Quantas vezes você
Quantas vezes nesta vida
Tive e terei que retomar o caminho
Para reacender a minha alma
Escutar o som da vida
Vestida da música que me é própria
Impura e simples
Tentando ultrapassar a mim mesma
Para me realizar plenamente
No que sempre fui
Perfeita aos olhos de Deus.
Não duvides da força que te pode mover para além deste pobre mundo visível!
Quantas vezes não percebeste donde surgiu a ajuda certa, aquela que te tirou do fundo do poço, de um mau caminho, de um vício ou mesmo te livrou de uma má pessoa...
Deus mostra a verdade e nos livra tantas e tantas vezes da ilusão!
E nós choramos em vez de lhe agradecer!
Tantos anjos nos acompanham e ajudam a ultrapassar as provas que temos que passar. Para nosso bem, não nos podem livrar de evoluir e muitas vezes só pela dor alcançamos a sabedoria precisa , para pôr fim a ciclos de vida, mas eles se mantém ao nosso lado para dar força.
Pandemia nossa de cada dia!
Tenhamos fé e coragem!
Pois você Já pensou em quantas pandemias enfrentamos
e nunca notamos?
A pandemia do cigarro,
das drogas e bebidas;
A pandemia da violência doméstica;
A pandemia do preconceito racial
e religioso;
A pandemia da homofobia;
A pandemia do machismo;
A pandemia da desinformação e ignorância;
A pandemia do consumo exagerado;
A pandemia da preguiça de ler;
A pandemia partidarista de esquerda e direita...
A pandemia da corrupção...
Tem mais alguma?
Não adianta você me culpar, me chamar de louca. Eu sei que o erro foi seu. Você pode negar quantas vezes quiser, mas você foi, sim, o responsável pelo término do nosso relacionamento. Eu me esforcei por nós dois, mas você escolheu jogar fora toda a nossa história. Azar o seu. Então só me resta dizer adeus.
Quantas almas anseiam por uma chance de florescer, de expressar a bondade intrínseca que as define, e de deixar um legado de amor e compaixão no mundo. Que cada momento seja uma oportunidade de reconhecer e celebrar a beleza única que habita em nós e nos outros.
Vencer não é somente uma questão de tentar e falhar, mas sim de quantas vezes você precisará realizar essas tentativas novamente!
a sua essência nunca muda, não importa quantas máscaras você coloque nenhuma irá substituir quem você é; pela essência.
Quantas mortes cabem em um homem?
Quantas vezes preciso
me congelar por dentro,
silenciar o sangue,
matar versões de mim
para que outra respire?
Há reinícios que não são começos,
são funerais discretos.
Enterros sem caixão,
onde sepulto nomes,
rostos, culpas e promessas quebradas.
Recomeçar não é viver:
é sobreviver ao próprio incêndio.
É virar cinza consciente,
sabendo que a chama não acabou —
apenas mudou de forma.
Toda vez que me mato por dentro,
algo em mim aprende a nascer.
E talvez o verdadeiro milagre
não seja recomeçar do zero,
mas continuar existindo
mesmo depois de tantas mortes.
Quantas vezes vamos desistir achando que não podemos colocando a responsabilidade e a culpa no outro!
Recria tua vida, remova os obstáculos, recomece. Crie novos caminhos, mova-se. Comece quantas vezes for preciso, com novos olhares, novas paisagens, novas cores. Renasça...nasça, recrie-se..crie, refaça-se...faça.
Flávia Abib
Recomece quantas vezes necessário for. Refaça, renasça, faça nascer as cores e as texturas do teu mundo, do teu eu...e assim trará valor ao meu EU, ao meu mundo, pois nosso verdadeiro valor não está em nós, mas no que causamos no outro.
Flávia Abib
Não tenha medo de se reinventar quantas vezes forem necessárias. Afinal, todo recomeço é uma oportunidade de renascimento, de renovação de nossas energias e esperanças. É um convite para expandir nossa visão de mundo, nossos horizontes e descobrir novas possibilidades.
Permita-se fluir com as mudanças, acolhendo o que vier com amor e confiança. Pois é nesse processo de descontruir-se e reconstruir-se, que encontramos a verdadeira essência da vida, a verdadeira magia de existir...
