Quando Morremos Sorrimos
" Percebemos que Evoluímos quando começamos a Notar que nossa preocupação com os outros é maior que com si mesmo... "
" Quando escondemos reclamam, e quando revelamos se afastam, por que tanto receio, o que marca uma pessoa é seu caráter... "
Sinal de alerta quando o casal arruma inimigo comum, para, juntos, combater.
Eles não confessam.
Há tempos, o que inicialmente os unia, como casal, acabou.
O amor tem que ser livre, como os passaros no deserto. pois quando é impedido, de seguir o seu voou ,acarreta serios problemas.
Aquele que conhece o Paracleto entende quando Ele está falando, basta pegar um papel e caneta para escrever aquilo que Ele quer expressar.
A inspiração vem sem hora marcada é como o vento, não o vemos mais sempre está presente.
..... Quando um não quer, dois não conversam; o que é uma formiga num universo de 269 cigarras. Mas a formiga tem paciência e sabe o que almeja.
Quando descobrimos os caminhos da sabedoria ficamos mais hábeis em viver em plenitude nossas ações e com isso nosso trabalho e grandioso, por isso, ser professor ou professora é além de conhecimento, a inspiração para esta deliciosa poesia que é o viver.
O lado bom da vida é fazer o que se gosta. E quando se gosta dá origem ao pingar a gota de felicidade que se deseja.
A crítica que edifica é o maior ali/ado, quando reconhecido o valor da dúvida, que regula e perpetua a infinitude das possibilidades, sem modificar a verdade do locutor.
Enquanto a turminha da escrivaninha diz que os policiais tem de mirar e atirar no carro, quando em perseguição a bandidos, os bandidos miram e acertam a cabeça dos policiais.
Pessoal da escrivaninha , Hellllloooouuu!
"Não estude a biblia para pregar, sim para viver. Pois, quando vivemos o que estudamos, pregamos o que vivemos"
Quando tudo parecer difícil
Quando tudo parecer perdido,
dê glória a Deus.
Porque qualquer que seja
a sua dificuldade,
haverá sempre...
Um milagre lindo de Deus.
É difícil considerarmos a dor alheia quando nem mesmo somos sensíveis, as nossas próprias aflições. (taw ranon)
Uma jovem havia perguntado: “quando acontece o amor verdadeiro?”. Pensei por dois dias essa indagação, folheei alguns livros de Rubem Alves, Platão, Sartre, Aristóteles, Schopenhauer, Fábio de Melo e uma célebre obra do Gabriel Chalita denominada “O pequeno filósofo”. Sem querer furtar o teu tempo, caro leitor, tive que consultar Adélia Prado e Cora Coralina, dois amores literários que possuo. Cora, em um trechinho, fala sobre seguir a vida “quebrando pedras e plantando flores”. Quão bela é essa perspectiva. Relembrei de Adélia Prado, quando em suas obras, fala sobre o amor que “uma vez encontrado, é igual, a fé, abraça-se para a vida toda”. Logo em seguida, mergulhei no pensamento de Rubem Alves com a prerrogativa de recordar de “A menina e o pássaro encantado”, uma obra linda desse autor maravilhoso. Narra-se a história de uma menina que tinha um pássaro mágico que se ausentava para fazer longas viagens e fazer algumas experiências e que, quando voltava, ficava em seu colo para cantarolar as vivências para a amada amiga. Depois, mergulhei de cabeça na lógica platônica sobre o amor e suas divisões: Eros (amor da carência, falta, ausência), Philia (amor fraterno, belo e harmonioso) e o Ágape (amor de Deus, perfeito). Na sequência dessa trilogia, vieram aos meus pensamentos três amores Eros, que causam uma leve sensação de liberdade: Simone de Beauvoir e Sartre; Aberlado e Heloisa; e Romeu e Julieta. Três amores da falta, da carência, da sede de viver com o outro que, em muitos momentos, chegaram a ser tão divinos que foi de mais para esse mundo. Sei que são muitas, porém quero elucidar Simone de Beauvoir e Sartre, que viveram um amor livre e cuidadoso, em que ele era ele e ela era ela. Não quero adentrar em supostas particularidades, mas ressalto a imagem do túmulo onde eles foram enterrados juntos, na França. É partindo dessa história que quero manifestar as minhas ideias seguindo os passos de Aristóteles. Quando ele afirmou: “o amor é o sentimento dos seres imperfeitos”, significou que amamos aquilo que é fruto de nosso desejo e, por isso, dedicamos e sofremos amarrados a uma causa ou a alguém. Ou seja, amamos por necessidade e por carência. E o que pensar sobre o amor depois de ler Arthur Schopenhauer, que o elucida da seguinte forma: “o amor é o centro invisível de todos os atos e fatos”? Encontrei, nessas andanças literárias, Fábio de Melo, em um relato emocionante sobre a sua presença como amigo na vida de alguém, e Chalita na obra “O pequeno filósofo”, que fala sobre a descoberta do amor que vai acontecendo com o tempo, pois o diálogo também é amor. Minha querida jovem, não se sabe ao certo o que é o amor ou quando ele acontece. Não somos capazes de definir ao certo como ele acontece. Na atualidade, podemos fazer diversas leituras, inclusive, sobre as paixõezinhas que se configuram como um amor de verão, que passa como uma tempestade ao entardecer. Ouvi alguém dizer um dia que se quer um amor que nos tire no chão. Porém, isso está voltado para paixão, pois o amor acaba sendo uma mistura de sensatez e sonho, já que à medida que se ama, planeja-se o futuro vivendo no presente.
Avandelson
30/06/2016
Quando a gente não quer decidir com rapidez, monta-se um grande colégio. Quando a gente quer mais rapidez, um grupo menor. Fomos para o grupo menor."
- Ministro da Casa Civil Gov.Temer
