Quantas vezes você
Felicidades O Milagre do Ar que entra
Quantas vezes no dia você para apenas para sentir o seu próprio peito subir e descer? Vivemos correndo atrás de um amanhã que nunca chega, esquecendo que o maior espetáculo da existência acontece agora.
A felicidade autêntica não é um troféu que se ganha no final da corrida, mas o milagre silencioso e urgente de apenas respirar e perceber que você está vivo.: A felicidade não é o destino final, é a consciência profunda do ar que entra agora.
Muitos não fazem ideia de quanto é difícil chegar a um sorriso, de quantas provações e adversidades foram superadas para poder esboçar no rosto um pouquinho de felicidade.
Há mais dores por trás de um sorriso do que imaginam aqueles que julgam a felicidade dos outros obtida com facilidade.
O Despertar da Alma e as Desculpas do Ego
Quantas vezes nos diminuímos diante dos desafios, esquecendo-nos da nossa verdadeira natureza? Acreditar que não somos capazes, muitas vezes, é apenas uma desculpa confortável para não sairmos do lugar onde já estamos acostumados. É a preguiça da alma, que prefere a estagnação ao esforço do crescimento.
Outras vezes, é o orgulho disfarçado, que nos impede de reconhecer que precisamos do outro e de aceitar uma mão estendida. A verdade é que a sua história traz uma bagagem rica de aprendizados, e você foi planejado para evoluir. Para caminhar, no entanto, é preciso coragem para vencer o comodismo e humildade para buscar ajuda quando as pernas pesarem. Silencie o orgulho, sacuda a poeira da acomodação e lembre-se de que a centelha da vida habita em você. O primeiro passo para a superação começa quando paramos de dar desculpas para a nossa própria luz.
“Do Outro Lado (Eu Te Reconheci)”
A noite conhece o meu nome
Sabe quantas vezes tentei
Redes vazias, mãos cansadas
E um silêncio que eu mesmo criei
O mar devolve o meu fracasso
E eu perdido em mim mesmo
Já nem sei chamar pelo amor
Até que uma voz me atravessou:
“Lança de novo”
— e algo em mim cedeu
Se antes eu precisei provar
Hoje eu só preciso ouvir
Nu de orgulho, medo e razão
Se for Tua voz a me chamar
Eu me lanço sem nem pensar
Te vi no mar e tive medo
Achei que era sombra no olhar
Mas era a Tua presença
“Sou Eu, não temas”
no caos eTua mão
me puxou de volta ao Teu sim
Voltei pro mar tentando esquecer
Mas o vazio ainda era Você
“Do outro lado…”
— eu reconheci
Não esperei, só me lancei
Porque no fim, o milagre foi
Te reconhecer
Para cada pedra, um farelo.
Atirem quantas quiserem
Eu já não as recolho+
Desisti.
De querer fazer o castelo...
Não sou diferente nem igual
Tão pouco irreal.
Nesse mundo tão igual 🫥🫥🫥
╰┈➤ A resposta
Quantas vezes alguém desistiu por você?
Quantas vezes te elogiaram?
Você é a única pessoa responsável por conquistar seus objetivos!
Quantas vezes te disse:
Somos apenas matérias, composições
de átomos gerando energias.
Antes de ser gente,somos memórias
do que habita nosso pensamento
replicada em ações.
Antes que caísse,
indiferente,as palavras
que soavam como bobagens.
De uma poeta,com letras vazias
refém do coração.
Por mais que extraísse
e arrancasse algo que sentisse
só pra chamar sua atenção.
Falasse de alma,de sentimentos e emoções.
E não te bastasse...beber do poço de ilusões.
O silêncio também é matéria.
Quando repete o eco,
deixando o vazio
no que antes era imensidão.
Andréa
Mateus 25.31-46. Não adianta divulgar quantas agendas você tem, nem em quantos lugares você pregou ou cantou, nem o quanto você é admirado e famoso, nem quantos cds tem, nem a quantidade de livros escritos, nem do tamanho do templo que foi construído. Naquele dia seremos cobrados por aquilo que fizemos ao próximo, ao templo de carne de ossos (1º Coríntios 3.16-17; 2º Coríntios 6.16), aos nossos irmãos e irmãs em necessidade.
A Palavra que Consola
Quantas vezes guardamos no peito uma palavra de carinho, um elogio sincero ou um consolo que poderia salvar o dia de alguém, e simplesmente deixamos para depois.
Falamos aqui de um amor muito maior do que aquele entre casais; falamos do amor universal, aquele que enxerga a dor do próximo e estende a mão sem perguntar quem ele é.
O mundo está cheio de corações famintos por um sopro de acolhimento. É verdade que, muitas vezes, esse amor que doamos não volta para nós da mesma forma, e o silêncio do outro pode até doer. Mas o segredo da alma que desperta é entender que o amor não é uma troca comercial.
Nós não amamos para receber de volta; amamos porque transbordamos. Não adie o consolo que você pode oferecer hoje. Doe a sua palavra, ofereça o seu abraço e liberte o seu afeto, pois o bem que sai de nós sempre encontra o caminho de volta para Deus.
#AmorUniversal #PalavraQueConsola #NãoDeixeParaDepois #AmorSemCobrança #Fraternidadei #Pensador
Fênix Felina
Eu já perdi as contas de quantas vezes eu morri, mas não se compara ao número de vezes que eu renasci.
