Prédios
Sonhos destruídos
Sonhos construídos
Prédios desabados
Sujeira por todos os lados
Chamam a equipe de limpeza
A fé com destreza
Tem que ficar bem limpo
Para que eu construa um maravilhoso olimpo
Aonde alguma princesa
Se transformará em Deusa
Rodeada de belas flores
Viveremos o mais glorioso dos amores
No verdadeiro mundo
As testemunhas desse sentimento profundo
Contarão nossa história pela eternidade
A história de um amor de verdade...
Eu ficaria a tarde toda observando esses prédios, essas janelas e imaginado o que se passa por lá. Então escuto como resposta: "As pessoas vivem". Sou resignação e percebo que tenho muito a aprender.
Prédios caem, são tantos fatores pra que isso aconteça, por isso, não se acostume com faltas e falhas de alguém, pois quem acorda embaixo de tijolos, telhados e lajes quebradas não são os que construíram e planejaram, mas sim aqueles que ali moram.
Homens são como altos prédios e altas árvores, parece que o céu vão tocar, mas se estes não tiverem bons alicerces e raízes, seu destino é tombar. O homem que não valoriza sua origem, é inútil ter um destino, é inútil sonhar.
Sítio Histórico
O branco veio
explorou o índio, explorou o negro
a construir prédios
que se não prisão, não freqüentaram.
O branco veio
usou o índio, usou o negro
a servir em prédios
que se deu riqueza, não repassaram.
O branco vê
os filhos índios, os filhos negros
a bendizer prédios
que se viu nobreza, sequer pisaram.
O branco vê
que os filhos índios, que os filhos negros
se em nome de prédios
pedem trocados, é pela riqueza que edificaram.
Pela janela, um dia comum ao entardecer...
Ruas, prédios, carros, luzes,
olho e te procuro em todos os lugares.
Em todos os lugares, olho e te encontro.
O vento entra suavemente,
trazendo seu perfume,
que ouço com atenção.
Ah, como é doce e insuportável
a dor do Amor.
Fecho os olhos. Estou sozinho,
cercado por uma multidão.
Meus olhos precisam dos seus,
minha boca não é inteira sem a sua,
meu corpo é frio sem a sua pele.
Ninguém vive com meia vida.
Não seria poesia,
não fosse a paixão,
não fosse o Amor,
não fosse você...
Paragominas tem uma divisão de classe muito visivel. Do centra pra lá temos predios, ruas largas e bem definidas, praças, cameras filmadoras, mas postos de gasolina, asfalto, energia, cameras filmadoras, já do centro pra cá, só tem, Laercio Cabeline, Camboatâ, Jardim Atlantico... Prá tem os clubes, pra cá, só o lasquinha
Um vai e vem
Pessoas, carros, trens
metrô, catraca, escada rolante
Prédios, concretos, trânsito
Correria.
Restaurante árabe
Logo ao lado um japonês
na esquina uma padaria
com várias iguarias
opções.
Cartão de crédito
Cartão de crédito
Tiquet do metrô
(mais cartão de crédito)
Guarda-chuva
Terno e gravata
Manta suja e rasgada
Brancos, negros, pardos
amarelos
Cabelos castanhos
Cabelos estranhos
E continua o vai e vem...
São Paulo
Metrópole de todos
Metrópole de ninguém.
“A grande cidade que que se formou com seus prédios imponentes, servindo de paredões e se esquecendo do passado que se encontra ao fundo, pode ser esquecido ou nunca imaginado por alguns, mas por mim jamais, não podemos nunca esquecer nossas origens, sem origens somos uma árvore sem raiz, fácil de ser derrubada”
É maior aquele que constrói
casas e prédios, ou aquele que apenas pela palavra
formou todo o universo?
Será maior o médico que se formou para restaurar sua saúde e curar tua dor,
ou aquele que sem nunca estudar deu à vida ao doutor?
Deus é designer do mundo inteiro,
conhecido como o fiel, o verdadeiro!
Sua imensidão nem cabe nesse verso
mesmo quando tudo parece controverso,
ele chama para fora e sopra vida aos ossos secos.
Ele é o construtor que até o pó não desperdiçou,
ele usou e te formou!
Quando estive em Nova Iorque, achei aquelas ruas tão cinzentas, com aqueles prédios imponentes que davam uma beleza diferente, mas que me deixavam sufocado. Ainda bem que ali fiquei pouco tempo. Me apaixomei mesmo pela velha roma, tudo muito lindo, demorei bastante ali. Viajei por muitos lugares, mas, Quando estava gostando e me apaixonando, o livro acabou.
Ler é mesmo uma viagem!!!
Uma viagem
Pela janela do trem olho e penso em todas as pessoas, nos velhos prédios que abrigam pessoas novas, paredes desbotadas que passam rápido, quase tão rápida quanto a vida que se esvai. Sentada em um dos bancos há uma bela jovem que lê. Em seu livro um personagem descreve uma viagem de trem de alguém que lê um livro sobre uma outra viagem de trem. E pela janela, paredes cinzentas continuam a passar rápido, a porta se abre, é hora de descer.
São tantas pessoas
São tantos carros
São tantas ruas
São tantos ratos
São tantos prédios
São tantas casas
São tantas pombas
São tantas asas
São tantos lares
São tantos mendigos
São tantas segundas
São tantos domingos
São gentes descalças
São saltos altos
Essa é a cidade
Essa é São Paulo
As folhas caindo
Os prédios da cidade
O cheiro das padarias
As manhãs de sábado
Ainda consegue se lembrar?
Não seria legal se você estivesse lá?
As crianças brincando na rua
Os almoços na praça
Os jantares românticos
As noites iluminadas pelos olhares
Tudo perfeito, eu acho
Não seria legal se você estivesse lá?
