Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
Para que tomar remédio, se vc tem a natureza para te curar😘
Muito mais saudável, natural e não tem contra indicação: se não utilizar em excesso...
Aproveite o poder da natureza que Deus deixou para todos
O nosso sistema nervoso é mais poderoso do que as nossas palavras e pensamentos
Porque ele é energia pura e pemite manifestar as frequências que está em nosso íntimo...
O Campo quântico entra em ressonância e materializa essa vibração que está em nossa mente.
Por colonização do Brasil logo após o descobrimento, que foi na verdade, pelos portugueses mais um tipo sórdido de ocupação e exploração, por que não se descobre nada que já existe, e com uma gigantesca nação indígena e uma rica e diversificada cultura dos povos originários, seguiu se a evangelização em "terras brasilis" e por conseguinte as primeiras escolas erigidas pelos sacerdotes. Sendo assim, nunca houve no inicio uma escola que não tenha nascido a sombra de uma Igreja e com uma pedagogia estritamente católica. Por conta disto, não existe a menor possibilidade de estudar historia no Brasil sem uma compreensão ampla e clara da própria historia litúrgica católica.
O momento mais difícil da minha vida serviu para moldar um caráter inabalável e inquebrável, ganhando resiliência e propósito através da dor.
O ser humano inventou redes para nunca mais estar sozinho e descobriu que uma rede também pode ser uma arquitetura sofisticada de isolamento.
Tal qual a natureza, não há nada mais lindo do que a diversidade dentro da unidade humana. O preconceito apaga belezas.
Tem uma música que diz: aquilo que doía, agora não dói mais.
Ah quem me dera não doesse mais a sua ausência que aconteceu de forma tão tragica. Quase inexplicável. Doi e doi muito.
o dom de me apaixonar por você outra vez.
O mais estranho é que eu nunca terminei de me apaixonar por você.
Eu apenas fui mudando o jeito.
No começo, bastava pouco.
Um olhar demorava um segundo a mais e alguma coisa dentro de mim já encontrava morada. Uma conversa se estendia pela noite e eu descobria que gostava da maneira como você ocupava o tempo. Gostava do seu jeito, da sua presença, das pequenas coisas que, naquele momento, pareciam pequenas demais para saber que um dia seriam enormes.
Depois veio outra versão sua.
E eu me apaixonei de novo.
Não pela lembrança do que você tinha sido, mas por aquilo que você estava se tornando diante dos meus olhos. Algumas coisas mudaram. Outras permaneceram exatamente onde estavam. E eu descobri que também sabia amar suas mudanças.
Me apaixonei pela mulher que você se tornou.
Pelas novas manias.
Pelas novas palavras.
Pelos novos silêncios.
Pelo jeito diferente de olhar para determinadas coisas.
Me apaixonei pelo que aprendi sobre você e, principalmente, pelo que ainda não sabia.
Depois me apaixonei outra vez.
E outra.
E outra.
É quase engraçado pensar que eu poderia conhecer alguém tão profundamente e, ainda assim, continuar encontrando lugares desconhecidos.
Como se você tivesse sido escrita em capítulos que o tempo insiste em reescrever.
Eu volto para a mesma pessoa e encontro outra paisagem.
O mesmo sorriso, mas com outra história por trás.
Os mesmos olhos, mas carregando coisas que antes não carregavam.
A mesma voz, dizendo coisas que eu nunca tinha escutado daquele jeito.
E eu me apaixono.
De novo.
Não porque esqueci o que senti antes.
Justamente porque lembro.
Lembro de cada versão de você que passou por mim e percebo que nenhuma delas precisou morrer para dar espaço à próxima.
Elas ficaram.
Ficaram em mim.
E talvez seja por isso que o meu amor nunca pareceu uma linha reta. Ele se parece mais com uma espiral volta ao mesmo ponto, mas nunca exatamente na mesma altura.
Eu volto para você e sinto coisas que não sentia antes.
Presto atenção em detalhes que antes passavam despercebidos.
