Próximo
Hoje eu só quero paz.
Paz interior.
Paz com DEUS.
Paz com o próximo.
Paz para o mundo.
E se possível for, que amanhã possa se repetir.
E depois de amanhã.
E depois também.
E se não for pedir demais, que sejam todos os dias...
Pois, essa guerra entre os homens, só destroem a imagem e semelhança de DEUS que todo ser humano deveria refletir.
E consome a essência ( o amor) que o Criador depositou em cada um, distanciando os do propósito original. Hoje eu só quero paz...
Quanto mais distante o passado se encontra do calendário, mais ele se encontra bem próximo da superfície da memória presente
Doses diárias de atenção, carinho, afeto, empatia e amor ao próximo fazem bem para o coração e a alma.
Meu sentimento atual é a aversão à pessoas falsas, elas transmitem uma energia ao próximo e faz com que o mesmo sinta insegurança em seus pensamentos e uma falta de confiança em si mesmo. Se puder, mantenha distância dessa "espécie" de ser humano.
A prática de ajudar o próximo, doar aos pobres em suas necessidade, isso é apenas atos de quem tem caridade, mas não é a caridade. A caridade significa ter amor! Então nem todo mundo que ajuda o próximo tem caridade, pode ser apenas o ato só a prática.
O presente é nosso. Este exato momento, o aqui e agora, o instante que vem antes do próximo, isso está nas nossas mãos. É a única dádiva que o universo oferece gratuitamente.
O próximo de um cristão Judeu Tupiniquim,
é aquele que esta mais próximo possível do púlpito em suas igrejas, e do poder em política.
Quando se tem qualquer tipo de poder e ele é usado para fazer o que é mal contra o seu próximo, sendo o mesmo inocente, a dor, o sofrimento e tudo que há de mal neste mundo vira sobre você.
A ausência de amor promove às ações pecaminosas e feri em primeiro lugar o amor de Deus e ao próximo. Mesmo que alguém envolvido em pecados graves, tente parecer feliz por fora, internamente é infeliz, vive uma espécie de morte interior.
Nunca foi " Ama o teu próximo como a ti mesmo".
Existe uma fórmula pessoal de contentar-se de contente.
Onde a regra valerá quando nos amarmos ao ponto, de não precisar ver no outro, oque chamam de "Desamor!".
Denotado enfim o reconhecimento mútuo, derrubando a heresia utópica da rivalidade.
