Próprio
Quando o brilho próprio e a autoafirmação se tornam o foco do que fazemos, então já não somos mais a luz do mundo, porém patéticas estrelas gospels.
Muitos jovens estão sofrendo porque um dia acreditaram que seriam felizes ouvindo o próprio coração, ao invés de ouvir o que Jesus disse no Evangelho de Lucas 9.23:
"...negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me."
O fato do próprio caráter de Calvino ter sido compulsivo-neurótico foi o que transformou o Deus de amor como experimentado e ensinado por Jesus, num caráter compulsivo, sustentando características absolutamente diabólicas em sua prática reprovativa.
Oskar Pfister, citado em Christian History, Vol. 5:4 (1986), p. 3.
Cristo, o Mediador, que não é apenas o executor da eleição, mas também o fundamento do próprio decreto da eleição.
As Opiniões dos Remonstrantes em 1618
Cancela o outro de ser quem é para satisfazer o próprio Ego.
Anula ooutro para defender uma comunidade.
Cancela o outro para defender uma ideia .
Ataca o outro para esconder seus próprios desejos.
AMOR PRÓPRIO:
(Nicola Vital)
O amor? Ah, esse amor!...
Assim como o brado do vento
Que imensuravelmente veloz
Passa.
Se funde quão folha seca ao horizonte
Solitário...
Solidão? Ah, essa solidão!...
Mera integração
Entre poesia e poeta.
Da primavera ao verão.
E se acaso alguém bater
À tua porta...
E ao abrires ser eu...
Bate-me a porta!
Porque meu amor
Deveras é só meu (...).
29Ago2015.
Não de preocupe em agradar as pessoas, se atenha em encantar o seu próprio coração. (Irinéia Meira)
A VISÃO DO ESPÍRITO SOBRE O PRÓPRIO CORPO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O trecho de número 309 de O Livro dos Espíritos apresenta uma das mais significativas lições sobre a diferença ontológica entre o ser essencial e o invólucro material. Quando Kardec pergunta sobre a consideração que o Espírito nutre pelo corpo ao qual esteve ligado, a resposta é clara e despojada de sentimentalismo: o corpo é visto como veste incômoda, uma espécie de instrumento necessário, porém limitado, que cumpriu sua função durante a etapa terrena. A expressão veste desconfortável tem força filosófica, pois revela a consciência do Espírito diante da natureza transitória da matéria, conforme a tradição espiritualista e segundo a tradução criteriosa de José Herculano Pires.
A continuação aprofunda a questão. Indagado sobre o que sente ao contemplar o corpo em decomposição, o Espírito responde que quase sempre permanece indiferente, * esse quase sempre merece um estudo com uma percepção mais profunda dentro das obras Básicas * , pois aquilo que jaz não o representa mais. A decomposição se torna fato natural, não motivo de horror. É o reconhecimento de que o elemento corporal pertence ao ciclo universal das formas, enquanto o princípio pensante prossegue adiante.
Esse conteúdo permite duas conclusões essenciais. Primeiro, a libertação da matéria não implica desprezo, mas compreensão filosófica da sua utilidade temporária. Segundo, a recordação da existência corpórea se torna lúcida e serena, uma vez que o Espírito, liberto, percebe com mais clareza o papel pedagógico das vivências físicas no processo de aperfeiçoamento.
“Se não houver coragem em vós, ela seguirá o seu próprio curso e se entregará àqueles que sabem sustentá-la.”
O AMOR PRÓPRIO
O amor próprio é uma jornada transformadora que nos conduz à aceitação e apreciação de quem somos.
É mais do que simplesmente reconhecer nossas qualidades; é nutrir um relacionamento profundo e compassivo conosco mesmos.
Em meio às pressões externas e padrões sociais, o amor próprio torna-se um escudo emocional, permitindo-nos abraçar nossas imperfeições como elementos únicos que contribuem para a nossa singularidade.
Ao cultivarmos o amor próprio, aprendemos a estabelecer limites saudáveis, a dizer "sim" quando necessário e, igualmente importante, a dizer "não" sem culpa.
É um compromisso diário de autocuidado, priorizando nossa saúde mental e física. Reconhecer nossas conquistas, grandes ou pequenas, torna-se uma prática fundamental, alimentando uma autoestima positiva que transcende as críticas externas.
A jornada do amor próprio também envolve aprender com os desafios, transformando as adversidades em oportunidades de crescimento pessoal.
A autenticidade floresce quando nos libertamos das expectativas alheias e abraçamos nossa verdadeira essência.
Celebrar nossos sucessos internos e conquistas individuais contribui para a construção de uma base sólida de autoconfiança.
No final, o amor próprio é um investimento em nossa própria felicidade.
É um compromisso contínuo de autocuidado, aceitação e celebração do ser único que cada um de nós é.
Ao priorizarmos o amor próprio, fortalecemos nosso bem-estar emocional e nos tornamos capazes de estender esse amor aos outros de maneira mais plena e autêntica.
Dedicando-se à ciência como autodidata, você constrói seu próprio veículo de exploração, onde o combustível é a curiosidade e a estrutura é formada por um alicerce sólido de conhecimento.
AMOR PROPRIO
Amar só pode ser: desgarrar do "amor", e alçar voo pra outros cantos
E conhecer um mundo de encantos que não posso conter em mim.
Se fomos feitos pra voar, por que não o faze-lo?
Se o amor primeiro esta' nesta finalidade, fim.
Por que trancafiar-se em prol do cantar?..
Este amor e' egoísta! Querendo o canto,
Poe fim ao encanto, pois não se voa
Onde o choro molha as asas no mesmo tanto.
A perder-me de ti, e' crucial o resgate de mim.
Doce encanto de quem descobre de um pouco
Que não se tem por viver; o espirito a padecer.
Ate' que um dia... ah!.. um dia esse coração oco...
poeta_sabedoro
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