Professores
Deus deu à Pedro as chaves do céu, e aos Professores às chaves do Saber! Feliz dia do professor!
(Neide Brasileiro)
Frases, textos e citações by Josy Maria
Dia dos Professores
Parabéns a todos que transformam o mundo através da educação!
Ser professor é mais que ensinar: é tocar vidas, inspirar caminhos e semear esperança, mesmo em meio a tantos desafios.
Nem sempre o reconhecimento vem, mas a grandeza da missão permanece.
Gratidão a cada professor que resiste, ensina e transforma todos os dias.
Josy Maria 15/10/2025
Aos professores e professoras!
As palavras são poucas
Para poder expressar
O quanto significam
Vossos atos de educar
São muito mais que isso
Em tamanho e compromisso
De conhecer e partilhar.
Vocês são guias e exemplos
Faróis que iluminam mentes
Que tocam os corações
De crianças, adolescentes
De adultos esperançosos
Ou de jovens talentosos
Plantando boas sementes.
Cada lição compartilhada
Que por muito tempo cresce
São como um sonho florido
Que nasce e logo floresce
Conquistas dos estudantes
São deveras importantes
Que ao discente engrandece.
São muitos os desafios
E momentos de exaustão
Pesando em seus ombros
Essa tão nobre profissão
A paciência é bem testada
Mas cada batalha travada
Deixa mais viva a missão.
E quanto à tua persistência
Que é grande como a coragem
Levantando-se todo dia
Com aquela boa bagagem
Rumo ao conhecimento
Enfrenta chuva, sol e vento
Nessa forte e intensa viagem.
Acredita no imenso poder
Que só tem a educação
Ativando em seus alunos
O poder da transformação
Com suas ideias e valores
Carregando risos e dores
Em desistir nem pensa não.
Construindo o presente
Com confiança no futuro
Moldando os semelhantes
Com passo firme e puro
Incentivando à melhoria
Com muito amor, euforia
E olhar firme e seguro.
Ser professora é mais
Do que uma profissão
É ser útil por natureza
É uma sábia decisão
É buscar muito servir
Sem muitas vezes exigir
É grandiosa essa missão.
Vocês são a diferença
No nosso mundo cansado
E não desistam jamais
De deixar vosso legado
Descobrindo os talentos
Fazendo todos os momentos
Valerem o aprendizado.
Gratidão por existirem
Por todo o potencial
Por cultivarem a esperança
Por levarem um ideal
Que é de dar sabedoria
Aonde antes não se via
Isso é muito especial.
Aplaudo a vós, professores,
Pela vossa existência
Nós vos reverenciamos
Porque são uma referência
Eis nossa admiração
Façamos com o coração
A vocês, sempre reverência.
Professoras e professores
As palavras são poucas
Para poder expressar
O quanto significam
Vossos atos de educar
São muito mais que isso
Em tamanho e compromisso
De conhecer e partilhar.
Na vida, podemos ser professores e ensinarmos os nossos maiores aprendizados.
Mas, nunca deixaremos de ser eternos alunos,
porque, todos os dias é algo novo que aprendemos.
14/01/ 2015
Aos professores, mestres e doutores.
É com grande alegria e prazer que posso dizer. Que seria de uma sociedade, seja no campo ou na cidade, a ausência da docência, o ensino de verdade?
Deveras pois todos, indistintamente agradecer, ao doutor, mestre ou professor, por horas e horas de labor. Por dedicação integral, buscando sempre o conhecimento, e repartindo na moral, com muito esmero, tamanha dedicação, ansiosos por verem seus alunos em diversa formação.
Parabéns, professor, mestre e doutor, por dedicar seu precioso tempo laboral, em ajudar a resgatar nos dá ignorância colossal. Por cada contribuição intelectual, na ajuda em galgar cada degrau, nos mais diversos patamares do saber, nos levando até as portas maiorais, na oportunidade de aprender cada vez mais.
Tenham todos, professores, mestres e doutores, vida longa e muita paz. Por cada discente que a vida lhe traz. Pela oportunidade de fazer o ignorante galgar os degraus do conhecimento, rumo aos patamares do saber, sempre com louvor e maestria, onde muitos alcançarão mais é mais, sabedoria.
Meu sincero agradecimento a todos os professores, mestres e doutores que tive e tenho ainda, o privilégio maior de conhecer, de aprender a amar e realmente muito considerar.
Vida longa com saúde, graça e paz a vossas excelências da propagação do saber.
Tive a oportunidade de encontrar professores que me ensinaram além das lições da sala de aula: mostraram caminhos, deram conselhos e me ajudaram a começar a sonhar.
Homenagem aos professores de Parintins.
Nas salas onde o saber floresce,
Brota a luz de quem ensina e guia,
É no olhar do professor que acontece
O milagre da vida e da poesia.
De Parintins, terra de encantos mil,
Erguem-se professores, orgulhos do Brasil.
Com voz serena e alma paciente,
Plantam futuros em cada lição,
Transformam sonhos na mente da gente,
Com fé, coragem e dedicação.
Cada palavra é semente lançada,
No chão da esperança, bem cultivada.
No chão da escola, o saber é canção,
Que ecoa forte e vem do coração,
E cada gesto dessa nobre missão,
Revela o dom mais puro e comum:
Ensinar é servir, é fazer brotar
O bem que o tempo não vai apagar.
Neste dia, a população lhe agradece,
Com reverência, carinho e emoção,
A quem ensina e também enriquece
A alma viva da educação.
Professores são como um farol,
Que acende o futuro com luz e sol!
