Quando eu me Entrego a você
Mãos de peso.
Oh Deus...
Querido Deus...
Soberano Deus...
A ti..
Em tuas mãos..
Agora me entrego...
A ti....
Em tuas mãos...
Entrego todo ser vivo da terra...
Meus irmãos...
E os animais...
Que essa máscara sobre essa esfera tão perfeita...
Não seja uma máscara...
Mas sim..
Que seja suas mãos...
Pois elas..
Tem um peso...
Tem bênçãos...
Tem poder..
Ter magia...
Tem soberania...
Tem cura...
Pai...
Oh Pai...
Ouça meu clamor...
Meu grito de guerra...
Meu grito de fé...
Meu grito de revolta....
Cure a dor em nossa alma...
Nos dê saúde e sabedoria...
Porque com isso Pai...
Temos tudo...
Desperta em cada um de nós...
O que realmente....
Somos e não sabemos....
Amém...amém...amém.
Autor :José Ricardo
Como acordar e não te querer?
Como é possível não querer te ter?
Tudo que sou eu te entrego com paixão.
Para sempre eu te ofertarei meu coração.
Como não admirar-te?
Como é possível não contemplar-te?
Todas as maravilhas estão em tuas mãos.
Quero sempre a Ti expressar minha Oração.
Como é bom sentir que não é em vão;
Como não perceber que Tu és Bom?!
** ** ** Com mil carinhos a vocês.
Nesta data tão ESPECIAL eu vos entrego mil carinhos de amor e alegrias de renovações de Vida!
Assim é o AMOR dE Deus PAI e seu FILHO o REDENTOR por todos nós...
Que Dele renasceremos das cinsas...
Diante da Rainha!
A Valentina
Diante de ti eu entrego
O fruto açucarado do ventre de luz
Que hoje habita este continente
Com a beleza rara da flor
E a essência lúdica do amor
Com as águas sagradas do teu útero
Lava o corpo e a alma deste pequeno ser
Que viajou por infinitas noites
Como a mais sublime poesia estelar
E trouxe luz ao amanhecer
Que tuas ondas prateadas inspirem teus sonhos
A viver com real formosura em todo canto e lugar
Que teus dias sejam firmes com a força do teu abraço
E o reflexo dos teus olhos sobre o mar
Repletos de suavidade para inspirar a família e o lar
Esta é a tua pequena menina-sereia
Que dança a magia das noites sobre a areia
Balançando nos movimentos das águas
Iluminada pela ternura da lua cheia
Em reverencia a ti mãe de bondade rainha-sereia
Retira dos teus caminhos o sentimento enganador
Torna-a perfeita sob o aconchego do teu amor
E no bailado destas águas em beleza
Envolva e afina teus sonhos com a certeza
Que a estrada a percorrer é de ternura e leveza...
Do livro: Deusas Aladas
No peito grita minh'alma, que transborda quando canto. Entrego-me visceral, sem amarras, à partilha. Meus amores, meus prantos, meus calores, meus encantos. Errante, meu coração é aberto, queima e não cicatriza.
A quem eu me entrego com destreza
Minha maior certeza
A que arreda toda minha tristeza
Sinônimo de riqueza
Lhe chamo, alteza
Porque és de grandeza.
...sem ter medo eu me entrego,
sem caminho é meu destino
sem destino os meus passos
sem disfarce no que faço
pra poder te entender
me divido em mil pedaços
pra poder te convencer
que vale a pena arriscar
mesmo sem saber
sera muito se em pouco tempo
a gente for sincero
e poderemos escolher
como vai ser nosso final
sem se arrepender...
Vem minha doce e majestosa flor.
Vem trazendo teu amor.
Que eu entrego minha alma.
E tudo mais que há em mim.
Tudo em meu coração.
Será teu de puro agrado.
Meu corpo se aquece ao teu.
Farei de ti meu caminho.
E o brilho dos olhos seu.
Serão luzes a nos guiar.
Vem tão bela e meiga flor.
Adoro-te há velhos tempos.
Meu ser já te procurava.
Por vastos campos sem fim.
Minha alma triste vagava.
E a lugares entrava.
Em busca do cheiro teu.
E agora que estas comigo.
Pra você eu sempre digo.
Teu homem sempre fui eu.
Entrego-me todas as noites aos meus devaneios e viajo até casa dos meus sonhos, numa colina com vista para mar e imagino uma leve brisa de maresia a envolver meu rosto.
Eu danço, bebo, comemoro por vencer mais um dia. Danço, bebo, comemoro e entrego meu corpo a qualquer estranho. Como se ele me pudesse me devolver inteirinha, sem tirar e nem por. Mas é em vão, e mesmo assim, ainda continuo nessa insistência de vencer os dias, nessa insistência de fingir que eu to ignorando.
E me entrego ao mundo em busca de algo, sabe aquela coisa de que sempre o mar devolve: vivo ou morto, o mundo também é assim, um dia espero voltar a ser o que eu era e que a vida me devolva: vivo ou morto. "
DEVANEIOS FRIOS
Entrego-me a devaneios frios!
Tão sombrios...
Turbilhão de paixão e ódio
E em espaços vazios,
A dor sentida desta solidão!
Queria eu estar vestida de ouro
E, no entanto, estou aqui tão só!
E ter você agora, meu maior tesouro,
Do que ter meu sonho
Se transformado em pó!
"PÉROLA NEGRA"
"Perdendo as minhas forças, me vejo ao chão
Entrego os pontos
Você assiste a tudo
Sem dó, sem piedade
Mesmo daqui, posso enxergar o seu sorriso 'de canto'
Vou me perdendo, esquecendo as minhas pernas.
Quando quase adormecido, você se aproxima
Me beija lentamente, energizando o meu corpo
Eletrizantemente, recarrega a minha bateria
E o jogo recomeça...
Este é o seu canto, pérola negra:
Perder-me e recuperar-me...
Deixar que eu caia para ser o meu guincho
E eu me entrego...
Sentindo prazer no seu...
No seu negro-perolado prazer...".
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Eu me entrego, eu gosto, eu curto, eu faço coisas que nunca fiz antes, digo coisas que nunca disse, sinto coisas que nunca senti. E tenho medo, de novo, e choro, e faço chorar. E aceito ideias que não eram mais minhas, aceito compromissos que sei que vao me levar onde já me levaram: ao nojo, ao enjoo, à fuga, ao cansaço, e finalmente, à mais um tempo sozinha sem coragem de me entregar, e mais tarde, uma nova necessidade de um tratamento de choque.
