Profundo
Se limite ao dizer certas palavras que podem magoar...
(Há palavras que nos machucam tão profundo que deixam cicatrizes no coração... E ainda não existe cirurgia plástica para limpar mágoas).
Por Celso Roberto Nadilo
No profundo sentido.
Do rosa ao vermelho, na natureza inteira,
A beleza que paira em nossa alma e coração.
Saberão as novas gerações, de alguma maneira,
Manter essas cores vivas na memória e na canção?
Em vidas corridas, na urgência de existir,
Busca-se o crédito, a perfeição, a ilusão.
Esquecem que no apressar-se para fluir,
Dão início à própria aniquilação.
O pôr do sol torna-se invisível ao olhar,
As coisas singelas são tidas como banais.
Como entenderão que a lua vem para abrigar
Os amores puros, infinitos e imortais?
Desejos e emoções são sentidos notáveis,
A paixão é instante único a brilhar,
Como a bruma nas madrugadas serenas,
Que os ventos dos montes fazem surgir no luar.
O passo do ninja é leve, mas seu impacto é profundo; assim são as mudanças que mudam vidas sem fazer barulho.
EduardoSantiago
"Muitos chamam de depressão o que na verdade é o peso de um despertar profundo; o mundo não entende o silêncio de quem cansou de aplaudir ilusões e escolheu recolher a alma para se reconstruir na verdade de Deus."
A grande dificuldade acadêmica de um estudo fiável mais profundo sobre a cultura cigana ou melhor falando sobre a cultura Rom e Sintos consiste no dialeto universal do povo que é apenas oral não tem uma escrita formal. Sendo assim o Rom, romany, romans, ou romani sendo uma língua indo-ariana, originária do norte da Índia, falada pelo povo Rom e outros grupos ciganos na Europa e nas Américas. Este dialeto, é proveniente do grupo lingüístico indo-europeu do norte da Índia e do Paquistão, tais como o sânscrito, o prátcrito, o maharati e o punjabi. Hoje dentro dos estudos antropológicos modernos, correlacionam o dialeto Rom sendo originário do sânscrito e do punjabi falados no antigo continente Hindu, antes da separação que criou o Paquistão.
O que é a liberdade?
Num contexto mais profundo, buscamos sentido nas amarras do trabalho e da vida que supomos ter. Acreditamos ser livres e detentores do livre-arbítrio, mas o trabalho, o estudo e até o amor são apenas escolhas manipuladas dentro de um menu de alternativas pré-fabricadas pelo sistema. Saberíamos, de fato, o que fazer com a verdadeira liberdade?
Um deus político, um patrão, pai, mãe e irmãos... Tudo parte de um caminho de condicionamentos e escolhas. Até mesmo a saúde mental, física e moral deriva dessa teia. Aquilo que você julga conhecer sobre si mesmo é moldado por diagnósticos médicos ou pela alienação de seguir um político corrupto e mentiroso. A verdade esmagadora é que o tempo que nos resta nos condena ou nos glorifica em um abismo emocional.
Quando a percepção cotidiana torna a vida mais fácil — ou nos envelhece —, isso se revela como evidência do despertar ou do desequilíbrio. Ao olharmos para o quadro da existência, vemos um silêncio sufocado por narrativas que iludem e alienam. Ainda assim, contemplamos essa imensidão visual, mesmo sabendo que o abismo dentro de nós é infinitamente mais profundo do que supomos.
Na teia das sensações, a sensatez conectiva torna-se um fenômeno raro e de difícil compreensão. Ao contrário das relações humanas triviais, a dissociação da realidade ambígua se revela de dentro para fora, num vazio eterno e coletivo. Vendemos sensações e escolhas porque a narrativa do tempo nos oferece uma versão da realidade que seja minimamente aceitável.
