Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
LOUISE
Más oque o meu frágil eu poderia fazer
Se ainda lembro do cheiro do seu cabelo
Do seu toque suave
Da sua pele arrepiada
Da sua pupila dilatada
Do seu sorriso extasiado
Do seu jeitinho encabulado
Minha francesa
Porque me achou tão forte?
Porque me fez sentir teu vento
Porque me embriagastes com sua leveza
Porque me deu gotas
Porque dizes que vai
Se nunca pretendeu ficar
Era fim da folia, o carnaval tinha acabado mais rápido que começara e as pessoas ainda vibravam loucas sobre efeito da necessidade de voltar no tempo.
Eu já havia aceitado o fim dessa época maravilhosa, mas meus amigos não. Ainda insistiam em sair pelas ruas bêbados e indecentes. E eu acabei por acompanha-los em mais um episódio. Fomos à Lapa como já era de costume, um lugar livre, onde acha-se tudo que precisa mesmo que você não precise de nada. Diferente do que se esperava, acabamos por decidir ir numa festa que nunca havíamos ido, um lugar aparentemente singelo que nunca despertará curiosidade até então...
Ao entrar, não nos surpreendemos muito, o lugar era pequeno como parecia por fora, não havia espaço para dançar, apenas olhávamos imóveis as belas mulheres que ali estavam. No começo aquilo tudo era interessante e estranho..Eu vivia uma condição de espectador mesmo estando dentro de campo. Com o tempo fui me perguntando o que de fato estava fazendo naquele cubículo sem poder deixar que as pessoas me conhecessem, eu era invisível naquele momento ao lado de meros ouvidos atentos a música.
De repente o resultado da minha humilde paciência foi começando a aparecer. Aquele lugarzinho começa a se esvaziar e comecei a enxergar as maravilhas que ali escondido estavam. Começamos a dançar e sorrir bêbados e felizes, eu e meus amigos. As pessoas riam de nós com um ar de admiração que já estávamos acostumados. E no meio daquele novo momento, ela apareceu...
Era ilegível e incerto, quem será ela.. Eu tinha o hábito de ler as pessoas, imaginar um perfil, esteriótipos, facilitava-me muito, pois sempre acertava.. Mas com ela era diferente, parecia tudo e nada ao mesmo tempo. Era algo longe e inalcançável, questionei-me sozinho. Ela se aproximou com um sorriso tão familiar que a dediquei um respeito involuntário. E na sua primeira chance, me fez perdido num mundo desconhecido, falava uma linguagem rapidamente estranha em que já ouvia falar em vida, mas entendia menos a cada palavra. Era uma Argentina de Rosário Central, que Fez o Carnaval brasileiro continuar pra mim e meus amigos, em um universo bem particular..
O resto da história contarei depois, pois está é uma parte que precisa ser relatada em um livro separado e proibido.
Entretenimento suicida!
Olhar você era algo fantástico.
Pensar em você mais ainda.
Perdi a conta de quantas vezes me masturbei pensando em você.
Você era como um quadro de Picasso que passamos horas horas observando.
Te vi ontem e pela ultima vez
Estava mais linda que nunca, cabelo solto. mini saia e top, era perfeita em todos os sentidos.
Fiquei atras de você ouvindo sua voz doce e carismática, estava super divertida, tinha um sorriso lindo.
Der repente ele te deu um beijo e passou a mão nos seus seios.
Parti dali e morri!
Nós somos únicos
Ainda que um dia os montes venham se colocar a nossa frente para impedir que passemos, eu direi a eles: -"movam-se daqui!", e eles se moverão e darão lugar a luz do sol que refletirá em seus olhos, fazendo brilhar a minha imagem neles, pois a chama do meu amor por você te faz acreditar que somos só um, e encontramos o caminho um dentro do outro a cada dia que estamos juntos, e a cada noite que passamos em claro após a linha do horizonte, deixando transparecer a verdade sobre o nosso amor. Sim, nós somos únicos um para o outro e todos os nossos momentos são únicos e dentro do coração continua restando o que sempre existiu, mas que apenas eu não havia encontrado antes por capricho do destino. Você meu amor! Amo você demais!
Ainda estou tão sozinho,
tantas flores no meu caminho,
carícias e cheiros,
se vão as pétalas ficam os espinhos.
Estou cercado de gente que vive,
alegrias inversas com seus palpites,
meu mundo já gira ao contrário,
do jogo só tenho o baralho,
esse universo água,
pouco molha a minha terra,
essa planta que brota do nada,
faz da vida ser tão bela,
quero muito sair por aí,
provar da beleza que me interessa,
mas meu jeito me faz devagar,
só que alegria precisa de pressa.
Já não paro de pensar,
no que escrevi,
isso inibe a vontade de andar,
pra perto do que não vivi.
