Quantas vezes você

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⁠Quantas vezes eu pedi a Deus que tudo fosse apenas um sonho ruim. Entretanto, nunca acordei dele.

Recria tua vida, remova os obstáculos, recomece. Crie novos caminhos, mova-se. Comece quantas vezes for preciso, com novos olhares, novas paisagens, novas cores. Renasça...nasça, recrie-se..crie, refaça-se...faça.

Flávia Abib

Recomece quantas vezes necessário for. Refaça, renasça, faça nascer as cores e as texturas do teu mundo, do teu eu...e assim trará valor ao meu EU, ao meu mundo, pois nosso verdadeiro valor não está em nós, mas no que causamos no outro.

Flávia Abib

⁠Não tenha medo de se reinventar quantas vezes forem necessárias. Afinal, todo recomeço é uma oportunidade de renascimento, de renovação de nossas energias e esperanças. É um convite para expandir nossa visão de mundo, nossos horizontes e descobrir novas possibilidades.

Permita-se fluir com as mudanças, acolhendo o que vier com amor e confiança. Pois é nesse processo de descontruir-se e reconstruir-se, que encontramos a verdadeira essência da vida, a verdadeira magia de existir...

- Edna Andrade

AMOR A DISTÂNCIA

Quantas vezes sonhei com você bem perto
E quando acordei o meu quarto deserto
Sozinho estou penando o amor
Quem me deixou quem me deu abrigo
Hoje vivi distante não faz sentido
Pra me amar tem que viver comigo

Amor a distância não rola não
Agente se ama na contra mão
Cada um no seu canto os dois na solidão
Amor a distância é assim
Tenho que sobreviver você longe de mim.

Poeta Antonio Luís
10:35 AM 14 de julho de 2015

Imagino quantas palavras
devem existir nesse seu olhar...

A vida te derruba quantas vezes forem necessárias, até você finalmente aprender a lição

Irão te enganar, quantas vezes você deixar.

Quantas vezes?


Quantas vezes navegamos em mares demasiado das sensações
Quantas vezes mudamos de rotas
Quantas vezes nos conectamos de forma sutil, mas envolvente.
Quantas vezes escrevo nas linhas dos teus rosto
Quantas vezes desejo beijar à tua boca como uma poesia inacabada.

Quando ficar dói menos do que ir…

Quantas vezes você já se perguntou se está sendo paciente ou apenas se anulando?
Se o que você chama de amor é, na verdade, medo de perder?
Se a relação em que você está te traz paz — ou apenas ocupa o vazio de não saber ficar só?

Nem sempre o sofrimento se apresenta como dor explícita.
Às vezes, ele se manifesta como espera, como silêncio, como adaptação constante.
E é justamente aí que mora o perigo: quando ficar parece mais fácil do que se posicionar.

Em algum momento, quase todos nós nos encontramos nesse lugar silencioso.
Não é exatamente sofrimento escancarado.
É algo mais sutil: uma inquietação constante, uma sensação de estar esperando por algo que nunca se define.

E, se você for honesto consigo mesmo, sabe do que estou falando.

Sabe porque sente.
Sabe porque vive.

Você não está ali por falta de amor.
Está ali por excesso de esperança.

Esperança de que a outra pessoa se envolva mais.
Esperança de que se posicione.
Esperança de que, em algum ponto do tempo, ela perceba o seu valor.

Enquanto isso, você adapta o tom.
Reduz a expectativa.
Tolera o que não te faz bem.
Vai ficando.

Não porque está em paz — mas porque sair parece doer mais do que ficar.

O problema é que essa permanência tem um custo silencioso.
Ela vai te afastando de si aos poucos.
Você começa a confundir paciência com renúncia, compreensão com autonegação, maturidade com silêncio.

E o mais desconfortável de tudo é isso:
no fundo, você sabe.

Sabe se existe reciprocidade.
Sabe se há presença real.
Sabe se é prioridade ou apenas conveniência.