Nas relações mais profundas, a solidão social se escancara: somos seres medrosos e alienados em busca de aceitação. Buscamos o conforto de ser algo absorvível por uma realidade suportável. Afinal, "a colher não existe" — apenas nos entorpecemos olhando para ela.
A percepção desse paradoxo eleva a dimensão metafórica do ser. Beber vinho faz de alguém um alcoólatra? A rotulação congela a condição do indivíduo em sua própria realidade. A depressão dentro da opressão surge das ironias impostas pela própria ilustração do aspecto moral. Aceitar essa ambiguidade é compreender o manto que nos cobre as costas, enquanto o medo de viver se transforma em tempo perdido e permanente.
Assumimos múltiplas facetas para que haja um entendimento alienatório da existência — uma tentativa de sobreviver na mesma realidade ao lado de uma horda de pensamentos divergentes. Preso em si mesmo, o ser revela a realidade rasgada, enquanto a mente se redesenha a cada momento irônico em que busca uma identidade própria dentro dessa teia social. Afinal, quanto tempo realmente temos diante do medo de existir?
"DEUS é necessario como pão
Leve como as borboletas
Rapidido como o vento
Profundo como o mar"
Frei Clemente
Limites são reais?
Até onde alguém consegue ser feliz? E quão profundo pode chegar o poço da tristeza? Qual medida usamos para determinar o tamanho de uma alegria ou a profundidade de um sofrimento?
Talvez os limites sejam menos reais do que fomos ensinados a acreditar.
Criamos medidas para quase tudo: tempo, distância, peso, velocidade. Mas, quando tentamos medir aquilo que acontece dentro de nós, a régua parece perder o sentido. Não existe uma unidade universal capaz de determinar quanto alguém deve amar, quanto pode desejar, quanto deve sentir prazer ou até onde pode mergulhar em sua própria tristeza.
Sentimentos não foram feitos para serem medidos. Foram feitos para serem vividos.
A experiência humana não precisa pedir autorização para existir. A alegria não precisa ser moderada para ser legítima, assim como a dor não precisa ser pequena para ser verdadeira. Há profundidades da existência que somente podem ser conhecidas quando nos permitimos mergulhar nelas.
O prazer também pertence à natureza humana. É corporal, material e espiritual. Não é, por si só, algo que precise ser condenado ou diminuído simplesmente porque alguém, de fora, decidiu que existe uma quantidade aceitável de prazer para um ser humano experimentar.
Entregar o corpo a si mesmo é permitir que ele conheça suas próprias possibilidades. É deixar de enxergar a existência exclusivamente através da ótica daqueles que estabelecem regras para experiências que não vivem. É reconhecer que o corpo possui sua própria linguagem, seus desejos, suas descobertas e seus limites — limites que, muitas vezes, só podem ser conhecidos pela própria experiência.
Isso não significa negar as consequências dos nossos atos. Significa compreender que viver não é transformar a existência em uma prisão de medidas, culpas e proibições.
Talvez uma das maiores violências contra a vida seja ensinar alguém a ter medo da própria experiência.
Vivemos uma única existência que conhecemos diretamente. E talvez um dos sentidos dessa existência seja justamente experimentar: sentir profundamente, desejar, descobrir, cair, levantar, amar, sofrer, rir, chorar, tocar, contemplar, entregar-se e conhecer a si mesmo através daquilo que se vive.
Não somos máquinas programadas para sentir na medida determinada por outros.
Somos experiência.
E talvez viver seja exatamente isso:
entregar-se à existência sem transformar a própria vida em uma tentativa permanente de fugir dela.
P. H. Amancio
As mulheres cristãs fortes, determinadas, corajosas e ousadas mostram profundo amadurecimento pessoal, profissional e espiritual e quebram estereótipos, fortalecendo o espaço feminino com suas habilidades, dons e propósitos, à serviço de Deus.
“O sentido mais profundo da vida não está em alcançar o inalcançável, mas em fazer do instante presente um ato de eternidade. Cada gesto de excelência é um fio que tece o legado humano, e cada dia vivido com autenticidade é uma chama que ilumina o caminho dos que virão.”
