Quase Namoro
Já caminhei por dentro das minhas próprias sombras e quase me perdi nelas. Mas escolhi renascer. Hoje sou uma mulher de coragem silenciosa, de sorriso leve e alma indomável.
Feita para proteger, amar e enfrentar o que vier.
Meu Monstro Interior vive adormecido
Mudo, calado, quase sempre entorpecido
Observando e absorvendo as lutas diárias
Não querendo alimentar-se de raiva, ódio e carne em muitas navalhas.
Lutar é sempre preciso... e eu sei não há abrigo... no peito do meu inimigo.
Saído do conto de um livro de terror não posso libertar meu Monstro Interior...
Eu vejo.
Vejo com meus olhos que desvendam a alma,
com aquele olhar que eu quase posso tocar.
Vejo um olhar,
vejo admiração,
vejo tristeza,
vejo satisfação.
Vejo o sol.
As ruguinhas no nariz quando sorri,
o sorriso,
os olhos que se puxam.
Cada pintinha que eu decorei
como constelações.
E eu desenhei —
fiz você em minha memória.
E é só aqui
que você pode ficar.
Ana.
Coisas que quase ninguém sabe, os Imigrantes Italianos, Japoneses, Espanhóis, Alemães, Poloneses, e outras etnias, vieram para o Brasil para cobrir a falta da mão de obra Escrava após o fim da Escravidão.
Então que fique bem claro: Quem escravisou os NEGROS foram os Portugueses, nós, filhos, netos, bisnetos, tataranetos de Imigrantes não temos nada de divida com os Negros!!!!
Nem todo recomeço é bonito. Às vezes ele nasce da dor, do cansaço, do quase. Aprender a soltar o controle. Fazer a sua parte e deixar o universo agir. Tem horas que não é sobre fazer mais… é sobre soltar.
sofrendo ...
Em determinados momentos, senti-me interiormente apagado, quase como se minha vitalidade estivesse diminuída. Nas sextas-feiras, quando o mundo lá fora parecia vibrante e cheio de vida, eu me recolhia para tentar ocupar a mente e evitar pensar na possibilidade de outra pessoa ocupar o lugar que eu desejava ser meu.
Em silêncio, imaginava que, ao passar em frente ao seu endereço, ainda restasse em você a lembrança do olhar que eu dedicava a você. Quando me perguntava “o que houve?”, eu respondia que nada, embora internamente houvesse um receio: o medo de ter perdido você num momento de fragilidade, o medo de que o amor tivesse se dissipado sem que eu percebesse.
Mesmo ciente de que outra pessoa ocupava seus dias, continuei a nutrir um amor intenso por você, acreditando que sua ausência seria temporária. Essa esperança se baseava nos seus gestos e olhares. A vida, de fato, nos trouxe novamente juntos, embora por tempo insuficiente para que eu pudesse demonstrar as mudanças pelas quais passei. Quando percebi, tudo havia terminado novamente.
Agora, resta-me aprender a conviver com a solidão e aceitar que o sonho que alimentei transformou-se em silêncio e tristeza, um “para sempre” incerto.
Se eu soubesse que aquela última ocasião juntos seria um adeus disfarçado, teria valorizado cada instante, abraçando você com calma e atenção, absorvendo a paz que você transmite e que hoje me falta.
Tenho fé de que o que você sente não decorre de desinteresse, mas de um conflito interno que poderá ser superado com oração, força e determinação. Reconheço a mulher forte que luta para se reerguer, e estou ao seu lado nessa jornada, acreditando que, mesmo diante das adversidades, encontraremos serenidade.
Jamais deixarei de estar presente, sempre disponível para apoiar você, pois este sentimento que nos une é profundo e verdadeiro.
Se um dia eu partir, sei que minha alma permanecerá, com dívidas a serem reparadas e a missão de restaurar o que foi destruído. O amor é a razão pela qual permaneço firme e resiliente.
Embora a dor e a angústia sejam presentes, estou empenhado em superar esses desafios, com fé e determinação.
O que mais dói é saber que nunca seremos exatamente como antes, mas meu amor permanece intacto. Nunca tive a intenção de causar sofrimento e desejo que, com o tempo, haja perdão e renovação.
Finalizo pedindo que tudo o que nos faz mal seja superado e que nossas almas se fortaleçam para buscar a felicidade que almejamos.
Com todo o meu respeito e consideração
Quase todos os dias penso no trapezista, caminhando por sua vida, que nada mais é do que um fio fino e delicado. Um movimento em falso, uma promessa na qual possa acreditar, até mesmo um olhar pode lançá-lo ao abismo, onde a existência colide com a realidade.
Nem todos enxergam o fio.
Para muitos, o trapezista parece apenas seguir em frente, firme, quase seguro. Há quem admire sua coragem, sem perceber que não há escolha apenas a impossibilidade de parar.
E, ainda assim, ele segue.
Não porque acredita que chegará ao outro lado, mas porque aprendeu, cedo demais, que olhar para baixo é o verdadeiro começo da queda.
Renovar é silencioso.
A vida se refaz no detalhe,
no que quase passa despercebido.
Olhar para o simples é enxergar
o que é real.
Há coisas que faço com grandeza quase ofensiva — levantar ruínas, atravessar vendavais, carregar mundos nas costas. E, no mesmo corpo, existe o sujeito que trava diante do pequeno: lavar a louça, lavar o corpo, lavar a alma — e nada ficar realmente lavado. A pia continua cheia, a pele continua cansada, e a alma… essa sempre deixa um canto por esfregar.
