Quase Namoro

Cerca de 11227 frases e pensamentos: Quase Namoro

⁠Quando a sua Fé é ameaçada, provada e pressionada até quase se romper, o resultado é uma maior capacidade de suportar.

Inserida por KamillaMoreira

⁠Infelizmente, estamos cegos para quase tudo que está em nosso interior. Só enxergamos o que nos é conveniente.

Inserida por LucianoSobral

A quimioterapia é um procedimento que se propõe matar células cancerígenas e quase o paciente também.

Inserida por GoisDelValle

A vida da gente é quase sempre como um carrossel.
As vezes gira. As vezes para. Mas sempre na mesma direção. Girando e proporcionando risos de felicidade.

Inserida por GoisDelValle

Quase ninguém é tão leal tanto quanto falseia a lealdade.

Inserida por GoisDelValle

Quase 100% da população se acha invejado, e quase ninguém se sente invejoso. Onde estão os invejosos?

Inserida por GoisDelValle

“Você Não Está Perdido — Está Desconectado”


Capítulo I — O quase nada No começo, não parecia importante. Era só uma sensação fina, dessas que passam entre um pensamento e outro, como vento entrando pela fresta da janela.
Não doía, não alegrava — apenas chamava. Um chamado baixo, quase educado, como quem bate na porta e já vai se afastando.
A vida seguia no automático: café quente demais, ônibus cheio, conversa repetida. Tudo funcionando… mas algo não encaixava. Não era falta. Também não era excesso.
Era um quase.Quase inteiro. Quase satisfeito. Quase em casa.
E o curioso é que ninguém ensinou a desconfiar do “quase”. A gente aprende a fugir da dor, a correr atrás do prazer, mas raramente alguém avisa que o perigo mesmo mora nesse meio-termo silencioso.
No lugar onde nada grita, mas algo insiste. Foi aí que começou — não com um acontecimento, mas com uma pergunta sem forma. Uma pergunta que não pedia resposta imediata. Só pedia coragem pra não ser ignorada.


Capítulo II — O barulho que não vinha de fora Com o tempo, o mundo ficou mais barulhento. Ou talvez sempre tenha sido — e só agora os ouvidos cansaram.
Notícia, opinião, conselho, regra, fórmula pronta.
Gente dizendo quem você deveria ser, onde deveria chegar, quanto deveria sentir. Mas o incômodo não vinha daí. Era estranho perceber que, mesmo no silêncio da madrugada, algo continuava pulsando. Não era ansiedade. Não era tristeza. Era um tipo de inquietação lúcida. Como se uma parte de você estivesse acordada há anos, esperando o resto perceber.
No Norte, chamariam isso de assombração da alma. No Nordeste, talvez fosse aperreio manso. No Sul, um desassossego quieto. No Sudeste, só mais uma coisa engolida pela rotina. No Centro-Oeste, aquele vazio largo, igual estrada sem placa. Mudam os nomes, mas o sentimento é o mesmo: quando o barulho externo diminui, o interno pede vez.
E ele não aceita distração — aceita escuta.


Capítulo III — A travessia invisível Nem todo caminho tem placa. Alguns começam quando você para de fugir. Outros, quando cansa de agradar. Há travessias que não mudam endereço, emprego ou status — mudam o jeito de pisar no chão. Você começa a perceber detalhes: O jeito como segura o copo. As palavras que escolhe engolir. Os sonhos que deixou pra depois sem marcar data. É desconfortável. Dá vontade de voltar. A mente tenta negociar: “deixa isso pra lá, tá tudo funcionando”.
Mas você já sabe — funcionar não é viver. Nesse ponto, algo curioso acontece: a curiosidade vence o medo. Você não tem todas as respostas, mas sente que seguir é menos perigoso do que ficar. E pela primeira vez, em muito tempo, não é o mundo que puxa você — é você que dá o passo. Pequeno. Tremido. Verdadeiro.


Capítulo IV — Quando tudo começa a fazer sentido (sem explicar tudo) A alegria não chega em forma de fogos. Chega como alívio. Como quando você solta o ar sem perceber que estava prendendo. Não é euforia — é clareza. Você começa a rir de coisas simples. A música bate diferente. O dia continua difícil, mas agora tem propósito. As pessoas não mudam tanto… quem muda é o lugar de onde você as enxerga.
O mistério não se resolve. Ele amadurece. E é aí que mora a graça: perceber que não era sobre encontrar algo perdido, mas sobre lembrar de algo esquecido. Algo que nunca saiu de você — só estava soterrado por expectativas alheias, comparações injustas e pressas que não eram suas. Em cada canto do Brasil, alguém está vivendo esse mesmo instante agora. Cada um com seu sotaque, sua história, sua luta. E ainda assim… iguais na essência.


Capítulo V — O nome que você já conhece No fim, não há revelação grandiosa. Não tem luz descendo do céu nem frase de efeito pra postar. Só um entendimento calmo, firme, irreversível. Você não estava perdido. Estava desconectado. E aquilo que parecia mistério demais, complexo demais, distante demais… sempre foi íntimo.
Tão íntimo que o óbvio passou despercebido. A alegria que surge agora não vem de fora. O ânimo não depende mais do acaso.
A curiosidade vira combustível, não angústia. E quando alguém perguntar o que mudou, você talvez não saiba explicar. Vai sorrir de canto, respirar fundo e pensar: “Nada mudou… eu que finalmente cheguei.”


