Quadro
Se eu pudesse deduzir em um quadro-negro a fórmula do amor, mas que nada, estou aqui brincando de escrever. Ironicamente. Ao pé da letra. Debaixo de algum pé de jabuticaba eu me aventuro a rabiscar algumas teorias, repassando o que aprendo por aí, muito com a vida, mais um pouco na aula e o outro resto por mim mesma. Eu sou uma aluna teimosa. Lembra daquela que já queria escrever de caneta vermelha logo que entrou na escola? Eu mesma.
....na tua linda cara encotrei o que faltava para que o meu quadro pintado pela minha imaginação ficasse com mais belo.....
Venda seu voto hoje e com o passar dos próximos quadro anos você vai saber o real valor que ele tinha, vai ver que ele tinha valor e não preço.
Me volto a um quadro exposto na parede cinza do meu quarto, noto uma pessoa amarelada, sem cor. Um ser de ombros largos, cabelos indomados e boca pálida me observa com um olhar negro e fundo. Escuto ao fundo um eco de bater de porta e me dou conta que essa obra não passa do meu próprio reflexo. Logo, contemplo o retrato da mudança que o tempo me trouxe.
Tudo se Repete
O Quadro na Parede
O Carpete
Tudo Igual de Novo !
A Mesma forma do OVO
Quebrado na Panela
Fecharam a janela
Do Povo
Fizeram Tudo de NovO
Não era Eu o SintineLa
De Novo
Quebraram o OvO
O profeta no deserto é como um garoto diante de um quadro negro sem rabiscos, seus conhecimentos dependerá das mãos do professor, como o profeta que anda só espera na aridez do deserto em si, a direção da palavra de um ser Superior um ensino na qual o mandamento se guarda na memória cada palavra de um professor, a sequidão será suportada e deveras prosseguir enquanto ela há de vir.
Quando Deus abençoa, há frutos, o quadro da sua vida é transformado e as coisas não continuam do jeito que estavam. Receba a bênção de Deus!
A vida é um quadro
um quadro em que o destino
escreve todos os dias, e por isso
é preciso apagar tudo que nele é escrito
nenhuma dor é eterna, a felicidade
também não é eterna.
Pensando Alto
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Pensando alto, fico trancado no quarto, observando de longe o quadro, vejo a chuva pela janela; A noite está muito escura... Oh agora como vou me iluminar? Vou fechar meus olhos e sonhar... Sonhar com uma luz, com o vento, com um amor de longo tempo, com o sol me iluminando. Isso apenas mesmo sonhando, pois a chuva não vai cessar e a vela não vai me iluminar, o medo não vai me fazer chorar; Por isso quero apenas sonhar e esperar. E você por quê também não espera sonhando?
Quando você chegou em minha vida, foi como se tivessem colocado um quadro em minha enorme sala vazia.
No depósito da memória, busquei um quadro do passado, retoquei-o com as cores da lembrança e com respingos de saudade. (Siby)
Em um quadro severo dessa doença silenciosa e destruidora, sinto deslocamentos e rangeres por todo o corpo.
É dor.
É desconforto.
É desistência.
Essa guerra travada incessantemente a cada minuto de minha vida, está me consumindo e não vislumbro solução.
Há dias e horas desse dia, que já nem sinto minha existência. Meu corpo está sem forças e a mente em constante conflito.
Tudo grita, mas somente eu escuto.
Tento fugir, mas ir para onde.
Tenho medo, mas não há acalento.
Tudo que sei é que responde por fibromialgia!
Podemos associar o roubo do quadro da Mona Lisa à morte de alguém, ou com a perda de algo. Assim como o quadro só ficou famoso porque foi roubado, o mesmo acontece quando alguém morre e fica mais reconhecido, ou recebe mais valor.
Quando perdemos algo, queremos de volta acima de qualquer circunstância. A perda de alguma coisa, mesmo que antes desta não tenha muito valor, força nosso instinto a querer de volta, portanto, se quiser perturbar a tranquilidade de alguém, experimente tirar algo deste.
A sala de aula do coração é o passado, lá aprendemos através do quadro da memória, a fazer dos nossos erros, os acertos do presente!
O verde da natureza, o céu azul e, a nuvem branca namorando com o arco-íris, um quadro espetacular em um dia maravilhoso no meu quintal.
Palácio de Queluz: Um Encontro de Descolonização
No quadro "Palácio de Queluz", proponho uma inversão simbólica da história: e se os povos indígenas brasileiros atravessassem o Atlântico, invadissem Portugal e reivindicassem o que lhes foi tirado?
Recrie o Palácio de Queluz como palco de uma devolução imaginária. Não se trata apenas de revanche, mas de justiça histórica, em que as riquezas extraídas das terras indígenas voltam às suas origens. A recente repatriação do manto tupinambá da Dinamarca, após mais de 300 anos, inspira essa reflexão. Esse símbolo sagrado ecoa a luta dos povos indígenas por memória e pertencimento.
Vocês podem considerar esse pensamento utópico, mas, se o trouxermos para os dias atuais, veremos que a colonização persiste em novas formas. À medida que as big techs continuam a colonizar nossos territórios, explorando dados e lucros sem retribuir de forma justa às comunidades afetadas, temos uma nova versão da exploração que repete as dinâmicas coloniais do passado.
Minha busca aqui não é apenas despertar a imaginação, mas também provocar uma inquietação política. Essa inversão desafia as narrativas de poder, expõe as feridas da incursão portuguesa e provoca a pergunta: o que significa devolver o que foi tomado?
Assino esta obra como um gesto artístico e político, para repensarmos os lugares que ocupamos no passado e os que podemos recriar no futuro.
Não quera ser lembrado no porta retrato num quadro na parede, numa lembrança qualquer, deseja estar vivo por ter feitos boas amizades, ter ajudado pessoas a serem melhores, por ser, um ser humano do bem verdadeiro em compartilhar o melhor na vida vivida com o próximo amém.
