Quando menos Esperava Voce Aparece

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For snakes, serpents, les cobras. (Inglês, Francês e Espanhol).

Tem cobra bilíngue. Pelo menos acha que é.
Esta semana estarei fazendo outra limpeza em meu face.
Semana passada limpei 97 cobras com e sem venenos. Claro que deixei duas, uma delas de Bangu para poder pisar.
Esta semana começa a caça as pessoas que postam só suas magras e feias bundas, que não postam nada construtivo e aquelas só escrevem em caixa alta.
Os perdedores e invejosos fiquem tranquilos, nós precisamos de vocês para morrerem de raiva com nossas vitórias. Não excluo nunca. Até chamo de amigo.

Inserida por ProfGlaucoMarques

Eu até gostaria que fosse menos, mas o fato é que já faz seis anos. Na época, eu cursava jornalismo na UCPel, e tinha um mundo inteiro para descobrir (sempre se tem, não é mesmo?). Minha vontade era clara: queria trabalhar com jornalismo escrito e fugia do assunto quando me diziam que eu tinha que ir para a televisão, como âncora de algum telejornal. Sempre gostei das palavras e de como elas informam com liberdade. Acho que ler para saber é sempre mais livre e rico do que ouvir ou do que ver. E talvez essa ideia venha desde o tempo da escola, quando a professora chegava, escrevia um fatídico primeiro parágrafo no quadro e terminava com insuportáveis reticências. E a turma ainda tinha que ouvir: - “Sejam o mais criativos possível!”. Eu sentia uma frustração terrível quando percebia que a minha criação só começava depois dos três pontinhos. Hoje escolho as palavras com a cerimônia de quem escolhe feijões na mesa da cozinha. Liberdade caça jeito, já dizia o poeta.
Mas agora é totalmente diferente. Não estou na faculdade, muito menos na escola, estou pedindo licença para retornar, para retomar o que eu deixei quando parti de Pelotas.
Enquanto cursava a faculdade, mandava textos para este jornal e, para a minha surpresa, depois de um tempo insistindo, eles foram publicados. E era uma felicidade imensa poder "me ler" no jornal da cidade. Era uma sensação de ganhar outros que compartilhassem ideias, um anonimato da imagem. Ser esmiuçada em palavras sempre me envaideceu mais do que comprar um vestido de festa.
Na adolescência, tive a oportunidade de deixar o Sul para desbravar outras fronteiras. E como nessa época, geralmente, a gente acredita que precisa sair do lugar para ir mais longe, eu aceitei.
Fui me despedindo aos poucos de cada pessoa que era importante para mim. Quando partimos, nunca sabemos quando (e se) um dia voltaremos. Faz parte da poesia de ir embora, fantasiar um voo sem trégua.
E nunca esqueço quando o jornalista Clayr Rochefort, então diretor de redação deste periódico, me desejando tudo de melhor, mas quase como quem exige uma promessa, recomendou: “Só não deixe de escrever!”
Noite dessas, no meio de um aniversário, recebo a ligação da minha mãe. Achei um canto onde eu pudesse ouvi-la e ela disse que seria breve. Queria apenas me contar que, reformando a casa, teve que desmontar um armário e, numa caixinha, encontrou meus primeiros brinquedos de infância, a roupinha que eu usei com apenas 24 horas de vida, ao sair do hospital, o primeiro lençol da minha cama de “adulto”. Quando minha voz falhou, coloquei a culpa na telefonia. Não seria fácil justificar algumas lágrimas de saudade numa noite de festa. Mais difícil ainda seria conseguir estancá-las. Saudade das origens é um tipo que não tem cura.
Mesmo que algum tempo tenha passado, eu continuei a escrever e hoje, com grande alegria, anuncio a minha frequência a ser debulhada nessas páginas tão familiares.
É que mesmo que a gente voe pelo mundo, encontre outras línguas, outras culturas, outros cheiros e amores, sempre fica num armário guardado, na cidade que nos embalou a meninice, bastante do que fomos. E, principalmente, aqueles que continuam nos vendo com os mesmos olhos de antes. Raízes, rio que sempre corre, mesmo quando a chuva estia, obrigada por terem me deixado ir e, sobretudo, por terem me lembrado de voltar.

Publicado pelo Diário Popular de Pelotas.

Inserida por melfronckowiak

“Na língua que pior falamos menos podemos sentir.”
―Friedrich Hebbel

Inserida por IranAndrade

O tempo é para todo mundo.
Pelo menos nisso a vida é justa.
O dinheiro desiguala as almas aí vem o tempo e uniformiza as carnes.

Inserida por rafaelfioratto

Ontem. Hoje. Amanhã. Nada mais, nada menos. E o ontem que foi hoje, deveria ter sido melhor para que o hoje tivesse mais êxito, e melhorasse o amanhã.

