Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei
“Em meio ao concreto e ao luxo, corações se encontram: ela, com sua grife; ele, com sua arte. O amor não escolhe berço, apenas floresce.”
Almas luminosas…
Existem pessoas que parecem conter dentro de si um universo inteiro de luz. Elas transbordam como rios que nunca secam, carregando em suas águas uma energia que toca, transforma e cura. Esses seres singulares são como bálsamos para o coração cansado de quem cruza seus caminhos. Elas não apenas existem; elas irradiam. Seus gestos, muitas vezes simples, possuem um impacto profundo. Um sorriso, um olhar, uma palavra de conforto — tudo nelas carrega uma força quase mágica, capaz de reerguer aqueles que estavam à beira de desistir. São como âncoras em meio às tempestades da vida, trazendo calma e esperança onde antes havia desespero.
Essas pessoas possuem uma bondade que não se exibe, mas que se sente. É algo que está presente na maneira como olham o mundo, sempre com ternura, mesmo para as situações mais desafiadoras. Seus olhos falam mais do que suas palavras, revelando uma alma generosa, pronta para oferecer o que tem de melhor, mesmo quando pouco lhes sobra. São humildes, não por se submeterem, mas por entenderem que a grandeza está na empatia, no compartilhar, no acolher. Seu sorriso fácil, muitas vezes acompanhado de um jeito quase ingênuo, confunde os mais céticos; parece bobo, mas é apenas a pureza de quem não carrega malícia no coração.
Há algo de profundamente regenerador em conviver com essas pessoas. Elas nos inspiram a sermos melhores, a enxergarmos o mundo com outros olhos, a acreditarmos novamente quando tudo parece perdido. São como faróis que iluminam os caminhos mais escuros, como pontes que nos levam para uma nova fase, para um lugar onde a vida volta a fazer sentido. Quando estamos perto delas, é como se um vento fresco soprasse em nossa alma, afastando as nuvens densas do cansaço e do pessimismo.
No entanto, há quem, incapaz de compreender tamanha luz, tente apagá-la. Talvez por inveja, talvez por medo, ou simplesmente por não suportar aquilo que não pode replicar. Essas pessoas, que carregam sombras dentro de si, enxergam a bondade genuína como uma ameaça. Elas tentam moldar, apagar, silenciar. Mas mudar alguém que irradia essa essência é um ato de crueldade. É como apagar uma estrela no céu, como tentar calar o canto dos pássaros. É roubar do mundo algo que ele desesperadamente precisa: autenticidade, altruísmo e amor verdadeiro.
Pessoas assim não devem ser mudadas. Elas são preciosas exatamente por serem como são. Sua originalidade, seu carisma espontâneo, sua sinceridade desarmada são um presente raro, uma dádiva que não se compra, não se força, não se imita. É natural que aqueles que não possuem essa mesma luz se sintam desconfortáveis ou desafiados diante de tamanha plenitude. Mas a solução para isso nunca será apagar o brilho alheio; será, talvez, aprender com ele.
Preservar essas almas luminosas é uma responsabilidade coletiva. É garantir que o mundo não perca sua capacidade de se encantar, de se regenerar, de acreditar. Que possamos reconhecer, proteger e valorizar essas pessoas, porque sem elas, a vida seria um lugar muito mais árido, muito mais sombrio. Elas são a prova de que a bondade é possível, de que o amor existe, de que a esperança pode ser renovada. E isso, por si só, já é revolucionário.