Capítulo VI — O nome do que nunca foi vazio Chega um momento em que a pergunta muda de tom. Ela deixa de ser “o que falta?” e vira “por que eu me afastei?” Porque nunca foi vazio. Foi abandono interno. Você percebe que passou anos entregando sua atenção, sua força, seu tempo e sua fé para tudo — menos para si.
Viveu cumprindo papéis, sustentando imagens, mantendo estruturas que não te sustentavam de volta. Aquilo que parecia inquietação era, na verdade, você tentando se encontrar. Aquilo que parecia desconforto era resistência à mentira confortável. E aquilo que chamavam de crise… era lucidez nascendo. Não foi o mundo que te confundiu. Foi você que se afastou de quem era para sobreviver.


Capítulo VII — O dia em que tudo se encaixa sem aplauso. A revelação não acontece em palco. Ela acontece em silêncio. Num dia comum, você entende: não precisa mais provar nada. Não precisa correr atrás de aprovação. Não precisa ser visto para existir. Você entende que ninguém viria te salvar, porque nunca foi sobre resgate. Era sobre assumir o próprio lugar. E isso dói — porque assumir o próprio lugar exige abandonar desculpas, dependências emocionais, expectativas herdadas e versões menores de si mesmo.
Mas, junto da dor, vem algo raro: paz sem anestesia. Uma paz firme, adulta, que não depende de circunstância. Uma alegria que não faz barulho, mas não vai embora.


Capítulo VIII — O que tudo isso sempre foi. Tudo isso sempre foi sobre retomar o comando. Sobre sair da vida reativa e entrar na vida consciente. Sobre entender que liberdade não é fazer o que quer — é não ser refém do que não escolheu. Era sobre parar de fugir de si. Parar de negociar a própria essência. Parar de chamar sobrevivência de vida. Quando isso fica claro, algo muda para sempre: você não aceita menos do que verdade. Nem em relações. Nem em caminhos. Nem em si mesmo.


Capítulo IX — O grito Escuta. VOCÊ NÃO ESTÁ ATRASADO. VOCÊ ESTAVA DISTRAÍDO.
O que te disseram que era impossível era só difícil demais para quem vive anestesiado. Você não nasceu para caber. Nasceu para habitar. Não foi fraco por sentir demais. Foi forte por aguentar tanto tempo desconectado. Se você sente esse chamado agora, não ignore. Ele não vem para confundir — vem para libertar. A VIDA COMEÇA QUANDO VOCÊ PARA DE PEDIR PERMISSÃO PARA SER QUEM É. Eu atravessei. Doeu. Mas valeu. E se você está lendo isso com o peito apertado e a mente desperta, saiba: não é coincidência. É o seu momento.


ALERTA FINAL — A IRREVERSIBILIDADE DA CONSCIÊNCIA Depois que você começa a se conectar consigo mesmo, não existe mais volta inocente. Você pode tentar retornar à distração.
Pode fingir que não viu. Pode mergulhar de novo no automático, nas relações rasas, nas escolhas que anestesiam, nas versões menores de si. Mas não será como antes. Porque antes você não sabia. Agora você sabe. E quando alguém escolhe a inconsciência depois da lucidez, o peso é maior.
A inquietação não sussurra — ela cobra. O desconforto não é mais “quase” — é consciente. O silêncio deixa de ser vazio e vira confronto. Voltar não devolve você à ignorância. Coloca você em conflito. E o conflito de quem já despertou é mais intenso, mais profundo, mais difícil de silenciar. Não porque exista punição mística — mas porque existe clareza.
Depois que a verdade é reconhecida, toda fuga vira traição interna. Toda escolha incoerente grita. Toda mentira confortável machuca em dobro. Você pode se afastar de si… mas cada afastamento após a reconexão exigirá muito mais energia para reparar. Não é sete vezes mais difícil por superstição. É sete vezes mais difícil porque você estará lutando contra aquilo que já reconheceu como verdade.
É remar contra si mesmo. É tentar apagar algo que já foi visto com nitidez. A consciência, uma vez ativada, não aceita ser reduzida. Ela cobra alinhamento. Por isso, antes de iniciar essa travessia, entenda: isso não é curiosidade passageira.
Não é fase. Não é leitura inspiradora.
É ruptura.
E quem rompe com a própria ilusão nunca mais consegue viver confortável dentro dela. Se você começar… vá inteiro. Porque depois que você acorda, voltar a dormir não traz paz — traz conflito.
E conflito consciente custa caro demais.

Inserida por MIGUELROCHA0101

⁠As pessoas quase sempre se comportam em oposicão a o que é melhor para elas. Ariscam suas vidas para sentir alguma coisa diferente.

Inserida por AlcidioMagenge

⁠Um amor ou um meio amor?


