Profundo

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Sem tradução
Não sou fácil.
Sou profundo demais pra quem só sabe olhar a superfície.
Em mim, ou você mergulha…
ou se perde antes de chegar.
Se quiser, posso criar variações com um tom mais sedutor, mais filosófico ou até mais enigmático.

Para quem é raso, sou muito profundo!

"Há um nível de sublimação tão profundo em um povo que, mesmo diante da verdade, eles se recusam a acreditar."
— Isaac C. P. Ribeiro

Que cada momento desta noite proporcione
um descanso profundo e reparador,
Que as estrelas floreiem sua alma com
lindos e serenos sonhos, e,
Que o amanhã seja um dia repleto de realizações e bênçãos.

⁠Te darei o último beijo, o mais profundo. Eu vou guardar meus sentimentos e me afastar de você.

RBD

Nota: Trecho da música Solo Quédate En Silencio.

⁠No instante em que nossos olhares se encontraram,
Um sentimento raro e profundo se despertou,
Eudaimonia, como um raio de luz, me tocou,
A felicidade genuína, em meu peito, se instalou.

Teu sorriso era um reflexo do sol da manhã,
E naquela conexão, o coração acelerou, a mente acalmou,
Eudaimonia, sussurrou o vento, um encanto me envolveu,
Um estado de graça, um momento que nunca se apagou.

A alegria transbordava como um rio em cheia,
Eudaimonia fluiu como uma melodia serena,
Cada palavra trocada, um tesouro, uma joia rara,
Naquela primeira vez, a vida ganhou nova cena.

Eudaimonia, um sorriso verdadeiro no canto dos lábios,
Um sentimento de plenitude, como a dança das águas,
Na lembrança desse encontro, um brilho persiste,
A primeira vez que te vi, a Eudaimonia se fez morada.

Navegamos em águas turvas onde o maior pesadelo na ignorância é um mar revolto e profundo, fazendo da vida um naufrágio que logo esquecem. A pressa do mundo é rasa; as pessoas só querem ver a superfície e se esquecem que há algo valioso seu que afundou.

⁠O amor é como o mar, imenso e profundo,
Com ondas que nos envolvem sem aviso,
E nos levam em direção a um mundo
De sensações incríveis, sonhos e sorrisos.
O amor é como o sol, quente e brilhante,
Que nos aquece mesmo nos dias frios,
E ilumina nosso caminho adiante
Com uma luz que vem do coração.
O amor é como a flor, delicada e bela,
Que nasce em meio às pedras do caminho,
E perfuma a vida de quem dela cuida
Com um aroma doce e suave como mel.
O amor é a força que nos move e inspira,
Que nos faz sentir vivos e mais humanos,
E que nos une numa só harmonia
Com tudo o que há de bom nesse enorme universo.
Por isso, que o amor seja sempre celebrado,
Em todos os cantos e recantos da vida,
Como uma luz que jamais se apaga,
E uma fonte de esperança renovada

Sou tua


Sou tua mais que fui de mim outrora.


Algo em mim, secreto e tão profundo,
ao ver-te, abandonou seu próprio mundo
e em teu olhar fez sua morada.


Sou tua por amor
e por querer.


Se me busco, volto a te encontrar:
que já não sei se vivo em mim
ou se apenas respiro
em te amar.

Tu és o verso mais profundo da minha existência, a poesia viva que se desenha no silêncio dos meus dias, e eu sou apenas o leitor perdidamente rendido, aquele que percorre, uma e mil vezes, as tuas curvas e contracurvas com a alma em suspenso, descobrindo em cada detalhe do teu ser um mistério que me encanta, um ritmo que me guia e a única história que eu desejaria ler e reler até que o tempo, finalmente, se esquecesse de passar.

O medo de perder o controle muitas vezes impede que você experimente um nível mais profundo de entrega. No entanto, ao investigar esse medo, você percebe que o controle sempre foi parcial e ilusório. A entrega não é um risco real, mas a liberação de uma tensão que já não se sustenta.

No nível mais profundo, não há separação entre você e a experiência que está acontecendo. A ideia de um “eu” separado observando o mundo é útil funcionalmente, mas limitada em termos de percepção. Quando essa separação começa a se dissolver, o que resta é uma experiência mais direta, mais viva e menos fragmentada da realidade.