Ignorar essa percepção exige esforço.
E é esse esforço diário que cansa, adoece e rouba a alegria de viver.

Quando você finalmente se posiciona — quando escolhe por si, pelo seu equilíbrio emocional — algo estranho acontece.
O barulho cessa.
A expectativa desaparece.
E surge um vazio.

Mas esse vazio não é ausência de amor.
É ausência de conflito interno.

É o cérebro desacostumado ao estímulo da espera.
É a alma respirando depois de muito tempo em tensão.

Esse espaço que agora parece assustador é, na verdade, o primeiro momento de liberdade real.
Antes, ele estava ocupado por algo que não tinha futuro, mas que consumia tudo.

Agora, o terreno está limpo.

E terreno limpo assusta quem nunca se colocou como prioridade.
Mas é nele que você se reencontra.
É nele que seus valores voltam a fazer sentido.
É nele que você para de implorar por presença e passa a escolher companhia.

Esse momento exige coragem.
Exige atravessar a dor de se decepcionar.
Exige sustentar a decisão mesmo quando a saudade tenta te convencer a voltar.

Mas aqui está a verdade que quase ninguém diz com clareza:

A dor de se posicionar é intensa, mas breve.
A dor de não se posicionar é silenciosa — e dura uma vida inteira.

Quando você aceita atravessar esse curto período de desconforto, algo muda para sempre.
Você não aprende apenas a sair de uma relação ruim.
Você aprende a não entrar novamente no mesmo lugar.

Você deixa de negociar a própria dignidade.
Deixa de se contentar com migalhas.
Deixa de chamar de amor aquilo que só existe enquanto você se diminui.

E, a partir daí, tudo muda.

As relações que permanecem são diferentes.
As escolhas são mais conscientes.
A paz deixa de ser exceção e passa a ser critério.

O solo fértil que você preparou não é só para alguém novo entrar.
É para você nunca mais se abandonar.

O que hoje parece perda é, na verdade, o início de uma vida com mais sentido.
Menos ruído.
Menos espera.
Mais verdade.

E isso não é sobre coragem momentânea.
É sobre decidir, uma única vez, que você não será mais refém.

Sobre ficar, quando é hora de ir…

Quantas vezes você já se percebeu aguardando uma mensagem que não vinha,
uma atitude que nunca se confirmava,
uma decisão que sempre ficava para depois?

Quantas vezes você já tentou se convencer de que era só uma fase,
que o tempo iria resolver,
que a pessoa iria mudar?

E, principalmente:
quantas vezes você já permaneceu em um lugar que não te entregava o que você sabia, no fundo, que merecia?

Em algum momento, quase todos nós passamos por isso.
Não é um sofrimento escancarado, não é drama evidente, não é caos.
É algo mais silencioso — e justamente por isso, mais perigoso.

É aquela sensação constante de espera.
De estar sempre aguardando algo que nunca se define.
Uma resposta que não vem.
Um gesto que nunca chega.
Uma decisão que sempre fica para depois.

E, se você for honesto consigo mesmo, sabe exatamente do que estou falando.

Você não está ali por falta de amor.
Está ali por excesso de esperança.

Esperança de que a pessoa se envolva mais.
Esperança de que, em algum momento, ela se posicione.
Esperança de que o tempo resolva aquilo que a outra pessoa se recusa a enfrentar.

Enquanto isso, você vai se moldando.
Ajusta o tom.
Reduz expectativas.
Tolera silêncios que machucam.
Aceita ausências disfarçadas de “fase”.

E vai ficando.

Não porque está em paz.
Mas porque sair parece doer mais do que permanecer.

O problema é que esse tipo de relação não termina de uma vez.
Ela consome aos poucos.

Consome sua energia.
Consome sua autoestima.
Consome sua capacidade de desejar algo inteiro.

