Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei

Cerca de 793518 frases e pensamentos: Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei

“Hipóteses são formas educadas de dizer ‘ainda não sabemos’.”

A consciência é o único espelho capaz de refletir aquilo que o universo ainda não compreendeu sobre si mesmo.

“O agasalho esquecido ainda guarda a forma… aquecendo um tempo que não existe mais.”

“Na porta entreaberta, o futuro hesita — e o não dito ainda pesa.”

“O barco à deriva segue o rio sem rumo — como a alma que flutua entre memórias que ainda não se decidiram.”

“O que ninguém acredita nem sempre é impossível — às vezes, só ainda não encontrou forma de existir.”

Antes de ceder ao impulso, escute o silêncio — ele sabe o preço que seu coração ainda não calcula.


EduardoSantiago

“A verdade lançada pela lógica não escolhe alvos; ainda assim, somente mentirosos e idiotas sangram com o impacto.”

Porque aparecer o não sou se ainda sou...
Porque clamar se ainda vou ser o sou...
Para que vou ouvi se ainda sou

Que saudade boba é essa que ainda não chegou até mim em forma de abraço demorado?

O fraco é quem ainda não compreendeu a própria fraqueza.

Na vida, a gente não tem certeza de nada, só da partida, que ainda é incerta, porque não sabemos o dia, nem a hora.




Jesus falou isso, e todo mundo acha que se trata da volta dele, quando na verdade a metáfora se trata da morte.

Enquanto eu ainda respiro, existe recomeço. Aprendi que a vida não espera grandes viradas de calendário; ela oferece pequenos começos todos os dias. Às vezes acordo com o coração pesado, outras com esperança nova, mas em qualquer caso ainda há caminho. Recomeçar virou um gesto simples: levantar, respirar fundo e tentar de novo. Não preciso que tudo esteja perfeito, só preciso estar viva. E enquanto houver fôlego em mim, haverá sempre uma nova chance de continuar.

Tem uma coisa estranha acontecendo dentro da minha própria casa e eu ainda não decidi se isso é amadurecimento ou algum tipo sofisticado de bug emocional. Meu marido anda em silêncio, mas não é aquele silêncio confortável de quem já dividiu tantas palavras que agora pode descansar nelas. É um silêncio que observa. Ele fala pouco, mas quando fala, solta frases que parecem ter vindo de uma reunião secreta com a própria consciência. Diz que agora percebe coisas que antes não percebia. E eu fico olhando pra ele com a sensação de que perdi o acesso à versão anterior do homem com quem eu me casei.


E aí teve o beijo.


Eu estava ali, entregue, porque quando eu amo eu não sei amar pela metade. Eu beijo como quem assina contrato sem ler as cláusulas, confiante, intensa, emocionalmente parcelada em doze vezes sem juros. Só que no meio daquele momento que, teoricamente, era pra ser nosso, eu senti. Não foi falta de toque, não foi ausência física. Foi pior. Foi ausência de presença. É como se ele estivesse ali… mas não estivesse. Como se o corpo dele tivesse comparecido, mas a mente tivesse mandado um representante.


Quando eu abri os olhos, ele estava me olhando. Não era um olhar apaixonado, nem distraído, nem sequer culpado. Era um olhar… analítico. Como se eu fosse um documentário interessante passando na televisão e ele estivesse tentando entender a narrativa. E naquele exato segundo, alguma coisa dentro de mim fez um barulho baixo, tipo vidro trincando devagar.


Eu me senti descartável.


Não descartável no sentido dramático de novela das nove, mas naquele jeito silencioso, sofisticado, quase elegante de perceber que talvez eu não esteja mais sendo vivida, só observada. E isso, pra quem sempre foi intensidade pura, é um tipo de solidão muito específica. Porque não falta alguém ali. Falta ser sentida.