Hoje, uma pessoa veio me contar que leu mais dez textos no meu blog retratando os mendigos do Catete, e me perguntou de onde vem essa "obsessão por gente miserável". Não respondi ainda, e acho que farei por aqui, pois já é motivo pra um novo texto. Bom, começou com meu avô, na Vital Brasil, em Niterói. A casa do meu avô fica no pé do escadão do Cavalão, na subida da José Vergueiro da Cruz. Ali, sempre quando eu estava brincando na varanda, me causava pavor e medo uma negra descabelada, bem miserável, que, de 30 em 30 minutos, sofria ataques de caretas e dava tapas na própria cabeça. E ela sempre ficava sentada ali, no meu foco de visão. Para completar o quadro desagradável (eu só tinha 10 anos) ela soltava pelos lábios ventosidades com estrépitos que muitos julgavam escapados pelo cú. Magra, alta, não me lembro muitos detalhes. Só o que me recordo é que era vista falando com as pessoas conhecidas que entravam ou desciam do escadão, sempre no intervalo entre dois ataques que aconteciam de meia em meia hora. Não era raro vê-la passar e se comunicar com meu avô pelo portão, enquanto ele limpava o chão da garagem com uma mangueira. Por duas vezes, presenciei dois ataques, dois surtos, enquanto falava com meu avô. Não me lembro de ter visto qualquer morador da rua rir daquela senhora. Pelo contrário, quando ela dava os ataques, todos sabiam como auxiliar. Eu, morria de medo. Todos a tratavam com respeito pela educação e atitudes que ela tinha, quando no seu estado normal. As outras crianças, que nem eu, bem mais inocentes do que as de hoje, morriam de medo. Certa vez, meu avô, a fim de que eu perdesse o medo, obrigou-me a falar com a tal senhora, quando de passagem num sábado a tarde pelo nosso portão. Não é preciso dizer que flutuei no medo, na expectativa de um dos seus ataques. Perguntou-me o nome, deu-me umas palmadas no rosto, alisou-me os cabelos e, depois, ela mesma, mandou que eu fosse brincar, obviamente para que eu não presenciasse o ataque habitual. Não esperei segunda ordem. Afastei-me e fiquei à distância aguardando o ataque que não tardou. Mas, o encontro, de fato, fez-me perder o medo. Já não corria mais do portão ao vê-la. Aprendi a gostar dela. Lembro, até hoje, quando passou por mim no portão pela primeira vez que eu não corri. Acenou, acenei de volta, e ela seguiu seu caminho; me senti o cara mais sinistro e corajoso da Vital Brasil. Pensei: quem manda nessa merda sou eu. Desde então, sempre quando via sua sombra subindo a ladeira pela janela, já corria pro portão para redobrar minha coragem e fazer, cada vez mais, um contato mais próximo com aquela senhora, o que me deixava cada vez mais "sinistro" dentro do meu fantástico mundo de alessandro como o segurança da rua. Até que um dia ela parou para, de fato, conversarmos. Após 35 segundos (mais ou menos), ela teve um ataque epilético e caiu no chão, na minha frente. Imediatamente, um homem prestou todo auxílio e, quando a situação havia acalmado, percebi que estávamos de mãos dadas ali na calçada, sem mesmo perceber, durante toda a crise, que durou uns dois minutos. Depois que meu nervosismo passou, percebi que o homem que havia prestado o auxílio era o meu avô. Naquele momento, com ela ainda no chão, nos olhamos e, sem precisar falar nada, entendi exatamente tudo o que meu avô queria me ensinar sobre a vida, naquela oportunidade. Enfim, as histórias e experiências que tive com meu avô neste sentido foram muito longas, mas essa lembrança é o início dessa minha "obsessão por gente miserável" rs. Ainda sobre ela, não sei como terminou, pois nunca mais voltei naquela casa depois que meu avô morreu. Mas, se não me deixou a saudade, pelo menos deixou uma grata lembrança, engastada nas imagens daqueles tempos em que as crianças, tanto as do morro, quanto as do asfalto, ao invés de matar e assaltar, tinham medo de velhinhas doentes e miseráveis...
