Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
Quando a relva fina, seca e rasteira parece não suportar mais nem um dia, quando num lago enlameado os peixes começam a desvencilhar do barro, quando as folhas secas parecem não pertencerem mais aos galhos e caem, aí Deus com sua suprema e infinita bondade e sabedoria manda a chuva e a natureza já esverdeada volta a favorecer a vida.
Mais importante que colher é plantar, portanto plante uma árvore, você verá que depois de um certo tempo, os pássaros virão visitar e cantar na sua plantação.
O inverno em Brejauba era rigoroso, com uma das temperaturas mais baixa do Estado, e a névoa cobria todo o largo da igreja, que beleza.
Em interação com o cerrado o vento uivava no alto do morro e no mais completo silêncio, no horizonte, o astro rei se punha.
No horizonte, no mais completo silêncio, o astro rei põe-se para o hemisfério sul e nasce para o norte.
Contudo, na trajetória solar rumo ao escuro, o hemisfério austral tem a certeza de que, em questão de horas, o magnificente Sol voltará a iluminar com toda sua energia e exuberância.
Estar COESP
Estar Coordenadora da Educação Especial de Aracaju é mais que função,é cuidar com amor, é ter missão.
É ver em cada olhar um universo inteiro, é ser ponte, caminho verdadeiro.
É ouvir silêncios que ninguém escuta, é lutar por cada direito, por cada luta. É incluir com afeto, com firmeza e razão, é abraçar com coragem cada inclusão.
Estar Coordenadora da Educação Especial de Aracaju-Se, é tocar vidas com gesto essencial, é acreditar no potencial escondido, é fazer do invisível um ser bem-vindo.
Mas também é ser mal vista, por pensar no coletivo,
por enxergar além do caso específico.
É ser firme na ética, no bem comum, mesmo quando esperam que pense só em um, é descentralizar questões que segregam.
É lutar para derrubar as barreiras atitudinais, essas que gritam na maioria, cruéis e desiguais.
Tentam calar minha voz, sufocar meu olhar, mas sigo erguida, não deixo de lutar.
É semear acessos, podar exclusão, é fazer da escola um lugar de coração.
Em Aracaju, é farol que guia a missão, estar Coordenadora da Educação Especial de Aracaju-Se é : resistência, vivência, afeto e ação.
Te habito em silêncio
Não fiz promessas,
nem toquei mais do que o acaso permite.
Foi só um sorrisoleve, como quem sabe o poder do quase.
Um abraço,simples,mas ficou em ti como perfume em pele quente,como vinho na lembrança de um beijo não dado.
Desde então, me habitas em pensamentos que nem ousas contar,
fantasias moldadas no escuro dos teus desejos, onde meu nome se desenha sem voz.
Eu sigo, distraída,mas sei… quando a noite cai e o mundo se cala, sou o motivo do teu silêncio inquieto, a imagem que volta, teima, insiste.
Não fiz nada ,e mesmo assim, te desordeno, me tornei a sua imaginação mais fértil e desejada em qualquer momento.
Ser professor é mais do que ensinar conteúdos; é estar em constante evolução, adaptando práticas para atender às necessidades de todos os alunos. A atualização profissional não é apenas uma escolha, mas uma responsabilidade que reflete o compromisso com a educação inclusiva e equitativa.
Vivemos em uma sociedade onde as leis de inclusão e as diretrizes pedagógicas nos lembram, constantemente, da importância de garantir que cada estudante tenha acesso a uma educação de qualidade, independentemente de suas condições ou desafios. Mas isso vai além de cumprir normas legais; trata-se de construir um ambiente de aprendizagem onde a diversidade é valorizada e todos têm a oportunidade de prosperar.
Equidade não significa tratar todos de forma idêntica, mas sim reconhecer as diferenças e oferecer o suporte necessário para que cada aluno possa atingir seu pleno potencial. Para isso, precisamos revisar continuamente nossas práticas, aprender novas abordagens e estar abertos às mudanças.