Eu sou uma espécie em extinção. Ainda tento sobreviver com dificuldade a cada dia da minha vã existência. Ruidos podem ser sinais hostis, ou, como uma fita de esperança me permite pensar, um chamado dos iguais.
Sinto saudades de apenas uma coisa, que por mais comum que seja, é de algo que nunca vi. O problema é se o que procuro existe, ou se sou apenas um tolo na caçada infinita da felicidade, onde ja nao se difere a caça do caçador. Em um lugar onde o suicídio pode ser um ato de coragem, e talvez uma bela chance de renascer.
Eu sei que ainda me ama, eu continuei e tu ficou, inventa pros outros, que está namorando, mentira eu sei que ai no fundo bem perto dos teus olhos tu ainda me ama, e teus pensamentos, tomam conta de mim, confessa pra você a verdade, confessa que nunca me esqueceu, e que nunca alguém vai te amar, assim. Fui sua primeira namorada.
Certa vez eu descobri uma coisa, ainda na infância e fiquei triste.
Descobri que um dia a vida tem um fim.
Descobri que um dia teremos que nos despedir.
Descobri outras coisas que me deixaram muito feliz.
Descobri que a passagem nessa vida é pra lapidar nossa alma.
Descobri que cada dia é uma nova oportunidade, para amarmos mais as pessoas.
Descobri que a vida sem Deus é exatamente nada.
Descobri que cada sorriso tirado de alguem triste é como um troféu na
Evolução espiritual.
Descobri que cada prato de comida que vc dar ao faminto é como um amor maior no
Coração de Deus.
Descobri que ninguém leva status ou bens ao paraíso.
Descobri que posição social é so importante aos materialista.
E nessa vida eu vou descobrindo seguir os caminhos de Deus, mesmo com falhas
Mesmo com erros me sinto no caminho certo de volta pra casa.
Coração traidor
As paredes do meu coração
Ainda têm os rabiscos ardentes
Quentes, ferventes
Que imprimistes quando
Eras pequeno na arte de amar
E nem tiveste zelo
De não derramares todas as tintas
Que ficaram espremidas e exprimidas
Em borrões de variadas cores
E temores e dissabores.
Não decifrados pela
Minha indecisão de entrar ou não na tua história
E captar toda a fragrância
Dos teus desenhos na memória
E reter pra mim toda a essência
Dos teus gestos
E manifestos
Que eu fiz questão de fingir que não estavam lá escritos
No teu olhar
E na tua dor
De me ver partir
Sem ao menos nos permitir
Chorar de amor.
Choro agora o que não pode mais voltar
O que não posso mais vivenciar
Por que só nesse momento
Lamento
Sei que eu te amava lá.
Ah! Coração, que só me prega peça
Tolo! Traidor da tua dona
Por que não atinaste em tempo
Que meu amado verdadeiro só podia
Ser mesmo o primeiro?
E mesmo após tantas primaveras,
Ainda sinto, pressinto cada
detalhe do seu toque.
Desde o teu embaraçar, enlear
por entre os meus cabelos,
Ao teu delicioso "xêro"
em meu cangote.
Ainda que fosse por aquele momento inesperado, nada disse. O silêncio estava mais uma vez peguinhado entre nós dois, como se tivéssemos tantas coisas a dizer, mas nada que de fato fosse caber em palavras ou até mesmo gestos. Havia tanto em jogo e eu não sabia se deveria jogá-lo com você, só que quando você perde tantas vezes em uma mesma história se pergunta se há de fato algo que pudesse ter feito de diferente.
Escolhas certas foram feitas nas horas erradas, portanto bastava o silêncio e a tensão que entre nós pairava para me questionar se o arrependimento viria bater em minha porta mais uma vez, daí tentava procurar em seu rosto algo sincero e infelizmente parecia achar, mas será que todo seu teatro não havia se transformado na sua realidade inventada? Uma realidade que apenas você compreendia enquanto vivia os momentos em que seus sentimentos verdadeiros se misturaram com os superficiais?
Eram muitas perguntas para a resposta que você aguardava.
Sentia como se estivesse tendo um Déjà vu da minha frustração do passado, tudo parecia tão ilusório quanto suas palavras vazias ditas com olhares intensos. Nada do que foi dito me convenceu a ceder a suas propostas, meu próprio medo me fez ceder, a incerteza do incerto me fez ceder. A única coisa que você fez foi deixar me questionando se valeu a pena matar a frustração do passado pela do futuro.
"Como lhe amava a caligrafia... Ainda mais aquela flor! A primeira, dos incontáveis ramalhetes que viriam, sentiu. Tão jeitosa. Gostaria de tê-la nos braços; protegê-la, dar-lhe todo o seu amor. Mas somente amor? Não. Dar-lhe-ia o seu ensinamento".
Se ela diz que sente saudade, você ainda a tem. Se ela sente raiva, você ainda a tem. Preocupe-se quando ela começar a sentir nojo.
