Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei

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2Coríntios 4:16

Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia.

“A força do cristão não está no corpo, mas na renovação diária em Cristo Jesus.”

Acredito em milagres
Mas não no milagreiro
Se for brasileiro
Acredito menos ainda

Se você não consegue enxergar o lugar em que está como um campo missionário, é porque ainda não reconhece Deus como o Pai das missões..

Alexandre de Moraes ainda não sabe, mas ele colocou Bolsonaro nos livros de história. As futuras gerações saberão que o Brasil teve um presidente que não se corrompeu com o sistema.

Ainda que mil Golias se levantem,
mil cairão ao teu lado. O problema não
é o tamanho do gigante. É o tamanho do
Deus que anda com você.


Salmo 91:7

"Se você está na igreja, mas o orgulho ainda te domina, é sinal que você ainda não encontrou o Jesus humilde da Bíblia."


@pr..wellington.cl

"Graças a Deus não sou perfeita...ainda!"

☆Haredita Angel

"Sonhar?
Sonho!
Mas não abro mão do inesperado...


Expectativas?
Ainda as tenho, mas não me faço sua escrava!


- Aprendi o caminho do meio!"
Haredita Angel
04.09.21

Como você sabe que vai ser feliz com seu sonho se ainda não o alcançou?

Se é você quem determina ser ou não ser feliz, então pode escolher outras opções que produzirá o mesmo resultado.

Por exemplo: existem pessoas felizes e bem-sucedidas em profissões que você ficaria triste se exercê-las.

Existem pessoas felizes em seus casamentos com a pessoa que com você era infeliz.

A felicidade não está nas coisas ou em alguém, está em você.

"Desfilar com um salto alto, onde há tantos buracos é só para quem ainda não quebrou a cara."

A ansiedade é a imaginação torturada por um futuro que ainda não existe.

A maioria teme a morte porque ainda não foi suficientemente questionada por si mesma.

Conservadores defendem a vida com fervor, desde que ela ainda esteja no útero e não pertença a imigrantes, pobres ou minorias.

Busquei, busquei e busquei, mas ainda não descobri quem sou, procurei entender meu lugar no universo, procurei respostas para tudo. No fim, encontrei apenas o mistério. E talvez seja suficiente seguir vivendo, amando a vida sem exigir um destino!

Não há liberdade possível aos que entregaram suas almas ao diabo para salvar o país e ainda aplaudem o diabo tentando entregar o país para se salvar.

⁠Os que só veem a Felicidade nas Grandes Conquistas, ainda não tomaram Vento na Cara com ela no Carona.

⁠Se não escolhermos as nossas guerras, elas quebram nossa bicicleta.


E, para piorar, ainda nos escolhem.


A vida é uma estrada cheia de subidas, descidas e buracos invisíveis.


Em meio a tudo isso, a gente tenta pedalar — equilibrando sonhos, afetos, responsabilidades e o próprio fôlego.


Mas há dias em que o vento sopra contra, e a tentação de lutar contra tudo e todos parece inevitável.


O problema é que nem toda briga vale o pneu furado.


Guerras demais cansam, desviam, enferrujam o que ainda move a gente.


Algumas causas apenas disfarçam o ego ferido; outras são armadilhas bem pintadas de razão.


E quando lutamos em todas as frentes, esquecemos que a bicicleta — metáfora da vida que ainda precisa seguir — não aguenta tanto tranco.


Escolher as guerras é, antes de tudo, reconhecer as nossas fragilidades e escolher seguir inteiro.


É saber parar, respirar e entender que a paz não é covardia, mas sabedoria.


Porque, no fim, quem insiste em guerrear por tudo e contra tudo, se arrisca a ficar a pé — com o guidão torto, os sonhos empenados e a alma exausta.


Nem toda batalha merece tanto o nosso pedal.

Há 18 anos eu já tinha fé, mas descobri — às duras penas — que ainda não era fiel o suficiente para não lamentar a “volta para casa do Pai” do meu pai.

⁠O que torna o mundo tão medonho não são feridos gemendo, mas a invalidação pelos que ainda não precisam gemer.

⁠Não me preocupo com os que acreditam em Papai Noel, mas com os que alugam as cabeças e ainda acreditam que pensam com elas.


No fundo, a inocência dos que acreditam em Papai Noel ainda lhes conserva alguma forma de beleza.


O que realmente inquieta é perceber quantos, já adultos, seguem alugando as próprias cabeças — entregando seus pensamentos a quem grita mais alto, a quem promete atalhos, a quem dispensa qualquer reflexão.


Assusta menos a fantasia do bom velhinho do que a fantasia medonha de autonomia que muitos carregam.


E carregam-na com tanta convicção que quase sempre ela é bordada nos berros.


Pensam que pensam, mas apenas repetem ecos, devolvem opiniões prontas, vestem certezas emprestadas.


E, assim, vão cedendo o território mais sagrado que existe: o da consciência.


Talvez o verdadeiro e mais urgente milagre não seja acreditar em Papai Noel, mas resgatar o direito — e o trabalho diário — de pensar com a própria cabeça.


De duvidar, questionar, investigar…


De não permitir que ideias venham com contrato de aluguel, mas que sejam construídas com autenticidade, esforço e liberdade.


Porque, no fim, a maior ilusão não é a de um presente — embalado na inocência — na noite de Natal, mas a de viver sem perceber que a mente foi entregue ao comodismo, à manipulação ou ao medo.


E nada é mais urgente e necessário do que retomá-la.