Entrei no elevador e vi você. O andar foi subindo. Meu coração também. A porta abriu. Saímos. Nem imagino para onde você foi, onde está agora. Na verdade, já te esqueci, assim como desfiz as malas. Esse foi o único momento em que amei alguém que não conheci. Ali acreditei em amor a primeira vista, mas vi que não necessariamente ele tinha uma conexão com o destino, apenas com o acaso. Não ficamos juntos. Não sabemos a nossa história no infinito de possibilidades em que teremos que passar.
Já estava me preparando desde algum tempo para este momento, esta apoteose da vida. Juntei alfarrábios. Coloquei em ordem minhas lembranças. Revelei e produzi, com reflexos em todo meu sistema neurológico, os sonhos que carrego nestes anos de peregrinação pelos meus caminhos e descaminhos. De súbito, fazendo uma reflexão profunda, sofri amputações em minha alma. Tropecei. Quase cai. Dei uma esbarrada na parede. Mas pensei como Voltaire: “algumas picadas de mosquitos não podem deter o cavalo em sua fogosa corrida”. E é lembrando de Schoppenhauer, que testemunho, divido e compartilho a miséria e as dores do mundo aqui. Em dado momento, sentimos não caber dentro de um post. Mas e daí? Rompemos então as peias de um clique e fazemos outra postagem. E se um manual do que “devemos ou não postar” fosse feito, subtraindo da gente o prazer de escrever sobre o que estamos com vontade, diríamos ser aqui, aí sim, um repositório de merdas laborais. Para mim, um espaço sem graça. Então é preciso explicar, antes de mais nada, que entro aqui para descobrir nas pessoas, de forma espontânea, o que cada um carrega na mala. Uns trazem o colorido, outros o crepe da dor. Outros o violáceo das recordações saudosas, outros o róseo das primaveras saboreadas vida afora, sem nos esquecermos das exposições espiritualistas de cada um. São posts e retratos da gente, uma encarnação digital das nossas vidas, a materialização do colóquio, a história viva do meu tempo e também do futuro, quando poderemos, aos 100 anos, rolar essa timeline e nos lembrarmos do que fomos e sentimos há dezenas de anos. Não vivo o mundo da conspiração. Prefiro a vida real. E erra quem diz que ela também não está nessa telinha que estamos vendo agora. E estará tudo aqui, incluindo os pregões das nossas decisões, dos lugares onde vivemos, das coisas vistas e dos fatos testemunhados como um grande álbum digno do século de Nava. Eu, particularmente, recuso permitir que me seja removido ou aplacado esses recortes por qualquer processo. Talvez, porque não seja o único a aflorar aqueles complexos filosóficos e princípios religiosos que antes não tínhamos consciência de possuir. Bastou uma perda física ou moral e entramos aqui e experimentamos em nosso espírito o efeito dessa mutilação. E há muitas possibilidades de nos expressarmos aqui. Por exemplo, acabaram de me perguntar se eu “acho” que vou envelhecer numa redação. Isso me fez esquecer tudo o que eu estava dizendo até agora e resolver mudar completamente de assunto para falar sobre a juventude. Cocteau dizia ser a juventude “uma qualidade que só a idade faz adquirir”, confessando Picasso, do alto de seus noventa anos: “Leva-se muito tempo para ser jovem."
Algumas pessoas adoecem porque vivem querendo fazer mais do que podem. Outras adoecem porque agem muito menos do que poderiam ou deveriam. Reconhecer logo seus limites pra mais e pra menos é imprescindível para manter sua saúde física e mental equilibrada. Quem se ama respeita seus limites.
