Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa

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⁠Sem fazer ideia de que
sou loucura de capturar
o ar e que de mim não
saberá mais regressar.

Plácida é a armadilha
do destino para deixar
os dois de joelhos,
virei ocupação perene:
de todos os teus desejos.

Sem notar o meu alto
grau de atenção,
sorrateiro e seduzindo
vens o tempo inteiro.

Desde o dia em que
você decidiu aparecer
no meu caminho,
Sem colocar poesia em tudo:
nada mais tem feito sentido.

⁠Não existe mais
Mapinguari
morando no mato,
Mesmo assim
é preciso seguir
com cuidado
nesta vida;
O Bicho-Preguiça
continua útil,
se seguir preservado.

Os tempos mudaram
definitivamente...

Só sei que existe
mais de um
Mapinguari
por todos os lados,
E não têm mais idade
e as línguas deles
estão sempre afiadas.

Os tempos são outros...

O Bicho-Preguiça
traz o melhor ensinamento:
O convívio não
pede enfrentamento
com Mapinguari de qualquer tipo.

Os tempos de hoje pedem que
não seja dado mais nenhum espaço.

Quando um Mapinguari surgir
para provocar ou mentir,
é só mudar o seu caminho,
fingir que escuta,
deixar falando sozinho
ou comece a ler um livro.

Só não deixe o Mapinguari
continuar enchendo os seus ouvidos.




⁠E se os planos deram errado? Tem mais um montão de onde esses saíram esperando pra dar certo. Simbora para mais uma tentativa!

⁠Grande parte dos seus problemas você não os tem, você apenas os mantém quando se apega a eles mais do que realmente é necessário.

⁠Nos momentos mais difíceis você saberá que poucos são aqueles que realmente se importam com você, mas também descobrirá que você não precisa de quantidade e sim de qualidade.

Antigamente existia a frase "respeita os mais velhos" hoje as vezes nem os mais velhos tem respeito

Às vezes a traição mais comum não vem de quem fala.
Vem de quem simplesmente decide sair do caminho.

É errado eu não querer mais sentir? Por que esses sentimentos fluem em mim?

Se tivéssemos governantes honestos e uma justiça mais severa... injustiças não prevaleceriam. Mas... como os maiores corruptos e bandidos estão nos itens citados. Futuramente não vejo solução e sim... mais desgraças...!

É a cor do pecado em sua forma mais bela... única e perfeita... simplesmente maravilhosa!

A forma mais cruel de quebrar alguém não é feri-lo em público.
É usar, em público, aquilo que ele só teve coragem de dizer em confiança.

O amanhecer é muito mais que um suntuoso espetáculo da natureza para deslumbrar o Homem: é um presente de Deus para nós. Recebê-lo com gratidão e aproveitar cada instante desse dia com sabedoria é o nosso presente para Deus.

As oportunidades vêm disfarçadas das mais diferentes maneiras. Aprender a dizer sim é a chave para desvendá-las.

Parabéns por mais um Dia da Mulher. Aproveite cada segundinho desta data tão linda e merecida⁠.

A convivência desnuda o que a distância oculta; por isso, julgamos mais os que vemos de perto.

⁠ O que o rebanho mais odeia é alguém, que tem a audácia necessária para ter a própria opinião!

Há quem viva de apontar erros: é a forma mais rasa de sentir superioridade.

Persistir na bondade é uma das mais belas formas de servir a Deus. Muitas vezes fazemos o bem e não recebemos compreensão ou carinho em troca, mas isso não deve nos desanimar.


O verdadeiro bem nasce do coração e não depende da resposta do mundo. Quem continua sendo bondoso, mesmo diante das dificuldades, fortalece a própria luz interior.


Sejamos firmes no amor, pacientes nas atitudes e generosos nas pequenas coisas. A bondade repetida todos os dias transforma o coração e ilumina o caminho de muitos. ✨


Tenham um lindo dia!

Eu fiz tanto.
Fiz muito.
Me doei até doer, e depois doei mais um pouco, só pra ver se o mundo parava de te esmagar.


Eu segurei tua mão no momento mais difícil da tua vida.
Eu fiquei.
Eu fui presença quando era mais fácil ser desculpa.
Eu fui constância quando você me empurrava para fora da tua vida como quem empurra uma cadeira que tá ocupando espaço demais.


E eu aceitei.
Porque eu te amava daquele jeito perigoso: o amor que acha que paciência resolve tudo, que carinho convence, que cuidado abre portas.


Avisa quando chegar.


Eu repeti isso mil vezes, como quem tenta manter alguém inteiro por telepatia.
Não era só “me avisa”.
Era “não some”.
Era “não morre”.
Era “não me deixa do lado de fora sem nem saber se você ainda existe”.


E aí eu fico com essa pergunta suja, que ninguém gosta de dizer em voz alta porque parece cobrança, mas não é:
eu merecia respeito.