Entendo gestos que um dia não compreendia.
Encontro beleza em coisas que antes sequer sabia observar.
E penso que me apaixonar por você novamente não significa repetir o que já vivi.
Significa viver de outro jeito aquilo que ainda continua sendo você.
Eu me apaixono pela sua força.
Depois pela sua delicadeza.
Pelo que você mostra.
Depois pelo que guarda.
Pela sua presença.
Depois pela falta dela.
Pelo que você foi comigo.
Pelo que é agora.
Pelo que ainda está aprendendo a ser.
E continuo descobrindo maneiras.
Essa é a parte que mais me impressiona.
Eu poderia passar anos tentando explicar o que sinto e, ainda assim, bastaria você mudar uma pequena coisa no jeito de existir para eu encontrar uma palavra nova.
Um sentimento novo.
Uma forma nova de ficar.
Meu amor por você não precisou ser recuperado porque nunca foi embora.
Ele só ficou quieto em alguns lugares.
Esperou outras fases.
Aprendeu outras formas de respirar.
E quando você apareceu de novo, ele não precisou ser chamado.
Reconheceu você.
Como se soubesse exatamente onde estava.
E foi assim que aconteceu mais uma vez.
Eu me apaixonei.
Sem precisar esquecer das vezes anteriores.
Sem precisar escolher qual versão sua amar.
Amei a que chegou.
Amei a que mudou.
Amei a que permaneceu.
Amei a que eu conheci por acaso em pequenos detalhes.
E sigo amando a que ainda estou descobrindo.
Porque o que sinto por você não parece ter sido feito para caber numa única experiência.
Ele se repete sem ser repetitivo.
Volta sem ser o mesmo.
Recomeça sem ter acabado.
E toda vez que penso que finalmente entendi como é amar você, alguma coisa acontece.
E talvez não, com certeza, eu esteja muito ocupado sendo seu para me apaixonar por outra pessoa*
Você sorri de um jeito diferente.
Diz alguma coisa que eu nunca tinha ouvido.
Me olha por alguns segundos a mais.
E pronto.
Lá estou eu outra vez.
Me apaixonando por você.
Pela mesma pessoa.
Pelo mesmo amor.
Por uma versão que eu ainda não conhecia.
Assim mesmo, redundante como sou, e mesmo sendo.
E, pela primeira vez, não quero descobrir onde isso termina.
Quero descobrir quantas vezes ainda vou conseguir me apaixonar por você antes de perceber que, no fundo, nunca parei.
Tenho visto em mim mais das pessoas que por aqui passaram, me pergunto se o passado me prende por maldade ou por medo e vaidade de me esquecer completamente do estrago, que por mas vezes vivi e que também me causaram!
O compasso hoje desafinou de um jeito mais quieto, tipo quem finalmente entende que o relógio de verdade não é o meu.
O que mais me preocupa e
envergonha no Brasil não é a indigência social, mas sim a indigência intelectual, moral e política.
.
Afirmar que uma operação com mais de 100 mortes é um sucesso... É no mínimo deficiência cognitiva somada à puro sadismo caracterial ...
Assim como dizer que criticar as dezenas de mortes é defender criminoso... que os mortos foram poucos... que todo mês deveria ter uma operação como essa... é sinônimo de sociopatia ... um distúrbio da psique humana , muito atual nessa sociedade gravemente doente...
Usar a inteligência , desde o combate ao crime até a interpretação do nefasto resultado... não é prerrogativa de uma sociedade cada vez mais longe do entendimento de si mesma e de seus deveres e direitos... que chamá-la de sociedade chega à ser um insulto ao significado do termo...
Mas... quem sou eu para criticar ou julgar os críticos e juízes de plantão...que só enxergam as leis dentro de meio palmo do próprio raciocínio... muito limitado .
Fiquem em paz 🕊 Sejam paz 🕊
✍©️@MiriamDaCosta
A visão e a indignação seletivas dizem muito menos sobre o mundo
e muito mais sobre quem olha para ele.