Aí você lembra que, ao chegar em casa, ninguém vai estar lhe esperando. É só você, o controle remoto, suas contas, e as vezes algo para colocar no microondas enquanto você escuta o barulho do vento bater na janela. Mais um dia que poderia muito bem ser apagado. Gritaria no trânsito, um almoço sem gosto, a correria de sempre. Desperdício de vida... Onde está o sorriso que a propaganda de margarina prometeu vir incluso na compra? Quando foi realmente a última vez que eu me diverti, dancei até cair, esqueci meus problemas, ou, ao menos, comprei uma roupa nova, uma calça jeans? Mas aí chega o dia de pegar a sua filha que você não vê faz uma semana, e ela sai do elevador e corre na sua direção gritando "papá, papá, papá", desesperada de alegria, e você percebe que o motivo é você. É...você mesmo! Dá vontade de chorar de sei lá o quê; a garganta parece que fecha, dá um nó, sabe? Qualquer palavra fica agarrada como um soluço e tudo volta a fazer algum sentido...
Uma simples conversa após dias de espera. Só de ouvir sua voz, minha alma sorriu e já como consequência inevitável, um belo sorriso surgiu. A menina sorriu, a mulher suspirou. Você, sem saber o quanto me traz paz e alegria, mesmo que não seja meu de fato, revigora meus dias. Você é um mundo em uma pessoa para mim. Um mundo de possibilidades de sermos felizes.
Acabei de perceber que quando escrevo, meus pensamentos sempre se revelam na realidade vivida. Então, o que eu tenho para hoje é: eu quero viver, viver o extraordinário, viver o melhor. Viver tudo aquilo que sonhei, viver com você. Eu quero sim ir embora, mas não da vida, mas sim dessa vida! Me socorra dos braços que não quero, das pessoas que não desejo, dos braços que não me trazem afago, dos beijos que não me trazem amor, o amor propriamente dito.
Sobre homens mais velhos.
Acho que Um Homem mais velho é mais atraente que um menino.. Consegue ser mais cativante, Eletrizante.. e dependendo do homem, consegue até ser divino.
Se já não estava claro, vou dizer sem rodeios.. eu tenho um gosto por caras mais velhos. Não diria que é surpreendente, Já que no meio da 'minha gente,' a coisa mais comum é Casar com caras dez, vinte, e até trinta anos mais velhos. Mas não acho que tem haver com isso..
Nunca realmente me interessei por nenhum menino.. Acho que a primeira pessoa que me cativou, me fez sentir aquela tal paixão ardente, e também me fez ter Esse interesse (mesmo que a gente não se conhecesse, Rs) foi Um velho. Um velho Bem velho mesmo. De cabelo vermelho, jaqueta preta, e óculos escuros, esse que também me fez tornar uma poeta, e talvez seja a principal razão da escrita desse poema.
Mas Sinceramente, Não sei o que de primeira me fez atrair em homens assim. Talvez seja a maturidade, às vezes um homem bem-vivido Dentro de si contém mais profundidade, qualidade, tem noção e consegue medir no momento qual vai ser sua prioridade. Tem também aquela sensação de segurança, a estabilidade.. também uma certa admiração pela experiência de vida, Homens mais velhos trazem história, sabedoria, e podem dar perspectivas Que podem ser valiosas na hora de enfrentar os desafios da vida.
Homens mais velhos também exalam confiança, o que também pode ser muito atraente.. E não posso deixar de falar de como eles tem aquele encanto que deixa o coração Pulando, a mente sonhando, e todo o resto vibrando.
Talvez seja o olhar profundo, que me faz ir para outro mundo. Ou talvez seja a voz rouca, que me faz tremer, faz meus olhos começarem brilhar.. Mas uma coisa é certa, homens mais velhos me fazem sonhar.
Um homem mais velho é a tela da minha arte. Ele é como um acorde, que todos os dias toca na trilha sonora da minha vida. Nos meus piores dias, mesmo tão longe, ele me faz sentir acolhida.
...
Eu acho que já deixei claro que gosto de homens mais velhos, né?.. Mas acho que velho ou não, não importa.
Na minha opinião, O amor de uma mulher Torna O homem já velho, cada dia mais jovem.
(E todo esse texto só porque eu sou perdidamente apaixonada por um vocalista famoso 50 anos mais velho que eu. Obrigado pela inspiração, Axl rose. Hehe)
"As únicas coisas que tenho para te oferecer, são migalhas, e como pode isso ser o suficientepara ti?"
