Presença da Ausência
Amor incondicional é aquele que mesmo magoado resiste ao tempo.
Amar é estar presente na ausência, é querer sempre mais sem egoísmo.
Podemos agradecer sem dizer obrigado as vezes, e podemos ser felizes sorrindo corpo afora, mesmo quando por dentro estamos despedaçados.
Encarar a vida e perceber que a velhice chega apenas para os fortes. Para aqueles que não desistem. E foi assim que a sua existência me fez existir.
E em poucas palavras escritas e não ditas, eu te desejo um Feliz aniversario!!
(eternizando os 61 anos de vida de minha mãe)
Saudade em silêncio
Hoje é celebração em lembrança
Da tua ausência, forte presença
Que no peito floresce em dor,
Lança atravessada no meu amor, sentença
De tua falta, do teu total silêncio
Que na saudade se lamenta
Mãe não morre, ausenta!
Esteja presente ou ausente estarei sempre contigo na tua vida ou no teu coração
✿*´¨)*
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Ao te confessar, saudades não estou a reclamar ausências, estou somente enfatizando a sua presença no meu peito.
O que é o amigo?
Amigo é aquele que se faz presente. Insisti mesmo estando ausente. É aquela pessoa que te passa ternura e agitação pelo olhar. Aquele em que sente suas emoções, te protege dos tormentos alheios, e às vezes até de si mesmo. Amigo é aquele que lhe oferece o ombro sem fazer nenhuma promessa, sem pedir nada em troca. Amigo é aquele pedaço de alma que lhe completa e lhe comtempla, porque no fundo ele apenas te ama. Ama você pelos seus erros, ama você pelas suas virtudes. Nem sempre compartilha dos mesmos desejos... Mas sempre compartilha da mesma esperança. Sorri pelas mesmas razões que você. Ele sorri por você e com você. E também às vezes, ele ri de você. Tudo isso, porque ele te respeita. Tudo isso porque ele te admira. Se pudéssemos lapidar a amizade, chegaríamos ao amor. Sendo as mais belas das coisas mais puras...Amizade e amor podem ser sinônimos. Mas também, não existe amor sem amizade, e não existe amizade sem o amor. Porque eles se complementam. Enfim, no fundo, o amigo é um verdadeiro guardião. Ele participa de sua felicidade e te ampara no seu desespero. Sem esquecermos, é claro, do mais importante... Seja o momento bom ou ruim, o amigo é sempre o aconchego mais necessário.
Aos filhos presentes darei tudo que eu quiser; aos ausentes darei todo direito que a Lei me impuser.
a morte nos deixa belos no extasie
voraz murmúrios do caos presente
um perfume ausente no auge do vazio.
Ausência, como tu dói, ausência de quem eu gostaria da presença.
Ausência que me maltrata, ausência que me entristece, ausência que me fere. Toda essa ausência! É por que nunca me fiz presente.
Presente
Agora é presente, que é a ausência de ausente;
Quando estiversmos perante a ausência do presente, nada se fará presente.
A solidão não é ausência de milhares pessoas nos acotovelando do lado de fora, mas da presença de uma unica pessoa nos tocando por dentro
PRESENÇA E AUSÊNCIA
A tua presença é minha companhia,
A tua ausência é a minha descrença,
A tua presença é a minha alegria,
A tua ausência é a minha agonia!
A tua presença é a minha inspiração,
A tua ausência é a minha vida perdida,
A tua presença é a minha canção,
A tua presença é o meu canto,
A tua ausência é o meu silêncio,
A tua presença é o meu encanto,
A tua ausência é o meu pranto.
Presença e ausência, sentimentos contidos,
Sentidos na alma sem explicação,
Da presença ou ausência, de amores vividos,
Nas lentas batidas do meu coração.
Presença é amor é a felicidade,
Ausência é a falta de um querer bem,
Presença é presente, é gostosa é verdade,
Ausência, lembranças, tristezas e saudades!
Márcio Souza
Não adianta está presente, mas viver ausente. De nada vale ocupar espaço, e não se ocupado. De nada é relevante está atraente por fora e inexistente por dentro. De nada é válido está sempre disponível, mas sempre atrasado.
Ausência de corpo presente
Indiferentes, dançavam a pavana,
Enquanto o tempo dócil se evadia,
Sufocados na fumaça de havana,
Na corrente que a vida esvazia.
O grupo, que a angústia despistava,
Exangue e desprovido de ideal,
De Moscou, Pequim ou Bratislava,
Vivia o seu próprio funeral.
No quarto de estátuas, salpicado
De tédio agudo, expressão final,
Estavam lá, sem nunca ter estado,
Reféns de uma coluna social.
O denso vazio da conversa
Estampa o ócio na fisionomia.
A sarabanda que atrai, perversa,
Nos cérebros sem uso, a apatia.
Esperanças, na entrada abandonadas,
Procuram a lembrança passageira
Das ilusões sempre acalentadas
No vácuo da mente hospedeira.
Ganhar batalhas sem ganhar a guerra,
Tragados por insossa calmaria.
E descobrir que entre o céu e a terra,
Há mais que uma vã filosofia.
Não há revolta nem ressentimento,
Nessa desordem quase vegetal,
Mutismo sela o arrependimento
No leito de Procusto sideral.
A densa bruma altera o semblante.
Escravo é da verdade o corifeu.
A voz do coro congela o instante:
Baldada a morte pra quem não nasceu.
Prisões cósmicas são o cruel destino
De ilusões no limbo da razão
Fica a procura: mero desatino.
Da finitude, singular refrão.
Resume-se, ó mundo putrefato
Do anódino, do vil, do rotineiro,
Na ignorância deste simples fato:
Entrega vale, se for por inteiro.
O passado é presente, já que o presente é do passado, porém o futuro permanece ausente, em meio ao que está do meu lado.
"Encontros"
Percebi minha infinita distância quando cheguei. Tua presença se ausentou e minha ausência não foi notada. Descobri que estava longe de ti, quando sua casa tornou-se um lugar estranho. Já não sabia mais quem o que buscava. Um estranho falando línguas, que de idioma não entende nada. O vazio é mais cortante que antes do inicio, quando seu reflexo brilhava em meio a escuridão. Sem palavras, não consegui conjugar o Verbo. Sendo um presente abstrato e um único futuro certo. Relembro memórias distantes, de uno e trino, faz-se um cálculo perfeito. Três, nunca foram de fato três, mas um. Perfeição divina!
Aos poucos busco encontrar-te ouço uma voz como de um coro algelical, dois não se faz, quando um é suficiente. A sua que também é minha presença, inunda minha já desgastada alma pelas ondas que bruscamente impulsionam meu corpo para perto do Pai. Não o pai Criador, mas o Pai do Verbo!
A jornada esta próxima do final quando ouço a campainha soar, o silêncio da sua voz me faz entender que estou no lugar certo, mesmo não parecendo. Deixo sua luz dominar meu espírito, tomando um cálice de dor, um pão de dúvidas e uma hóstia de eucaristia que, cá pra nós, nunca foi barata.
Entre palavras e sons, permito encerrar minha carreira e guardar o que dizem ser um dom...
Se estás aqui, não te vejo, mas, minha natureza que vem do terceiro, isto é, Sete, me fala que continuo no lugar certo e que como uma fada azul, vais na mais remota das possibilidades, me encontrar. Quando na verdade, um encontro de três com três. De um com um!
Vinde a mim, e eu vos aliviarei...
