Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa

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UMA REFLEXÃO SOBRE OS ÚLTIMOS 5 ANOS... 2021-2026


O CAOS QUE ME TORNOU A MULHER MAIS CORAJOSA QUE CONHEÇO




Eu não sei como começar a escrever novamente, mas vou tentar.
Faz tempo que estou com saudades de escrever sobre muitas coisas.
Os últimos 5 anos foram anos de muita batalha para mim.


Eu morri em todos esses anos, dia após dia, sem saber o meu lugar. Mas, de repente, despertei. De uma tal forma que não consigo enxergar quem eu fui antes disso aqui. Confesso que quebrei as minhas expectativas, e agora estou quebrada por dentro, por causa de tudo o que aconteceu comigo nesses últimos tempos.


Eu nunca tinha pensado em ser tão forte ao ponto de suportar coisas que jamais imaginei passar.


Meu corpo ainda está dilacerado. Após um colapso séptico, que levou meus órgãos a irem embora, nunca mais fui a mesma.


Eles voltaram a funcionar, como se eu fosse uma máquina que precisava de um super mecânico, me energizando e tentando me ressuscitar. E, eu entendi sobre Deus naquela madrugada.


Os sonhos, os símbolos mostrados nos céus, em noites em que eu mal conseguia dormir de tantas dores.


Foi tudo avisado para mim, antes de ocorrer tudo o que me aconteceu.


Eu entendi a onisciência de Deus, o que ele é.
E, eu nunca pertenci a dogmas religiosos, e hoje, me vejo vivendo uma fé laica, livre de qualquer doutrina sistemática.


Deus é energia pura. Eu senti isso. E, desde então, eu não temo mais a morte. Descobri que se ele é eterno, e sou parte fragmentada dele, eu vivo para sempre. A única diferença, é essa carcaça que se desfaz em adubo, e alimento para a terra. Ela é a única coisa que realmente vai embora.


Os sonhos que tive, me fizeram entender que nós como seres imortais, habitando dentro de uma matéria, conseguimos ver e enxergar coisas além do nosso plano físico.


Geralmente, é tudo muito enigmático, mas ainda assim, são avisos sobre a nossa existência por aqui.


Quando tudo começa a acontecer, a gente vai ligando os pontos, é onde as coisas costumam fazer sentido.


Nenhum sonho, é por acaso. Todos eles estão ligados à nossa existência de alguma forma.


Desde 2021 para cá, eu tenho enxergado além do meu alcance, e feito coisas que de algum modo me salvaram do caos interno, de emoções que nunca achei que conseguiria superar.


Em 21 de janeiro de 2022, eu escrevi algo que trouxe a minha liberdade de ser livre. Foi a minha cartada final.
Não achei que fosse conseguir, mas aqui estou.


Mesmo em meio aos prantos, era uma dor que eu carregava por anos.


E, a resposta veio logo em seguida. Era somente daquilo que eu precisava!
Lavar a alma, e me libertar.


Foi então que comecei a enxergar a vida de uma forma, onde percebi que nunca havia dado espaço para isso antes.


Eu me tornei alguém livre!! Livre.


Parei de sonhar, parei de pensar, parei de chorar, parei de escrever sobre, parei de ouvir músicas tristes. Parei de idealizar o que nunca poderia existir. Saí da prisão interna que me oprimia e me fazia parar de viver.


Comecei a valorizar mais quem me ama, e quem eu aprendi a amar, pois o escolhi lá atrás, para tê-lo em minha vida inteira.


Meus olhos se abriram, eu tive um grande despertar.


Eu não conseguia ter paz dentro de mim, por várias vezes, tentei forçar isso a acontecer, mas não é assim que funciona.


Eu tive que colapsar por dentro, tive que me abandonar, tive que parar de viver por muitos anos, tive que esquecer quem eu queria ser, tive que morrer! somente assim eu consegui ressurgir das cinzas.


Eu nunca achei que fosse conseguir.


Eu refiz a caminhada. A trajetória está sendo dolorosa, mas sem mais prisão interna.


Eu tinha ainda tantos traumas, tantas perguntas por fazer, tantas palavras para dizer, tantas coisas para observar no presente, tantas coisas para perceber...


Eu fui a pessoa mais corajosa que eu conheço, e continuo sendo.


Eu passei por tanto, eu enfrentei tudo, eu virei cinzas, enquanto ainda estava de pé.


Eu agradeço a essa força invisível, que eu chamo de meu Pai (Deus) por me sustentar até aqui. Eu não teria me suportado tanto se não fosse ele, me energizando e me dando a força que eu precisava.