Lms
Não é fácil ser assim, ser do tipo que vai e se entrega, mas é o que sou.
Eu sei que pra ti pode ser muita pressão e que não entenda o que sinto
Também sei que nos conhecemos por pouco tempo e que nossa relação não tem nome
Mas quero que saiba que eu lhe amo muito
Amo-te por ser única, por ser tudo que eu sempre quis
Sei que pra você ser assim é normal, que sempre foi assim, e não vê o que vejo em ti
Mas é estranho dizer que nesse pouco tempo eu me vi em você? Que com você eu seria alguém melhor?
Sim, é estranho.
Infelizmente isso só está em mim, todo este turbilhão de emoções só existe aqui
Em você sou só mais um que conheceu
E o que sinto você nunca vai saber.
Sou gay...
Hoje um amigo confidenciou me, disse ele que já não aguentava mais esse segredo que por tempos escravizava sua alma e fazia seu coração transbordar em lágrimas por medo de assumir.
Perguntei a ele o que era ser gay?
Disse me assim:
É sorrir no sorriso de outra pessoa, chorar a dor do outro, querer dormir abraçado, andar de mãos dadas, sentir saudade antes mesmo de partir..... apenas lhe dei um abraço e disse:
Acho que também sou gay!
Meu vazio sem você
Eu sinto falta de tantas coisas!
De cheiros que senti... Não sei onde ...
Mas que trazem paz a minha alma,
lembranças de ti...
Lembranças serenas de tardes felizes e de noites calmas...
Agora sou assim!
Ilha a espera de um barco,
amor a espera de ser amado.
Sou forte e fraco...
Tudo assim,
por um cheiro bom que veio não sei de onde
talvez da minha imaginação...
Nasceu então voce, parte do que sou, minha paixão...
Agora sinto falta quando não estais por perto
sou ilha abandonada,
sou deserto
barco que se perdeu por mares incertos...
E sigo com esta falta que sinto de ti...
E os dias ficam mais compridos,
sem aquele prazer de completar meu silencio com teu sorriso...
E eu nem sei mais o que fazer....
Este menino te adora!
Muita saudade dos tempos que não voltam mais.
Saudades de acordar de manhã e te encontrar toda sapeca.
Um amor que não tinha limites, hoje ela é limitada. Limite que corrói a alma... limite que aprisiona o fogo da paixão... onde o tempo não sobra mais... o que restou foi o amor que protege, amor que confia... meu corpo pede o seu diariamente... o que me resta é somente te amar eternamente e levar comigo lições. Você me fez crescer e ser menino ao mesmo tempo. Em meio a lutas, pego força em você, em meio ao sofrimento, tenho você como a minha alegria. Te amo!
O segredo da Felicidade é fazer o bem ao próximo mesmo que está pessoa não esteja merecendo isso. Ela não vai entender mais você e Deus entenderá o valor desta felicidade.
As pessoas estão infelizes não é porque precisam de coisas novas. As pessoas estão infelizes pelo simples fato de que elas não estão fazendo nada pra ajudar a alguém.
O que você faz com o seu tempo que você tem?
O que você está fazendo de uso com o dom que Deus te deu?
O que você fez ou faz com seu dinheiro ou coisas que você tem em prol do outro?
Podemos ganhar ou perder... "COISAS" Mais aquilo que fazemos para o bem do próximo, pode ter certeza que ganharás o dobro. Está benção nada e ninguém pode tirar de você.
Uma; Pela parte pessoal de se sentir útil e a outra do dobro é a parte que você já receberia por ser de coração agradável a Deus, mais ganhará melhor ainda porque não foi egoísta e quiz a felicidade da pessoa como você esta sendo e no final seremos todos. Porque quem recebe ajuda é feliz, mais quem dá é mais ainda.
