Profundo
Nas lágrimas nos libertamos.
Mais mesmas lágrimas escorrem a tristeza. Mais profundo sentido do sentimentos vemos alegria da existência.
Compaixão é a virtude da alma...
O amor é centro do universo e compõem a vida que amamos.
Nos rabiscos da ilusão trazem desilusão as liberdade de chorar traz infinito desejos....
As lágrimas veladas pela angústia e saúde torna se a resiliência da existência.
no mar profundo seus ossos são parte integrante de um navio que navegante foi até o final do horizonte e afundou quando suspiros eram o amor.
Por Celso Roberto Nadilo
O Contínuo: Da Consciência ao Espaço Profundo
Dentro do lago profundo da mente, a consciência flui e se transmuta em atos. São esses atos reluzentes que, ao ganharem forma, dobram-se e se escrevem de maneira permanente nas páginas da vida. Nesse movimento, a luz do conhecimento corre no mesmo fluxo da ignorância; ambas disputam o invisível. Enquanto os fótons rasgam os funis da escuridão, o feixe luminoso expande-se e serpenteia pela deformação do espaço-tempo, desafiando os limites estreitos do nosso próprio espectro visual e tornando o ambiente compreensível.
Diante dessa iluminação, as inovações da tecnologia transcendem o mero discurso do ser: elas alteram a nossa própria existência frente às limitações do oculto. Nosso senso de realidade desdobra-se e vibra na colisão massiva de ondas gravitacionais, onde o choque do tempo e da matéria dá origem à mais pura poesia cósmica.
Nas fronteiras do universo, nuvens carregadas de partículas refletem essa luz, revelando que o vazio e a escuridão que enxergamos daqui podem ser, na verdade, a visão nítida e habitada de outras civilizações em espaços longínquos. Lá fora, no vácuo profundo, a própria matéria pulsa: o ar e os gases expandem-se nas entranhas de meteoros e corpos físicos congelados, tal como os cometas errantes que cruzam o infinito, evaporando seu gelo e deixando rastros brilhantes de sua própria existência na imensidão.
Por Celso Roberto Nadilo
A afasia da alma, aprisionada no continuum cósmico, projeta-se no espelho do espaço profundo. Diante de nós, a horda de asteroides errantes avança como um conjunto de seres vivos; suas trajetórias solitárias nos ensinam a contemplar a escuridão com novos olhos.
Na nossa linha de visão, aglomerados urbanos espaciais misturam-se a fenômenos astrais e nuvens densas de energia primordial. A luz rebate, e a lua renasce do vazio. No horizonte que hoje desenhamos, Marte e Netuno já se estabelecem como as bases do nosso futuro, enquanto os pássaros da imensidão planam sobre as areias do tempo.
No fim, tudo o que deriva da luz revela-se uma sutil manipulação da nossa própria imaginação — uma fuga criativa diante do fato mais intrigante: as eternas amarras da condição humana.
Por Celso Roberto Nadilo
O paradoxo da consciência.
O fato de formarmos conexões no distante e profundo vácuo do cosmos.
Abrimos as portas do conhecimento dentro do campo da existência.
Os neurônios erguem-se como pontes de comunicação com a própria consciência.
Vemo-nos como aglomerados de luz dentro da mente.
Neurônios: condutores de pensamentos e imagens.
Profundo resistir
Na fronteiras de segredos a obsessão e o teor que se dispersa na profundidade dos sentimentos.
Tão puro o cranio vazio em outras vidas foste a vida que morreu...
Dentro do retrocesso da desavenças sois o amargo temor da morte.
Deste mundo para viver no último suspiro se deu por vencido aceitou o destino.
Tão vivo seu sentimento morto e tão vivo em meus pensamentos...
Fragmentos fragis da lembrança da sua face...
Atos insanos medonhos serão frutos das almas perdida em pensamentos.
Por Celso Roberto Nadilo
Flores de inverno
Deformação no profundo do ser político e sua determinação para ser um bot.
As vezes eu penso para que carro elétrico se tem carregar em carregador movido a gasolina.
Outra coisa vejo a tantos robôs humanoides vão subsistituir os trabalhadores?
Os imigrantes dos Estados Unidos foram realocados para seus respectivos países de origem.
Quem irá substituir a classe trabalhadora imigrante?
* Robôs programados * para trabalhar,
Poliformismo na atuação mais profunda conexão da alienação da gaiola.
Aonde novos escravos apareceram?
Robôs para servi o trabalho e sexualmente.
Robôs para sermos seus donos,
E isso engloba o caminho para servo global,
A descoberta da Deformação o que fardo carregara o desemprego neste momento que gaiola está vazia so robo trabalhando.
A guerra entre o terceiro mundo recursos naturais e pirataria nos estreito da um novo cenário.
Somos vampiros da nossa consciência...
Nada criamos só replicamos.
Mais profundo do sentido as máquinas pensam...!
Memórias sãos perdidas mais os fatos históricos marcam o profundo da alma...
(...) Sinopses dos mortos somos culpado pelo fato de sermos alienação e enganado, o custo foi nossos parentes, pais e mães . Serem mais uma vez omissos... e alienação intelectual sera uma nova apologia do nosso mundo contemporâneo...
(Se as vozes do passado ecoam no profundo da essência, seria brando obscuro os sonhos que ainda não tivemos?)
A realidade tem seu preço, muitos brigam para obter realizações, mas pequenos lampejos da derradeira verdade escorrem em teus olhos.
Sendo assim que compreendemos...
Que as sombras fazem parte das correntes.
Imagina comer carne no último momento se comer sera o último sabor e sera seu último ato...
Então o que prefere viver?
mais um mês...
ou comer seu lanche preferido...