Inserida por PaolaRhoden

Não se acostume com voos rasantes.
Sempre desprezei coisas mornas, coisas mais ou menos e paguei alto por isso. Abandonei, voltei, arrependi-me, desfiz sonhos que não se cumpriram. Sou assim! Vivo a vida que sempre quis pra mim. Arrisquei, movi-me, transformei, perdi e também ganhei. Tive respostas que jamais sonhei da vida, assim silenciei, tirei-me de cena. Recompus meu pranto, alinhei os sonhos, voltei-me para a felicidade e segui em frente. Não me acostumo com o que não me faz feliz e revolto-me quando acho necessário. Meu coração está alagado de esperança, fé em ser feliz todo o dia, um dia de cada vez para não perder nenhum instante. Volte, se achar que precisa. Perca-se se achar que lhe convém. Continue se achar que é esse o caminho. Viver tem que ser espetacular, de disparar o coração, estremecer, fazer suar, vibrar, tirar do eixo, tem que ser inesquecível. Se não der certo abrace a alegria e tente de novo, não há tempo para ser infeliz, continue.

Inserida por iiiiiii

Um dia sem academia são dois dias a menos para seu objetivo.

Inserida por nataliabhering

O pobre e podre homem.

Quanto mais o conheço,
Menos me identifico,
Nada o entendo,
Mais me esquivo.

Complicado e reclamão,
Onde o copo sempre lhe parece meio vazio,
Pragueja contra o próprio irmão,
Não entende que o copo está é meio cheio,

Diz que não quer o caminho errado,
Mas segue tropeçando nos mesmos erros,
Acha que no último segundo receberá o perdão,
Os portões do paraíso lhe abrirão por inteiro.

Segue orgulhoso e soberbo,
Como se o mundo lhe devesse favores,
Mal sabe que o mundo cobrará seus erros,
Suas maldades, descasos e desamores.

Reclama que a vida é só desafio,
E que o bom seria que tudo acabasse,
Se esquece dos velhos e das crianças,
Que esse final dolorido eles não merecem.

Pobre rico homenzinho,
Que quer o dinheiro como seu deus,
Se esquece que o futuro à Deus pertence,
Faz o sinal da cruz, mas é um ateu.

Saiba que o troco ja está sendo dado,
E a cobrança é da própria natureza,
A frase que cabe pra este momento,
Cada cabeça uma sentença.

Inserida por alexsanjeri

queria que estivesse por perto...
talvez eu estaria menos confusa, e saberias como me aconselhar como sempre fez.

Inserida por sumicley-ribeiro

As pessoas procuram o sentido da vida em todos os lugares... Menos dentro de si mesmas...

Inserida por katiacristinaamaro

Se não conseguimos ou não podemos nos mudar, pelo menos tentemos aprender a evitar más situações.

Inserida por advrobertovictor

O amor geracional é, ou pelo menos deveria estar, acima do "o que importa é ser feliz".

Inserida por marcelowagners

Pedalar não vai mudar o mundo, mas pelo menos nos coloca frente a realidade que o mundo esconde e o coração de uma criança é capaz de ver.

Inserida por biloideias

Os estudos não nos tornam mais ou menos sólidos e sim mais flexíveis.

Inserida por moisesoliveira

Não crie muitas expectativas, assim a dor será menos,

Inserida por DesconhecidoGG

Quem me dera ao menos uma vez,poder voltar no tempo e desfrutar dos bons momentos que eu tive com você...

Inserida por ClaudionorLimaFilho

A todos aqueles que eu mal conheço, aqueles que passam na rua sem ao menos dar um bom dia, aqueles que fazem a diferença em minha ou que tanto faz estarem vivos, desejo uma bela noite e que Deus sempre esteja presente em suas vidas, que todas as forças da natureza ajam a favor de seus benefícios. A natureza é sábia e DEUS se mostra a todo instante através dela, nos mostrando o caminho, nos guiando silenciosamente para o futuro.

Inserida por Linastefanie

Vamos sorrir e fingir que os problemas não existem, pelo menos para aqueles que só são capazes de ver sorrisos!

Inserida por DeniseVilaVerde

Noites de blues, cigarros e poesias não me tornam menos vazio, eu tenho este infinito oco que parece impossível de preencher.

Inserida por teodoriando

Tenho medo de não viver o amor, ou pelo menos o que acho que ele seja. Tenho caminhado esperando aquele sonhado encontro... Aquela paixão a primeira vista, ou buscando construir um amor, conhecer. Viajo nas historias, nos sonhos, na vida... Vou de passo a passo tentando viver amores, até mesmo os imaginários...
Quem sabe assim a gente não se encontre.

Inserida por DeniseVilaVerde