Princípio
No princípio era o Verbo... E o que fez a Arquivologia?
Ao surgir pensou-se que seria arquivística disciplina
Legítima tríada corrente, vicissitude raiz, englobante e integrada.
Com o tempo vestiu princípios e técnicas que lhe deram
Nova roupagem, escreveu no continuum gerúndio alguma terminologia
Perenal tesauro, assim gerando, criando, formando léxicos lastros
– eis o repositório arquivístico digital confiável, real e exato.
No princípio era a Palavra... O que fez a Biblioteconomia?
Idealizou certo mito da biblioteca universal
Os sabores e ardores do projeto xanadu vinculavam pressupostos vastos
E não ocorreu! O acesso instantâneo e ubíquo, a total abertura à Era da Informação
Quimera e sonhos – coleção encanto, digam os “idealistas”, belos eram os planos.
Pende a preservação das memórias, volição compartilhada por tantas culturas
E as orelhas inertes – não dos livros – mas daqueles que ouvem saibam: xanadu salvaria o mundo!
No princípio era a Eloquência... O que fez a Museologia?
Ao nascer, queria ser morada ou templo das musas, local de inspiração divina.
No estimulo à criatividade dos artistas e intelectuais, viu-se na museuconomia
Autêntica e revolucionária museal prática – reforça os domínios das três marias
A corrente museológica vestiu a carranca que lhe deram e o fausto a enquadra
Ante a infoera dita: preservação, conservação e restauração jamais jazem mudas
– salvaguarda que “documento” também é um patrimônio e documento é tudo!
O princípio patriarcal representa o ego, a razão, as crenças e a cultura enquanto que o princípio matriarcal representa o corpo, sentimento, fé e natureza.
O princípio patriarcal representa o ego, a razão, as crenças e a cultura enquanto que o princípio matriarcal representa o corpo, sentimento, fé e natureza. (...) até que o princípio matriarcal seja restaurado em seu lugar de direito como um valor igual embora polarizado, podemos antecipar que a depressão se tornará endêmica na nossa cultura.
Se fomos apenas uma fase, nunca saberei, ou nosso amor se tornou a principal base.
A princípio não queria te fazer chorar, seus fantasmas, espíritos reapareceram.
Você cobriu minhas cicatrizes com esperança e carinho.
E nunca poderei te recompensar com o mínimo
Entretanto, sinto falta do carinho que me dava
A felicidade em suas mensagens a cada texto que mandava, nada podia se comprar , não podemos comprar o amor.
Seus áudios, sua risada, sua vida detalhada...
Tudo isso me faz falta.
Você foi incrível, você é incrível, e eu pagaria o preço pra te ver feliz assim, e não te fazer se tornar algo tão ruim.
Só queria voltar no tempo, quando ainda tínhamos aquela reciprocidade, e você demonstrava que eu não amava pela metade
O principio do compartilhamento viral sempre foi praticado pelo bom professor, desde a minha infância.
”O princípio da fé, jamais mudou , então viva pelo que você crê e não por aquilo que você quer ver”.
Saber quem você realmente é, inicia o grande princípio do que você realmente quer e para onde realmente você vai.
A reciprocidade é um princípio flagrante nas relações interpessoais. Por isso, a razão humana nos leva a compreensão natural de retribuição. É nesse contexto que muitas vezes estamos inconscientemente ligados ao sentido da frase "olho por olho, dente por dente". Aqui estamos diante do homem natural, é até compreensível.
Todavia, a regeneração, por Cristo, faz o ser humano discernir as coisas
espiritualmente. Assim, nossa forma de retribuição torna-se diferente, pois regenerados não retribuímos o mal com mal, pelo contrário, abençoamos.
Pois Tu disseste aos homens que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e que não fossem sábios aos próprios olhos, porque aqueles que declaram a si mesmos sábios, tornam-se tolos.
O casamento, a princípio, nada mais é que a esperança de que somos capazes de ser e fazer alguém feliz. No final, é a surpresa de que nada pode nos fazer tão infeliz quanto o casamento com essa pessoa.
Pessoas são como livros: a princípio uma capa bonita pode até atrair, mas depois só um conteúdo interessante vai prender a atenção do leitor da primeira até a última página.
Uma forma eficaz e perigosa de lidar com a dor é o esquecimento: A princípio parece que funciona muito bem! Mas aí nascem os vícios como uma ferramenta de fuga da própria identidade.
Com o tempo de tanto fingir que a dor não era algo comigo, eu perdi a minha personalidade.
Nesse processo de despersonalização o meu comportamento se deformou de um jeito que me tornei alguém que nem me reconhecia...
Um estado de apatia crônica!
A indiferença pode nós conduzir a uma jornada muito perigosa!
Pensamentos viciam mais do que qualquer droga.
