Procuro em Amor que ainda Nao Encontrei

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Conexão P.2
Essa conexão sem nome… eu encontrei alguém diante de quem minha mente não precisa usar máscaras.
O dia em que você disser que gosta de mim como eu gosto de você, eu serei muito feliz.
Mas talvez esse dia nunca chegue, e mesmo assim esse sentimento continua aqui.

Encontrei-me em uma situação complicada
Já não conseguia ver mais nada
Procurei em todo canto
O culpado que sem encanto
Bagunçou o meu futuro morto


Perdido no meu caminho
Não consigo sentir nada
Não o acho em lugar algum
Esse coitado que sem um rumo
do meu passado tirou até o sumo


Sem saber para aonde eu irei
devo aprender a ter tato?
ir procurar em outros matos?
aquele que calado foi embora
e o presente ele irá estragar


Voltar ao inicio
Estou preso em uma espiral
não precisaria mais procurar
ㅤㅤ,esse eu já achei
­­­­,sou eu quem fez isso.­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­

A paz que procurava encontrei dentro de mim depois de descobrir que não precisava competir com ninguém, pois minha felicidade independe de conquistas..

Escrevo porque não sou
muito propensa a falar
e porque escrever
é a forma que encontrei
de me manter sã
em um mundo doente.


Escrevo porque a fala me fere,
me atravessa,
me expõe demais
num mundo quase surdo.


Escrevo para não adoecer
junto de um mundo enfermo
que normaliza a loucura
e estranha quem ainda sente.


Escrevo porque o silêncio
me entende e traduz
melhor que a voz.


Escrevo para permanecer inteira
enquanto o mundo
adoece de si mesmo.
✍©️@MiriamDaCosta

Hoje fui dar uma volta e não encontrei nenhum ser humano de carne e osso. Que circo!

Encontrei!


me perdi, me perdi nas suas palavras, caras, e bocas
de vez em quando eu não entendia nada, ficava perdido
mas ali estava você, crente que eu estava me divertindo
me perdi dos meus pais, minha mãe não me quer por perto
meu pai insiste em viver comigo, mas não quero
enfim, no momento estou a mercê, mercê do destino
O qual eu espero, do fundo do coração, seja bom para comigo
me perdi na minha mente, quantas vezes tentei me matar?
não sei, só sei que nada sei, só sei que quando a lágrima cai
o corpo quer cair junto, enfiar a cara no chão, talvez pular de uma ponte
enfim, estou perdido e, sinceramente, nem sei mais o que é ser encontrado
só lhes digo uma coisa; eu encontrei, encontrei um “eu” oculto
ele passa como vulto, sinto de vez em quando, uma autoridade maligna
seria eu um receptáculo de Satanás? Bem, me perdi na leitura da bíblia também
Não sei exatamente, mas os sacerdotes não expulsam demônios, por que não tiram os meus?

Não sou apaixonado por escrever, mas é a maneira que encontrei de dizer certas coisas.

"Te encontrei no mar
Te deixei na lua
Te amaria um dia
Se eu não fosse inteligente.

"Que sirva de alerta: encontrei um Sr. 52 anos, com problema sério de saúde: quase não consigo respirar, 38 anos fumando, morador de 1 casa de 7 quartos e 4 banheiros, em área nobre, perguntei-lhe como está a saúde? Ele me respondeu, daria tudo que tenho para alguém sofrer no meu lugar. Recebi muitos alertas: larga de fumar, mas não atendi, hoje não há retorno. PODE SERVIR COMO LIÇÃO PARA VOCÊ. AINDA HÁ TEMPO". Ademar de Borba

“Não me perdi. Eu me encontrei onde você nunca teve coragem de ficar.”

Minha maior descoberta não foi o caminho, mas a força que encontrei para atravessa-lo.

No vazio encontrei tudo quando compreendi que não havia nada.

⁠Ao Deus Desconhecido


Olhei para esquerda e não te encontrei
Olhei para direita e tampouco me achei
Olhei para baixo e quase me afoguei
Olhei para cima e cego fiquei


Somente após perdido, sem ar e cego ficar
Pude a tua glória contemplar
Esta glória que ilumina meu caminhar
Esta glória que me faz andar mesmo sem enxergar


E mesmo sem enxergar
Tenho certeza que não estou só no meu caminhar
Por isso sigo a peregrinar
Sabendo que o Deus Desconhecido está a me esperar

Eu lamentava o peso das minhas memórias, até que encontrei alguém que não possuía sequer um ontem para carregar.

Se amar você é sonho, não quero acordar, pois encontrei em teus braços o meu lugar.


DeBrunoParaCarla

Quando eu procurei um abraço para me acalmar não encontrei,


A chuva forte veio e me pegou em cheio,


O frio, o medo e a solidão tomaram conta de mim,


os pensamentos intrusivos e as verdades não ditas me sufocaram,


mas,


O tempo mudou não permite que tais coisas permaneçam agindo sem receberem suas devidas cobranças no ávido momento,


De joelhos rezei, de pé acreditei, de longe enxerguei e passei a entender como reagir,


Passo a passo fui saindo do meu próprio eu enterrado,


Aquela luz que me deu forças, também tem me guiado e me protegido do ferro e do fogo,


Olho para trás e vejo o tanto que sofri, olho para trás e vejo o quanto aprendi, da escuridão veio a luz, do vazio veio a fé e do medo veio a vontade de vencer.

Cada “não” que ouvi me empurrou para dentro, lá dentro encontrei razões para persistir, fiz delas alavanca.

Eu não encontrei saída, eu me tornei a própria travessia.

Minha melancolia não é desistência, é o modo que encontrei de olhar o abismo sem negociar minha humanidade.

A negligência que encontrei na infância não terminou quando deixei de ser criança. Ela aprendeu a crescer comigo. Mudou de rosto, de voz, de silêncio, mas nunca deixou de caminhar ao meu lado.


Há dores que não gritam; elas se infiltram na arquitetura da alma e passam a sustentar tudo o que somos. A minha fez do afeto um território estrangeiro. Nunca aprendi a reconhecê-lo sem antes procurar a ausência que costuma vir depois.


Por isso, amar, para mim, nunca foi um gesto espontâneo. É uma travessia sobre uma ponte construída com tábuas podres. Cada passo parece anunciar uma queda.


Mas existe algo ainda mais difícil do que amar.


É permitir que alguém me ame.


Há uma parte de mim que permanece escondida, como se tivesse sido convencida, ainda menino, de que carinho sempre cobra um preço e de que toda permanência é apenas um atraso para o abandono. Quando alguém tenta atravessar essa distância, meu primeiro impulso não é abrir a porta. É procurar a saída.


Talvez a pior herança da negligência não seja a solidão.


Seja a incapacidade de acreditar que um dia alguém possa olhar para todas as minhas ruínas e, ainda assim, decidir ficar.


Porque existem infâncias que não acabam. Apenas aprendem a respirar dentro do adulto que sobreviveu.


- Tiago Scheimann