Há pessoas que não prendem pelo amor — prendem pela indefinição.
Elas não dizem “não”, mas também nunca dizem “sim”.
Elas cozinham sentimentos em fogo baixo.
Mantêm o outro ali, orbitando, esperando, projetando.

E quem espera demais começa a viver menos.

Começa a adiar planos.
Adiar encontros verdadeiros.
Adiar experiências.
Adiar a própria vida.

O mais cruel é que, com o tempo, você passa a acreditar que o problema é você.
Que está pedindo demais.
Que precisa ser mais paciente.
Mais compreensivo.
Menos exigente.

Quando, na verdade, o mínimo nunca foi entregue.

Existe um momento — silencioso, mas decisivo — em que a gente precisa escolher.
Continuar esperando ou agir.

E agir dói.

Dói se posicionar.
Dói dizer “isso não me basta”.
Dói aceitar que a pessoa talvez nunca será aquilo que você projetou.

Mas essa dor é limpa.
Ela tem começo, meio e fim.

Diferente da dor de ficar, que se espalha, se infiltra, se prolonga.

Quando você se posiciona, algo importante acontece:
Você quebra o ciclo da espera.

E ao fazer isso, você não perde — você abre espaço.

Espaço para relações que não precisam ser adivinhadas.
Espaço para pessoas que sabem o que querem.
Espaço para vínculos onde presença não é esforço, é escolha.

O terreno só se torna fértil quando você para de ocupar espaço com aquilo que não cresce.

Agir não é desistir do amor.
É desistir de ser refém.

É escolher a própria dignidade, mesmo tremendo.
É aceitar o vazio temporário para não viver um vazio permanente.

Porque a verdade — dura, mas libertadora — é simples:

Quem não se posiciona, já escolheu.
E quem espera para sempre, paga com a própria vida.

Vou caminhado,perdoado,abençoando e seguindo sempre com ajuda de Deus,quantas vezes preciso for.

Olhe para o mundo
veja quantas pessoas existem
e enxergue sua mediocridade.

Pensem comigo...
Quantas escolhas vocês fizeram só para se encaixar?
Quantas palavras disseram sem acreditar nelas?
Quantas vezes sorriram apenas para não se parecerem fracos?
Quantas versões de vocês mesmo foram moldados para agradar?

" Não importa quantas vezes você errou, se em todas elas a vontade foi acertar...

Não lembro quantas vezes disse que te amo. Mas para não restar dúvidas, vou repetir: eu amo você!

“” Amor da minha vida
Olha quantas estrelas temos pra contar
Olha quantos mares temos que navegar
Olhe por nossos sonhos

Amor da minha vida
Olhe por mim, seu cantador
Olhe por nós, por nosso amor
Olhe por nossa vida...Juntos

Amor da minha vida onde andarás?
... Além das fronteiras do meu desejo
A terra é fértil em sua homenagem
Amor da minha vida quando chegarás

Amor da minha vida não deixe que a vida passe
Sem que possamos fazer dos nossos beijos
Botões de rosas a se despetalar
Em cada toque dos lábios, lentamente as pétalas cairão.
Formando um caminho para o nosso amor passar...””

"" Quanta gente morrendo, quanta gente nascendo. Quantas pessoas apenas vivendo...""

SOBRE MIGALHAS

Quantas vezes estendemos a mão e o que nos sobram são migalhas.

A verdade é que na era do egocentrismo as relações ficam pra segundo plano.

Não é de todo errado nos priorizarmos mas, o fato é que aquelas sementinhas que deveriam ser plantadas não estão gerando frutos.

É a velha história do primeiro eu, segundo eu, terceiro eu...

Não há mal em ser o protagonista, mas a pauta aqui é sobre reciprocidade.

A vida nos pede essa troca, é quase que nosso oxigênio das relações.


Sejamos por inteiro por onde andarmos.

Agora não é o momento de parar, ⁠olhe para Cristo e recomece quantas vezes for preciso.