Quando você permanece com uma emoção sem rotulá-la ou reagir automaticamente, algo profundo acontece: a emoção começa a revelar sua estrutura energética, em vez de sua narrativa. Você deixa de viver a história e passa a sentir diretamente o movimento interno, e isso por si só inicia um processo natural de harmonização.

No ponto mais profundo, não há nem mesmo liberdade, porque nunca houve aprisionamento. A noção de libertação só faz sentido enquanto há alguém que se percebe preso. Quando essa base desaparece, não resta conquista, nem estado, nem realização - apenas o que nunca começou e nunca terminará.

No silêncio mais profundo, não há experiência sendo registrada, nem alguém para testemunhar. Ainda assim, há uma evidência inegável de existência, sem forma, sem história e sem necessidade de confirmação. É um reconhecimento que não acontece no tempo — é o colapso da própria necessidade de reconhecer.

Há em nós um desejo profundo de sermos vistos, reconhecidos, aceitos. Esse desejo é humano, legítimo, mas quando se transforma em necessidade constante de aprovação, ele nos aprisiona. Passamos a medir cada palavra, cada gesto, como se estivéssemos diante de um tribunal invisível que decide se somos dignos ou não.
E nesse palco, a insegurança veste máscaras. Negamos a fragilidade, fingimos confiança, mas por dentro trememos diante da possibilidade de rejeição. O elogio se torna alimento, a crítica uma ferida aberta. Vivemos como se o valor pessoal fosse um reflexo nos olhos dos outros, esquecendo que o espelho mais verdadeiro está dentro de nós.
A vida, porém, não foi feita para ser vivida em função da plateia. A autenticidade é um ato de coragem: dizer o que pensamos, sentir o que sentimos, mesmo que não agrade a todos. É nesse espaço de verdade que nasce a liberdade.
Quando aprendemos a nos aprovar, a nos acolher com compaixão, descobrimos que não precisamos da permissão alheia para existir. A crítica deixa de ser sentença, o silêncio deixa de ser ameaça, e o elogio passa a ser apenas um presente — não uma necessidade vital.
A maior vitória é perceber que o valor não está em agradar, mas em ser. Ser inteiro, ser imperfeito, ser humano. E nesse reconhecimento, a aprovação externa perde o poder de nos definir.


Tatianne Ernesto S. Passaes

"Na vastidão que me abraça, num silêncio profundo,
Busco o rastro da tua luz, em cada segundo.
Estás nas brisas que tocam, nas estrelas que brilham?
Ou és o próprio espaço, onde as galáxias trilham?"

O fato é que, quanto mais nos afundamos no oceano que somos, quanto mais profundo, mais escuro, quando chegamos na parte em que mais evitamos, os espinhos da rosa que somos se mostram cada vez maiores e pontiagudos, uma vez que eram pequeninos, quase que imperceptíveis, agora estão mais visíveis do que nunca, manchados com sangue, algumas gotículas se mostram mais secas que as outras, depende da necessidade com que atravessamos nossas águas, se foi por puro tédio, provavelmente o sangue estará seco, caso tenhamos puxado os espinhos para fora da água, mostrado eles ao mundo, certamente perfurando um certo alguém, se mostrará com sangue fresco, e então, após chicotear-se por todo o ambiente, retorna para onde pertence, carregando com si o todo o rubro que roubou por onde passou.

VAZIO


Profundo e raso,
barulhento e silencioso,
sutil e inquietante,
cheio e vazio.


É imensurável a profundidade de nossos sentimentos
e como, às vezes, enxergamos nosso corpo como um recipiente
que guarda momentos, lembranças, histórias e, principalmente, sentimentos.


Sentimentos esses que, por vezes, nos calam, suprimem,
e de forma silenciosa nos consomem. como num vazio existencial
inquietante, inconstante e avassalador,
como se nos corroesse o coração.


Somos recipientes,
mas há dias em que estar cheio
é só mais uma forma de estar vazio.
Eu acredito que, ao doar nossos sentimentos,
conseguimos, enfim, nos encher e transbordar.


Talvez, não tenhamos sido criados apenas para conter,
mas para derramar.
Se doar como se, dessa maneira, pudéssemos nos sentir mais completos.
Talvez, precisemos tirar do nosso recipiente e colocar em outro,
para que, então, o vazio se transforme.


Não em ausência,
mas em sentido.

Entre a verdade proclamada e a liberdade prometida, instala-se um hiato profundo preenchido, muitas vezes, por narrativas que mais iludem do que esclarecem.