Eu sempre tive uma vida difícil.


Violentada fisicamente, e psicologicamente desde a minha infância, e ainda sem conhecer quem eram meus genitores, mesmo no auge da minha maturidade, que eu achava que tinha.


Eu realmente não os conhecia, mas esses anos todos, me ensinaram a ser mais perceptiva, a ligar os pontos lá de trás e não ser mais marionete das maldades deles.


Sofri muito. Sair de casa aos 16, e me tornar mulher à força para conseguir sobreviver, nunca foi fácil.


Agradeço as amizades daquela época, apesar de o tempo ter mostrado coisas que eu jamais gostaria que tivessem acontecido.
Mas, vida que segue. A gratidão permanece aqui, até que a minha memória venha a se findar.


Foram 2 anos vívidos nas casas de familiares. Após sobreviver aos caos que era o lugar onde eu morava desde a minha infância.


Eu fui humilhada, caluniada, difamada, falaram coisas terríveis sobre mim. A conspiração fez parte da minha juventude, assim como as histórias dos Doramas asiáticos.


Eu era julgada, e todos eram manipulados para me odiarem por coisas que nunca fiz.


Mas, assim como nos Doramas, tudo teve uma reviravolta, e o tempo provou que eu sempre fui a mocinha das histórias inventadas.


Eu sabia me defender, mas quem é o culpado, quando todos já o vêem como vilão?


As defesas não significavam nada.




Mas, o tempo é o senhor das conspirações.


E, hoje, sinto orgulho da mulher que sou.


Eu amava com a alma, não era nem com o coração. Por esse motivo, doía tanto.


A minha alma foi curada. Dos traumas, dos medos, dos pesadelos, das mágoas que me fizeram passar, dos anseios. Eu estou realmente em paz.


Eu ainda sinto vontade de abraçar pessoas, mas não sou mais dependente das minhas idealizações.


Eu sei que ninguém permanece igual. Todos mudam, todos se adequam ao seu devido lugar. Estão todos vivendo as suas vidas. Eu posso dizer, que eu estou fazendo tudo aquilo que acho certo.


Eu não sou mais dependente de ficar imaginando atenção de quem sempre dizia "depois eu te ligo, estou ocupada", eu esperava e nunca acontecia.


Me doeu demais. Eu me doava muito. Nada era recíproco!


Aprendi a não esperar nada de ninguém. A confiar verdadeiramente somente em mim mesma.


Eu acredito no que a bíblia diz. Tanto sobre os sonhos, e também sobre confiar!


Assim, a decepção não se torna um medo absoluto.




Estou feliz, vivendo intensamente todos os dias. Agradecendo pelo amanhecer, e na confiança de que tudo já está no lugar certo, exatamente onde deveria estar.


Eu estou esperando me recuperar das 4 cirurgias que fiz, as dores nos órgãos estão á todo vapor, bem inflamados. O fígado dói, às vezes acho que é o pulmão, às vezes passa para debaixo das costelas. Assim estou vivendo, porém creio que vai ficar bom. O tempo dirá.


Mas, enquanto isso, não reclamo, somente agradeço, e sigo em frente.


Nunca pedi para ser forte. Mas, a vida me ensinou a ser sem pedir.


Alinny de Mello 10:37 - 30 de maio de 2026

Talvez a questão mais profunda não seja "por que as pessoas culpam Deus?", mas "que imagem de Deus elas carregam?". Quem vê Deus como um juiz severo tende a interpretar o sofrimento de uma forma. Quem vê Deus como amor incondicional tende a interpretar de outra.

É mais fácil perguntar onde Deus estava durante uma injustiça do que perguntar onde estavam aqueles que poderiam ter impedido essa injustiça. É mais fácil culpar uma força invisível do que reconhecer a própria responsabilidade diante da vida.

Parece que o mundo tem uma obsessão pelos vilões. Os noticiários falam mais dos criminosos do que das pessoas honestas. As redes sociais promovem mais escândalos do que virtudes. O egoísmo chama mais atenção do que a bondade. O barulho sempre parece vencer o silêncio.
Mas existe uma ilusão perigosa nisso tudo.
Os vilões costumam deixar marcas profundas porque causam destruição visível. Já os heróis transformam vidas de forma discreta. Um professor que impede um aluno de desistir dos estudos dificilmente aparecerá nos livros de história. Uma mãe que sacrifica seus próprios sonhos para dar oportunidades aos filhos raramente receberá uma medalha. Um voluntário que alimenta pessoas em situação de fome quase nunca se torna manchete.
No entanto, qual dessas pessoas realmente sustenta o mundo?