Esta é uma das distorções da realidade.
No qual não é uma escolha, apenas uma aceitação do que escolheu.
Nesse momento irônico percebi, tudo valeu a pena.
Pois suas fraquezas e experiências podiam ser outras.
Tantos são poucos e um não é o bastante....
Apenas mais profundo do que acha ou pensa...
Pois impensável é responsável.....
O ser humano é um paradoxo.
No profundo sentido do ser humano transcende a poliformismo.
A antropologia do ser humano transcende o indivíduo,
Numa nova fase dimensional o ser humano torna se copia da evidência do próprio prazer (...)
Sinopses da evolução dão partido novas crônicas do ambiente social.
O cavalo de troia na interlocução da caótica virtude da humanidade.
O homem vive dentro do capitalismo.
Num profundo espectro visual, mares em ondas espaciais causam sensações de sóis mortos. Clamores da percepção cotidiana ecoam em nossa mente, pois o som não se propaga no espaço. Dentro das conexões orbitais, florescem seres que obliteram nossos olhares.
Na desfrute da culpa, as imagens são manipuladas para que tenhamos uma compreensão inata do cosmos. Ao mesmo tempo, vemos experimentos científicos onde o ato de observar transforma o fluxo de novas crônicas nas ideias. A abnegação entre céticos da conspiração e o negacionismo expõem as barreiras e o apodrecimento do intelecto humano. Muita pressão sobre as placas tectônicas demonstra um movimento que transcende o campo magnético da Terra, enquanto em alguns neurônios surgem os lampejos do terraplanismo. Falta o olhar crítico da filosofia na especulação científica, e da ciência na ficção científica; toda trama especulativa colide com a realidade ambígua e com o primordial da alienação conectiva.
Os buracos negros são expostos como uma forma apocalíptica e passiva na ordem massiva, dentro da continuidade em que o relativismo toma conta do universo conhecido. A ficção científica é um quintal cheio de flores e fronteiras, onde contemplamos o futuro com o glamour de tanta riqueza e beleza. Olhamos dimensões que balançam nossas mentes, fazendo-nos pensar e sonhar na utopia singular da aventura diante da adversidade — porque o homem é a simplicidade do próprio universo se observando num suposto piscar do tempo.
Ainda assim, continuamos a ser bots humanos, robôs dominados pela alienação. Como questionar a alienação da realidade quando ela se aliena diante da própria alienação intelectual?
Observar a ilusão da caverna digital exige olhar a verdadeira imagem fora dela: ver o horizonte e sentir a "floresta negra". O medo de ser limitado pelo senso comum é empolgante, pois relatos de abduzidos surgem por todo lado, embora a distância entre os planetas sugira que mundos habitáveis estejam muito, muito longe. Cones de alumínio e convenções de séries de ficção científica misturam personagens e genialidade, construindo seres críticos e criando uma atmosfera para o primeiro contato — mesmo que este pareça irrelevante, pois a distância física é quem define as regras.
A beleza hipnotizante do universo nos faz crescer em moral e ética, concedendo-nos momentos de lucidez diante das adversidades do cosmos. Afinal, são os precipícios da interação que devem conectar a humanidade dentro das vastas conexões do universo em que vivemos.
Por Celso Roberto Nadilo
não pule de cabeça num mar, onde você não sabe quão profundo ele é,
principalmente quando se está agitado.
as ondas podem te arrastar para longe, assim como, podem te afogar.
mesmo que conheçamos bem o “mar” que estamos nadando, nunca sabemos verdadeiramente o que se encontra em baixo dos nossos pés.
o mar é como uma ponte de madeira, balança, da medo, e a qualquer momento pode ceder;
mas, sempre que atravessamos a ponte vemos que o caminho, tem perigos, e muitas vezes foi, é, ou está sendo difícil.
mas quando alcançamos o outro lado, olhamos para trás e percebemos que se não enfrentarmos os nossos próprios obstáculos, não iremos atravessar a ponte, e talvez, nunca colocaremos os pés na beira do mar.
A poesia calma e a alma permuta no profundo algoz.
Por Celso Roberto Nadilo
A voz no silêncio de nossa consciência mesma que grita bom dia acordei.
Mais profundo que os passos solitário do pensador é voo do passaro vê a alienação convicto que ser humano segue em caminhos perigos que nem lua consegui observar... Os passos do pensador.
Seu manifesto ecoa pelo linhas tênue do tempo.
Na escuridão da humanidade sou historiador relatando a narrativa sobre escravagista moderno minha escrita não está escondida nos porão.
Muitos momentos caminho num universo de violência da televisão compreendo a duas histórias no mesmo relato.
Mas sencionalismo barato e a metáfora roubada das as linhas clássicas da alienação e o estado conspiração.
Narrativa de justiça pela verdade garrafa a tristeza humana.
Devastador mau psicologico causado desde depressão ao stress emocional...
O medo de viver confinado na própria consciência.
Luz e frio cortante
Transfere sensações que seremos capazes de suportar.
No estado profundo de lucidez, caminhamos no frio...
As emoções transcendem o olhar profundo e analítico; com a dor e a malícia, vemos as arestas do desconhecido.
No entanto, as descobertas e a curiosidade nos tornam navegantes. E, na resiliência de nossos sonhos, navegamos no espaço.
Virtuoso no estar caindo num precipício. Alma se torna no profundo sentido de ser criticado e julgado.
Pois é assim alienação
O choro se cala num silêncio medonho.
Os espaços da virtude são expostos pequenos lampejos diante a fronteira da esperança que vivemos.
Num suposto estado vazio existencial.
Sinto o ar atroz demais pra o espelho do espírito.