E desde então eu fico tentando decifrar esse novo idioma dele. Será que ele evoluiu e eu fiquei parada? Será que ele está enxergando coisas que eu nunca quis ver? Ou será que ele simplesmente se afastou emocionalmente e agora chama isso de consciência?


O mais curioso é que ele não parece distante no sentido clássico. Ele não brigou, não sumiu, não virou outra pessoa completamente. Ele só… mudou o jeito de estar. E isso é muito mais difícil de confrontar, porque não tem um problema claro pra resolver. Tem uma sensação. E sensação não se debate, se vive.


E eu continuo aqui, meio entre o amor que eu construí e a dúvida que começou a sussurrar. Porque amar alguém que está presente é fácil. Difícil é amar alguém que começa a se retirar sem sair do lugar.


No fim das contas, talvez o maior medo não seja perdê-lo. Seja perceber que, de alguma forma, eu já comecei a perder… e ainda estou aqui, beijando alguém que me olha como se estivesse tentando entender quem eu sou.


Agora me conta, você já se sentiu assim também?

Case com o seu primeiro namorado, se realmente o ama. Se ele não te ama ainda, use seu poder de mulher, e faça acontecer! Não perca a chance de construir o amor, e ensinar sobre ele.

"Amar é também não suportar que o outro sofra, ainda que seja apenas em pensamento"

​"Despertar é o lembrete de que a tinta de Deus ainda não secou na sua história. Agradeça e confie no único Autor que não perde o roteiro."

Não há necessidade de se entrar em discussão quando alguém falar algo errado, nem ainda trair a verdade, há um caminho intermediário. Você pode simplesmente dizer: "Eu creio de outro modo; mas penso e deixo que pensem; não sou a favor de contendas sobre este ou outro assunto”.

John Wesley
POTTS, J. M. Seleção das cartas de João Wesley. São Bernardo do Campo: Imprensa Metodista, 1991.

Nota: Carta para a Srta. March (março de 1760).

...Mais

⁠João 18.36: Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo... Muitas pessoas ainda não entenderam que o Reino de Deus não se amolda aos reinos do mundo, pois Jesus disse: Não é assim entre vós... Mateus 20.25-26. No reino dos homens temos o rei e os súditos; os súditos vivem para servir ao rei e a sua família; trabalham para eles, produzem para eles, vivem para eles, respiram para eles, dependem deles... Mas no Reino de Deus a relação não é de rei para súditos, mas de Rei para Filhos; Pois O Reino de Deus é um Reino de Filhos e filhas, todos que disseram sim para Jesus se tornaram filhos e filhas do Abba (João 1.12; Rm 8.14-16; Gl 3.26; Gl 4.4-6; 1ª João 3.1-2); nesse Reino todos tem acesso ao trono da graça (Hb 4.16; Hb 10.19-20), sem restrição, sem exploração, sem manipulação, pois é um Reino de filhos e filhas.

⁠O que os calvinistas ainda não entenderam é que os atributos de Deus não estão desequilibrados, desordenados, como se um fosse maior que o outro ou agisse em detrimento dos outros. Soberania, liberdade, amor, justiça e todos os outros atributos comunicáveis e incomunicáveis de Deus operam em perfeito equilíbrio. Se a justiça de Deus fosse aplicada sem o Seu amor seriamos condenados sumariamente; se a Sua santidade fosse aplicada sem a Sua graça seriamos consumidos imediatamente e se a Sua soberania fosse aplicada sem a Sua liberdade, nosso livre arbítrio seria revogado, nos tornando escravos de um “deus” déspota; mas como Jesus disse: conhecereis a verdade e a verdade vos libertará (João 8.32) e Paulo fazendo eco às palavras de Jesus disse: Para liberdade foi que Cristo nos chamou (Gálatas 5.1-13). Então entendam, por favor: Não fomos condenados por sua justiça por causa do Seu amor, não fomos consumidos por Sua santidade por causa da Sua graça e não fomos criados sem o livre arbítrio por causa da Sua soberania.