Nem sempre quem recebe mais atenção é quem gera mais impacto. Muitas vezes, os verdadeiros heróis vivem sem aplausos. Eles não procuram reconhecimento. Apenas fazem o que precisa ser feito.

O mal faz mais barulho. O bem faz mais diferença.

Se o mundo parece violento, a pergunta mais importante não é o que os outros estão fazendo. A pergunta é: estou me tornando parte do problema ou da solução?

Quando olho para a minha história, percebo que o que mais me marcou não foi apenas a violência que vivi.


Foi a quantidade de responsabilidades que colocaram sobre os ombros de uma criança.


Uma criança deveria estar preocupada em brincar, estudar, fazer amizades e descobrir o mundo. Eu não tive esse privilégio. Desde muito cedo precisei aprender a sobreviver.


Aprendi a reconhecer sinais de perigo antes mesmo de entender muitas outras coisas da vida. Aprendi a identificar mudanças de humor, ameaças e situações que poderiam terminar em violência. Aprendi a proteger meus irmãos quando eu mesma precisava de proteção.


Durante muito tempo, enxerguei isso como força.


Hoje entendo que essa força nasceu da necessidade.


Eu não escolhi amadurecer cedo.


Fui obrigada.


Eu não escolhi me tornar protetora.


Fui obrigada.


Eu não escolhi carregar preocupações de adultos quando ainda era uma menina.


Fui obrigada.


Eu não escolhi conhecer o medo antes de conhecer a segurança.


Fui obrigada.


E talvez seja por isso que, ao longo dos anos, eu tenha desenvolvido uma capacidade enorme de resistir.


Mas existe uma diferença entre ser forte e ser forçada a ser forte.


Muitas pessoas elogiam a resistência de quem sobreviveu. Poucas percebem o preço que foi pago para construí-la.


Mesmo assim, existe algo que me traz paz quando olho para trás.


Apesar de tudo o que aconteceu, eu não permiti que a violência definisse quem eu me tornaria.


Poderia ter reproduzido o mesmo ciclo.


Poderia ter me tornado uma pessoa amarga.


Poderia ter passado adiante toda a dor que recebi.


Mas escolhi outro caminho.


E talvez essa seja uma das minhas maiores vitórias.


Com o passar dos anos, percebi que a minha luta não era apenas por mim.


Era também pelos meus irmãos.


Eu sabia o que estávamos vivendo. Sabia o quanto aquilo nos destruía por dentro. Sabia que, se ninguém fizesse algo, aquela realidade continuaria se repetindo.


Por isso, quando finalmente consegui me afastar daquele ambiente, uma parte de mim nunca desistiu de ajudá-los a enxergar que existia vida além daquele sofrimento.


Hoje, quando digo que me sinto com a missão cumprida, não estou falando de perfeição.


Estou falando de liberdade.


Porque para quem cresceu em um ambiente saudável, liberdade pode significar muitas coisas.


Mas para mim, liberdade sempre teve outro significado.


Liberdade é dormir sem medo.


Liberdade é não ouvir gritos.


Liberdade é não viver esperando a próxima ameaça.


Liberdade é não precisar olhar para trás o tempo todo.


Liberdade é poder respirar em paz.


Durante anos eu vivi em estado de alerta.


Hoje eu vivo em estado de gratidão.


Não porque o passado deixou de existir.


Não porque as cicatrizes desapareceram.


Mas porque finalmente compreendi que sobrevivi.


As marcas continuam em meu corpo.


Algumas lembranças continuam em minha mente.


Mas aquilo que tentaram destruir permanece vivo dentro de mim.


A minha fé permanece.


A minha capacidade de amar permanece.


A minha esperança permanece.


A minha vontade de viver permanece.


E quando olho para os meus irmãos livres daquele ambiente, percebo algo que me emociona profundamente.


Nós conseguimos.


Depois de tantos anos de medo, dor, lágrimas e sobrevivência, nós conseguimos.


Eles marcaram partes da nossa história.


Mas não conseguiram escrever o nosso destino.


Hoje, eu não sou mais a menina que vivia esperando a próxima tragédia.


Sou a mulher que atravessou a tempestade e permaneceu de pé.


E isso ninguém jamais poderá tirar de mim.

Vivemos em uma época em que muitas pessoas afirmam, com absoluta convicção, que não existem mais pessoas fiéis. Basta abrir a internet para encontrar alguém dizendo que todo relacionamento termina em decepção, que ninguém muda e que confiar em outra pessoa é um erro.


