçandas em direção oposta
O olhar de adeus que te faz cair em um rio, cuja águas são serenas e sem fim
Logo após a cena, sinto que ela traz as ondas no rio, correntezas e uma queda
Cabeça que bate nas pedras imperfeitas. Aliás, após a desgraça, o perfeito não existe mais.
Faço no meu crânio um vaso de flores mortas
Na minha alma um quadro negro com uma poesia de Augusto dos Anjos bem ao centro
Nos meus dedos, caros dedos, sentem a dor de ter que escrever por uma desgraça.
Será eu a desgraça, será eu que errei em uma abstração?
Minha desgraça não sou eu, sou a causa
As mãos entrelaçadas a consequência.
A morte afaga todos os meus sentidos.
Neste meu corpo frágil e gelado.
Voa a minha alma num papagaio de papel.
Por este céu brilhante, onde queima o sol.
Areia branca ou talvez vulcânica.
De pedras grandes e pequenas onde ferem os pés.
Pés descalços à beira do mar
Deixamos as mágoas, as dores do corpo
Onde a morte afaga os pensamentos.
Frágeis, soltos e débeis
Deste meu corpo já tão frágil e gelado!
Não me espere na madrugada
Não lembre-se dos meus olhos
Melhor esquecer.
Não dá mas para lembrar
Nem viver de saudades !
"Eu já te via muito antes nos meus sonhos, eu procurei a vida inteira por você." Chegou a hora, agora é só dizer "Sim".
não busco ser melhor do que ninguém!
quero apenas ser melhor do que fui antes e aprender com meus erros.
disseram que meus passos em falsos me levariam ao chão.
estavam certos. mas, ganhei um motivo muito valioso para me reerguer.
amigos ganhei, alguns eu perdi
atitudes mudei, mais forte me senti.
você não estava em meus planos...
queria que a vida fosse menos injusta,
e parasse de obrigar meu pensamento estár voltado à você.
Lembro-me de você neste quarto
Nesse silêncio ensurdecedor
Deixava-me guiar, seguindo meus atos
Eu imagino-te com o sucessor
E a sombra do fracasso me assombra
o que me faz pensa, que no final da vida o ar dos meus pulmões serão ceifados, o medo não de morre mais, os sonhos que se enterram sonhos quando não realizados são apenas sonhos, intrigo-me em pensa o que é essencial pra ser feliz, o sonhos que conquistamos ou a busca em conquista-los, se não conquistados foi uma vida infeliz? e se conquistados? o que é essencial pra ser feliz?
Mais uma noite que te encontro em meus sonhos.
E a pergunta é?
Quantos sonhos são necessários para que a somatória resulte na realidade?
A todos os meus bons amigos. Que todos celebre uma boa amizade, que seja festejada com longanimidade e o amor incondicional ao tempo e o espaço, que faça um esforço melhorando a atuação no campo das ideias, a participação no fazer e no servir num esforço coletivo, é a chave para boa amizade.
Eu não preciso pôr sentido em minhas palavras, elas são a tradução dos meus sentimentos, e nestes a tempos eu não encontro sentido!
Sim, assumo, quero viver uma realidade inventada, porém, inventada por mim, movida por meus próprios sonhos e recheada de amores, realizações e que nisso tudo, só eu saiba qual a motivação para seguir.
vivos em mundo irreal pelo qual amo.
ser um servo de meus pensamentos,
meus horizontes vão além dessa visão,
pensar, deseja seja um sonho,
expresso meus pensamentos,
no caos da solidão transmito esse sentindo,
como flor ao relento ressinto esses valores,
o tempo ótimo remédio mas seus poréns...
prominentes da escuridão do qual fecho olhos...
em busca de esperança no caos dessa vida...
mesmo que continue escuro a uma luz...
no espaço que no coração em pequena passagem...
tudo tem seus valores seu preço,
por mais amargo ou triste que esteja ainda á vida,
se acabar foi a vida e suas consequências,
por mais que queria todas superfícies são preenchidas,
num desnudo glamour devido aos tais sonhos,
mesmo em pesadelos a um final um meio um começo,
adivinho cada movimento e tudo apaga se com
divindade das suas vidas inapropriadamente... puro vento.
qual busca desse destino que floresce pelas tuas falhas....
nenhum sentimento pode ser declarado...
por meio de tantas coisas se passaram ou vou passar,
sempre com motivos e propósitos...
abandona los fazia parte do um tudo menos em lugar...
minhas memorias sempre estarão num universo,
do qual sou integrado, para que passar um tempo?
me pergunto e resposta sempre mesma!
que valores são esses diante ao tempo...
são meras o partido do momento que sou...
passageiro de uma época dolente a seus princípios,
o real momento são particulares aos monstros,
que moram dentro de cada um então por nada,
reascendo meus motivos pela existência,
mesmo nessa vanguarda de decadência,
o fogo não se apagou nunca se pagará...
mesmo diante da inocência da variação de meus sonhos,
realidade é fonte de amargas consequências,
equivalente a orbitante dadiva navegante,
sem portos ou sem mares apenas estagnados sentidos,
sensatos nenhuma voz diria que mar seco,
um dia manteve a vida em patamar de elite,
no entanto que diria as vargens do tempo,
com uma mensagem ao passageiro que ao movimento
o desejo atroz é excremento de teus pensamentos,
pelo que dizer de passado pelo fel?
de escravistas de uma expressão passada,
poucas cores nessas sensações relevadoras,
pouco importaram pois a passagem é obscura,
porem um passagem de uma nova realidade.
por celso roberto nadilo
TEUS OLHOS
Quando meus olhos te viram,
E dentro dos teus sentiram,
Esse olhar, tão doce e terno
Os meus olhos, sucumbiram,
E a esse olhar, e sentiram,
Que o amor seria eterno.
Teus olhos, doce encanto
Que envolvem, como um manto,
Esse teu rosto perfeito
Esses teus longos cabelos
Que nesses ombros tão belos
Repousam, como num leito.
Teu olhar, de tão profundo
Entra de vez, no meu mundo
E dentro dele, fiquei
Pois dentro do teu olhar
Se abrira, de para em par
O que sempre imaginei.
Quando para ti olhei,
E teu olhar fixei,
Todo eu estremeci
E aí, logo senti
E nos teus olhos, me perdi
E por ti me apaixonei...
Espero um dia, sentir pequenas gotículas do orvalho escorrendo sobre meus dedos, deslizando-se e fazendo-se calmas, me trazendo pontadas geladas daquela chuva de orvalho que já foi embora. Este dia, será aquele indispensável que nos faz refletir sobre o quão bom é ser livre. Quero exclamar interrogações de dúvidas e reticenciar as respostas, eu só quero este momento para que eu demore em seu leito.
Esqueço meus olhos nos teus na esperança que um dia você note e sinta que meu esquecimento é somente o desejo de me fazer notar.
