Quando menos Esperava Voce Aparece
Concluo quando a Lua voltar
À espera de outra noite enluarada
Para ceder a sombra que faz luzir as nossas silhuetas à beira mar
Para deixarmos a alma bailar
No cenário, o balé do coqueiral
O sopro da brisa sussurrando desejo
O momento é emoldurado pelo horizonte
Nada à volta promove o medo
De atravessarmos, no toque, as nossas pontes
Caminhamos a "passos largos" para a nossa extinção.
Quando acabarem as ÁRVORES à face da TERRA, seremos somente, mais uma espécie na estatística.
Quando cantamos ou louvamos na igreja é algo de nós pra Deus, mas quando ouvimos um louvor ou mensagem é algo de Deus para nós.
Quando boas intenções geram maus resultados, não significa que o método tenha que ser mudado, apenas melhor direcionado.
TOQUE
O teu respirar ouço.
Sei quando teus lábios
se movem, para sorrir
ou beijar.
O calor do teu corpo é
inesquicível.
A seda de tuas mãos, sinto-as
em meu rosto, as sinto por
entre os dedos , deixando um
toque do amor.
De ti, tudo sei,só não sei se
lembras disso como eu.
Melhor é ficar na dúvida.
A certeza com o tempo virá.
O coração espera o tempo
necessário.
Porém vive, louco de saudade.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras
Membro Honorário da Academia de letras do Brasil
Membro da U.B.E
Acadêmico da ACILBRAS -Cadeira - 681
Patrono - Maestro Armando Caaraura - Presidente
Quando chegou era todas as músicas ...
Tocava harmonicamente com seu olhar
Roubava o tempo por mim
Mentia para ashoras
E buscava leito em mim
Éramos amantes ...
Isso é fato
Mas não éramos eternidade
Então,
Na confusão que ela criou para estar viva
Não me olhou mais
Esqueceu tanto de mim ...
Era prisioneira do tempo que achava não ter
E me fez partir
Quando a juventude não tem objectivos concretos, que o leve a sua auto-realização e suficiência, apenas aprende a estender as mãos à espera de milagres que tornem possível a sua satisfação.
"Quando desisto de algo, isso não é sinal de frequeza. É simplismente meu instinto de sobrevivência".
Quando as gaivotas seguem o barco dos pescadores, é porque pensam que sardinhas serão atiradas ao mar.
Fidelidade
Ivan mora sozinho, em um apartamento de apenas um quarto-cozinha-banheiro. Logo quando se abre a porta, salta aos olhos a cama-sofá, quase sempre com lençol dobrado ou arrastando ao chão. O travesseiro, sem fronha, tendo apenas quando sua mãe lhe faz visitas para ir a uma consulta no hospital metropolitano. Na cozinha, um pequeno quadrado demarcado por um muro à meia altura, há apenas uma prateleira em madeira não tratada, porque com felpos ouriçados, segurando o essencial: litro de óleo pela metade, vasilha amarelada de sal e um pacote de macarrão com um pregador de roupas. O banheiro era quase uma extensão do quarto. Apenas a porta sanfonada, com o trinco arrancado, separava a cama do vaso. Ivan acostumou-se com o cheiro de casa vazia sempre que abria a porta de casa e podia até mesmo não senti-lo quando não estava afim de abrir a única janela de sua kitnet. Ivan não sentia falta do que acontecia janela a fora de seu mundo. Certo dia, Ivan conheceu Sara. Foi quando Sara, envergonhada, tentava sem sucesso consertar a corrente de sua bicicleta que havia saído da coroa. Ivan, até então, não sabia a importância daquela corrente encaixada elo a elo na coroa pontiaguda. Enquanto consertava a bicicleta de Sara, Ivan pode mirar suas pernas morenas cobertas por pelos enlourecidos. Sara, até então, não entendia muito bem o porquê da corrente ter a colaração escura, destoando do tom azul claro de sua bicicleta, até o momento em que suas coxas se sujaram de graxa. Ivan e Sara ficaram meses a fio passeando de bicicleta cotidianamente. Ivan percebeu que já não sobrava macarrão, que o óleo já não estava por acabar, e sim acabado, e suas janelas não se observavam mais fechadas. O rapaz já não suportava mais o cheiro de casa vazia quando pedalava. A partir de então, Ivan especializou-se em consertar correntes alheias a de Sara. Na verdade, atormentava a Ivan não a ideia de pedalar com a casa vazia, mas sim que a corrente de Sara pudesse novamente soltar da coroa de sua bicicleta. Sara nunca foi tão amada, quanto Ivan a ama.
Sempre quando o nosso coração chorar, as nossas lágrimas insistirem em escorrer, o aperto no peito não quiser ir embora, é bom sempre se lembrar de que existe um caminho que nos livrará de tudo isso: Deus. Por isso, sejamos insistentes e persistentes nesse caminho... Chorar pode aliviar, mas só orando a Deus poderemos ser curados de maneira plena... Deus nos convida a orar sem cessar, é o que devemos fazer...
Quando perdemos alguém querido, temos uma única certeza "Todos os dias a SAUDADE vai bater em nossa porta"
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