Merecia uma conversa final.
Uma conversa de verdade.
Cara a cara, sem a covardia confortável de uma tela.
Sem eu ter que ler o fim como quem lê notificação de banco.


Eu merecia mais do que uma mensagem.


Porque eu não fui pouco.
Eu não fui distração.
Eu não fui “qualquer um”.
Eu fui o cara que ficou quando era feio, quando era pesado, quando era madrugada, quando era silêncio, quando era cansaço por dentro.
Eu fui o que você teve coragem de usar como abrigo.
E depois, quando o tempo virou, eu virei excesso. Virei incômodo. Virei algo que você precisava remover.


Avisa quando chegar.


Eu também engoli o outro tipo de dor, aquela que não dá pra explicar sem parecer pequeno:
você nunca me assumiu.
Nunca postou que estava comigo.
Nunca colocou meu nome com orgulho em lugar nenhum.


Eu era presença no teu dia, mas não existia no teu mundo.


E isso é um tipo de abandono que começa cedo.
Começa enquanto ainda tem beijo, ainda tem rotina, ainda tem “boa noite”.
Só que o amor vai ficando clandestino.
Vai ficando escondido.
Vai ficando com cara de coisa que você não tem certeza se quer.


E quando você não assume, você deixa a outra pessoa sempre pronta para ser descartável.
Porque descartável é quem não aparece.


Eu olhava e faltava foto.
Faltava “nós”.
Faltava o básico que não é vaidade, é lugar.


E eu fiquei tentando ser lugar com gesto.
Com cuidado.
Com música.
Com texto.
Com ritual.
Com presença.
Como se eu pudesse compensar o que você não tinha coragem de afirmar.


Avisa quando chegar.


Eu te dei mão, e você me devolveu parede.
Eu te dei paciência, e você me devolveu dúvida.
Eu te dei o melhor que eu tinha, e você me devolveu silêncio.


E o silêncio, no começo, eu romantizei.
Eu achei bonito.
Achei maduro.
Achei que era “teu jeito”.


Mas depois eu entendi: tem silêncio que é só falta de escolha.
Tem silêncio que é a pessoa deixando você se acostumar com a ausência antes de ir embora de vez.
Tem silêncio que é treino para o fim.


E o fim veio do jeito mais injusto para quem se doou:
sem cerimônia.
Sem conversa.
Sem aquela dignidade mínima de olhar no olho e dizer “acabou” como gente adulta.


E aí entra a parte que você falou, e eu não vou fingir que não existe:
pra mim, isso pareceu punição.


Não porque eu tenho certeza do que você quis.
Mas porque foi assim que bateu no meu corpo: como castigo.


Como se todo meu esforço tivesse virado um erro.
Como se eu ter ficado tivesse sido um exagero vergonhoso.
Como se eu ter sido leal merecesse ser cortado rápido, pra não dar tempo de eu falar nada, de eu perguntar nada, de eu existir por mais cinco minutos.


Avisa quando chegar.


Eu lembro do começo, eu lembro do meu jeito de tentar fazer dar certo:
eu oferecendo encontro, oferecendo conversa, oferecendo rua, oferecendo tempo.
“Quer que eu vá aí?”
Eu queria resolver com presença, porque eu sou desse tipo: eu apareço.
Eu não sumo.


E é exatamente por isso que me destrói:
eu fiquei, e você saiu por mensagem.


Eu não estou pedindo eternidade.
Eu não estou pedindo que você volte.
Eu não estou pedindo que você mude o que sente.


Eu estou dizendo o básico, o mais básico:
eu merecia ser encerrado com respeito.


Porque tem uma diferença enorme entre “terminar” e “descartar”.
E eu tô com a sensação de descarte atravessada na garganta.


Eu fui cuidado.
Eu fui mão.
Eu fui constância.


E eu não virei memória bonita.
Eu virei algo que você removeu.


Avisa quando chegar.


Hoje, quando o celular acende, dá raiva.
Porque eu sinto o impulso do hábito e lembro que não tem mais “cheguei”.
Tem só eu, com essa frase sobrando, repetindo ela como quem tenta chamar de volta a humanidade de alguém.


E o pior é isso:
eu ainda me importo.


Mesmo zangado.
Mesmo humilhado.
Mesmo cansado.
Mesmo com vontade de arrancar de mim tudo que eu te dei.


Eu ainda me importo.
E isso me dá nojo e saudade ao mesmo tempo.


Então eu vou te dizer a última coisa que eu sei dizer sem me diminuir, porque essa frase foi minha casa e agora é meu corte:


Avisa quando chegar.

⁠Admiro sua beleza interior, seu caráter e sua essência. Mais do que tudo, cativam-me suas atitudes, sua bondade e seus valores, que expressam virtudes sublimes. É um reconhecimento da beleza da sua alma.