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Príncipe

Cerca de 1334 frases e pensamentos: Príncipe

Todo sapo é, no fundo, um príncipe em potencial. É a triste mania feminina de querer consertar tudo e todos.

Querida fada madrinha, a próxima vez que resolver me trazer um príncipe, por favor, certifique-se do prazo de validade.

Quer um príncipe encantado? Leia um livro. Quer um final feliz? Assista um filme. Quer sofrer? Se apaixone.

E aí a princesa descobriu que seu príncipe não tinha coragem para nada.
Ela não era uma princesa normal,ela era valente,tinha força,paciência até demais e não hesitava em dar um tapa na cara de quem a ofendesse.Ela podia cuidar de tudo,monstros,perigos…só que precisava que alguém cuidasse dela. Mas isso estava além das capacidades do príncipe porque ele era um covarde e não conseguia nem falar com ela porque tinha medo não se sabe do que.

Se Branca de Neve não tivesse mordido a maçã ela não teria beijado o príncipe. Ás vezes temos que arriscar para que as coisas aconteçam.

No reino da anarquia, o príncipe regente manda construir; o príncipe ambicioso manda demolir; e o rei fica calado.

E se um belo dia aquela garotinha que sonhava em ser princesa perceber que o príncipe na verdade é um sapo,seu castelo é de areia,e toda aquela sua fantasia de Felizes para sempre,com tudo perfeito,desmorona bem em cima de sua cabeça.
Todo aquele tempo perdido pensando e sonhando com o dia que tudo iria acontecer,e tudo que ela imaginou agora simplismente não significa mas nada,o que apenas lhe restou,foi o conto,pois as fadas nunca existiram.
E como ela se sente triste ao abrir os olhos e se deparar com sua realidade sem brilho.
Pois os passos que ela precisaria dar para realizar seus desejos,são grandes demais,e ela tem medo das consequências.
Sonhos abalados a deixam sem expectativas.
Fim da história?
Ela...acha que sim,mas essa é apenas a primeira decepção de sua vida,pois derrepente sem que ela perceba,tudo vai ficando pra trás,virando apenas lembranças.
Aquela garotinha um dia cresçe,e percebe,que para ser feliz não precisa nem de princípe,nem de castelo,nem de fadas,e muito menos virar princesa.
Ela só precisa,viver a realidade com os pés bem fincados no chão,ela percebe que nada precisa ser para sempre,apenas que dure o bastante para ser inesquecivel,que não tenha brilho mas que seja espeçial,que não seja perfeito,mas que a faça se sentir bem.
E se ela olhar bem para aquele sapo,meio esquisito,mas que a ama ela vai ver lá dentro um príncipe.
A vida não é um conto de fadas,viver intensante é o que fará dela perfeita.

"Era uma vez um Dragão, que para salvar o Príncipe Encantado, matou a Princesa; beijaram-se, casaram-se e viveram felizes para sempre!"
Ou será ao contrário?
Tanto faz,
O Amor é desses que explica confundindo...

Com um cavaleiro aprendi a ter coragem;
Com um príncipe aprendi a ser generoso;
E com um anjo aprendi a amar.

Que príncipe encantado o que, eu quero é feriado.

O sonho de toda mulher não é achar o príncipe encantado e sim ter cílios lindos e enormes sem precisar passar rímel.

Isabela Freitas

Nota: Partilhado pela autora nas redes sociais

Não sou um principe, mas, te farei minha princesa !

Nunca faltará ao príncipe razões legítimas para burlar a lei.

Princesa linda, se faz de difícil, distante, aí o príncipe resolve ficar com a plebeia que é simples,presente e menos concorrência

Você não é meu primeiro príncipe encantado. Você não é real. Somos apenas boas ideias na mente um do outro. E elas se tornam más quando entram no mundo normal.

Moça,
seu príncipe não vai ser encantado, nem vai cair do céu,
O único que caiu de lá foi Lúcifer, e olha no que deu...
Você vai encontrar ele nesse planeta mesmo.
Ele não vai ser perfeito,
Mas vai ser único e especial,
e você vai sentir no seu coração que é ele,
Quando o momento chegar...

Hoje sou principe da juventude, amanhã serei escravo da velhice.

