Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
"Hoje andando pelas ruas me peguei pensando:
O que ainda me chama a atenção nesses lugares, nessas paisagens que eu conheço bem? As pessoas, os carros, as janelas das casas, as risadas, as formas das nuvens, os desenhos nas rachaduras das calçadas...
E dentro da minha alma? O que ainda me assombra, me dá calafrios e me tira o fôlego?
Resolvi seguir o conselho de um amigo:
Apenas respire..."
Por conta dessa falta d´água as pessoas tornaram-se ainda mais intolerantes nas Redes Sociais. Iniciou-se uma verdadeira "caça às bruxas" e os censores estão por aí com seus celulares em punho para -mais uma vez- reinventarem a fogueira e o suplício digital.
Eu agradeço imensamente à todos os azedos que já tive que conviver e ainda convivo na minha vida. São eles que me ensinam definitivamente o que não quero ser.
Ainda vamos descobrir um jeito de ficarmos juntos
Juntos na chuva, no sonho, no sal
Juntos na primavera, nos verões, nas manhãs de outono
Juntos na sala, na cozinha, no quarto, no banheiro
Juntos juntos
E juntos separados
Juntos quando uma boca completar a frase do outro
E juntos quando a risada for igual,
Consoante, firme e verdadeira
Ainda vamos descobrir um jeito, um lugar, um som, um momento
Que nos ate
Que nos prenda
Que seja nosso
Vamos descobrir ou inventar, não importa
Vamos fazer esse dia
Ou fingir que ele existe
Vamos acender todas as estrelas
E beber cada uma delas até o fim
E assim, grávidos de luz e poesia
Parir o mundo onde possamos existir.
Melhor 'talvez, quem sabe' ser odiada(o) e ainda assim, eternizada(o) pelo que foi feito, que preferir nunca ter feito nada.
Quando minha mente se perde, ainda que por breves instantes, os pensamentos se tornam lâminas que cortam por dentro. No silêncio que a noite veste, o tribunal interno desperta, cada lembrança de derrota, uma acusação sussurrada, condenando meu valor, pedindo que me renda à sombra. É um ciclo que me aprisiona, uma dança de espectros onde a vigilância torna-se escudo e lança, uma vigília eterna para deter o veneno antes que ele corrompa o último lampejo de luz.
Preso a esta cadeira, sou tronco retorcido pela dor, mas ainda assim, tento me erguer, mesmo que o vento forte, vindo do leste, queira me dobrar como galho em dia de tempestade.
A única condição sou eu ainda estar apaixonada por você quando você realmente decidir implementar todas as outras.
E ele ainda estava mesmo lá, com as feridas expostas, mas de braços abertos prá mim. Foi exatamente ali que eu senti vontade de esquecer as minhas feridas e cicatrizar as dele.
Torça muito para que esse seu medo bobo em me procurar realmente passe enquanto eu ainda posso ser encontrada!
Tenho muita pena da sorte que essa menina tem de viver tudo tão intensamente, e ainda conseguir sair ilesa disso tudo!
É melhor apanhar da saudade dentro de um barco que ainda está navegando, a morrer afogado tentando remar um barco furado.
