Quando as Coisas Pioram

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Não sei te explicar o que aconteceu
foi tudo tão rápido quando você apareceu
com uma simples conversa você me conquisto
e abriu as esperanças de um sonho de amor
cada hora que passava você me conquistava
e aquele sentimento eu não mais controlava
eu estou perdido sem saber o que fazer
pois não penso em mais nada,somente em você

Eu faço tudo o que posso
Pra gente se entender
Não compreendo quando você
Se esforça tanto pra resistir
É só você que tem
O melhor de mim
(A nosso favor)

Nessas horas, dizem pra gente seguir o coração, mas é tão difícil ouvi-lo quando eu desesperadamente tento correr pra longe dele.

"Quando passei a interpretar minhas lágrimas...
percebi que nem todas eram de tristeza."

"Quando passei a interpretar meu sorriso...
percebi que nem todos eram de alegria."

"Quando passei a interpretar meus sentimentos...
percebi que nem todos eram de amor."

"Mas quando passei a interpretar minha alma...
percebi que pras lágrimas não serem de tristeza,
eu teria que dá um sorriso com alegria
para que minha alma vivesse com AMOR"

Sorria a cada pequeno gesto, sorria quando lhe fizerem sorriso, mas acima de tudo sorria sempre que lhe der vontade.

Você procura o amor, faz disso uma obsessão, e quando o encontra, confunde isso com monopólio, egoísmo, escravidão. Quer demostrar amor, dê liberdade ao ser amado. A insegurança nos leva à loucura e ao precipício.

Quando você está perto, meu coração não suspira, ele voa.

O que falta aos jovens é alguém para querer ser, quando crescer.
(O que falta aos jovens)

 “Ingenuidade em adultos, muitas vezes é encantadora. Mas quando acompanhada de vaidade, é indistinguível da estupidez.” 

Tudo aconteceu tão rápido entre nós, não deu pra evitar, quando percebi ja estava completamente apaixonada por ela...a garota que roubou meus sonhos, o meu coração, a garota que eu não paro de pensar...a garota que eu tanto amo

Quando você está cercado por pessoas que compartilham um compromisso em torno de um propósito comum, qualquer coisa é possível.

Quando falamos de uma nova pandemia de gripe, a questão não é "se" isso vai acontecer, mas "quando".

Quando comecei a abrir as janelas para o lado de dentro percebi que em meu interior havia jardins tão ou mais exuberantes que os que estavam do lado de fora. Só então compreendi que, em mim, era primavera o ano inteiro.

Eu vou embora na certeza de que não farei falta. De vez em quando eu olho pra trás pra ver se tem alguém pedindo pra eu voltar, mas nunca tem.

– Sr. Monóculo, quando eu crescer quero ir pro espaço.
– Então você irá, número um. Então você irá.

Quando a maldade aqui passou
E a tristeza fez abrigo
Luz lá do céu me visitou
E fez morada em mim

Quando chega o dia da casa cair (…) é um dia de chegada infalível, – o dono pode estar: de dentro, ou de fora. É melhor de fora.
(A hora e a vez de Augusto Matraga)

A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos em frente. Nada além de um novo rumo, um novo capítulo da história. Já não é mais possível fazer curvas, retornos, nada mais nos prende ali. Não há mais argumentos que justifiquem a nossa permanência. A não ser o medo. O medo do novo. Do incerto. De tudo aquilo que tira a sensação de segurança do peito. De tudo aquilo que parece não ser firme o suficiente para que nós mergulhemos de cabeça. Todos que me veem me enxergam como a pessoa mais bem resolvida do mundo. A mais decidida. A que encoraja a todos, a que estimula a cada amigo ou conhecido a ir além dos seus próprios limites, sair da zona de conforto, não ter medo do escuro, do que ainda não se pode saber se vale a pena insistir, persistir ou desistir. Mas de perto, olhando assim, em zoom, eu não passo de mais um desses seres humanos meio perdidos, tentando saber qual é o seu lugar no mundo, por onde preciso ir para chegar onde quero ou se tomo meia dúzia de decisões irrevogáveis que mudarão o meu destino para sempre. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende, eu diria – o medo. Em contrapartida, tenho tentado me aproximar cada vez mais de tudo aquilo que não me impede de bater asas. De voar. De ir além. Mas, ridiculamente, eu não saio do conforto e da segurança do chão. Eu não bato as tais asas que sinto prenderem, que sigo procurando espaço suficiente para abrir. Vivo a dualidade de um passarinho que sonha em conhecer o mundo, tem a porta da gaiola aberta, mas não se move. Não sai do lugar. Eu só não queria ter tanto medo. Queria que alguém me jurasse, me prometesse que tudo vai dar certo, que não vou me arrepender do próximo passo, que não preciso do que é mais cômodo e menos feliz, só por não ter certeza se a vida vai me sorrir de volta ou vai me receber com uma porta na cara e um aviso de – volte mais tarde. A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos mais em frente. É como aqueles jogos de videogame que a tela te empurra para frente e te obriga a enfrentar todos os vilões, todas as dificuldades que surgirem pelo caminho. Mas repito – tenho medo. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende a este presente que já não me acelera o coração, não me faz feliz, não me faz bem, pelo contrário, me suga, me sufoca, me maltrata, me maldiz, me adoece, eu diria – a falta de coragem. Vivo a angustia de ser um passarinho com sonhos do tamanho do mundo, com a oportunidade de realizar, ao menos por ora, pequenos feitos, mas que não se move. Não sai do lugar. Por medo de que só a vontade de ser feliz não seja suficiente para ser.

CONVERSE! Muitas amizades, namoros, casamentos terminam por falta de dialogo. Quando não existe o habito de conversar abertamente com quem se convive, passa a existir uma lacuna entre estas pessoas. Está lacuna poderá ser preenchida com a inveja, intriga ou mentira de outras pessoas. Poderá ser preenchida com a incompreensão entre você e quem se gosta. Então não deixe de usar a conversa. Não permita que as palavras não ditas se tornem em lágrimas de adeus, de um injusto adeus.

Sorrio...
Quando lembro-me do seu jeitinho meigo de me amar...
É como se a tua lembrança fizesse cócegas na minh'alma!
Perco-me!
De FELICIDADE em meu mundo de SAUDADE.