A ARTE DE CATIVAR... O PEQUENO PRÍNCIPE E A RAPOSA

"O Pequeno Príncipe" de Antoine Saint-Exupéry
Releitura


"Era uma vez uma raposa que vivia sozinha em uma floresta. Bonita, de pelo lustroso e castanho, a raposa era caçada por inúmeros homens que tentavam sempre se aproximar dela. Muitos a queriam, e ingênua, muitas vezes ela caiu em suas armadilhas, porém, esperta, sempre conseguiu fugir a tempo, saindo apenas com pequenos arranhões. Que, estranhamente, não cicatrizavam rápido, mas que, de fato, não eram tão profundos. A raposa então tornou-se arisca e passou a evitar os humanos, até que um dia, um pequeno príncipe chegou em sua floresta.
- Quem é você? Perguntou, apreensiva, a raposa.
E ele respondeu seu nome de príncipe, mas a raposa insistiu:
- Você é um caçador?
Ele respondeu com um sorriso: - Não! Sou um príncipe.
A raposa desconfiou, farejou o ar, mantendo-se sempre a distância.
- Príncipe? Pois você tem cheiro de caçador.
O príncipe sorriu e tentou se aproximar, mas a raposa rosnou e se afastou. Mas ele não temeu e se aproximou mesmo assim e facilmente dobrou os joelhos e colocou a raposa em seu colo, que tremia, mas ele colocando seus dedos por entre o pelo castanho a fez se acalmar. E a raposa, com seus olhos negros, que brilhavam somente conseguiu falar:
- Por favor, me cativa?
- O que quer dizer "cativar"? Perguntou o príncipe, com os olhos fixos na raposa deitada em seu colo.
- É algo há muito tempo esquecido - disse a raposa - Significa "criar laços". Significa que você é para mim diferente de todos os príncipes e caçadores que encontrei por aí. Que para ti não sou uma raposa igual a cem mil outras raposas. Se você resolve me cativar e eu também te cativo, nós teremos necessidade um do outro. E eu serei único para ti, e você será único para mim...
- Entendo! - disse o príncipe - Um dia, uma flor me cativou. Ela era única para mim...
- Nada é perfeito! - suspirou a raposa, logo em seguida retomando seu raciocínio - Minha vida têm sido muito monótona, eu caçava galinhas, os homens me caçavam. Todas as galinhas se pareciam, todos os homens também. E isso realmente me incomodava, sabe? Mas se você, meu príncipe, resolver me cativar minha vida será cheia de sol.
Então a raposa calou-se e observou por muito tempo o príncipe, que somente a acariciava por entre os pelos castanhos:
- Por favor... cativa-me! Disse a raposa.
- Sim - disse ele - o que é preciso fazer? Diga-me que farei.
- É preciso ser paciente - respondeu a raposa - temos que nos encontrar todos os dias, e conversar, primeiro a distância, mas aos poucos você chegará cada vez mais perto. E todo dia tem que voltar.
E assim o pequeno príncipe fez, e todo dia ele voltou, e assim cativou a raposa. Todos os dias um pouquinho mais".



Cativar?
O que de fato desejas?
Permanecer entre as vírgulas?
Quem dera se esta sua abstrata sensibilidade, fosse guiada por novos rumos, e não se privasse do desconforto da duvida quando diante de teus próprios anseios.
Sua observação... "indefinida", me dispersa, me irrita, e a ausência de uma ação causou a reação de uma entrega que não aconteceu, seria este um ato singular?
Escrever fascina... mas esclarecer supera o êxtase.
Gosto de quem olha nos olhos e fala! Nada de linhas e entrelinhas. Eu quero ouvir o som, o som daquilo que não estará transcrito em livros ou manuais de instruções.
Seja claro, para não ser esquecido.
Porque não estou propensa a te esquecer!
Mas lhe digo, meu coração não tem uma cadência definida, é imprevisível, e subliminar!
Descompensado e descompassado, e em muitos momentos chega a ser débil, mas possui um senso prático de escolhas e se basta quando farto de amores assimétricos e sentimentos imprecisos.
É eminente que me enxerga como louca, confirmo de fato sou, as paixões me movem...
Mas como não se alterar? Abster-se de escolhas? Preferir o caminho avesso as sinuosidades?
O não escolher, por si já é uma escolha.
Então que seja o afeto explicito o principio, desta desordem, que seja a causa e efeito o perfazer desta amizade visceral.
Não tenha muita pressa, mas tente não se ater, pois se não houver em ti desejo suficiente para apreciar a curiosidade, a inércia lhe consumirá.
Não sou feita de meros toques, ou retoques, sou apenas uma versão absolutamente mutável, governada por valores, instintos, crenças e intuição.
As vezes me observo e bem lá fundo e me assusto!
Há ainda tantos anseios, vontades certamente insanas para olhares que guardam sua obsoleta lucidez na gavetinha de cabeceira, mas não me privo de tê-las e desejá-las, e querer realizar cada uma delas a meu momento. Tudo bem eu sinto que a qualquer instante tudo vai se tornar numa grande tragédia emocional de caráter generalizado onde certamente irá atingir alvos não previamente estabelecidos. Mas fazer o que se nunca tive uma cabeceira, nem tão pouco a gavetinha?
Sei que há por ai um certo ditado que diz: "Quem muito quer nada tem"
Eu particularmente o considero de péssimo gosto, pois isso tem cara daqueles tipinhos que são dados ao comodismo.
Como não desejar muito?
Fico aqui imaginando aqueles que realmente fizeram História, os grandes inventores, criadores, pesquisadores, artistas, personagens fantásticos que pisaram aqui na Terra e mudaram o mundo, ali sentados contemplando o infinito e se permitindo a tal condição de pensamento?
E você ai deste seu observatório, analisando as fontes de energias, gerando emoções, retardando reações e comprimindo corações, fará o que para sair da caixa ?
Consulte seu terapeuta, pois certamente ouvirá que minha presença é prejudicial a sua saúde.
Mas se mesmo assim, desejar correr riscos, então pare de pesquisas no Google, nada que encontrar chegará perto de uma definição coerente. Lembre-se não sou nenhum ratinho de laboratório, não estou a espera de analises.
Sou apenas a raposa.


Rê Pinheiro.

Sabe aquela vontade de ser acordada com um beijo apaixonado do príncipe encantado? Na verdade nunca tive. Uma xícara de café bem quente faz o mesmo efeito e me livra do risco da desilusão.

Aprendi ser a única protagonista
da minha história.
Sem essa de esperar pelo príncipe encantado, ou um beijo para me despertar no final do ato.
Tomei o controle das rédeas, coloquei o meu melhor sorriso no rosto e um pouco de malícia.
Ocupei o trono, que era à mim predestinado,
nesse incrível teatro que se chama vida, eu deixei de ser uma mera coadjuvante.