Roberto Ikeda
Vencendo gigantes pela fé
No vale profundo, o silêncio ecoou,
Onde o medo de muitos a voz se calou.
Um gigante de bronze, de força e metal,
Erguia-se no alto, um muro do mal.
Mas no passo firme de quem crê no invisível,
O impossível se torna um alvo atingível.
Quando alguém inviável é por Deus o escolhido
Não veio com espada, nem escudo na mão,
Mas trouxe o Altíssimo em seu coração.
Davi, mesmo jovem mas ousado do espírito, se permitiu em frente ao gigante ser guiado pelo divino.
"Tu vens contra mim com a lança e o rigor,
Mas eu vou a ti em nome do Senhor!"
Não foi a estatura, nem o braço brutal
Foi a fé que venceu o gigante afinal.
A pedra atirada no ar se lançou,
E o peso do orgulho no chão desabou.
Que a tua coragem não venha da vista,
Pois é no espírito que a alma conquista.
Na luta diária, não te deixes abater,
Pois o Senhor está contigo, não há por que temer.
A fé é a chama que arde no coração,
Que te ergue e te dá forças, não importa a situação.
Igreja, mocidade tenha a ousadia do espírito
Pois a coragem que te ajuda a vencer o gigante Ela vem do Divino
Não retroceda, vá adiante
Com a certeza de que Deus está contigo.
A manhã se abre, serena e dourada,
E a vida me chama, de luz enfeitada.
Respiro profundo, contemplo o que há,
E agradeço a Deus por me deixar estar.
Por mais um dia, por mais uma chance,
Por cada caminho, por cada romance,
Pelos bons momentos, pelos que virão,
Pela força guardada dentro do coração.
Agradeço o sol que desperta no céu,
O vento que passa, tão doce e fiel,
A taça na mesa, o instante de paz,
E tudo aquilo que a vida me traz.
Nem tudo foi fácil, nem tudo sorriu,
Houve noites escuras, o medo surgiu.
Mas cada batalha deixou sua lição,
E fez mais profundo o meu coração.
Hoje eu não peço riqueza ou poder,
Só peço coragem para agradecer.
Que eu saiba enxergar, em cada manhã,
O milagre escondido no simples que há.
E se o amanhã vier diferente de mim,
Que eu tenha esperança, do início ao fim.
Pois enquanto houver vida, haverá gratidão,
E enquanto houver fé, haverá direção.
Então ergo a taça ao dia que nasceu,
Ao dom precioso que a vida me deu.
Sem medo do tempo, sem pressa de ir:
Obrigado, meu Deus, por mais um dia existir.
Sandro Paschoal Nogueira
O nosso amor pela Matemática deve ser tão profundo quanto o amor que une pais e filhos. A Matemática acompanha-nos desde o primeiro instante da existência humana, antes mesmo do nascimento. Após a fecundação, recorremos ao cálculo para estimar o tempo de gestação, acompanhar o atraso do período e contar, semana após semana, o desenvolvimento do bebé até à chegada da 40.ª semana, o momento esperado do nascimento.
Quando a vida começa fora do ventre materno, a Matemática continua presente. Medimos o peso, a estatura e acompanhamos o crescimento através de controlos semanais, mensais, bimestrais, semestrais e anuais. Cada medida representa uma informação que permite compreender o desenvolvimento e garantir melhores condições para a evolução do ser humano.
Ao longo da vida, a Matemática permanece como uma companheira silenciosa. Observamos o crescimento através de números, avaliamos as transformações do corpo por meio de medidas e compreendemos diferentes fases da existência através de dados que nos ajudam a interpretar a realidade.