Ao nos atualizarmos e incorporarmos práticas inclusivas, transformamos nossas salas de aula em espaços verdadeiramente acolhedores e justos. Isso não apenas atende às exigências legais, mas, principalmente, honra o direito de cada criança e jovem a uma educação que respeite sua individualidade e lhe ofereça as mesmas chances de sucesso.
A educação é um rio em constante movimento, e como mestres, devemos fluir com suas correntes, aprendendo e crescendo junto com nossos alunos, para que nossa prática pedagógica se torne um jardim onde floresçam a inclusão, a equidade e a justiça em cada coração.
"Na verdade, que morte poderá ser mais horrorosa do que a vida que se acha separada de Jesus Cristo? Mormente quando se tenha gozado a felicidade de viver n'Ele e por Ele!"
“Cuidado com as pessoas que falam para você sobre suas necessidades físicas mais do que sobre suas necessidades espirituais”
"Nos serviços mais simples que, por obediência vos são dados pelo vosso superior, trabalhai com todas as vossas forças, servindo-se bem da graça que Deus vos dá para vencer todas as tentações que o inimigo vos traz para que não vos agradar em tal oficio, dando-vos a entender que servirias melhor em outro."
MAIS AVISADO É O QUE MUITO PONDERA E POUCO PROMETE!
Era uma vez um rei chamado Iadava. Um jovem chamado Sessa levou-lhe um jogo constituído por um grande tabuleiro quadrado, dividido em sessenta e quatro quadradinhos, ou casas, iguais; possuIa 32 peças, dezesseis brancas e dezesseis pretas. Este era o jogo de xadrez. Maravilhado, o Rei resolveu recompensar o jovem pelo presente e solicitou-lhe que fizesse o seu pedido de forma a recompensá-lo. O jovem respondeu-lhe: Rei poderoso! Não desejo, pelo presente que hoje vos trouxe, outra recompensa além da satisfação que pude proporcionar ao senhor. Após o inconformismo com a falta de ambição do jovem e a insistência do Rei, para que ele pedisse o que fosse, um Palácio, ouro, etc, Sessa por cortesia faz o pedido ao Rei: dar me-ei um grão de trigo pela primeira casa do tabuleiro; dois pela segunda, quatro pela terceira e assim sucessivamente até a sexagésima quarta e última casa. Feito isto, o Rei chama seus matemáticos para calcularem o total de grãos necessários para cumprir a promessa. Assim feito, os calculistas após algumas horas, trouxeram-lhe a conta: era impagável. Correspondia ao número 2 elevado a 64, e do resultado tirado 1, o que é igual a 18446744073709551615. Este número de grãos era enorme e equivalia a uma montanha maior que o Everest. O Rei pela primeira vez ficava diante da impossibilidade de cumprir a palavra dada. Sessa, como bom súdito não quis deixar aflito o seu soberano. Depois de declarar publicamente que abriria mão do pedido que fizera, dirigiu-se respeitosamente ao Rei e falou:
"Meditai, ó Rei, sobre a grande verdade que os brâmanes prudentes tantas vezes repetem: os homens mais avisados iludem-se, não só diante da aparência enganadora dos números, mas também com a falsa modéstia dos ambiciosos. Infeliz daquele que toma sobre os ombros o compromisso de uma dívida cuja grandeza não pode avaliar com a tábua de cálculo de sua própria argúcia. Mais avisado é o que muito pondera e pouco promete!
(Malba Tahan - O Homem que Calculava)
Uma dolorosa observação surpreende o pensador no ocaso da vida. Resulta, também mais pungente, das impressões sentidas em seu giro pelo espaço. Reconhece ele então que, se o ensino ministrado pelas instituições humanas, em geral - religiões, escolas universidades -, nos faz conhecer muitas coisas supérfluas, em compensação quase nada ensina do que mais precisamos conhecer para encaminhamento da existência terrestre e preparação para o Além. (...)
(Léon Denis no livro 'O Problema do Ser, do Destino e da Dor')
“As pessoas revelam seu estado da alma, menos por suas explicações e muito mais por suas indagações.”