Mas quanto mais observo a vida, mais percebo que a realidade é muito mais complexa do que essas frases prontas que circulam por aí.


Acredito que existem pessoas que fazem escolhas ruins repetidamente sem demonstrar qualquer interesse em crescer, refletir ou assumir responsabilidade pelos próprios atos. Essas pessoas existem. Assim como existem pessoas egoístas, desonestas e indiferentes ao sofrimento que causam aos outros.


Mas também existem pessoas que erram, enfrentam as consequências dos seus erros e, a partir delas, se transformam.


Ser humano é, em parte, aprender. E nem todos aprendem as lições da vida ao mesmo tempo.


Algumas pessoas passam anos acreditando que o amor é descartável. Outras vivem presas aos próprios medos, inseguranças e imaturidades. Algumas machucam quem amam porque ainda não compreenderam o valor do que possuem. Não porque sejam incapazes de amar para sempre, mas porque ainda não aprenderam a fazê-lo da maneira correta.


O tempo tem uma forma curiosa de ensinar.


Há pessoas que, depois de perderem algo importante, começam a enxergar a vida de outra maneira. Há pessoas que amadurecem quando finalmente entendem o significado da reciprocidade. Há pessoas que mudam quando percebem que o amor verdadeiro não é apenas um sentimento, mas também uma escolha diária de respeito, lealdade e compromisso.


Por isso, não acredito que um erro define para sempre quem alguém será. O que realmente define uma pessoa é aquilo que ela faz depois de errar.


Ela assume a responsabilidade?


Ela aprende?


Ela cresce?


Ela se torna melhor do que era ontem?


Essas respostas dizem muito mais sobre o caráter humano do que o erro em si.


Também acredito que quando alguém encontra um amor genuíno, algo profundo pode acontecer dentro dela. Não porque outra pessoa tenha o poder mágico de transformá-la, mas porque o amor verdadeiro frequentemente desperta partes adormecidas da nossa consciência. Ele nos convida a sermos melhores, mais responsáveis e mais atentos ao impacto das nossas escolhas.


Ao longo da vida, observei pessoas que permaneceram exatamente iguais durante décadas. Mas também observei outras que pareciam ter se tornado uma nova versão de si mesmas. Pessoas que abandonaram comportamentos destrutivos, reconstruíram relacionamentos, fortaleceram sua fé, encontraram propósito e passaram a viver de forma completamente diferente.


Talvez seja por isso que ainda acredito na humanidade.


Não porque todos mudem.


Não porque todos aprendam.


Mas porque alguns aprendem.


Alguns crescem.


Alguns transformam a dor em sabedoria.


E enquanto existirem pessoas capazes de reconhecer seus erros, amadurecer e escolher um caminho melhor, ainda existirá esperança.


Porque o que torna o ser humano extraordinário não é a capacidade de nunca errar. É a capacidade de aprender, evoluir e não permitir que os erros do passado decidam quem ele será no futuro.

"O dia da descoberta mais enigmática e perfeita!
23/09/2015


" Acordei lembrando que tive um sonho na noite passada era realmente fantástico!
Estava tentando entender a relação do hoje com o antes e havia muitas fotos de crianças espalhadas por um imenso corredor.


Algumas em álbuns jogadas em cima de uma mesa, ao meu lado alguém que perguntava pra mim o que eu sentia. Eu não entendia, porque não consegui identificar esse tal alguém e de repente ele falou:
"Olhe novamente para todas estas fotos e fale- me o que sente..."


Comecei a observar olhares e rostos sem limites, era uma sensação estranha! Havia pessoas que eu conhecia, incluindo o 'C', mais de repente não era exatamente aquelas pessoas, eu sabia que eram, mais não eram.


Todas as fotos não tinham nenhuma relação com a realidade.


Mais havia uma fotografia em especial em que meus olhos fixaram - se a apreciar em todos os ângulos, a dele do 'c', mais eu sentia que não havia nenhum sentimento que me levasse a algum propósito, apesar de saber que vivemos... como ele disse, "curtos momentos juntos".


A fotografia se tornou pra mim algo estranho e desconhecido e de relance meu coração se manifestou dizendo que estava marcado para sempre por causa de um sentimento que um dia eu mesma criei.


Senti o vento a soprar levando todos os sonhos de um passado vazio, tudo começou a ficar embaçado de uma maneira indecifravelmente fria, todas as fotos foram apagadas e às únicas memórias são os fatos que eu descobri.


