Quando menos Esperava Voce Aparece
a três tipos de pessoas 1 os tamos juntos é aquele(a) que não importa o dia nem horas muito menos a situação ela estará do teu lado 2vamos ver é a quele(a) espera pra ver esses so comparece se o que acontecer de alguma forma o atingir 3 bom de boca é aquele(a) que é bom de papo mais na hora necessária ele(a) desaparece
Tá escuro, todos enxergam, menos eu,
tá frio, todos se esquentam, menos eu,
tá doendo, ninguém sente, só eu
E esse escuro, estranho, me deixa inseguro
Tenho medo desse jogo, afinal no final sempre
vem o fim.
Existe um anjo que pode me salvar dessa
tristeza, mesmo assim não tenho certeza se
quero machucar alguém que tenta me ajudar.
E nesse mundo, esse estranho mundo, com essa
sociedade, essa estranha sociedade, que me
deixa assim
Ser igual, desigual, rico ou pobre, corrupto ou
justo? Eis a questão, meu irmão.
O que você quer ser quando crescer?
Eis a pergunta a responder, mas nesse
instante você está vivendo a vida
Garçom, traz logo mais bebida, que hoje vou
resolver meus problemas, esse é o meu novo
lema.
Pois, afinal, no final sempre vem o fim
E passa mais um dia na minha vida,e para alguns apenas mais um dia , para mim menos um dia para chegar o ultimo.
Firmamento adiante
Se pedires, coloco menos maquilhagem e mostro-te o meu rosto. Levo-te bem longe, onde a chuva cairá igualmente entre nós; se desejares, carrego-te ao colo pelo caminho e penduro estrelas para que possas caminhar na escuridão e, se precisares, há fendas nas rochas onde poderás chorar em privacidade.
Quando chegar a primavera e as flores estiverem em toda sua opulência, preparo-te um banho onde irás lavar-te de toda a dor e vergonha. No outono, varro o teu jardim para que possas deitar-te e ver todos os astros. No inverno, prometo-te a minha pele.
Prometo-te amor sem paixões e deslumbramentos, só amor e liberdade, sem desejo de pureza.
Se quiseres, livro-me de todos os ataques de silêncio rabugento e dos acessos de fúria epilética, concedo-te tudo e não desisto. Quando precisares, crio falsas desculpas para te confortar e apago em mim as reminiscências sentimentais do teu passado.
Se pedires, mostro-te as qualidades da dor, que te fazem ter consciência do que és.
Se quiseres, alimento-te de toda minha poesia.
Se desejares, mostro-te o meu planeta…
Maria clara gostava de nadar. Todo fim de semana, pelo menos nos que havia sol, colocava um top, uma saia rodada, sandália rasteira e ía ao clube. Por baixo seu biquíni florido. Gostava de deitar nas cadeiras de sol e ler seu livro, ouvindo seu disc-man enquanto simultaneamente observava as pessoas. Pra ser mais específico, as outras mulheres e o modo como agiam. Maria Clara sempre teve isso de dividir seu cérebro em vários pedacinhos. Prestava atenção em como se bronzeavam no sol durante horas lambuzando-se com protetores e, em alguns casos, até usavam com coca-cola com urucum, lembrou. Evitavam na maioria das vezes mergulhar pra nadar, e quando o faziam, era sempre aquele ritual: Primeiro as pontinhas dos pés, depois as canelas, um pouquinho de água no pescoço, um pouquinho mais nos braços e depois iam entrando bem devagarinho, sempre na parte rasa. E não passava disso, algumas caminhadas na ponta dos pés com pavor de molhar a espinha já eram o suficiente. Era um "quase-mergulho" cheio de postura. Se é que isso pode ser dito. Maria Clara não gostava assim, Não gostava dessa coisa de quase, ou mais ou menos. Mas as observava atentamente. E tinha seu ritual próprio: Tomava seu sol, ouvia seus cd's e quando a piscina estava próxima de fechar ia dar seu mergulho. Transbordava de vontade de tomar distância e dar um daqueles mergulhos bomba onde jogasse água pra tudo que é lado, exatamente como fazia antes. Mas lembrava-se sempre da vez em que, ao estatelar-se na água, todas as pessoas do clube a torceram o nariz. Diziam: O que essa menina tem? Além do mais havia também as vezes em que batia com a barriga ou as costas na água, deixando aquelas marcas vermelhas e doloridas. O clube também estava cheio e não poderia fazer isso de forma alguma. E então, mais uma vez cumpriu o ritual, começou com a pontinha dos pés, experimentou a água, pescoço, braços, entrou até a cintura, caminhadinha na ponta dos pés. Tão sem graça, no fundo sentia vontade de poder mergulhar como quisesse. Antigamente, era bonito de ver Maria Clara mergulhando. Corria e se jogava na piscina como uma bigorna. Estatelava-se na água, que respingava pra todo lado. Às vezes se machucava, e isso no fundo acabava sendo motivo de risada, porque o que realmente gostava era da sensação de se jogar, daqueles poucos milésimos no vazio. Nem se importava se os braços daquela piscina seriam os melhores para a segurar ou não, e fazia todas aquelas mulheres "quase-interessante" parecerem tão superficiais quanto seus bronzeados no fim do dia. Era lindo ver como se divertia em ser simplesmente ela. Era tão lindo, e pensei: Porque não mais?
