Quando Morremos Sorrimos
Silenciar
é um Carinho que fazemos
em nossa Alma
Quando ela quer se respirar
e com a Paz de espírito encontrar.
Amar é ação que não se descreve, mas que se pratica. Coisas que fazíamos aos 15 anos, quando éramos mais intrépidos, menos racionais e, por isso, capazes de sermos mais felizes.
Preparar um sucessor é atribuição de todo bom profissional. Você se torna insubstituível quando se torna substituível.
Temos o hábito de dar importância a desconfortos, mágoas e ressentimentos, quando precisamos aprender a deletar as situações indesejáveis, apreciando aquilo que nos torna melhores.
Atenção com as palavras desferidas, em especial nos momentos de irritação. Quando você diz algo que desagrada alguém, não adianta desculpar-se depois. Porque não importa o que você disse, mas o que ficou depois do que você disse.
Quando alguém lhe diz que não sabe mentir, não quer dizer que não minta, apenas que não mente direito.
E quando tento encontrar teus olhos, ouvir tua voz...ouço á porta se fechando, a chave jogada fora ! Tantos anos, tantos sonhos...já não há mais portas, já não tem caminhos.
21/12/2017
Aprenda a separar as finanças pessoais da corporativa. Uma empresa não pode ter êxito quando os sócios fazem retiradas incompatíveis com a lucratividade do negócio.
Uma vez mais, vemos desfilando candidatos que prometem construir pontes mesmo quando não há rios. Pessoas que serão eleitas não pela defesa de argumentos, mas pela venda eficiente de ilusões.
Sentimo-nos injustiçados quando preteridos em nossas atividades profissionais, mas não temos dificuldades em subjugar ou demitir quem não se alinha aos nossos interesses. Condenamos práticas públicas espúrias, mas não hesitamos em buscar pequenos favorecimentos pessoais.
Quando uma equipe se torna imbatível, as conquistas perdem o sabor, porque se tornam previsíveis. A felicidade vira alegria. A alegria vira desdém.
Quando você diz algo que desagrada a alguém, pouca valia haverá em se desculpar depois. Porque não importa o que você disse, mas importa o que ficou depois do que você disse.
No período das festas de fim de ano quando todo o mundo esta em clima de festas e confraternizações, várias pessoas tendem a ficarem tristes por diversos motivos; principalmente as que perderam entes queridos.
Sabemos que essa é uma fase muito difícil, mas é apenas uma fase e como todas outras vai passar.
Para que os danos não sejam maiores é preciso afastar-se de tudo e todas as coisas que estimulam tal sentimento. Não alimente a tristeza.
Quando adultos, passamos a tratar com mais e mais pessoas e, paradoxalmente, cultivamos menos amizades porque nossas relações são todas marcadas com o lacre da superficialidade.
Nas casas, nos lares, nas ruas. A vida segue. O coração pulsa. A mente raciocina. Até quando? Pergunta que não importa. Segue a vida e seguimos até o quando-será. Os dedos digitam. As mãos cogitam. No ritmo frenético da produção há vida. No silêncio da mente há vida. Nos campos. Nas indústrias. No comércio. E somos muitos. E somos vários. E passaremos, quando a cada instante passamos. Convém sorver a vida, quando somos pela vida sorvidos. O relógio fraciona os instantes. Os instantes ignoram nossa cronometragem. E somos otimistas. E somos pessimistas. E somos nada. E somos tudo. Somos imagem no espelho. Somos imagem do tempo. Somos cosmopolitas. Somos rurais. Somos índio. Branco. Negro. Amarelo. Um ser sem cor. Somos palavras que respondem. Palavras que ignoram. Somos o tempo que demora. E passa rápido. Somos a carne no açougue, cortada em fatias. Somos a verdura do corpo que se crê saudável. Legumes e frutas. Queijos e laticínios. Somos a rosa, com ou sem espinhos. Somos tão vários. E somos tão o mesmo. Sumos de cores variadas. Espectros de luz dos mais diferentes primas. Somos a sede. De vida. Para além das rimas. Somos o ser que fizemos, quando nos fizeram. Somos essa manhã de sol que nos lembra que ontem foi noite. Somos cinza, fluorescente. No pulsar de um neurônio que se acende.
Monalisa Ogliari