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
ame os seus professores como se fosse parte da sua família porque os seus professores faz de tudo para ver você la encimar.
“Quando a escola adoece emocionalmente seus professores, ela também adoece silenciosamente o futuro de seus alunos. Cuidar da saúde mental de quem ensina é um dever humano, ético e educacional.”
Prof. Valter de Menezes Eugênio
Obra de Contos "Gotinhas de Amor: Onde a Magia Acontece..." a todos os professores que se dedicam, reinventam e contornam as situações difíceis. Que a paixão pela educação continue sendo a bússola para a transformação de vidas.
Quando ensinar já não basta
Há dias em que a escola pesa mais do que a mochila dos professores em semana de avaliações.
Não por causa das aulas. Nem das provas. Nem da burocracia, embora ela exista e cresça a cada ano. Pesa porque, em algum momento, ensinar deixou de ser apenas ensinar. Hoje, espera-se que o professor seja gestor de conflitos, mediador familiar, psicólogo improvisado, agente social, produtor de relatórios, alimentador de plataformas, responsável por índices, motivador permanente e, de alguma forma, o último elo de uma corrente que começou a se romper muito antes de sua chegada. Tudo retorna ao professor. Se o estudante aprende, cumpriu sua obrigação. Se não aprende, pergunta-se o que o professor fez, ou deixou de fazer. Essa lógica revela uma das maiores distorções da educação contemporânea: individualiza-se a responsabilidade por um problema que é estrutural.
Nesta semana, sentei-me diante de um estudante do sexto ano que não lê. Não escreve. Não domina habilidades que deveriam ter sido construídas nos primeiros anos da escolarização. É educado, prestativo, participa, tem vontade de agradar, mas a linguagem escrita ainda não lhe pertence. Foi nesse momento que a palavra "avaliação" perdeu o sentido. Como avaliar alguém que não consegue acessar aquilo que é condição para realizar a própria atividade? Que nota representa essa realidade?
A escola, então, oferece caminhos conhecidos. Recuperação. Nova oportunidade. Trabalho substitutivo. Mais prazo. Mais uma atividade. Mais uma tentativa. O RAV. Até que, quase sempre, chega-se ao mesmo destino: a aprovação. Não porque as dificuldades desapareceram, mas porque o sistema precisa continuar funcionando.
É uma engrenagem curiosa. Cobra-se do professor uma avaliação criteriosa, instrumentos diversificados, registros, evidências e lançamento de notas. Ao mesmo tempo, espera-se que os resultados finais não contrariem o fluxo esperado. A avaliação precisa existir, mas suas consequências nem sempre podem existir. Talvez seja por isso que tantos professores experimentem a sensação de correr sem sair do lugar.
O sociólogo Zygmunt Bauman escreveu que vivemos tempos líquidos, marcados pela fragilidade dos vínculos e pela dificuldade de sustentar compromissos duradouros. A escola não ficou imune a essa condição. A responsabilidade pela aprendizagem tornou-se cada vez mais difusa. Quando tudo é responsabilidade de todos, frequentemente acaba não sendo responsabilidade de ninguém. E, no fim, sobra para quem está diante da turma.
Também me vem à memória Paulo Freire, quando afirmava que ensinar exige rigor metodológico e compromisso ético. Curiosamente, quase sempre lembramos apenas da palavra "amor". Esquecemos do rigor. Ensinar também exige reconhecer quando uma aprendizagem ainda não aconteceu. Fingir que aconteceu não é inclusão; é apenas adiar um problema que se tornará maior no ano seguinte.
Há algo profundamente injusto nisso. O estudante é privado de um direito fundamental: aprender. O professor é privado da possibilidade de avaliar com honestidade. A família, muitas vezes, acredita que a aprovação significa desenvolvimento. E a escola produz documentos que atestam competências que, na prática, ainda não existem.
Não escrevo estas linhas porque acredito que reprovar resolveria o problema. Não resolveria. Mas aprovar sem garantir a aprendizagem também nunca resolveu. Entre essas duas margens existe um vazio que temos insistido em chamar de política educacional.
Enquanto isso, seguimos preenchendo planilhas, lançando notas, organizando recuperações, respondendo questionários sobre estratégias, justificando ausências, explicando conflitos que nasceram em segundos e tentando provar, diariamente, que estamos fazendo o suficiente.
Talvez a pergunta mais incômoda não seja por que tantos estudantes chegam ao sexto ano sem ler. A pergunta é outra: em que momento nos acostumamos com isso?
Talvez seja esse o maior retrato da crise educacional. Não a existência do problema, mas a naturalidade com que passamos a conviver com ele.
Há dias em que a escola não cansa apenas pelo excesso de trabalho. Ela cansa porque obriga bons profissionais a escolher, diariamente, entre registrar a realidade ou alimentar a ficção de que ela já foi transformada.
E essa talvez seja uma das violências mais silenciosas da educação brasileira.
Não existe escola sem aluno, nem sem educadores, muito menos sem professores. Também não existe sem um ambiente acolhedor que promova o pertencimento e a existência. Afirmo: a estrutura é importante, mas não essencial. Se houver um educador apaixonado pelo ato de educar, não importará o lugar; sempre haverá mentes e horizontes preparados para reivindicar sua cidadania, exercendo força nas mudanças e inovações para o bem comum.
Aprendi a duras penas que, a sala dos professores é uma boa oportunidade para ler boas obras. Foi, justamente, aqui que conversei com autores que transformaram minha forma de pensar...
Meus professores não tinham nomes gentis, foram a tristeza, o sofrimento e a incerteza. Nunca fui um bom aluno, por isso ainda tento decifrar suas lições.
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