Psicologia Organizacional

Cerca de 5287 frases e pensamentos: Psicologia Organizacional

⁠"Os fatos da vida são algo externo a você e nada pode fazer sobre eles! Eles só interferiram na sua vida, quando você conferir a eles importância! Pois, só assim é que eles se tornam interno e muda o seu estado de anima(alma), seja na dor ou na alegria!"

A maioria dos problemas do mundo foram criados pela mentira.

Nosso cérebro não tem a função de nos dar alegria e sim de poupar energia e de nos manter vivos. Confie em Deus.

Aceite a si mesmo, dispa-se de todas as máscaras que adotaste durante a vida para ser aceito, para não ser feio, para não pagar mico, para ser aceito pelo sistema. Venha como está. Aonde? Para Ele, para os braços do Pai.

Avance! Só quando avançamos é que o Mar Vermelho se abre.

Dê um basta aos seus medos e receios, considere os seus anseios e avance com esta certeza: Deus é comigo.

Tem uma palavra maior que obrigado: gratidão.

Não compute dor, enfrente a vida.

⁠Amar a si mesmo agrega valor à vida.

O dia bom é o da bênção de Deus.

⁠O conhecimento e a esperança promovem libertação mental e espiritual.

⁠Cumpra os princípios, e Deus cumprirá as promessas Dele.

⁠Existe um lugar que promovesegurança, paz, proteção, pertencimento.
No lugar onde estamos, produzimos nossos comportamentos, ações e atitudes. Isso é feminilidade. Pense nisto!

⁠Quem tem gratidão, cuida!

Sonhos falam dos nossos desejos. Mas, muitas vezes, dos desejos de Deus para nós.

⁠Saudades são frutos de toques de afeto que alguém promoveu em nossoscorações.

Alguns desabam, outros vão até o final. De qual lado você está? Dominar a nossa conversa interna só perde para a nossa fé em Jesus. A fé éarma de vitória que vence o mundo. Crendo em Jesus, você vence seu mundo interno.

Autoestima: a estimativa que você faz de si mesmo. Nada promove a autoestima com solidez e constância do que saber o quanto Deus te estima.

O SILÊNCIO DO NOSSO ADEUS
Há despedidas que não se pronunciam. Elas não se fazem em voz alta, nem se escrevem com gestos dramáticos. Instalam-se na alma como um inverno interior, lento e definitivo.
O silêncio do nosso adeus não foi ausência de palavras. Foi excesso de consciência. Quando dois espíritos compreendem que o caminho já não é o mesmo, o ruído torna-se indigno. Falar seria profanar aquilo que já estava consumado no íntimo.
Há algo de antigo e solene em certas separações. Como nos ritos arcaicos em que o fogo se apaga sem espetáculo, apenas com a dignidade de quem cumpriu sua função. O amor, quando verdadeiro, não se degrada em escândalo. Ele recolhe-se.
O mais doloroso não é partir. É permanecer por instantes no limiar, sentindo que o que foi intenso agora se converte em memória. E a memória não abraça. Ela apenas ecoa.
Nosso adeus foi assim. Um entendimento tácito. Um acordo silencioso entre duas consciências que se respeitam. Não houve acusações, nem dramatizações, apenas a gravidade de quem reconhece o fim de um ciclo.
O silêncio, nesses casos, não é fraqueza. É maturidade. É a forma mais elevada de respeito. Porque quando se ama de modo honrado, até a despedida preserva a dignidade do que existiu.
E assim seguimos. Não como estranhos, mas como capítulos encerrados com sobriedade. Pois há histórias que não terminam em ruínas, terminam em silêncio. E esse silêncio, embora doa, é a prova de que um dia houve verdade.

Não é a falta de dentes que impossibilita uma pessoa de sorrir.

Inserida por carlos_alberto_hang