Quando Sorrimos
"Quando ouço
O mundo clamando,
Reclamando
Justiça,
Igualdades humanas,
Vejo riquezas
Nas mãos de poucos
Acumulando,
Pois, "ali-babá"
Foi um conto
E nada mais! "
“Quando alguém fizer mal a você, não precisa se sentir bem. Nem gostar! Só precisa confiar que Deus transformará o mal em bem, e vai acelerar o cumprimento do seu Destino Profético”.
PAIXÔES:
Quando dizemos que amamos o outro.
Identificamo-nos a “afetos corretos”.
Quando dizemos que o odiamos.
Opomos-nos aos seus “invalores convencionais”.
Essencialmente, não se ama ou odeia-se!
Apenas reivindicamos o cerne da alegria.
A vida é mais filé,quando vivemos perto da morte,sentindo seus cheiro fatal,mas com a certeza que ainda estamos do lado de cá.
Quando penso num momento de silencio, os pensamentos vem como enxurrada, vem sofá, vem pneu... vem tudo o que não é para vir... mas vem! assim o caminho fica limpo e livre! Coisa de quem vive pensando!
Só saberemos o que é o amor, quando pararmos de procurar seu real significado e aceitá-lo nas suas milhões de formas.
Quando é lícito atribuir uma ação a um povo, genericamente, sem distinguir nela os agentes individuais e concretos? Creio que só nas seguintes circunstâncias:
a) Uma crença geral subscrita por maioria significativa (por exemplo, "os poloneses são católicos").
b) Um costume generalizado ("os franceses consomem vinhos e queijos").
c) Uma eleição vencida por ampla margem por um dos partidos.
d) Um plebiscito, formal ou informal (por exemplo, "os brasileiros apoiaram o governo na Guerra do Paraguai").
Fora disso, toda generalização é pura metonímia e, se pretende ter valor de julgamento objetivo, é falsa.
Eu gostaria de entender o porque de os humanos nos acharem fofos quando nos tiram de nossas mães, nos acorrentam, nos jogam em gaiolas e exigem que cantemos, que peguemos bolas. Senta, levanta, late, canta, seremos seus escravos pela eternidade? Ou só até eles forem buscar outro filhote na maternidade?!