De vez em quando, meus monstros me chamam para a caverna. Eles têm boa dicção, argumentos sedutores, promessa de silêncio. Os pseudo-anjos, esses, são piores: falam em luz, mas deixam tudo enevoado; abrem a boca e não esclarecem nada — só criam sombras com asas brilhantes. Vivo assim: entre o que me salva e o que me consome, entre o que me ilumina e o que me incendeia. Um clarão que, às vezes, vira labareda.
Dentro de mim, a vida e a morte conversam. A morte que pede fôlego, a vida que implora descanso. As dores anunciam sua chegada sem som — e quando finalmente tento dizer, ninguém entende a língua em que sangro. Falo em metáforas, gaguejo verdades, engulo gritos. E sigo juntando frases soltas: as tuas, as minhas, as que se quebram antes de virar sentido. Somos dois que viram quatro, e cada um deles puxa um fio do mesmo corpo.
Muita gente em mim. Tão pouca gente pra mim. Por mim?
Minha voz anda rouca de tanto gritar por dentro. E, no entanto, aqui estou: 30 gotas de Rivotril, uma trégua temporária, mais uma noite sem enlouquecer. Amanhã acordo de novo, inteiro o suficiente para existir, firme o suficiente para não pedir licença, atento o bastante para não pisar nos ovos dos pintinhos que nunca rompem a casca.
Porque, apesar de tudo, ainda escolho viver. Mesmo quando viver parece demais para um dia só.
A humanidade desfila na beira do precipício,
Não que seja novidade, para nós é quase um vício.
A mesma ciência que ajuda salvar vidas
É a que estuda formas mais eficientes de atirar para a tirar.
É fato que o conhecimento não tem lado,
Mas o que fazemos é acelerar com o freio de mão puxado.
É fato que amamos odiar, a guerra nos motiva a avançar.
O caos é uma festa em que adoramos dançar;
Somos atraídos por ele, à meia-noite uma bomba nuclear.
O tempo passa e buscamos motivos para nos isolar.
Povo diferente? Mais um souvenir.
Pouco importa discernir,
Troca de presentes — às vezes nem é isso,
Só consumismo barato, disfarçando xenofobia e racismo. No fim turismo,
Aproveitando a feira do outro lado da fronteira.
Um mesmo ser, detalhes nos impedem de conviver.
Assim que as bombas estourarem, não haverá mais divisão,
Finalmente a igualdade: o fim de toda a civilização.
Não é o ideal, mas é a sentença do tribunal
Onde somos réus, carrascos e vítimas.
O lobo correndo atrás do próprio rabo,
Pois, bem como disse Hobbes: “O homem é o lobo do homem”.
No fim todos morrem.
sozinha
já não é ausência
amadurece em silêncio
quase doce
quase liberdade
penso no que nasce
quando ninguém atravessa
minha produção sem ruído
sem moldura alheia
sem o peso do olhar que mede
o que surge de mim
talvez seja mais cru
mais meu
descubro
sou eu
Lilian Morais
De mim pra VOCÊ. (Um pronome quase definido).
Tudo começou há um tempo atrás, Um tempo em que pensei finalmente estar em paz.
Foi quando percebi que tudo era uma ilusão, Ilusão que aos poucos só féria o meu coração.
Foi quando decidi, parar de acreditar no que mais queria crer mesmo sem encontrar VOCÊ.
Foi aí que VOCÊ apareceu em meu viver.
Pude então perceber que VOCÊ já estava aqui, Aqui dentro do meu coração.
Quase me enganei, Quase que não percebi, que o meu coração precisa só de ti.
Foi quando percebi, que tudo era uma ilusão, Ilusão que aos poucos só féria o meu coração.
Foi quando decidi, parar de acreditar, no que mais queria crer mesmo sem encontrar VOCÊ.
Foi aí que VOCÊ apareceu em meu viver.
Pude então perceber que VOCÊ já estava aqui, Aqui dentro do meu coração.
Eu nunca perco
esse meu estranho vício,
quase febre, quase delírio,
de acreditar na poesia do viver.
E então,
como um tsunami indomável
de sentimentos e emoções,
arrebento em mim mesma,
invado minhas próprias margens,
transbordo…
e sigo,
encravada,
cravada mesmo,
como farpa na carne do tempo,
nos versos da vida.
✍ @MiriamDaCosta
"As circunstâncias podem ser grande em sua vida, mas o que faz elas serem quase indestrutíveis ,são suas palavras ,pois suas palavras negativas criam um ambiente o qual se levantar contra você "
Quando alguém tenta retificar o homem, quase sempre colide com tudo aquilo que vive da deformação dele.
A turba já começou,os plenipotentes idiotas a plebe subjugou,quiseram nos esfacelar quase nos escalvam como a vegetação.
Linha do tempo
Quando nos vemos quase no começo do fim
na metade da linha do tempo
do limite da existência de um ser
começamos a avaliar nossas realizações
pensa no que não devia ter feito
pensa no que deveria ter feito
Tempo perdido?
De modo algum,
olhe para a outra metade da linha do tempo
construa seus desejos e sonhos
use sua experiência,
o que só você pode fazer
por que essa é sua vida
viva!
como amei?
se nem a mim mesma amava, quase impóssivel de ser verdadeiro esse amor, por isso magoado foi.
aquilo que nem deseja a ti mesmo como desejas ao teu próximo?