Um dia, achei que tinha um sentimento verdadeiro onde todos os dias eu os alimentava com lágrimas, lágrimas de dor, de saudades, de planos. E eu lembrei daquele rosto na fotografia. Era apenas o reflexo do que eu desconhecia, sendo mostrado pra mim de uma forma que eu nunca imaginei.


Foram fatos reais!


Mostrados em um sonho apenas.


Fatos que cruzaram a minha vida em algum lugar de um passado fugaz, acordei em um impulso extremo e percebi que todos aqueles rostos foram esquecidos, após uma enorme descoberta."

14 de maio de 2023


Sonhei com o cunhado do meu marido, comprando um terreno, do irmão mais novo do meu marido por 10 mil reais, e não era pra fazer casa, era pra fazer plantio, o terreno dava em um rio e era mais estreito que um banheiro bem pequeno de 1 metro de comprimento.

10 de julho de 2024




"Sonhei com o Elon Musk, sim. Ele mesmo! O cara mais popular da atualidade!! Ele tinha vindo me visitar, era como se fosse um grande amigo meu, ele conversava e trocava idéias, em certo momento, ele estava em pé na porta e vestia uma camisa social, uma calça jeans meio desbotada e tinha os cabelos loiros, lisos e nos ombros. Depois eu já estava atrás da casa, sentada com ele das 6 da tarde, até às 12 horas da madrugada e estava com muita fome, mas não conseguia levantar, estava ouvindo ele falar, em certo momento, olhei o chão e vi a sombra de duas máscaras de fantasia douradas, uma beijou a outra, em seguida vi no mesmo lugar, no chão, uma coruja dourada, muito bonita, só a imagem, como se ela tivesse de alguma forma, sendo mostrada através de um data show no chão do meu quintal. Mostrei pra ele e ele ficou com uma cara de que estava muito confuso, enquanto isso, estava muito escuro e eu tinha medo do escuro, virei a minha cadeira e depois disse que iria colocar a minha janta, e perguntei se ele também queria, ele se recusou, por sentir vergonha de aceitar a comida, mesmo assim eu entrei, mas antes de começar a colocar a comida dele, ao entrar na porta da cozinha, vi uma menina de mais ou menos uns 2 anos, saindo de dentro do mato toda suja e eu não a conhecia, peguei o prato e havia muita carne dentro da panela e parecia deliciosa, com muita gordura envolta. Eu peguei o prato e comecei a colocar a comida do Elon Musk, depois colocaria a minha, enquanto ele estava no quintal sentado no escuro e me esperando para voltar a conversar"

Análises em milésimos de segundos, em um trocadilho disfarçado, mostrando quem não mais conhecemos, dentro de um corpo tão diferente, modificado pelo tempo... Será que as memórias, são ainda suficientes para sustentar o que foi história??

O mundo deu tantas voltas... E, me trouxe para o mesmo lugar, onde não resta mais quem eu gostaria de abraçar!!


Espera...


Ele colocou afagos no seu lugar, de alguém que aprendi a amar incondicionalmente, assim como amei você.


Talvez eu ainda te ame, em algum lugar lá no porão do meu coração...

Eu desconheço quem um dia conheci, não sei mais se vi ali, se era ou não era.


O tempo faz mudanças, e me mudou também.


Aprendi tanto nesses últimos anos, eu me libertei das correntes, que me prendiam ao passado, que tanto me fez derramar lágrimas de dor, eu achava que era de amor...


O amor dói tanto assim?

Pensei ter perdido a minha inspiração, após revelar meus mais sublimes segredos.


Passei um tempo para entender que fui corajosa o bastante.


Foi por causa disso, que eu agora renasci.

Ele é vítima de uma infância corrompida.


Por mais que a gente queira se afastar, precisamos saber que nunca foi culpa dele.


Agora, a culpa é dele quando ele não sabe o que fazer com tudo isso, e acaba se moldando da forma como a gente o vê...

Colecionar memórias é a forma mais bonita de viver. A vida é boa demais para passar despercebida, então eu escolho guardar momentos: risadas simples, conversas inesperadas, pequenos instantes que aquecem o coração. No fim, são essas lembranças que contam a verdadeira história de quem somos e do caminho que percorremos.

Ela teve muitos distúrbios psicológicos ao longo de mais de 40 anos, com meu pai.

Eu saí de casa aos 16, não suportava mais tantas torturas.


Eu perdi muita coisa naquela época.


Mas, eu me orgulho de uma coisa!!


Eu mesmo aos 16 anos, de menor, sabendo que ela voltaria novamente se eu a levasse, resolvi confiar nela e contar sobre minha fuga.
Se ela quisesse, iria comigo e com meus 3 irmãos, para nunca mais voltar.