Van Escher
Quantas árvores foram cortadas para eternizar suas palavras.
Quantas vidas ceifadas para as ideias virassem papel.
Se perguntou ja quais biomas foram destruídos para ser reconhecido.
Quantas pessoas trabalharam e morreram para tenhas a história descrita.
“Enquanto todos viam apenas minhas falhas, meus filhos jamais souberam quantas dores eu enterrava para lhes oferecer um pouco de paz.”
INSIGHTS. PARECE QUE ISSO JÁ ACONTECEU.
Quantas vezes nos encontramos diante de uma paisagem, de uma pessoa, de uma situação ou mesmo de uma conversa e somos tomados por uma estranha sensação de familiaridade. Surge então a impressão de que aquele instante já foi vivido anteriormente. Para muitos, trata-se apenas de uma curiosidade psicológica. Sob a ótica espírita, entretanto, esse fenômeno pode encontrar explicação mais ampla na continuidade da existência da alma.
Em "O Livro dos Espíritos", ao abordar a pluralidade das existências e as ideias inatas, os Espíritos esclarecem que nenhum progresso legítimo se perde. Cada experiência vivida, cada aprendizado conquistado e cada vitória moral alcançada permanecem gravados no patrimônio espiritual do ser.
Quando Allan Kardec pergunta se o Espírito encarnado conserva algum traço dos conhecimentos adquiridos anteriormente, a resposta é clara:
"Resta-lhe uma vaga lembrança, que lhe dá o que chamamos ideias inatas."
Essa vaga lembrança não se manifesta como uma recordação completa dos acontecimentos passados. Ela surge sob a forma de tendências, aptidões, percepções intuitivas e inclinações naturais que muitas vezes surpreendem o próprio indivíduo.
Assim compreendemos os casos de crianças prodígio, de pessoas que demonstram extraordinária facilidade para línguas, música, matemática, filosofia ou artes sem aparente preparação proporcional. Segundo a Doutrina Espírita, não se trata de privilégio arbitrário, mas de conquistas realizadas em existências anteriores.
O Espírito afirma ainda que os conhecimentos adquiridos jamais são perdidos. Durante a encarnação, a matéria impõe um véu temporário sobre as recordações do passado, mas a intuição permanece atuando silenciosamente. É ela que auxilia o progresso contínuo da alma, impedindo que cada existência seja um recomeço absoluto.
Também é importante compreender que as vidas sucessivas não são cópias umas das outras. As circunstâncias podem mudar profundamente. Um indivíduo rico pode renascer pobre. Um governante pode retornar em posição humilde. Um sábio pode reaparecer em ambiente simples. Todavia, o patrimônio moral e intelectual conquistado acompanha o Espírito, constituindo a base de seu desenvolvimento futuro.
Dessa forma, certos "insights" repentinos, determinadas afinidades inexplicáveis, talentos precoces e percepções intuitivas podem ser compreendidos como reflexos dessa memória profunda da alma. Não são recordações precisas, mas ecos sutis de experiências acumuladas ao longo da jornada evolutiva.
O Espiritismo nos convida a enxergar o ser humano como um viajante milenar. Aquilo que hoje somos resulta não apenas das experiências da presente existência, mas também da longa sucessão de aprendizados que o Espírito realizou através dos séculos. Cada conquista permanece. Cada esforço edificante se conserva. Cada virtude desenvolvida torna-se patrimônio imperecível da consciência.
Fonte: O Livro dos Espíritos, Parte Segunda, Capítulo IV, "Pluralidade das Existências", item 218 a 219.
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"A idade não revela apenas quantos anos vivemos, mas quantas vezes a vida nos desafiou e, apesar de tudo, escolhemos continuar. Envelhecer é o privilégio de quem transformou o tempo em história, as cicatrizes em sabedoria e a própria existência em testemunho de resistência e gratidão."
Quantas vezes dei o meu mundo para pessoas covardes . .. pessoas que tinham medo , vergonha, pessoas que nao acreditavam em mim ... percebi que as pessoas tinham a alma pequena .. e eu era grande demais .. nos sonhos, nas atitudes , na coragem .... pessoas de um ego enorme...e uma mente tão pequena... não, elas não mereciam o meu eu..
O amor no silêncio é nacauteado pela rejeição e realidade... Quantas vezes já amei em silêncio, reparando nas pequenas atitudes e nos pequenos gestos, Na maneira de sorrir... Ao longe eu admiro com o amor preso no peito...
Mas o medo fala mais alto...
Então amar em silêncio é mais doloroso...
Você observa com o carinho, enquanto quem você tanto quer não te enxerga da mesma forma...
Então seguimos em frente aceitando que existem pessoas que amam muito e que acabam sozinhas.
Quantas memórias...
essa cidade faz parte da minha história!
Eu deixei esse lugar quando eu era ainda muito jovem e demorei muito para voltar. Não porque eu não queria, mas porque a minha cidade natal, na qual passei minha infância e juventude, me traz muitas lembranças de pessoas que já se foram. Então, retornar significa encara todas essas emoções e sentimentos não resolvidos.
Mas, finalmente, estou aprendendo a lidar com isso. Voltar não me traz muita dor, pelo contrário, me traz um certo alívio e conforto. Agora, ao passar por essas ruas, consigo me lembrar com menos aflição de pessoas e momentos que fizeram parte da minha história.
Em breve vou embora novamente, porém, valorizando minhas raízes. Jamais vou esquecer de onde eu vim.