Amor que sinto com pouca e muita intensidade,
meio a meio, quase nada.
É isso que você faz me sentir:
muito amada, às vezes só desejada.
Um dia sou tudo,
no outro, sou nada.
Como sempre, quase nada.
Elogios ouço e leio como se fossem apenas palavras
escritas para preencher um vazio,
mas não sinto nada.
Quero presença,
quero atitudes,
que todos falam por falar ,
mas eu continuo sentindo:
amada, ou meia amada,
e tem dias em que sou quase nada.

Inserida por Sabrinamali

Até Quando

As dores eram seculares
A cura quase instantânea
Prosseguiu apesar dos falares
Não respondia, apenas engolia

Escondia se no riso
E perdia o sorriso,

Não mais chorava
Ninguém se importava
A mudez do olhar
Revelava lágrimas por derramar

A face, o que todos queriam ser
No coração, o que ninguém quer ter

Foi submissa até quando ...
Chorou para restaurar o sorriso
Por fim decidiu ser feliz
Descobriu que poderia ser o que decidir ser.

Inserida por CupesNazare

A vida é "Quase toda sua",
Seja responsável não só pela sua vida no que ela pode fazer por você ,mas no que ela faz pela vida de outros!
Todas as nossas escolhas sempre vão interferir na vida de outras pessoas!

Inserida por MarcileneDumont

Todos temos defeitos,uns mais, outros menos ,outros quase nada, mas temos! Agora, a capacitação de fazer o que DEUS quer não é definido por pessoas, quando DEUS te chama, ele te chama!

Inserida por MarcileneDumont

Se é pra dar um prato de comida, não dê quase estragando ou envenenado. Se é pra dar um cobertor, não dê furado, cheio de buracos, em trapos. Isso não é caridade, isso é descarregar o lixo em pessoas necessitadas. E ainda tem pessoas que se exaltam por "ajudar" pessoas e pessoas. É pura conveniência ter que jogar o lixo e aparecer alguém para leva-lo... Alguns chamam isso e outras coisas, situações e gestos...de caridade!

Inserida por MirlaSantos

Calma... Tanta pressa...
Pra quem andava preenchido de quase nada.
Com preguiça de amar.
De construir, de transformar.

Tanta urgência...
Pra quem preferia encher o bolso ao invés do coração.
Que nem se importava mais com abraços e beijos.

Tudo a nossa volta se trata de prisões.

Agora nos damos conta que já faz um tempo que andamos entre as pessoas carregando cadeados.

Agora, não derrepente, nos desespera a vida.

E mesmo compreendendo o mínimo do que é não poder, o que é findar-se. Mesmo assim, estamos aprisionando a tudo que se move, que se liberta.

Tanta pressa...
Pra continuarmos destruindo o que nos alimenta e cura.
Emergenciando sobre a terra, cimento e cal.

Um dia, talvez, nem sobre espaços para os sete palmos de cada ambição.

Então, não deixe as coisas nada urgentes te acorrentarem.

Calma...
Apenas pare um pouco e respire.

Texto: #mirlacecilia
Imagem: #escapingyouth

Inserida por MirlaSantos

Beijo Calado

O beijo é pra tudo…
Chegada… despedida…
Encontro... Saudade...
O beijo é quase mudo...

Beijo de quem se conhece
Beijo de quem não se conhece
Beijo pra se conhecer
Beijo de se enlouquecer

Tem beijo estralado...
Beijo de selo...
Beijo com zelo...
Beijo Molhado...

Tem beijo que se esquece...

Tem beijo que palpita...
Tem beijo que estremece...
Tem beijo que excita...
Oque não pode...
É deixar o beijo ficar calado !!!

Inserida por rafevalente

Quase todos os sistemas religiosos ensinam a respeito de Cristo, mas o verdadeiro cristianismo ensina a sermos totalmente dependentes d'Ele, a examinarmos e obedecermos aos Seus princípios.

Inserida por AngelaCaldas

⁠O relativismo nem sempre é bom, enquanto o fundamentalismo quase sempre é ruim.

Inserida por Marinaferlete

Os limites da insanidade humana, são desconhecidos, mas as consequências dos atos, quase sempre são previsíveis!

Inserida por Pr_Elcio_Meneses

Nesse mundo natural quase tudo está fundado na matemática e, ela é uma das poucas coisas que o homem não consegue burlar. Então cuidado, toda ação ou omissão leva a um resultado. Calcule os riscos!

Inserida por Pr_Elcio_Meneses

Segunda canção do peregrino

Vencido, exausto, quase morto,
cortei um galho do teu horto
e dele fiz o meu bordão.

Foi minha vista e foi meu tacto:
constantemente foi o pacto
que fez comigo a escuridão.

Pois nem fantasmas, nem torrentes,
nem salteadores, nem serpentes
prevaleceram no meu chão.

Somente os homens, que me viam
passar sozinho, riam, riam,
riam, não sei por que razão.

Mas, certa vez, parei um pouco,
e ouvi gritar:-"Aí vem o louco
que leva uma árvore na mão!"

E, erguendo o olhar, vi folhas, flores,
pássaros, frutos, luzes, cores...
-Tinha florido o meu bordão

Inserida por DnaCydinha