Resolvi aproveitar a oportunidade, já que estava lá deitada com seu disc-man e seu livro, e a perguntei:
- Já percebeu como essas mulheres fazem? Tudo na pontinha dos pés...
- Sim, já reparei
- Sem graça né?
- Um pouco
- E porque faz igual?
- Porque eu quero, pode parar de me incomodar?
- É porque eu gosto de te ver mergulhar
- Você gosta de me ver cair de barriga não é?
- Gosto. E você não gosta?
- Sim... Talvez
- E porque tem que se culpa por gostar?
- Porque às vezes dói. Sem contar que o clube está cheio e eu não estou afim de que fiquem falando idiotices sobre mim.
- E não sente falta daqueles poucos instantes em que está no vazio e que nada mais importa?
Não me respondeu. Recolheu suas coisas e foi embora. Fiquei algumas semanas sem ver Maria Clara, mas um ou dois meses depois ela reapareceu. Mais bonita. Não estava mais magra, nem mais gorda. O cabelo era exatamente o mesmo, a pele da mesma cor e até o disc-man era o mesmo. Mas tinha um sorriso no rosto que começava pela testa, dando-a um leve franzido, e descia inquietando as sobrancelhas e dando brilho aos olhos, contagiando as maçãs do rosto, esticando covinhas, escancarando o sorriso e terminava na pontinha do queixo, onde aparentemente não mudava nada, mas sei lá, com certeza havia um pouco do seu sorriso no queixo. Deitou-se tranquilamente na cadeira de sol, tirou seu livro, seu disc-man e leu durante toda a tarde. Já perto de fechar a piscina, levantou-se recolheu suas coisas e ao invés de fazer o que sempre fazia, somente foi embora. Passou por mim, e me desejou uma : Boa Tarde. Me deu mais uma amostra do seu lindo sorriso e se foi. Embora eu esperasse poder ver, mais uma vez, Maria Clara se jogando nos braços do nada, fiquei feliz por ela entender que, naquele dia, não falávamos propriamente sobre água, mergulhos ou piscinas. No fundo eu sei que ela entendeu, seu sorriso não poderia mentir
Quem gosta de verdade corre atrás, se importa, demonstra interesse. Ou se não faz isso, pelo menos valoriza quando você está por perto.
Eu não preciso que ninguém venha atormentar meu juizo, eu não tenho mais a menos paciência pra isso.
Acho que o paraíso não está muito longe,pelo menos não para mim,e se o vento estiver bom,poderei pilotar por aí,e encontrar a tranquilidade.
oh! as oraçoes fazem milagres,acreditem em mim...não estou muito longe da terra do nunca,
POSSO IR AONDE EU SEMPRE SOUBE QUE PODERIA ESTAR,
APENAS UM SONHO E A MOTO PARA ME LEVAREM,e em breve eu estarei livre...
não é muito longe o retorno para sanidade,apenas precisa acreditar.....
a única bagagem um coração livre e muita vontade de ser feliz....
Nao lhe desejo um bom ano
Nao lhe desejo felicidade
Muito menos saúde.
Nao sou eu quem distribuo as cartas
Nao sou eu quem as embaralho
Eu lhe desejo sorte para derrotar seu oponente.
Entre voce e sua mente, quem vence?
Acho q nesse jogo não existe um vencedor ou um perdedor.
É um jogo de cartas marcadas,
de dados viciados.
Corpos encarnados a tropecos no meio do caminho fazem logo suas apostas.
Corpos adestrados a procura de um prêmio vago em vao: Liberdade.
É algo mesmo tao ilusorio.
Mas creio que é ai que a suprema felicidade repousa:
Em um parapeito de uma janela recém amanhecida.
Mas, Cuidado, Felicidade! A queda é longa, feia e fatal.
Não sou educada, não sou sensível, muito menos meiga. Gosto de falar palavrão, de rir de coisas idiotas, gosto de ser eu mesma.
Ignore essa ultima frase. Eu não vou reescrever, muito menos jogar fora essa carta. Pois acredito que a primeira coisa que escrevemos é a que mais vale, a que mais tem sentimento verdadeiro, é quase a mesma coisa do que estar bêbado, e falar coisas que irá se arrepender no outro dia. Por isso eu amor cartas! Não pelo sentimento de arrependimento, mas o de sinceridade...
Sem julgar ninguém, muito menos a si mesmo, o que de melhor podemos fazer é continuar na luta pelo aprendizado diário.
Não existe pretensão de mais ou de menos para um poeta que, é capaz de alcançar a imensidão em seus sonhos e que luta a cada instante para torná-los realidades.
- Relacionados
- Frases para namorada que mostram o quanto ela é especial para você
- Frases de motivação: palavras para encontrar o incentivo que você precisa
- Você é especial para mim: frases que tocam o coração
- Frases de raiva que dizem o que você não consegue falar
- Adoro Você
- Frases profundas que vão mexer com você
- Não Vivo Sem Você
