Psicologia Organizacional

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Não existe, neste mundo todo, uma superioridade real que possa ser separada de uma vida correta.

⁠"Nem sempre a luz me guia. Às vezes é a própria escuridão que me revela por onde não quero mais voltar."

Se afaste de "profissionais da terapia" que falam mal de outras técnicas diferentes da dele. Um bom profissional é aquele que domina todas as teorias e técnicas para trazer transformações para seus pacientes.

Quando a indecisão bater à sua porta, respire fundo, escolha e fique em paz. Mesmo se errar, caminhe, não pare de lutar pelos seus sonhos

Ter o controle das emoções é tarefa para os fortes

Quando percebo que alguém me rejeita, fico ferida, pois tenho muita carência afetiva não resolvida

⁠A dor emocional é uma tempestade que se acalma com a compreensão e o acolhimento.

Eles não são loucos, apenas passaram por experiências as quais não conhecemos.

⁠"Atitudes pregam mais do que palavras."

⁠A tristeza definitivamente não é para fracos. Apenas pessoas de caráter são verdadeiramente capazes de fazer dela um degrau importante de sua vida.

Obediência não é sinal de submissão, tampouco de pequenez. A obediência é um processo disciplinar que nos sugere oportunidades de convivência, harmonia e de reflexão sobre as regras ou leis que nos envolvem cotidianamente.

Quando a motivação de uma equipe é suficiente para permear os desejos de vitória de todos os seus integrantes, as possibilidades de sucesso em seus desafios são altamente fortalecidas.

A vida nos agita com seus encantos e desencantos, o que nos mantem equilibrados para seguirmos em frente são nossos sentidos atentos às situações e necessidades que nos cercam.

Sorte ou azar podem até atingir as pessoas em certas ocasiões,
entretanto, como as marés que sobem e descem,
da mesma forma que avançam, logo recuam.

Permita-se resolver seus problemas preferencialmente quando estiver livre de sua fúria. Essa é uma regra de ouro contra a desinteligência.

⁠Quando fazemos escolhas, convictos de que estamos sendo enganados, nos tornamos relutantes em acreditar no óbvio.

⁠Quando o fracasso é encarado como um remédio amargo, porém revigorante, os propósitos de vitória de quem o experimenta continuam vivos.

⁠"Os fatos da vida são algo externo a você e nada pode fazer sobre eles! Eles só interferiram na sua vida, quando você conferir a eles importância! Pois, só assim é que eles se tornam interno e muda o seu estado de anima(alma), seja na dor ou na alegria!"

"A dor e a delícia" de ser diagnosticado

Inicialmente ressalto que não utilizarei termos acadêmicos porque a minha atenção neste texto é que ele alcance um número de pessoas que entendam, de forma simplória, o que eu quero dizer.

A caminho de seis anos me interessando por assuntos voltados para a psique, diariamente me deparo com a proporção que tomou o uso de diagnóstico pelas pessoas. Muitas se "autodiagnosticam" visitando sites, respondendo a uma bateria de testes sem algum embasamento teórico-científico, conversando com um amigo que está cursando - visitando a sala de aula de - Psicologia ou uma matéria chamada "Psicologia alguma coisa" em um determinado curso. Enfim, pessoas querem se enquadrar a uma psicopatologia ou estrutura psíquica.

Saber o que/quem se "é" em tempos onde todos têm de se mostrar "cult" é chique. E "ser" "bipolar" ou "boderline", então? Moda-psi. E acreditem, estes são diagnósticos dificílimos de serem identificados, e eu ousaria dizer que levariam no mínimo dois anos, com ajuda e controle profissionais, para então a confirmação do que se trata.

O fato de a pessoa ter em mãos seu próprio diagnóstico, quando provindo de um profissional qualificado, não me incomoda. Mas eu ter a convicção de que exista um medicamento ou uma fórmula de "cura" para uma psicopatologia que ainda não foi sequer divulgada, bom, aí já é demais. Comportamentos da nossa era atual estão sendo ditos como doenças, déficits e síndromes em uma velocidade assustadora e isso me preocupa. Por quê?

Bom, acredito sim que toda pessoa tenha o direito de saber o que se passa, tanto no adoecer físico quanto psíquico. Mas o problema maior é a forma em que é passada, e para além disso, o jeito com que a pessoa internaliza a forma que a disseram que ela é/está no mundo. Uma forma que não tem salvação, como se a aprisionasse dentro do seu "ser". E com isso, tem muita gente utilizando o "seu diagnóstico" (o que eu sou, o que eu tenho?) como desculpas a ações absurdas, como a própria obrigação de ser feliz a todo e qualquer custo, ou como desculpas para não se ter responsabilidades. Pessoas estão fazendo mal umas às outras, aos ambientes em que convivem, e no final dão a desculpa do diagnóstico. E isso acontece num tempo de urgências, antes que tudo se acabe, já que para todos a vida tornou-se algo breve.

Para que tenhamos clareza da seriedade do que é diagnosticar, em estágios e acessos a prontuários da Psicanálise e da Psicologia eu vi muitos "psicóticos" ou "obsessivos" sendo enquadrados como "perversos". Psicóticos sendo chamados de "histéricos" ou "neuróticos". "Melancólicos" e "depressivos" sendo chamados de manhosos. "Pessoas fóbicas" ou com "TOC's" tendo direito somente ao uso de medicamentos, e não de se perceberem nas suas dificuldades. E em todos esses casos, é como se tirassem o sujeito da doença e a pessoa tornasse apenas uma telespectadora do sofrer.

Eu aprendi que o diagnóstico psíquico é de uso do profissional no campo da Psicologia ou da Psiquiatria ou da Psicanálise. O que o paciente é ou o que ele tem não é retirado de uma CID ou de um DSM, mas de uma história de vida. Manuais são um caminho, não uma solução. E o tratamento, embora muitas vezes eu concorde que deva sim ser medicamentoso, parte das possibilidades apresentadas pelo paciente ao profissional, e é claro, na busca pela forma que o adeque, por vontade e liberdade dele, a um estilo de vida suportável e feliz.

Acredito que as pessoas não deveriam se preocupar tanto com o que têm ou são no adoecimento psíquico, mas sim com o que podem fazer para cuidarem de si e das pessoas aos seus arredores. Não se trata de parar de dizer qual o diagnóstico, mas de mostrar ao paciente que ele é bem mais que qualquer nome. Não podemos deixar de acreditar na mudança dos sujeitos, na responsabilização dos sujeitos, tampouco superação das limitações dos sujeitos. Todos nós temos limitações. Mas se superar e se autoconhecer são pontos importantes que também fazem parte de uma terapia. Por fim, a terapia é um momento de parar, refletir, recuperar forças... e seguir em frente. Coisas que um diagnóstico não proporciona a ninguém.

Consulte um psicólogo.

"As feridas podem até fechar, mas costumam deixar cicatrizes que te farão lembrar de tudo enquanto você viver."