- Edna Andrade
AMOR A DISTÂNCIA
Quantas vezes sonhei com você bem perto
E quando acordei o meu quarto deserto
Sozinho estou penando o amor
Quem me deixou quem me deu abrigo
Hoje vivi distante não faz sentido
Pra me amar tem que viver comigo
Amor a distância não rola não
Agente se ama na contra mão
Cada um no seu canto os dois na solidão
Amor a distância é assim
Tenho que sobreviver você longe de mim.
Poeta Antonio Luís
10:35 AM 14 de julho de 2015
Quantas vezes?
Quantas vezes navegamos em mares demasiado das sensações
Quantas vezes mudamos de rotas
Quantas vezes nos conectamos de forma sutil, mas envolvente.
Quantas vezes escrevo nas linhas dos teus rosto
Quantas vezes desejo beijar à tua boca como uma poesia inacabada.
Quando ficar dói menos do que ir…
Quantas vezes você já se perguntou se está sendo paciente ou apenas se anulando?
Se o que você chama de amor é, na verdade, medo de perder?
Se a relação em que você está te traz paz — ou apenas ocupa o vazio de não saber ficar só?
Nem sempre o sofrimento se apresenta como dor explícita.
Às vezes, ele se manifesta como espera, como silêncio, como adaptação constante.
E é justamente aí que mora o perigo: quando ficar parece mais fácil do que se posicionar.
Em algum momento, quase todos nós nos encontramos nesse lugar silencioso.
Não é exatamente sofrimento escancarado.
É algo mais sutil: uma inquietação constante, uma sensação de estar esperando por algo que nunca se define.
E, se você for honesto consigo mesmo, sabe do que estou falando.
Sabe porque sente.
Sabe porque vive.
Você não está ali por falta de amor.
Está ali por excesso de esperança.
Esperança de que a outra pessoa se envolva mais.
Esperança de que se posicione.
Esperança de que, em algum ponto do tempo, ela perceba o seu valor.
Enquanto isso, você adapta o tom.
Reduz a expectativa.
Tolera o que não te faz bem.
Vai ficando.
Não porque está em paz — mas porque sair parece doer mais do que ficar.
O problema é que essa permanência tem um custo silencioso.
Ela vai te afastando de si aos poucos.
Você começa a confundir paciência com renúncia, compreensão com autonegação, maturidade com silêncio.
E o mais desconfortável de tudo é isso:
no fundo, você sabe.
Sabe se existe reciprocidade.
Sabe se há presença real.
Sabe se é prioridade ou apenas conveniência.
Ignorar essa percepção exige esforço.
E é esse esforço diário que cansa, adoece e rouba a alegria de viver.
Quando você finalmente se posiciona — quando escolhe por si, pelo seu equilíbrio emocional — algo estranho acontece.
O barulho cessa.
A expectativa desaparece.
E surge um vazio.
Mas esse vazio não é ausência de amor.
É ausência de conflito interno.
É o cérebro desacostumado ao estímulo da espera.
É a alma respirando depois de muito tempo em tensão.
Esse espaço que agora parece assustador é, na verdade, o primeiro momento de liberdade real.
Antes, ele estava ocupado por algo que não tinha futuro, mas que consumia tudo.
Agora, o terreno está limpo.
E terreno limpo assusta quem nunca se colocou como prioridade.
Mas é nele que você se reencontra.
É nele que seus valores voltam a fazer sentido.
É nele que você para de implorar por presença e passa a escolher companhia.
Esse momento exige coragem.
Exige atravessar a dor de se decepcionar.
Exige sustentar a decisão mesmo quando a saudade tenta te convencer a voltar.
Mas aqui está a verdade que quase ninguém diz com clareza:
A dor de se posicionar é intensa, mas breve.
A dor de não se posicionar é silenciosa — e dura uma vida inteira.
Quando você aceita atravessar esse curto período de desconforto, algo muda para sempre.
Você não aprende apenas a sair de uma relação ruim.
Você aprende a não entrar novamente no mesmo lugar.