Pensar isso é reconhecer que, muitas vezes,
a indignação não nasce da injustiça em si,
mas da conveniência.
Indigna-se quando dói no próprio território,
silencia-se quando o dano beneficia, protege ou confirma crenças.
A visão seletiva é uma forma sofisticada
de cegueira:
olha, mas não vê;
vê, mas escolhe esquecer.
E o que dizer?
Que a indignação seletiva não é ética,
é estratégia.
Não é consciência,
é cálculo moral.
Não é empatia,
é espelho.
Ela grita contra certos absurdos
enquanto cochicha cumplicidades
diante de outros.
Aponta o dedo com uma mão
e tapa os próprios olhos com a outra.
Talvez a frase mais honesta seja esta:
Quem escolhe quando se indignar
já escolheu de que lado não está.
✍©️@MiriamDaCosta
Cada médium é responsável por suas escolhas, seus erros, seus vícios
e por tudo o mais que lhe compete.
Entidade nenhuma pode (nem deve!)
exercer a prerrogativa do livre-arbítrio do médium.
As entidades fazem muito por seus médiuns, mas, se o médium não faz a sua parte,
não se deve interrogar a ação nem a responsabilidade da entidade, seja ela qual for.
Ajuda-te, e Deus, os Orixás, os Santos e as Entidades te ajudarão.
Cada médium responde por si.
Pelas escolhas que faz, pelos erros que repete, pelos vícios que alimenta.
Nenhuma entidade invade o território do livre-arbítrio.
Nenhuma assume culpas que não lhe pertencem.
Entidades sustentam, protegem, orientam.
Mas não vivem a vida no lugar do médium.
Não escolhem por ele.
Não caem por ele.
Quando o médium se omite, tropeça ou se corrompe, não é justo (nem honesto!)
apontar o dedo para o sagrado.
Espiritualidade não substitui caráter.
Fé não anula responsabilidade.
Ajuda-te.
Porque só então Deus, os Orixás, os Santos e as Entidades podem te ajudar.
✍©️ @MiriamDaCosta
Assim, ela externou o seu desejo mais profundo:
— Deem-me um mundo de caneta e papel,
onde eu possa escrever,
e vos darei um universo de palavras.
Riram. Risos fáceis, largos,
e alguém, com gosto de deboche
na boca, interrogou:
— E que diabos fazemos com palavras?
Os risos cresceram, ecoaram como pedras ocas.
Até que ela respondeu:
— Eu sei!
São só palavras.
Mas quando ditas com alma,
tocam fundo,
como vento na chama.
São só palavras,
mas bordam silêncios,
desatam nós antigos,
selam destinos sem retorno.
São só palavras,
mas algumas ficam,
e viram abrigo
no peito que abriga.
“São só palavras”,
dizem os distraídos
ou os insensíveis.
Mas quem sente o peso delas
sabe do que são feitas:
de lume,
de lâmina,
e de laços infinitos.
São só palavras,
e ainda assim estremecem
como o toque súbito
de uma lembrança
na pele arrepiada da memória.
Carregam silêncios ancestrais,
promessas nunca ditas,
e às vezes,
orações disfarçadas de verso.
São só palavras,
mas movem marés interiores,
resgatam alguém do abismo
ou empurram, sem aviso.
Frágeis como sopro,
constroem catedrais
dentro de quem ouve.
São só palavras,
e mesmo sem cor ou matéria,
pincelam a alma de quem as recebe:
ferem ou curam,
prendem ou libertam.
São só palavras…
e por serem só isso,
tudo nelas é possível.
Entre olhares cabisbaixos e curiosos,
os risos cessaram.
E deram lugar a uma campanha improvável
de arrecadação de canetas e cadernos,
nunca antes vista na pequena aldeia.
Já se falava em mutirão, em paredes,
em mesas, em um espaço onde os escritos
pudessem respirar e ser lidos em voz alta.
Porque, afinal, quando alguém compreende
o peso das palavras, o mundo começa
a pedir caneta e papel..
✍©️@MiriamDaCosta