Aos 18 anos, um simples número marca uma nova etapa da vida: a maioridade, simbolizando autonomia, responsabilidade e a capacidade de conduzir a própria existência. Esta fase exige racionalidade, lógica e pensamento crítico, elementos fundamentais da Matemática, cuja essência está na resolução de problemas do contexto real, na tomada de decisões conscientes e na procura de soluções para os desafios da vida.
Mesmo no fim da vida, a Matemática ainda se faz presente. A estatura, uma das medidas que acompanhou o nosso crescimento, torna-se uma referência para determinar o tamanho da última morada do nosso corpo.
Assim, a Matemática é como os nossos pais: recebe-nos desde o início da nossa jornada, acompanha o nosso desenvolvimento, ajuda-nos a crescer, compreender o mundo, resolver problemas e enfrentar os desafios da existência. Ela não é apenas uma ciência dos números; é uma linguagem universal que revela, organiza e interpreta a história da nossa própria vida. (FURUCUTO, P. D., 2026)
Onde a Luz Aprende a Sentir
Antes da luz,
existia um silêncio tão profundo
que nem mesmo o tempo
sabia para onde caminhar.
Então nasceu a vida —
pequena, frágil, inexplicável —
com um coração aprendendo
a transformar ausência em esperança.
E foi assim que o mundo começou:
uma luz tocando outra luz,
um olhar encontrando abrigo,
uma alma percebendo
que não nasceu apenas para existir.
Porque viver
não é somente atravessar os dias.
Viver é carregar tempestades no peito
e, ainda assim, oferecer flores.
É conhecer a noite
sem esquecer que existe manhã.
Há sentimentos
que não cabem em palavras.
São como estrelas:
ninguém consegue segurá-las,
mas basta levantar os olhos
para saber que estão ali.
Talvez seja isso a vida:
uma breve chama
acesa entre dois infinitos.
E talvez o sentimento
seja a razão pela qual ela continua acesa.
Pois enquanto houver alguém capaz de amar,
de lembrar,
de sonhar mesmo depois da dor,
a luz nunca terá desaparecido.
Ela apenas terá encontrado
outro coração
para nascer novamente.
A indignação costuma culpar candidatos e partidos, mas o problema é mais profundo: um sistema que permite e recompensa determinadas condutas acaba reproduzindo os mesmos vícios. Não basta trocar os jogadores quando as regras do jogo continuam as mesmas.
Se curtiu o conteúdo e quiser apoiar via Pix: julianorossi787@gmail.com
Assim, ela externou o seu desejo mais profundo:
— Deem-me um mundo de caneta e papel,
onde eu possa escrever,
e vos darei um universo de palavras.
Riram. Risos fáceis, largos,
e alguém, com gosto de deboche
na boca, interrogou:
— E que diabos fazemos com palavras?
Os risos cresceram, ecoaram como pedras ocas.
Até que ela respondeu:
— Eu sei!
São só palavras.
Mas quando ditas com alma,
tocam fundo,
como vento na chama.
São só palavras,
mas bordam silêncios,
desatam nós antigos,
selam destinos sem retorno.
São só palavras,
mas algumas ficam,
e viram abrigo
no peito que abriga.
“São só palavras”,
dizem os distraídos
ou os insensíveis.
Mas quem sente o peso delas
sabe do que são feitas:
de lume,
de lâmina,
e de laços infinitos.
São só palavras,
e ainda assim estremecem
como o toque súbito
de uma lembrança
na pele arrepiada da memória.
Carregam silêncios ancestrais,
promessas nunca ditas,
e às vezes,
orações disfarçadas de verso.
São só palavras,
mas movem marés interiores,
resgatam alguém do abismo
ou empurram, sem aviso.
Frágeis como sopro,
constroem catedrais
dentro de quem ouve.
São só palavras,
e mesmo sem cor ou matéria,
pincelam a alma de quem as recebe:
ferem ou curam,
prendem ou libertam.
São só palavras…
e por serem só isso,
tudo nelas é possível.
Entre olhares cabisbaixos e curiosos,
os risos cessaram.