Você deixa de negociar a própria dignidade.
Deixa de se contentar com migalhas.
Deixa de chamar de amor aquilo que só existe enquanto você se diminui.
E, a partir daí, tudo muda.
As relações que permanecem são diferentes.
As escolhas são mais conscientes.
A paz deixa de ser exceção e passa a ser critério.
O solo fértil que você preparou não é só para alguém novo entrar.
É para você nunca mais se abandonar.
O que hoje parece perda é, na verdade, o início de uma vida com mais sentido.
Menos ruído.
Menos espera.
Mais verdade.
E isso não é sobre coragem momentânea.
É sobre decidir, uma única vez, que você não será mais refém.
Sobre ficar, quando é hora de ir…
Quantas vezes você já se percebeu aguardando uma mensagem que não vinha,
uma atitude que nunca se confirmava,
uma decisão que sempre ficava para depois?
Quantas vezes você já tentou se convencer de que era só uma fase,
que o tempo iria resolver,
que a pessoa iria mudar?
E, principalmente:
quantas vezes você já permaneceu em um lugar que não te entregava o que você sabia, no fundo, que merecia?
Em algum momento, quase todos nós passamos por isso.
Não é um sofrimento escancarado, não é drama evidente, não é caos.
É algo mais silencioso — e justamente por isso, mais perigoso.
É aquela sensação constante de espera.
De estar sempre aguardando algo que nunca se define.
Uma resposta que não vem.
Um gesto que nunca chega.
Uma decisão que sempre fica para depois.
E, se você for honesto consigo mesmo, sabe exatamente do que estou falando.
Você não está ali por falta de amor.
Está ali por excesso de esperança.
Esperança de que a pessoa se envolva mais.
Esperança de que, em algum momento, ela se posicione.
Esperança de que o tempo resolva aquilo que a outra pessoa se recusa a enfrentar.
Enquanto isso, você vai se moldando.
Ajusta o tom.
Reduz expectativas.
Tolera silêncios que machucam.
Aceita ausências disfarçadas de “fase”.
E vai ficando.
Não porque está em paz.
Mas porque sair parece doer mais do que permanecer.
O problema é que esse tipo de relação não termina de uma vez.
Ela consome aos poucos.
Consome sua energia.
Consome sua autoestima.
Consome sua capacidade de desejar algo inteiro.
Há pessoas que não prendem pelo amor — prendem pela indefinição.
Elas não dizem “não”, mas também nunca dizem “sim”.
Elas cozinham sentimentos em fogo baixo.
Mantêm o outro ali, orbitando, esperando, projetando.
E quem espera demais começa a viver menos.
Começa a adiar planos.
Adiar encontros verdadeiros.
Adiar experiências.
Adiar a própria vida.
O mais cruel é que, com o tempo, você passa a acreditar que o problema é você.
Que está pedindo demais.
Que precisa ser mais paciente.
Mais compreensivo.
Menos exigente.
Quando, na verdade, o mínimo nunca foi entregue.
Existe um momento — silencioso, mas decisivo — em que a gente precisa escolher.
Continuar esperando ou agir.
E agir dói.
Dói se posicionar.
Dói dizer “isso não me basta”.
Dói aceitar que a pessoa talvez nunca será aquilo que você projetou.
Mas essa dor é limpa.
Ela tem começo, meio e fim.
Diferente da dor de ficar, que se espalha, se infiltra, se prolonga.
Quando você se posiciona, algo importante acontece:
Você quebra o ciclo da espera.
E ao fazer isso, você não perde — você abre espaço.
Espaço para relações que não precisam ser adivinhadas.
Espaço para pessoas que sabem o que querem.
Espaço para vínculos onde presença não é esforço, é escolha.
O terreno só se torna fértil quando você para de ocupar espaço com aquilo que não cresce.
Agir não é desistir do amor.
É desistir de ser refém.
É escolher a própria dignidade, mesmo tremendo.
É aceitar o vazio temporário para não viver um vazio permanente.
Porque a verdade — dura, mas libertadora — é simples:
Quem não se posiciona, já escolheu.
E quem espera para sempre, paga com a própria vida.
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