E deram lugar a uma campanha improvável
de arrecadação de canetas e cadernos,
nunca antes vista na pequena aldeia.
Já se falava em mutirão, em paredes,
em mesas, em um espaço onde os escritos
pudessem respirar e ser lidos em voz alta.
Porque, afinal, quando alguém compreende
o peso das palavras, o mundo começa
a pedir caneta e papel..
✍©️@MiriamDaCosta
MUITO PROFUNDO ... E TÃO VERDADEIRO!
Quando a televisão entrou em minha casa, esqueci-me de como ler um livro.
Quando o carro parou à minha porta, esqueci-me de como caminhar.
Quando segurei um celular, esqueci-me de como se escreve uma carta.
Quando o computador chegou, esqueci-me da ortografia.
Quando o ar condicionado se instalou, deixei de procurar a sombra e a brisa de uma árvore.
Vivendo na cidade, me esqueci do cheiro da terra molhada.
Manuseando cartões e contas bancárias, esqueci-me do verdadeiro valor do dinheiro.
Com os perfumes artificiais, esqueci-me do das flores frescas.
Com os lanches rápidos, esqueci-me dos sabores dos pratos tradicionais.
Sempre com pressa, esqueci-me de como parar.
E desde o WhatsApp, esqueci-me de como falar verdadeiramente.
Quando morremos, o nosso dinheiro fica no banco.
E no entanto, em vida, falta-nos frequentemente.
Ironia cruel: após a nossa partida, ficam muitas vezes quantias importantes, não utilizadas.
Um grande empresário chinês morreu, deixando 1,9 bilhão de dólares à sua viúva.
Ela casou… com o motorista dele.
O motorista disse:
- Durante anos, pensei que trabalhava para o meu patrão… e hoje percebo que era ele que trabalhava para mim.
A realidade é dura:
É melhor viver muito tempo do que possuir muito.
Devemos portanto proteger o que temos de mais precioso: a nossa saúde.
Num celular top de linha, 70% das funções não são utilizadas.
Num carro de luxo, 70% das performances e gadgets não servem para nada.
Numa moradia suntuosa, 70% do espaço não está ocupado.
Nos nossos armários, 70% das roupas nunca são usadas.
Numa vida inteira de trabalho, 70% dos rendimentos beneficiam… os outros.
Então, aprendamos a acarinhar os nossos 30% restantes:
• _Façam check-ups de saúde, mesmo que se sintam bem.
• Bebam água, mesmo sem sede.
• Deixem passar, mesmo perante grandes problemas.
• Saibam ceder, mesmo que tenham razão.
• Mantenham-se humildes, mesmo no sucesso.
• Contentem-se com o que têm, mesmo que não seja muito.
• _Cuidem do vosso corpo e da vossa mente, mesmo que estejam muito ocupados.
• E sobretudo… arranjem tempo para aqueles que amam.
• Cuidem dos amigos.
Transmitam esta mensagem àqueles que são importantes para você.
O Medo que nos Apaga
Muitas vezes, por medo da solidão ou pelo receio profundo de perder alguém que amamos, aceitamos diminuir o nosso próprio tamanho. Permitimos que o outro nos domine, silencie a nossa voz e curve os nossos ombros, acreditando na falsa ilusão de que o nosso apagamento é o preço que devemos pagar para manter aquela presença em nossa vida. Aceitar que nos apaguem para não perder quem nos domina é uma das maiores violências que podemos cometer contra a nossa própria alma. O amor verdadeiro nunca exige que você se torne invisível para que ele exista. Se para caber na vida de alguém você precisa esconder a sua luz, o preço está alto demais. Recupere o seu brilho, pois quem realmente te ama quer te ver iluminando o mundo, e não trancada na escuridão do medo
O esquecimento é o túmulo mais profundo; não preciso de pá ou terra para sepultar alguém vivo, basta que eu não o reconheça no meu silêncio.
